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Mulheres empreendedoras

Mulheres Empreendedoras: Tempos de transformação social

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Leitura: 7 Minutos

Mulheres empreendedoras

Inegavelmente nós estamos vivendo em um período de transformação não só digital mas também social! Muitas crenças, preconceitos, paradigmas, dogmas, estereótipos e outras coisas mais estão sendo questionadas de forma implacável, resultando em mudanças em todo nosso contexto histórico.

Sem dúvida as mulheres por séculos viveram à sombra dos homens, eles iam para as batalhas e elas ficavam em casa cuidando dos filhos e dos afazeres domésticos, a época feudal chegou ao fim. Mas o cenário para elas continuou o mesmo, seus maridos iam trabalhar e elas continuavam em casa fazendo o mesmo que as suas gerações anteriores fizeram, não tinham muitas escolhas porque a sociedade era construída para os homens.

Portanto a mulher desde sempre foi calada, pressionada, maltratada, e em muitos casos, vista como objeto sexual. Em outras palavras, alguém para lavar roupa suja e satisfazer os desejos do homem. Contudo esse cenário vem mudando desde o século XX, a mulher, aos poucos, foi conquistando um espaço que também é seu por direito e sendo amparada por leis que a defende em casos extremos.

Como resultado, atualmente as mulheres dominam boa parte do mercado! Segundo a pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor de 2016, os negócios que contam com mulheres envolvidas e têm até três anos de duração representam 15,4% da fatia do mercado no mesmo ano, enquanto que os negócios representados por homens somaram 12,6% do total.

No e-commerce, a tendência também se repete. A pesquisa da Nuvem Shop, empresa especializada em lojas virtuais, revela que elas ultrapassaram os homens no empreendedorismo digital. Em 2016, as mulheres tinham uma participação de 48,20% no segmento, enquanto que a pesquisa de 2018 elevou o número para 57,60%. Certamente é um número bem expressivo!

Então para mostrar que lugar de mulher é onde ela quiser vamos honrar essas guerreiras, mostrando alguns cases de mulheres empreendedoras que estão por trás de grandes empresas de enorme relevância para a economia brasileira, acompanhe.

Cases de mulheres empreendedoras que inspiram!

De fato, a história de luta das mulheres pelos direitos é recheada de conquistas, do direito ao voto até a primeira presidência feminina com Dilma Rousseff. Ainda há muitas barreiras a serem rompidas, mas com os resultados atuais já podemos celebrar, pois elas realmente conseguiram conquistar o seu espaço, como vimos elas já são maioria no mundo dos negócios.

Vamos conferir 03 mulheres empreendedoras que são responsáveis por avanços importantes no sistema social brasileiro e que movimentam grandes fatias do mercado.

Luiza Helena Trajano

Empreendedorismo
Fonte: anotabahia

A princípio umas das mulheres empreendedoras mais respeitadas no Brasil é a Luiza Helena Trajano, essa mulher incrível esteve por 24 anos à frente do Magazine Luíza, considerada umas maiores marcas de varejo do país, possuindo 113 lojas físicas, distribuídas por 819 cidades em 21 estados, sem mencionar o e-commerce. 

Segundo estimativas, só em 2019, as vendas do magalu foram de 27,3 bilhões de reais, além disso, o Magalu está no ranking das melhores empresas para se trabalhar há 22 anos consecutivos.

Atualmente Luiza Trajano atua como presidente do Conselho de Administração do Magalu e é embaixadora da Endeavor.

Durante os seus 30 anos de trajetória, ela recebeu centenas de reconhecimentos e premiações como empreendedora, empresária, mulher e líder, ficando em 1º lugar por dois anos consecutivos como líder de negócios com a melhor reputação no Brasil, de acordo com a Merco. Também se consolidou como a única executiva brasileira na lista global do WRC – World Retail Congress.

Sem dúvida essa mulher empreendedora é um grande exemplo de liderança e sucesso para todos nós, pois é uma líder que assume responsabilidade em reduzir desigualdades para potencializar o crescimento do país. 

Camila Farani

Mulheres empreendedoras
Fonte: Ricardo Amorim

Certamente mais uma das mulheres empreendedoras da nossa lista é a Camila Farani, ela é um dos principais nomes do investimento-anjo no Brasil. Ela é formada como advogada, com MBA em Marketing e outras especializações em instituições de ensino renomadas como a Stanford University e MIT.

O primeiro contato da Camila Farani com o empreendedorismo foi em 2001 e hoje ela é sócia-fundadora da G2 Capital, uma espécie de butique de investimentos em startups de tecnologia. Em 2013 a empreendedora recebeu o prêmio Barão de Mauá – Jovem Empresária, promovido pela Associação Comercial do Rio de Janeiro.

Além disso, ela co-fundou, em 2014, a MIA (Mulheres Investidoras Anjo), cujo objetivo é investir em startups lideradas por mulheres, desse modo, Camila contribui para que mais mulheres empreendedoras ganhassem voz e conquistassem o seu espaço.

Para tanto, Camila Farani  possui especialização em Lideranças Femininas pela Fundação Dom Cabral e pelo Smith College Executive Education For Women. Assim, com essa bagagem ela se tornou embaixadora da Rede Mulher Empreendedora.

Ao mesmo tempo, Camila Farani investe no setor de alimentação, tendo criado o Grupo Boxx de Coffee shops e fast-foods saudáveis, além de possuir marca própria de café em grão, o Farani Caffé.

Em 2016 a empreendedora recebeu o prêmio de melhor Investidora-Anjo no Startup Awards, e entre o mesmo ano até 2018 ela foi presidente do Gávea Angels, um dos pioneiros no investimento-anjo do país.

Surpreendentemente Camila Farani também já ministrou aulas na pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas, sendo uma palestrante ilustre, requisitada por diversas empresas importantes como Google, Microsoft, Fundação Dom Cabral e Fiesp.

Bem, se alguém ainda tem dúvidas sobre a capacidade feminina e da sua competência para os negócios, essa mulher empreendedora, Camila Farani, pode servir como exemplo vivo sobre a competência de liderança feminina.

Mulheres empreendedoras: Alcione Albanesi

empreendedorismo
Fonte: Globo

Ainda outro exemplo inspirador para nós é o da Alcione Albanesi, ela conseguiu derrubar tabus e transformar a FLC em uma das empresas mais fortes do mercado de lâmpadas no Brasil.

A empreendedora aos 17 anos teve uma confecção de roupas, com cerca de 80 funcionários. Mas isso mudou depois de uma viagem aos Estados Unidos, Alcione voltou intrigada com a diferença de preço das lâmpadas do mercado americano e do mercado brasileiro.

Enquanto os consumidores americanos tinham acesso a produtos por menos de um dólar, o comerciante brasileiro pagava cerca de 3 dólares pela mesma lâmpada. Percebendo a lacuna de mercado, ela começou a esboçar em um papel amarelado o que viria a ser a FLC.

Então, logo na primeira viagem Alcione comprou três contêineres, cerca de 130 mil lâmpadas para vender no Brasil, descobrindo depois que este pedido estaria errado e, como resultado, teria que voltar para China para reparar o erro e acabou conseguindo a lâmpada certa, a lâmpada que ninguém no Brasil conhecia e que ela tinha convicção que iria substituir as lâmpadas incandescentes no país inteiro.

Assim, nos anos 1990, devido a um apagão, a FLC começou a ganhar uma grande fatia de mercado, pois era a única empresa que tinha uma lâmpada econômica. Desse modo, a FLC passou a concorrer diretamente com grandes empresas, como por exemplo, a Philips. É isso que chamamos de inovação!

Depois de mais de 70 viagens à China, Alcione transformou a FLC em uma marca líder investindo, mais tarde, na sua primeira fábrica de leds no Brasil!

Certamente essas mulheres empreendedoras não só quebraram preconceitos machistas e mostraram que a mulher tem competência tanto quanto um homem, como também contribuíram e contribuem para o desenvolvimento do Brasil, empregam centenas de milhares de pessoas e transformam vidas por onde passam.

Portanto em plena ascensão do digital, não podemos mudar nosso sistema social, mercadológico, econômico, político ou qualquer outro apenas com tecnologia, é necessário repensarmos a estruturação destes sistemas para que a transformação a digital não se transforme em uma inimiga, uma propagadora do ódio, da desigualdade, da desinformação, da exclusão e assim por diante.

A Redfox acredita que as pessoas são a base da inovação, a transformação digital é impossível sem elas, e para que nós transformemos o nosso futuro, devemos caminhar juntos, com empatia, solidariedade, altruísmo e aceitação do que é diferente de nós. 

Seja qual for a necessidade do seu negócio, a Redfox está aqui como sua aliada para transformar a cultura organizacional da sua empresa, nós promovemos a cultura da inovação, atuando em conjunto com os Stakeholders para promover a digitalização do seu negócio de maneira assertiva, entre em contato conosco, fale com um de nossos consultores, com certeza, temos a solução ideal para o seu negócio.

A mudança só depende de você!

LET'S TALK

Comece agora a sua jornada de inovação!

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