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Robôs na agricultura

Robôs na agricultura: a solução para reduzir o efeito estufa

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Aproveitando o potencial dos robôs na agricultura, a Startup IronOx, do Vale do Silício, trouxe um novo conceito de fazenda, com plantações em galpões ou até casas sendo cuidadas por robôs e monitoradas por câmeras com inteligência artificial.

A ideia vai de encontro com os avanços tecnológicos, e possui potencial para disruptar o setor da agricultura. Visto que só no Brasil há nove robôs para cada 10 mil colaboradores, aponta pesquisa da International Federation of Robotics (IRF)

Os robôs na indústria mostram o potencial dessa tecnologia em relação à agilidade, automação e precisão, dando um panorama sobre como os robôs na agricultura podem melhorar a produtividade do setor e ajudar a cuidar do meio ambiente.

Já os robôs agrícolas da Startup IronOx são compostos por Grover, robô que move as bandejas de plantas de 453 kg. O robô Ada, que manipula as plantas e o Max, que distribui a quantidade certa de água e nutrientes para as plantas, com base no que as câmeras apontam.

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De acordo com David Silver, diretor de robótica da IronOx, os robôs na fazenda, em conjunto com as câmeras inteligentes e outros aparatos tecnológicos, fazem uma varredura de alta resolução de todas as plantas.

“Assim, sabemos se as plantas estão crescendo de forma adequada. Também conseguimos prever quanto teremos de colheita e se é necessária uma intervenção — com água, nutrientes, luz, temperatura e umidade”, explica Silver.

Robôs na agricultura: como a iniciativa da IronOx ajuda o meio ambiente?

O objetivo da IronOx com os robôs na agricultura é produzir alimentos renováveis, com água residual da irrigação reutilizável. Silver ressalta que a empresa com o apoio dos robôs com inteligência artificial usa a quantidade ideal de fertilizantes, havendo um controle rígido sobre esse insumo.

Pois, o fertilizante é uma fonte de metano, um gás que causa o efeito estufa.

“E para produzir os fertilizantes há um consumo de muita energia, além da emissão dos gases do efeito estufa. As emissões totais dos gases de efeito estufa da agricultura mundial são comparáveis ​​ao transporte mundial. Portanto, se queremos reduzir os gases de efeito estufa, devemos olhar para o setor agrícola”, elucida o diretor.

De fato, os fertilizantes nitrogenados estão entre os mais utilizados e são os que causam maior impacto ambiental. 

Segundo a Associação Internacional de Fertilizantes (IFA), a produção desses compostos é responsável por 94% do consumo de energia de toda produção de fertilizantes. 

As principais matérias-primas de combustíveis utilizados são o gás natural (73%) e o carvão mineral (27%), ambos fósseis, cujas emissões de dióxido de carbono (CO₂) contribuem com o desequilíbrio do efeito estufa.

Como resultado, favorecem o processo de aquecimento global. 

Em resumo, os robôs na agricultura não só podem elevar a receita do agricultor como também podem ser uma alternativa mais saudável para o planeta.

As pessoas ainda terão algumas funções como colher e embalar os produtos.

Entretanto, os trabalhadores que complementam as automações e realizam tarefas além das habilidades dos robôs, possuem mais oportunidades e remunerações melhores. Por outro lado, as pessoas que fazem atividades semelhantes à robótica, precisarão buscar especializações”, ressalta o professor Harry Holzer, da Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos.

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