Digitalização x Transformação Digital: você sabe a diferença?

Share on facebook
Facebook
Share on linkedin
LinkedIn
Share on whatsapp
WhatsApp

Quando falamos no conceito de transformação digital, é comum que pessoas associem a expressão puramente a influências que a tecnologia vem exercendo em tudo ao nosso redor. Embora o pensamento não esteja totalmente equivocado, já que a digitalização faz parte deste processo, existem diferenças pontuais a serem esclarecidas.

A transformação digital é, antes de mais nada, um processo humano: ela é feita por pessoas e para pessoas. Seu principal objetivo é modificar as metodologias mais tradicionais de modo a tornar processos mais dinâmicos, ágeis, eficientes e humanizados. Tal transformação é promovida por pessoas e conduzida a partir de criatividade e de inovação.

Os transformadores digitais buscam afrontar as estruturas que já estão consolidadas e estar sempre um frente à passo dos demais. Em outras palavras, eles oferecem soluções pouco usuais para os novos consumidores do mercado.

É cada vez mais perceptível que a geração Z, dos nascidos entre 1994 e 1999, se consolida como a principal população economicamente ativa do país. Muitos deles já estão, inclusive, solidificados no mercado de trabalho e fazendo parte da transformação digital. Pensar em pessoas que cresceram com uma mentalidade bem diferente da de gerações anteriores, em meio às mudanças tecnológicas e sociais, é muito importante.

Transformação digital x digitalização: no que se diferem?

Em primeiro lugar, é importante salientar que a tecnologia favorece muito a transformação digital. Isso se dá, principalmente, porque a digitalização encurta caminhos e garante maior autonomia para o consumidor. Este, por sua vez, deseja ser cada vez mais independente em suas escolhas.

A gestão mais conservadora de oferta de serviços costuma impor a seu público restrições pelas quais os novos consumidores já não estão dispostos a enfrentar. Por exemplo, é através da digitalização de serviços que surgiram opções como:

  • Avaliação pública e visível da qualidade de empresas em sites de busca e redes sociais;
  • Mínimo contato com outra pessoa para solicitar itens (como o delivery ou o transporte privado);
  • Possibilidade irrestrita de escolhas individuais no próprio tempo e espaço (como plataformas de streaming);
  • Independência em pesquisas de produtos e serviços por preço, qualidade ou localização geográfica convenientes ao consumidor.

Observando bem os itens elencados, embora façam parte de um processo de digitalização, também podem ser encaixados como um olhar da transformação digital.

Isso ocorre porque o foco do desenvolvimento destas opções não foi pensada puramente em continuar oferecendo os mesmos serviços de outrora através do uso da tecnologia. A estratégia para a criação de gigantes como Netflix, Uber e Ifood foi pensada, primordialmente, para trazer maior conforto, rapidez, segurança e personalização aos clientes.

O consumidor atual sente cada vez mais uma necessidade de humanização e pessoalidade no atendimento. De olho nisso, a inteligência artificial acaba sendo uma aliada, bem como outras formas de personalização no atendimento. Como as mudanças são cada vez mais rápidas e os desafios maiores, em questão de segundos pode-se perder um cliente por um erro que antes não era comprometedor.

A pandemia de covid-19 acelerou os processos de transformação digital. Entender sobre como direcionar a gestão da sua empresa a um caminho mais livre de atrasos e mais focado nas mudanças requer um entendimento maior sobre o momento em que vivemos. De olho nisso, sugerimos aqui um material exclusivo para você hackear o novo normal e sair desta crise ainda mais fortalecido

Os pilares para a transformação

O primeiro dos três pilares centrais para a transformação digital é o foco na experiência do cliente. Neste quesito, é imprescindível que as empresas percebam que não é mais possível fazer negócio e ofertar produtos de acordo com o que elas mesmo desejam.

Um olhar desatento às demandas e às mudanças em padrões de consumo pode comprometer toda a estrutura do trabalho. Um case de sucesso neste sentido é a Netflix, que iniciou como uma simples videolocadora virtual e se tornou uma gigante produtora de séries e filmes.

Em segundo lugar, podemos citar os novos modelos de negócios. Um das principais vantagens neste sentido é que as empresas não se lançam no mercado já existente enfrentando as concorrentes já consolidadas. A opção é buscar inovações disruptivas, enxergando novas oportunidades e criando oferta em mercados com baixa concorrência.

E o terceiro pilar é a melhoria contínua nos processos manuais. Neste contexto, a digitalização favorece a transformação digital. É preciso que os processos internos da corporação não sejam prejudiciais à experiência dos clientes, principalmente nos canais de comunicação.

Softwares podem ajudar a padronizar os canais de comunicação (mesmo a interna), para que a própria comunicação da marca seja mais consistente em todas as etapas. Tal ação também impacta em redução de custos, permitindo que os colaboradores tenham mais tempo para se dedicar a outras funções mais estratégicas.

Com este artigo, resumimos a questão que antagoniza transformação digital e digitalização. No entanto, os conceitos podem ser contemplados de maneira muito mais ampla e complexa. Se você deseja se aprofundar melhor nos assuntos, baixe agora mesmo nosso material exclusivo para você e venha fazer parte dessa mudança.

Gostou do nosso conteúdo?

Não perca nenhum artigo!

Cadastre seu e-mail e receba todo o nosso conteúdo.

Mais conteúdo para você

ACESSO AO case

Cadastro realizado com sucesso!

Acesse o case no e-mail informado