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Tecnologia vestível ajuda pacientes com doenças crônicas

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A tecnologia vestível é usada por 33% dos brasileiros, que têm pelo menos um dispositivo de tecnologia de saúde vestível, segundo a Cisco AppDynamics. Ainda de acordo com o relatório da Cisco, 86% planejam aderir essa tecnologia nos próximos 12 meses.

As pessoas passaram a enxergar a tecnologia wearable não apenas como um meio de monitorar a sua saúde física. Conforme o estudo da Cisco, 89% dos brasileiros desejam utilizar tecnologias de saúde, incluindo wearables, para monitorar e controlar condições de saúde crônicas ou contínuas.

O relatório revela ainda que 78% das pessoas no país admitem que se tornaram cada vez mais dependentes da tecnologia para ajudar em quaisquer condições médicas. Os dados são de 2022, divulgados pela empresa Eu Capacito

Assim, com a estimativa de crescimento da tecnologia vestível, tendo já uma parte da população brasileira adepta a essa tecnologia, como as instituições de saúde podem tirar proveito dessa tendência para melhorar a sua capacidade de cuidado?

Vamos entender neste artigo como a tecnologia wearable pode ajudar as instituições de saúde a acompanhar e cuidar de pacientes com doenças crônicas, e como isso pode melhorar a sua qualidade de vida.

O que é Tecnologia Vestível?

A tecnologia vestível, também conhecida pelo termo inglês wearable, trata-se da incorporação de dispositivos eletrônicos avançados em roupas, calçados e acessórios

Os dispositivos wearables possuem sensores que coletam dados em tempo real e enviam para um aplicativo instalado no celular da pessoa. Dessa forma, ela pode ter acesso a informações importantes sobre sua saúde na palma da mão e com pouquíssimos cliques.

O aplicativo para onde os dados da tecnologia vestível são enviados, podem disponibilizar essas informações ao médico (a) que estiver conectado ao aplicativo. Assim, o profissional consegue, a partir dos dados coletados, personalizar uma linha de tratamento para a pessoa.

Portanto, se a pessoa sofre de diabete, a tecnologia wearable consegue monitorar o nível de açúcar no sangue e emitir um alerta quando o nível de açúcar no sangue estiver muito alto ou muito baixo. 

Além disso, o aplicativo pode mostrar um gráfico das altas e baixas de açúcar no sangue, dando ao paciente e médico um panorama sobre como ele está cuidando da glicose.

Como os dispositivos wearables podem ajudar em doença crônicas

tecnologia wearable

A princípio, com a tecnologia vestível o médico passará a realizar os cuidados baseando-se em dados, o que tornará o tratamento mais efetivo. Pois, os wearables podem obter dados do sono, frequência cardíaca, respiração, calorias queimadas, quilômetros percorridos, etc.

Essas informações dirão ao médico o quão saudável o paciente está, se está seguindo o tratamento, tomando seus remédios ou se está cometendo exageros que podem comprometer a sua saúde. 

Dessa forma, se o paciente sofre de insônia, a tecnologia wearable pode fornecer informações sobre padrões e qualidade do sono do paciente, o que pode ajudar o médico a determinar o que está causando insônia.

Além disso, a tecnologia vestível pode solucionar um problema frequente nos tratamentos médicos, cerca de metade das pessoas com doenças crônicas não aderem ao tratamento, seja porque não tomam os remédios ou porque não fazem os exercícios recomendados.

Mas, a tecnologia wearable vai ajudar o paciente a lembrar de tomar os seus remédios e fazer os seus exercícios, podendo até alertar o médico quando algo não está caminhando como deveria.

Sem dúvida, a tecnologia vestível é uma necessidade para pessoas com doenças crônicas como diabete e artrite, visto que elas precisam administrar essas condições ao longo de suas vidas, na maior parte do tempo sem um profissional dedicado para isso. 

Os tipos de tecnologia vestível para doenças crônicas

Existem vários tipos de tecnologia vestível para acompanhar pacientes com doenças crônicas, veja abaixo alguns exemplos:

  • Jawbone Up:  consiste em um receptor sem fio para o pescoço, que envia dados para um aplicativo em seu telefone. O aplicativo fornece informações sobre: frequência cardíaca, passos dados e calorias queimadas durante o dia. Assim, é possível usar essas informações para mudar a sua rotina ou monitorar o seu progresso em relação às metas estabelecidas pelo seu médico, ou nutricionista.
  • Fitbit Flex: contém sensores na forma de tornozeleiras que também enviam dados para um aplicativo em seu telefone. No aplicativo você pode monitorar os passos dados, nível de atividade, qualidade do sono e muito mais. Os dados coletados pelo Fitbit Flex fornece relatórios personalizados que podem otimizar a sua dieta.
  • Garmin Forerunner: possuem sensores em formato de tiras que se conectam diretamente à pele. O sensor enviará dados para o aplicativo Garmin, que o ajudará a monitorar a sua frequência cardíaca, passos dados, distância percorrida, calorias queimadas, etc., tornando-os ideais para rastrear doenças de longo prazo, como câncer ou artrite.
  • Apple Watch: a Apple possui uma variedade de relógios com vários recursos de rastreamento, incluindo contagem de passos e tempo decorrido.

Certamente a tecnologia vestível trará mais comodidade para médico e paciente, assertividade no tratamento e segurança para o paciente. 

Entretanto, as empresas que oferecem tecnologia wearable devem se atentar a experiência do usuário, ainda mais quando são destinados exclusivamente para o setor da saúde, que visa coletar dados de saúde, bem-estar e condicionamento físico dos usuários.

No mais, as instituições devem se preparar para receber essa imensa quantidade de dados desses dispositivos, treinar o corpo clínico para o atendimento digital e dispor de uma equipe pronta para urgência e emergência, caso esses dispositivos emitam alertas.

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