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como será a comida do futuro

Como será a comida do futuro? Você está preparado? Confira!

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Leitura: 8 Minutos

Antes de mais nada, você já se perguntou como será a comida do futuro? 

Certamente quando pensamos em comidas do futuro, é provável que a gente lembre-se dos filmes de ficção científica, em que toda comida se parece àquelas consumidas por astronautas, cuja fonte de nutrição são os suplementos vitamínicos. Mas a comida do futuro não será bem assim, com uma food tech, certamente, nosso futuro será mais delicioso. 

Além de poder comer pratos apetitosos, hoje em dia é possível fazer isso de forma sustentável, tanto para o meio ambiente quanto para a nossa saúde. 

O objetivo das food tech é propor soluções inteligentes para gerar maior economia, reduzir o desperdício no preparo das refeições e manipular alimentos para que eles sejam menos agressivos à saúde. Sem dúvida isso nos dá um panorama sobre como será a comida do futuro.

De fato, a tecnologia transformou praticamente tudo à nossa volta, permeando até o ramo da gastronomia. Algumas dessas tecnologias já estão sendo usadas a todo vapor, enquanto outras ainda estão engatinhando. 

Sem dúvida a maneira como será a comida do futuro, surpreenderá devido a diversidade de alimentos que não agridem o meio ambiente e que causam menos danos à saúde. 

Portanto neste artigo, vamos lhe dar uma visão breve do futuro que está as portas, quem é do ramo gastronômico deve ficar atento às mudanças e as tendências da comida do futuro, continue lendo para saber mais sobre como será a comida do futuro.

Como será a comida do futuro?

Food Tech

Conforme a food tech for evoluindo é de se esperar que comamos alimentos, até então oriundos de uma única fonte, fabricados em laboratórios. 

como será a comida do futuro: Impressoras de comida 3D 

A princípio existem diversos modelos de impressoras 3D capazes de imprimir alimentos. A tecnologia usada é similar a tecnologia de confecção de protótipos de resina, mas com algumas adaptações para servir as necessidades do setor gastronômico. 

É possível utilizar uma impressora de massas, por exemplo, para criar esculturas de chocolate ou de outros condimentos. 

Carnes de laboratório

Eventualmente a preocupação dos cientistas com os problemas ambientais  e pensando no bem-estar dos animais, os levou a pensar sobre como será a comida do futuro e, partir disso, iniciaram algumas pesquisas a partir das células-tronco dos animais. E conseguiram criar hambúrgueres e nuggets em laboratório, com as mesmas características da carne de um animal. 

Mas os custos para a produção desse tipo de carne ainda é alto. No entanto é bem provável que nos próximos anos essas carnes de laboratório apareçam nos mercados e restaurantes, como já vem ocorrendo em alguns segmentos do mercado, e o preço possa diminuir conforme o aumento da demanda.

Garrafas de água comestíveis

À primeira vista, a solução encontrada para os problemas ambientais derivados do plástico, veio de uma ideia um tanto inusitada.

Alguns pesquisadores de Londres criaram garrafas de água comestíveis! Elas são feitas com algas marinhas, sendo mais baratas para se produzir do que as de plástico convencional.

Além disso estão de acordo com a sustentabilidade, pois se o indivíduo só tomar o líquido e jogar fora a membrana de algas, ela tende a se decompor de 04 a 06 semanas.

Peixes artificiais

Certamente não são apenas as carnes que podem ser criadas em laboratório, os peixes também podem ser produzidos neste ambiente. Desde a década passada, cientistas conseguiram desenvolver de maneira artificial alguns filés de peixe a partir do músculo de um peixe dourado mergulhado em soro bovino.

Aliás, quem provou a réplica garante que é praticamente impossível distinguir o gosto de um peixe de verdade e do peixe de laboratório. Experiências similares já foram realizadas pela New Wave Foods, resultando em um camarão artificial feito à base de algas, a próxima ousadia da empresa é imitar a textura da lagosta e do caranguejo.

Dieta a base do DNA

Certamente cada ser humano é único, e com base nessa afirmativa, alguns cientistas começaram a pesquisar a viabilidade de adaptar uma dieta para cada tipo de DNA.

Surpreendentemente a ideia é utilizar o sequenciamento do DNA para compreender as características únicas do paciente, e a partir disso, propor refeições em quantidades exatas para que ele possa atingir os seus objetivos. 

Ovo de planta

Da mesma forma, a Granja Mantiqueira desenvolveu a food tech chamada NOVO, criando alternativas chamadas de plant based para ovos. Esse famoso “ovo de planta” é em pó, podendo ser usado em diversas receitas veganas. 

Certamente a maneira como será a comida do futuro, depende dessas inovações gastronômicas e do apoio de quem realmente entende a necessidade de ser mais consciente das suas escolhas em relação aos cuidados com o planeta e com a saúde.

Portanto o modo como será a comida do futuro, é oferecer diversos caminhos para alimentar-se de forma mais saudável e que agrida menos o meio ambiente, sem ter a necessidade de mudar radicalmente os hábitos da nossa cultura que perduram por gerações.

De maneira que nós possamos comer alimentos que nos agradam, e ao mesmo tempo evitar doenças causadas pelo consumo de carnes, como o AVC, colesterol, infarto, hipertensão entre outros.

Iniciativas que asseguram a comida do futuro de pessoas desamparadas

como será a comida do futuro

Bem, como estamos falando sobre como será a comida do futuro, vale a pena considerarmos algumas iniciativas que têm ganhado bastante popularidade e merecem tal reconhecimento. 

A primeira iniciativa foi intitulada de zero-waste, como o termo em inglês sugere, é uma tentativa de reduzir o desperdício de comida.

Certamente não adianta mudar nossa alimentação, produzir alimentos mais naturais, se ainda desperdiçamos alimentos ou não reusamos sobras para outros feitos, não é mesmo? 

Contudo a zero-waste leva essas questões em consideração, e faz esse trabalho de várias formas, como por exemplo, o consumo de partes não convencionais de alimentos do nosso dia a dia são usadas para outros preparos, como exemplo, a casca da banana pode tornar-se uma fonte de proteína, tanto doce quanto salgada. 

A segunda iniciativa é a da Startup Comida Invisível. A ideia principal do projeto é ser um hub de soluções especialista em políticas públicas e redução do desperdício de comida. 

A plataforma Comida Invisível, criada em 2016, está disponível em todo o Brasil e conecta quem tem alimento para doar e quem precisa dele. Vários chefs de cozinha renomados já deixaram seu apoio à iniciativa, dentre eles estão a Paola Carosella e a Bela Gil.

O Aplicativo funciona da seguinte forma: os interessados em ajudar na doação de alimentos, sejam elas pessoas físicas ou jurídicas, acessam a plataforma e cadastram suas doações de alimentos, incluindo a data de validade e condições dos mesmos. 

Por outro lado, as pessoas interessadas nas doações requisitam os alimentos disponíveis na plataforma, usando também geolocalização. Desse modo, o doador e o donatário combinam a transferência do alimento e se responsabilizam por seu armazenamento e manipulação.

Certamente a maneira como será a comida do futuro impactará não apenas a forma como nos alimentamos, mas também na maneira como encaramos o alimento.

Qual o resultado da intervenção destas iniciativas?

Eventualmente o resultado tem sido animador e muito promissor. Segundo dados da startup Comida Invisível, mais de 100 empresas já usam a plataforma e, apenas neste ano, mais de 430 mil pessoas assistidas por cerca de 200 ONGs já foram beneficiadas. Como resultado, ao todo foram 75.826 kg de CO2 poupados na atmosfera

Certamente isso é um grande feito e deve nos alegrar! Porque o CO2, ou dióxido de carbono, é o principal gás do efeito estufa, sendo responsável pelas crescentes mudanças climáticas. A redução da emissão de gases funciona através de uma lógica simples: quanto menos alimentos forem desperdiçados, menor é a necessidade de produzir para reparar o desperdício. 

O aumento dos gases na produção de alimento acontece porque grande parte dos adubos utilizados na agricultura liberam o CO2 e outros gases, contribuindo para o aumento do efeito estufa. Portanto, quanto menos fertilizantes usarmos, menor é a quantidade de gases liberados na atmosfera.

A forma como será a comida do futuro é resultado de constantes melhorias que agreguem resultados melhores que os atuais, tanto em termos ambientais, quanto em termos de saúde. E que podem ser impulsionada por estas iniciativas, que aparentemente singelas mudam não só o ecossistema mas a realidade de muitas famílias pobres.

Dessa forma, mais uma vez a inovação nos mostra que a  tecnologia está a serviço do ser humano para a construção de um sistema mais consciente sobre o meio ambiente, basta usarmos com inteligência e sabedoria.

Sem dúvida muitos investidores e C-Levels estão cada vez mais cientes de que para continuar tendo retornos sustentáveis, é necessário tomar decisões sustentáveis em relação ao planeta e às pessoas, revendo seus métodos e repensando processos e produtos. Certamente você pode contar com a Redfox para transformar o seu negócio e torná-lo mais sustentável, ágil e produtivo, entre contato com a gente, queremos conhecer a sua organização e mapear as suas necessidades para propor soluções assertivas que levem o seu negócio para outro nível.

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