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Sistema de saúde inovador- por onde começar?

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Leitura: 9 Minutos

Sistema de saúde

A princípio quando falo de parque de diversões, todos nós nos lembramos da emoção e da diversão durante aquele momento, correto?

Certamente você está super animado, entusiasmado para ir a alguma atração e você se depara com uma longa fila de espera. 

Ao se deparar com isso, imagino que você, assim como eu, fica frustrado e na maioria das vezes desiste daquela atração.

Ainda outra situação, ao chegar no aeroporto, na maioria das vezes atrasado, você se depara com uma fila enorme e super lenta para passar pelo raio-x. O que você sente? Novamente, frustração, não é mesmo?

Portanto, agora peço que você pare um segundo para refletir: É assim que o sistema de saúde atual funciona? E assim que os pacientes, como eu e você, nos sentimos dentro de um hospital?

O sistema de saúde atual, principalmente o hospitalar, enfrenta muitos desafios: longos tempos de espera, falta de transparência, além de uma má experiência, seja como paciente ou como acompanhante, não é verdade?

De fato, estes desafios persistem nos hospitais desde sempre! Aposto que você, assim como eu, já vivenciou péssimas experiências em hospitais devido à falta de agilidade ou a informações precisas. Tudo isso quando mais precisamos!

Por isso vamos falar um pouco sobre a inovação no sistema de saúde de saúde e como a transformação digital pode ajudar as instituições de saúde a resolver problemas complexos e antigos, vamos juntos?

Case de insucesso do sistema de saúde

Certa vez uma senhora chamada Maria, aos 88 anos, entrou em um hospital com uma fratura no fêmur por queda e uma dor fora do comum. 

Imagine isso para uma senhora com quase 90 anos, mas mesmo nesse estado não foi o suficiente para que ela recebesse os cuidados que precisava rapidamente . 

Como resultado ela teve que gritar de dor para conseguir agilizar o atendimento médico, que na verdade se resumiu em colocá-la em uma maca no meio do corredor do hospital.

Algo que é praxe em nosso sistema de saúde!

Inovação
Fonte: ExpoNewsBrasil

Assim ela ficou durante 2 dias, esperando para fazer uma cirurgia que deveria ser emergencial. Durante toda essa jornada os familiares tiveram pouca ou nenhuma informação precisa sobre o estado de saúde dela. 

Essa senhora era minha avó, foi uma experiência horrível!

Infelizmente cenas como essas acontecem diariamente em centenas de hospitais espalhados pelo Brasil e por incrível que pareça, também ocorre em hospitais privados.

Devemos inovar do jeito certo

Antes de mais nada, se queremos falar da saúde do futuro, hospital digital, tecnologias disruptivas e um sistema de saúde eficaz, precisamos primeiro falar de pessoas. Precisamos falar do paciente!

Ao mesmo tempo que tentamos oferecer uma medicina atualizada e moderna, somos limitados por sistemas legados e desatualizados!

Na maioria das vezes, a maior parte dos hospitais hoje atua de maneira reativa e não proativa para resolver os obstáculos da saúde. Acabamos por não desafiar o status quo por medo de “mexer no time que está ganhando“. 

Mas será mesmo que time que está ganhando não se mexe? O futuro, que mais do que nunca é agora, e que inclusive acabou de acontecer há 1 minuto atrás, está em constante movimento.

Em um mundo hiperconectado, volátil e dinâmico, a bola da vez é a mudança, evolução e a quebra de paradigmas.

A única forma de mudarmos a realidade dos pacientes como Maria, João, eu e você é por meio da inovação centrada em pessoas.

Ao invés de fazermos mais do mesmo, ao invés de pensarmos somente em ampliar leitos, mais andares… é preciso pensarmos em como podemos ser mais produtivos, mais eficientes. Antes, ou ainda agora, falamos de um sistema de saúde inacessível. 

O futuro do sistema de saúde é a disrupção

sistema de saúde

Atualmente vivemos na era da acessibilidade, tudo está ficando mais acessível!

Por exemplo, no setor de entretenimento, antes falávamos de Discman e DVD,  depois passamos para a era do Spotify e Netflix.

Na saúde começamos com a medicina natural, hoje conhecida como medicina alternativa, passamos pelo cuidado em casa, hospitais, máquinas modernas e paramos por aí. Nenhuma outra grande disrupção ocorreu no sistema de saúde, pelo menos ainda.

É possível imaginar um dia em que nós, pacientes, poderemos ir à farmácia da esquina e comprar um kit com uma pílula que você ingere e em poucos minutos obtém um diagnóstico sobre o que você está sentindo. 

Ao invés de ir à emergência às 3h da manhã para enfrentar um longo tempo de espera para sermos diagnosticados com virose, por exemplo, e sermos mandados para casa.

Certamente não estou dizendo que os hospitais e profissionais da saúde não estão gerando valor para os pacientes e serão substituídos. Pelo contrário, isso lhes poupa tempo para atender casos mais graves, melhorando drasticamente a satisfação e os desfechos da jornada do paciente. 

Além de conseguirem assumir outros papéis na promoção dos cuidados de saúde!

Enquanto isso não acontece, podemos olhar para nossos ativos e pensar como podemos ser mais eficientes, produtivos e aumentar a experiência dos cuidados aos pacientes? 

O que torna um hospital inteligente?

Uma série de novas tecnologias agora podem ser integradas ao sistema de saúde, como:

  • Inteligência artificial (IA)
  • Robótica
  • Medicina de precisão;
  • Impressão 3-D;
  • Realidade aumentada / Realidade virtual;
  • Genômica;
  • Telemedicina;
  • E muito mais. 

A adoção dessas tecnologias está sendo conduzida para necessidades imediatas (por exemplo, controle de custos e otimização de eficiência) e objetivos de longo prazo (especialmente maior precisão, menos erros e melhores resultados).

Sem dúvida as novas tecnologias alteraram as expectativas dos consumidores. Um número crescente de pacientes de hoje deseja que os serviços do sistema de saúde sejam prestados com maior eficiência e em ambientes convenientes, confortáveis e quase “normais”.

Como resultado, todo o paradigma do cuidado está mudando e as mudanças provavelmente se aceleraram nos próximos anos. 

É neste contexto que os hospitais, tradicionalmente o centro dos sistemas de prestação de cuidados de saúde, estão buscando – ou sendo forçados – a buscar.

Portanto, a tese de hospitais digitais e inteligentes está cada vez mais forte entre os fundos de investimentos. 

O financiamento de VC para soluções de saúde digital aumentou exponencialmente, de cerca de US $1 bilhão em 2011 para mais de US $8 bilhões em 2018 e mais de US $14 bilhões em 2020. 

Sendo assim as implicações e imperativos para investidores e operadores de hospitais são cada vez mais claros. 

Como preparar os hospitais para o futuro?

Inovação

Em primeiro lugar, os hospitais greenfield devem ser construídos com base em um design fundamentalmente novo, futurístico e ágil, que permitirá que o hospital permaneça ágil e relevante por pelo menos 20 a 30 anos. 

Contudo para os hospitais existentes, não fazer nada não é uma opção, pois a chance de ser engolido por instituições mais disruptivas é enorme.

Sendo assim, os novos hospitais precisam integrar novas tecnologias em fases, redesenhar como estão prestando cuidados intensivos, repensar como eles interagem com outros provedores de saúde e desinvestir em atividades que podem ser terceirizadas para outros que podem executá-las de forma mais eficiente ou eficaz.

Vale a pena conferir o vídeo abaixo onde a Rede Mater Dei traz grandes executivos para falar sobre transformação digital, e ela conta como foi realizar toda essa transformação e os resultados obtidos. 

Além disso, também falo um pouco sobre a inovação no setor da saúde, não perca se quiser saber mais sobre esse processo!

E por fim, quero deixar essa frase para que você reflita e que te sirva de inspiração nesta jornada de transformação no sistema de saúde, conte conosco para enfrentar os desafios da transformação digital, entre em contato agora mesmo, estamos esperando por você.

SE VOCÊ FOCA NOS COMPETIDORES, VOCÊ TEM QUE ESPERAR ATÉ UM CONCORRENTE FAZER ALGO. FOCAR NO CLIENTE TE PERMITE SER PIONEIRO” 

JEFF BEZOS
LET'S TALK

Comece agora a sua jornada de inovação!

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