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Varejo do futuro: descubra como será o novo varejo

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O varejo do futuro tem sido tema de palestras, artigos, livros, TEDx e pesquisas há alguns anos, com o intuito de identificar as principais tendências do setor para os próximos anos.

Assim, segundo o estudo realizado pela Adyen, em parceria com a KPMG, feito com 10 mil varejistas de 23 países e 40 mil consumidores de 26 países, a tendência para o varejo é a sua transformação para o modelo híbrido.

Resultado da pandemia de 2020, que impulsionou a transformação digital no varejo, fazendo com que as organizações, grandes ou pequenas, saíssem da zona de conforto para sobreviver. 

Pois, o fechamento das lojas físicas exigiu que os líderes do setor repensassem o seu business para criar alternativas, com intuito de manter o negócio funcionando. 

Como resultado, os consumidores abraçaram tais mudanças e mudaram para sempre as relações de consumo. 

O que fica evidente na mesma pesquisa da Adyen, mostrando que 85% dos entrevistados buscam lojas que ofereçam uma jornada de compra multicanal e 52% disseram que desistem da compra se não puderem pagar da maneira que preferirem.

Dado o contexto, neste artigo vamos entender em detalhes como será o varejo do futuro, as principais tendências e como você pode posicionar o seu negócio para se antecipar às mudanças no setor.

Crescimento do E-commerce na pandemia

A BTR-Varese reuniu em 2021, mais de 2.000 empresários e executivos ligados ao ecossistema varejista do Brasil para identificar os insights e as tendências do varejo do futuro

Como resultado, eles descobriram que no Brasil, pelo menos 5% das vendas são online, especificamente para o varejo, a estimativa é que até 8% das vendas sejam digitais. Na China, a realidade é bem diferente, as vendas pelo digital chegam a 45% e no Reino Unido somam 36%.

Sem dúvida, são mercados à frente do nosso e são fontes de inspiração, pois antecipam tendências e podem servir como benchmarks.

De acordo com outra pesquisa, agora da Mindminers, o aumento de compras online no Brasil durante a quarentena foi de 28%. Entretanto, os consumidores que nunca compraram pela internet ou compraram apenas uma vez, houve um aumento de 23%.

Dessa forma, a pandemia de 2020 mudou os hábitos de consumo, pois confinadas e com medo de sair de casa, as pessoas passaram a apoiar-se no digital para realizar suas compras. Até mesmo o e-commerce de supermercado foi uma solução plausível, diante dessas circunstâncias.

Leia também: Como o UX pode potencializar a experiência do cliente

Assim, os serviços de delivery para comida, compras de mercado, farmácia e até itens como roupas e cosméticos tiveram uma grande demanda neste período. 

Sobretudo, mesmo depois da flexibilização das medidas sanitárias, a pesquisa da Mindminers revela que a maioria dos consumidores, cerca de 55%, pretendem continuar fazendo compras online

A pesquisa da Adyen, que citamos no início, mostra que 80% dos negócios brasileiros conseguiram minimizar a queda de vendas com o comércio online desde o início da pandemia, em 2020.

Assim, o varejo do futuro deverá firmar o pé no digital, porque como pudemos notar nas pesquisas, os consumidores não voltarão a comprar 100% nas lojas físicas como antes. 

Em vez disso, exigirão experiências que conectem o físico ao digital (phygital), de modo a promover mais conveniência e eficiência. 

Como é o varejo do futuro?

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No varejo do futuro, a tendência é que, cada vez mais, os consumidores priorizem a comodidade e o imediatismo. Assim, podemos esperar que, até 2025, não haja mais distinção entre lojas físicas e virtuais.

O cliente da era atual deseja comprar online para receber em casa e em poucos dias, ou retirar em uma loja. Também deseja fazer as suas compras na loja e, em vez de sair de lá carregando sacolas, quer receber os produtos em sua casa rapidamente.

Leia mais: Cultura centrada no cliente: O segredo para atrair e vender mais

Diante disso, como o seu negócio pode se adaptar para atender a esse novo perfil do consumidor?

Segundo o relatório da Adyen, depois da pandemia, o varejo do futuro precisa lidar com dois públicos, um que já estava acostumado a fazer compras online e agora quer contar com uma experiência ainda mais omnichannel. E outro perfil, que entrou no e-commerce por conta da pandemia, mas tende a retornar às lojas físicas.

Esta é uma grande oportunidade para as varejistas do país, pois podem ampliar o seu negócio para o digital, desenhar uma estratégia onde o cliente possa ter uma experiência integrada entre o digital e o offline e com isso maximizar a receita do seu negócio.

O Brasil possui uma taxa acima da média mundial em relação ao uso de aplicativos. Enquanto a média do mundo está em 53%, no Brasil 83% dos entrevistados disseram estar usando mais aplicativos de compras agora do que antes da pandemia.

Por outro lado, 40% dos brasileiros ainda preferem fazer compras em lojas físicas e 72% dizem que os espaços físicos são importantes para se relacionar com a marca, mesmo que eles façam as compras online.

Então, o varejo do futuro ainda contará com as lojas físicas, porém estará integrado ao digital, um dará suporte ao outro. Portanto, as empresas de varejo que puderem, devem iniciar o quanto antes a transformação digital do seu negócio para aproveitar estas oportunidades e ampliar o seu market share.

Leia também: Processo de inovação da Amazon: o segredo para atrair clientes

Veja a seguir, como uma empresa chinesa está se preparando para essas tendências do futuro do varejo.

O varejo do futuro passa pela China

Como vimos, na China as vendas pelo digital chegam a 45%, o país serve de inspiração e nos ajuda a mapear as tendências do futuro do setor varejista.

Por isso, trazemos a empresa chinesa Alibaba, dona da marca AliExpress, sendo esta a maior plataforma de negócios B2B do mundo, para nos ajudar a prever o que nos aguarda para o varejo do futuro.

Mas, para compreendermos o seu modelo de negócio, é importante entendermos a distinção entre empresas ponto, linha e plano, conceito criado por Ming Zeng, estrategista-chefe do Alibaba por mais de 10 anos.

Empresas ponto

Empresas ponto são aquelas super especializadas a um determinado produto ou serviço, o que dão a elas excelente expertise em determinada área. Contudo, por serem muito nichadas, dependem de uma rede maior de parcerias para sobreviverem.

Empresas linha

Já as empresas linha, são aquelas que têm controle sobre uma cadeia específica. São empresas mais tradicionais, que oferecem serviços e produtos para seus clientes, coordenando diversos pontos ao longo da cadeia.

Empresas plano

Por fim, as empresas do tipo plano se organizam como plataformas que conectam um ecossistema de empresas e clientes, formando uma rede integrada. Neste modelo de negócios, a proposta de valor é a conexão e o diferencial acontece na entrega de eficiência operacional.

Portanto, foi a partir desta abordagem que a Alibaba iniciou o seu plano de crescimento exponencial, deixando de ser uma empresa plano, para se tornar um grande canal de integração entre negócios e clientes.

Hema: o supermercado futurista do Alibaba

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A empresa investiu na ampliação do seu próprio ecossistema de serviços, movimento que a preparou para as tendências do varejo do futuro. 

Foi neste contexto que nasceu o Hema, um supermercado que utiliza tecnologia e inteligência de dados para oferecer experiências de compras focada em conveniência e comodidade. 

Na prática, este modelo promete impactar o futuro do varejo no mundo todo. Pois, neste supermercado do futuro, os clientes podem fazer suas compras através do aplicativo e recebê-las em até 30 minutos, caso o consumidor resida em um raio de até 3 km do supermercado. 

O sucesso deste supermercado foi tão impactante no país que atingiu até o mercado imobiliário, aumentando a valorização dos imóveis das regiões que contam com um Hema em suas proximidades.

Entretanto, se o consumidor prefere ir pessoalmente ao mercado, também é possível, basta baixar o aplicativo da rede e escanear os códigos dos produtos nas gôndolas. 

Assim, as compras são registradas diretamente na sua conta do Alibaba e o pagamento é processado sem a necessidade de dinheiro ou cartões. 

Além disso, o registro do seu histórico de compras é utilizado pelo sistema para apresentar ofertas personalizadas para o seu perfil.

Esse é um case bastante interessante, porque é exatamente assim que o varejo do futuro vai funcionar. Quanto mais comodidade, praticidade, agilidade e personalização da experiência do consumidor, mais relevantes as empresas se tornam para os seus clientes.

Leia mais: Customer Experience: 5 estratégias para cativar clientes

O varejo do futuro no Brasil

No Brasil, também temos dois cases que conversam muito bem com as tendências do varejo do futuro. O primeiro é da marca Amaro, que visa conciliar moda e tecnologia.

O grande diferencial da Amaro são as popups guide shops, estabelecimentos físicos onde os consumidores podem experimentar roupas e acessórios da marca e completarem a compra de forma online, ali mesmo, pelo próprio celular ou pelas telas espalhadas nos guide shops. 

Dessa forma, o cliente sai da loja sem sacola e o produto é entregue no mesmo dia, ou até no dia seguinte em sua casa.

A Amaro começou com um e-commerce e, ao perceber a resistência dos consumidores brasileiros para comprarem roupas sem poder prová-las, criou as guide shops para solucionar esse desafio.

O segundo case de destaque é o da Magazine Luiza, nos últimos anos a varejista tem investido agressivamente no seu projeto para se tornar uma empresa plano, visando acompanhar as tendências do varejo do futuro.

A marca iniciou seu processo de transformação digital ainda em 2011, digitalizando processos e reestruturando a jornada de seus clientes e consumidores. 

Assim, em 2017, ela transformou a sua plataforma online em um marketplace, aumentando o valor de suas ações em 4.500% entre 2016 e 2019. Desse modo, a Magazine Luiza deu início a sua jornada de transformação de uma empresa linha para plano.

A Magalu garantiu o seu crescimento exponencial focando em duas frentes: na inclusão digital de empreendedores e consumidores brasileiros e em aquisições de empresas como Netshoes, Estante Virtual e Beleza na Web.

Durante a pandemia, lançou o Magazine Pay, carteira virtual da marca, que oferece opções de cashback nas compras dos clientes pela plataforma, pagamentos de contas e transferências.

O case da Amaro e da Magalu são exemplos inspiradores sobre como realizar as transformações necessárias para se adaptar às tendências do varejo do futuro. 

Leia também: Case Starbucks: Veja 5 táticas psicológicas que a consolidou

Tecnologias para o varejo do futuro

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Nós vimos que o futuro do varejo é digital, mas isso não significa a extinção das lojas físicas.

As lojas físicas continuarão existindo e tendo a sua importância, e a tecnologia entra como um agente facilitador e impulsionador de novas experiências, que sejam mais convenientes e ágeis para os consumidores.

Neste cenário, algumas tecnologias se destacam, sendo elas:

Inteligência Artificial e chatbots

No varejo do futuro, a inteligência artificial pode ajudar a oferecer uma experiência mais personalizada para os clientes, através do aprendizado de máquina (Machine Learning).

Do mesmo modo, essa tecnologia já tem sido utilizada para criar chatbots mais interativos e prontos para interagir com clientes 24 horas e 7 dias por semana. 

Por isso, os chatbots são importantes, porque eles podem auxiliar os clientes em demandas simples a qualquer dia e horário. Além disso, eles também podem ajudar os seus clientes a encontrarem ofertas relevantes.

Realidade virtual e realidade aumentada

Essas tecnologias têm grande potencial de aplicação para o varejo do futuro, e com a chegada do 5G essas tecnologias não só serão uma realidade totalmente possível, como também poderão sofrer melhorias significativas.

Assim, você pode maximizar a experiência do seu cliente, já que ele pode utilizar a realidade aumentada ou virtual para experimentar uma roupa, ou ver como um móvel ficaria na sua casa. 

Blockchain

O Blockchain hoje vai muito além dos bitcoins, há casos dessa tecnologia sendo aplicado até mesmo no setor da saúde, leia mais detalhes neste artigo.

Essa tecnologia será uma parte crítica do ecossistema do varejo do futuro, pois exercerá um papel fundamental na redução da falsificação de produtos, no aumento da eficiência nas transações monetárias e na melhora da rastreabilidade da cadeia de produtos.

Big Data Analytics

O uso de análise de dados pode trazer muitos benefícios para o novo varejo, porque possibilita um planejamento mais confiável, previsão e mapeamento de possíveis tendências e demandas dos consumidores.

O big data analytics também será importante para coordenar as iniciativas de colaboração e parceria entre diferentes empresas, para reduzir custos com cadeia de abastecimento e transporte, por exemplo.

Os novos hábitos de consumo estão criando tendências e necessidades no setor varejista. Como resultado, neste novo cenário as empresas precisam concentrar os seus esforços na melhora da experiência do cliente, colocando esse assunto como base para as decisões estratégicas do business.

Além disso, os executivos devem se preocupar em integrar os seus canais online e offline, nós vimos nas pesquisas que o varejo do futuro deverá ser cada vez mais omnichannel. Só assim conseguirão oferecer uma experiência mais fluida na jornada de compras.

Então, depois de tudo o que vimos até aqui, você está pronto (a) para disruptar o seu negócio e se preparar para o futuro do varejo? O que está esperando, entre em contato com a gente, nós podemos ajudar você a realizar as mudanças necessárias para o varejo do futuro.

Nós somos especialistas em inovação, transformação digital, tecnologia, negócios e metodologias ágeis, não perca tempo entre em contato agora mesmo.

Como a RedFox te posiciona para o varejo do futuro

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