A transformação digital da Saúde no Brasil

transformação digital na saúde

A CEO da RedFox Soluções Digitais, Isabela Abreu, define a transformação digital como uma forma de “olhar a organização como um todo, revisitar os processos e, ao mesmo tempo, aplicar a tecnologia nesses processos. Não necessariamente só colocar a tecnologia nos processos atuais, mas repensar a forma como ela é hoje e pensar de uma forma completamente diferente para transformar aquilo de maneira digital, muitas vezes inclusive mudando a cultura”.

Na medicina, esse contexto se encaixa perfeitamente com as necessidades das organizações, visto que muito se fala em automatizar os processos administrativos e as ferramentas utilizadas pelos médicos.

Mas quais são os desafios da transformação digital na saúde no nosso país? Como esse processo deve ser feito e o que já está em andamento? Confira a seguir!

Planilha para gestão de escalas

 Os desafios da transformação digital na saúde no Brasil

Um dos principais desafios da transformação digital na saúde é atrair mais atenção para o assunto. As necessidades do mercado estão cada vez mais visíveis e há muito espaço para o setor crescer, mas ainda existem barreiras, como as questões regulatórias.

“O ambiente regulatório da saúde é muito forte, então qualquer mudança que seja feita precisa de uma série de aprovações. Em Saúde, a gente fala de vidas, de pessoas”, explica a CEO da RedFox. Ela acredita que as discussões para implantar mudanças na medicina são muito importantes nesse sentido e deve-se tomar cuidado para não por a vida dos pacientes em risco.

Outra questão importante é a busca por mais eficiência operacional, gerando oportunidades para aumentar receitas, melhorar o engajamento de pacientes e aumentar a produtividade da equipe. O desenvolvimento de soluções digitais para evoluir esses pontos é parte fundamental do processo de transformação digital.

Isabela aponta que esse desenvolvimento deve ser bem planejado. “Não adianta pegar um processo e aplicar a tecnologia. Isso pode aumentar o problema que tem hoje. A ideia é olhar o procedimento e ver como fazer, parar e pensar como eu posso fazer esse processo de maneira diferente que aumente a produtividade, gere ganho efetivo para a organização. Ao aplicar tecnologia, você ganha agilidade, consegue automatizar processos”.

Como aplicar a transformação digital na saúde

Como a transformação digital na saúde é um processo que exige cautela, uma empresa precisa analisar as suas reais necessidades antes de simplesmente implantar novas tecnologias. Isso exige que haja uma personalização das soluções, já que cada instituição tem contextos, públicos e realidades diferentes.

Por trabalhar com soluções digitais, Isabela tem uma visão bem clara sobre como esse caminho deve ser trilhado. Na RedfFox, muitos clientes vêm da área da saúde e a implementação das ferramentas é desenvolvida de forma planejada.

“Em nenhuma empresa, cabe a mesma solução para outras. É claro que depende do nível de maturidade entre elas e a infraestrutura conta bastante, porque, quando a gente fala de mudança e transformação digital, a gente fala não só de pessoas e culturas, mas também de processos. Os processos precisam ser mais ágeis e a empresa precisa estar preparada em questão de tecnologia, principalmente, pra pensar diferente”, ela explica.

Enquanto existem soluções que se encaixam em várias instituições simultaneamente, é preciso analisar a viabilidade para cada caso, entendendo os processos individuais de uma empresa. Se necessário, soluções prontas podem ser contratadas de forma personalizada. A equipe de desenvolvimento é capaz de moldar um produto já pronto para adaptá-lo aos negócios do cliente.

Novos caminhos da medicina no Brasil

Ainda há muitos profissionais e instituições que estão fechados para a transformação digital, mas esse processo não pode ser evitado por muito tempo. Com tantas inovações e soluções em desenvolvimento no mercado, a medicina tradicional vai precisar se mexer e evoluir.

O Brasil já começa a receber atualizações de acordo com as novidades no exterior e, mais do que isso, já está inserido na produção de tecnologia. A FIAP, por exemplo, tem vários projetos em andamento, incentivando os próprios alunos a inovar e desenvolver tecnologias que são apresentadas anualmente no festival NEXT.

Algumas soluções disponíveis no mercado já permitem realizar agendamentos digitais e exames por dispositivos wearable. A teleconsulta é outra inovação que tem muito potencial, permitindo o acompanhamento à distância por meio dos dispositivos inteligentes.

Quer mais insights sobre a transformação digital na saúde? Confira a entrevista completa com Isabela Abreu a seguir!

Tendências de software para clínicas médicas

Software para clínicas médicas

A era da transformação digital exige que as instituições adaptem os setores rumo à automação e digitalização dos processos. Com o aumento de soluções disponíveis no mercado, é importante conhecer quais são as tendências de software para clínicas médicas.

A inovação tecnológica permite um atendimento cada vez melhor nas instituições de saúde, melhorando a gestão para aumentar a agilidade, redução de custos e organização das escalas. Cada solução tem a sua finalidade, mas algumas são essenciais para a evolução dos serviços.

Especializada em soluções digitais para a área médica, a RedFox apresenta agora os principais tipos de software para clínicas médicas que você precisa implantar na sua organização!

1. Software de gestão financeira

Um software de gestão agrega muito valor às clínicas, porque permitem acompanhar e organizar as informações financeiras do ecossistema. Além de reunir todos os dados de custos, tributos e pagamentos, a plataforma gera relatórios simplificados e fáceis de analisar.

Outra vantagem é que os dados ficam armazenados em nuvens criptografadas, diminuindo radicalmente as chances de perder informações. A digitalização do sistema financeiro da clínica permite também que a gestão possa ser feita de qualquer lugar, tanto por site como por aplicativos.

Os softwares de gestão financeira trazem diversas vantagens para as instituições financeiras, permitindo maior segurança na hora de tomar decisões.

2. Telemedicina

A telemedicina não chega a ser exatamente um software, mas uma forma online de atender o paciente à distância. Nesse contexto, os profissionais precisam utilizar plataformas de videoconferência para estabelecer o contato, ou mesmo fazê-lo via telefone de acordo com o caso.

O modelo de atendimento ainda é polêmico e está em fase de aprovações e formulações de leis, mas promete muita eficiência para um futuro próximo, quando os pacientes vão poder esclarecer dúvidas e realizar atendimentos de longe.

A telemedicina favorece pacientes que moram em regiões de difícil atendimento médico, mas vale uma ressalva. O método é adaptado somente para casos específicos, sendo ainda importante visitar o médico na maioria dos quadros clínicos.

3. Dispositivos wearable

Os dispositivos wearable são uma inovação que trazem softwares para clínicas médicas que controlam informações físicas do paciente e enviá-los à nuvem. Eles são especialmente adaptados para um cuidado à distância, no estilo Home Care, sendo também utilitários para a telemedicina.

Os médicos conseguem acompanhar informações clínicas como a pressão arterial, nível de glicose, batimento cardíaco etc. São vários os tipos de exames já disponíveis nos devices.

4. Software de Business Intelligence

O software de Business Intelligence (BI) é responsável por recuperar, analisar, transformar e ler informações armazenadas no sistema de BI. No setor de saúde, é possível consolidar as informações dos pacientes, bem como histórico de exames e diagnósticos.

A solução de BI se destaca na hora de realizar um mapeamento das condições e predisposições clínicas de um paciente, determinando tratamentos e cuidados necessários.

5. Sistema de gestão clínica

Além dos softwares de gestão financeira, as clínicas têm à disposição também sistemas de gestão clínica que permitem gerar prontuários eletrônicos e controlar informações de gerenciamento das atividades, bem como os sistemas de gestão de escala.

Na gestão de escalas, é possível resolver problemas de buracos nas agendas dos pacientes, trocas de turnos, jornadas de trabalho e muito mais. Os médicos se beneficiam ao poderem gerenciar as agendas pessoais junto com agendas de trabalho, conseguindo cobrir espaços vagos nas escalas das clínicas.

Essa é uma tendência de software para clínicas médicas com eficiência na evolução de processos. Se você busca uma gestão de escalas simplificada e bem estruturada, conheça o GoShift. A solução da RedFox está pronta para atender as suas demandas e resolver os gargalos da sua instituição médica!

Planilha para gestão de escalas

5 dicas para melhor controle de contabilidade hospitalar

contabilidade hospitalar

O controle de contabilidade hospitalar é uma atividade burocrática é parte fundamental para o bom funcionamento das instituições médicas.  Essa atividade deve ser muito bem executada para que os demais processos possam seguir com eficiência.

A contabilidade está muito além das planilhas e serve principalmente para organizar as finanças e tributações do hospital. Muitos líderes têm dificuldade em mantê-la em dia, o que pode gerar relatórios confusos ou com dados equivocados.

Se você quer dicas para melhorar sua contabilidade hospitalar, está no lugar certo! Veja a seguir algumas estratégias para organizar as finanças da sua instituição.

Separe as contas da clínica das contas pessoais

Essa dica é para os pequenos empreendedores: quando um empresário abre uma organização hospitalar, ele deixa de ser uma pessoa física para se tornar pessoa jurídica. Nesse momento, ele ganha uma serie de responsabilidades que precisam ser bem organizadas para evitar problemas.

Um dos principais erros de gestão na contabilidade hospitalar ocorre quando se mistura as contas da instituição com as contas pessoais, pois isso pode gerar buracos no caixa, impedindo que os balancetes fechem no final do mês.

Quando não tiver como fugir desse tipo de situação, é imprescindível que o destino das finanças seja descrito nos relatórios para entender onde estão os gargalos. Lembre-se de que os dados devem ser verificados com frequência, pelo menos uma vez ao mês para corrigir desvios.

Identifique gargalos para corrigi-los

Misturar as contas jurídicas e pessoais não é o único motivo para os gargalos. Muitas vezes, os procedimentos são realizados de forma irregular, utilizando instrumentos e medicações que não são registrados em sistema ou devido a problemas operacionais, como falhas na gestão de escala e glosa médica.

A equipe responsável pela contabilidade hospitalar precisa ficar atenta para tomar as medidas necessárias no combate aos gargalos. Saber quando se deve modificar processos ajuda a tomar as decisões corretas na instituição, porque contribui para uma maior transparência das contas, organização financeira e combate a fraudes e corrupções que prejudicam o ecossistema do hospital.

Faça o lançamento imediato dos gastos

Uma forma de combater gargalos é instaurar uma cultura de lançamento imediato dos gastos nos registros do hospital. Muitas vezes, remédios e medicações não entram na relação de gastos por falta de inserção, prejudicando os relatórios de custo.

O mesmo deve ser feito caso seja necessário retirar recursos do caixa da instituição. Os valores devem ser repassados e registrados pela contabilidade hospitalar, a fim de serem repostos por meio de descontos nos balancetes. Essas atitudes contribuem para uma análise contábil clara e correta.

Conheça os impostos e tributos cobrados

O responsável pela contabilidade hospitalar deve ficar atento aos tributos orçamentários e governamentais. É comum que uma instituição de saúde esteja sujeita a vários impostos, mas há possibilidade de diminuir esses custos.

Realizar uma análise tributária especializada é uma estratégia importante para rever os custos tributários, entre os quais alguns podem ser diminuídos ou isentados de acordo com a legislação.

Utilize sistemas automatizados de controle financeiro

Hoje é impossível gerenciar as finanças e tributações apenas por meio de planilhas e arquivos físicos. Com as facilidades que a tecnologia disponibiliza, os sistemas automatizados são estratégicos para um melhor controle de contabilidade hospitalar, sendo fundamentais para reduzir erros e custos.

São várias as soluções digitais desenvolvidas especificamente para o setor de saúde, tornando a área financeira mais escalável. A automatização faz parte dos hospitais do futuro, estando em estágio avançado inclusive no presente.

Se a sua instituição ainda não está automatizada, você está perdendo tempo. Consulte as soluções da RedFox para a área médica e contábil para melhorar as atividades do seu centro hospitalar!

Planilha para gestão de escalas

Saiba como o mau gerenciamento de escalas médicas pode afetar o faturamento hospitalar

faturamento hospitalar

O faturamento hospitalar depende de vários fatores, sendo o preenchimento adequado das vagas de consultas muito importante para gerar receitas.

A falta de controle nas agendas médicas pode causar uma série de problemas dentro do funcionamento padrão da instituição hospitalar, desde problemas na qualidade do serviço a buracos nos horários.

Confira a seguir por que você deve ficar atento contra o mau gerenciamento das escalas médicas para o faturamento hospitalar!

Cancelamentos de consultas

Se um médico não pode cumprir o atendimento de uma consulta agendada, seja por problemas pessoais ou qualquer outro imprevisto, o paciente precisa remarcar a consulta e o horário fica vago.

O pior é quando o paciente não é avisado e descobre a impossibilidade de ser atendido já no hospital, o que pode deixá-lo irritado o suficiente para procurar outra instituição de saúde. Nesses casos, busca-se uma solução para remediar o problema, como encaixe na agenda de outro médico, diminuindo a qualidade do atendimento pela correria.

O correto remanejamento a fim de evitar buracos na agenda precisa ser feito com o devido cuidado, evitando atrasos e cancelamentos de consultas. Dessa maneira, os riscos de perder receita pelos buracos nas agendas se tornam menores e é possível encontrar um médico substituto para o atendimento com mais facilidade.

Atendimento desqualificado

Não é só uma agenda apertada que pode diminuir a qualidade de uma consulta e impactar o faturamento hospitalar. Um grave erro na gestão hospitalar é o agendamento de consultas com médicos de pouco conhecimento sobre determinado sintoma ou doença.

A desqualificação no atendimento médico tende a frustar o paciente, que acaba por buscar outros centros clínicos para tratar o problema. A falta de fidelização dos clientes devido ao mau gerenciamento de escalas médicas, então, torna-se um dos problemas para aumentar o faturamento das receitas do hospital.

Indisponibilidade de exames

Outro problema para o quadro financeiro das instituições médicas é a indisponibilidade de profissionais para realizar exames. Quando um médico encaminha o paciente para os setores de exames, o correto é ter pessoal preparado para executar a tarefa. Mas nem sempre isso acontece.

Muitas vezes, o paciente precisa marcar um agendamento demorado, esperando até semanas para conseguir ser atendido. Com uma gestão de escalas eficiente, o hospital se assegura que conta com a quantidade adequada de profissionais, acelerando o processo com maior quantidade de agendas. Com isso, as finanças ganham um impulso e o fluxo de entrada de caixa da empresa sobe.

Falta de equipamentos disponíveis

Da mesma forma que o gerenciamento da quantidade de profissionais é importante, a disponibilidade de equipamentos também deve ser verificada. De nada adianta ter uma equipe preparada para realizar exames e consultas se o hospital não tiver equipamentos adequados para o atendimento.

Nesse caso, os custos do hospital são ainda maiores, porque não só provocam buracos nas agendas como também gera despesas adicionais com a equipe, que eventualmente fica ociosa. Ter um controle dos equipamentos, então, é outro fator de influência na gestão de escalas para um bom faturamento hospitalar.

O mau gerenciamento da gestão de escalas pode ocorrer por diversos fatores, mas pode ser evitado pelo uso de sistemas adequados de controle das equipes. O GoShift é uma solução digital específica para solucionar os problemas de agendas, identificando os gargalos para readequar horários.

Entre em contato com a RedFox e saiba mais sobre essa e outras soluções para a transformação digital da sua instituição de saúde!

Planilha para gestão de escalas

Entenda como a transformação digital revoluciona a administração hospitalar

A transformação digital se tornou a base para os processos de qualquer empresa e a administração hospitalar também tem muito a ganhar com as aplicação de tecnologias.

Desde o aumento de qualidade no atendimento até o melhor aproveitamento de recursos e pessoal, as soluções digitais são ferramentas estratégicas para evoluir a gestão das instituições de saúde.

No Brasil, muitos pacientes sofrem com atendimentos precários e a falta de planejamento de hospitais, bem como carência de medicamentos e aparelhos. Esse problema estrutural faz parte dos desafios que os setores administrativos tanto lutam para corrigir.

O papel da transformação digital nesse cenário é trazer as ferramentas necessárias para evoluir a qualidade dos serviços, influenciando em todos os setores hospitalares. A revolução dos processos de gestão tem impacto direto na instituição como unidade, pois é o setor administrativo que cuida dos demais processos.

Entenda a seguir alguns desafios da administração hospitalar que a evolução tecnológica ajuda a superar!

Redução de custos

O setor administrativo deve trabalhar em conjunto com as demais áreas para melhorar as necessidades e garantir o melhor aproveitamento dos recursos do hospital. Trabalhar com planilhas e sistemas ultrapassados coloca empecilhos para acompanhar as informações devidamente, o que justifica uma evolução do processo de transformação digital.

Alguns problemas que sistemas e softwares podem resolver são a má administração dos medicamentos e a falta de controle dos equipamentos. Enquanto muitos remédios são desperdiçados nas instituições hospitalares, equipamentos antigos e com problemas geram altos custos de manutenção. Uma melhor administração de informações como essas pode ajudar a reduzir os custos internos.

Evolução da qualidade de serviço

O atendimento em um hospital é a atividade central da instituição, já que é o médico que precisa tratar o paciente. Só que, para que ele consiga realizar um trabalho de qualidade, precisa de uma série de ferramentas de apoio.

Acompanhar o fornecimento de equipamentos e tecnologias é responsabilidade da equipe administrativa. A gestão de escalas também se encaixa no desafio de melhorar a qualidade de atendimento, já que é fundamental garantir a presença dos profissionais nas consultas e exames.

Graças à transformação digital, hoje é possível encontrar soluções preparadas para ajudar no acompanhamento e controle das informações que elevam a qualidade dos atendimentos.

Integração de setores

Cada setor tem impacto em outras áreas da instituição e, assim como empresas podem se unir em projetos para o mercado, os setores internos também precisam trabalhar em conjunto. A integração das informações ajuda a acelerar o atendimento, desde a recepção até a realização de exames, e a transformação digital traz as soluções que alimentam os dados em um sistema integrado.

Existem plataformas próprias para criar um modelo de administração hospitalar bem alinhado, acompanhando os dados de entrada e saída de materiais, prontuários eletrônicos, exames e muito mais. Algumas tarefas, no entanto, são mais bem acompanhadas por um sistema específico, como a gestão de escalas.

Gestão de escalas

A gestão de escalas é um grande desafio nos hospitais e demais instituições de saúde.  Cada profissional tem a sua importância dentro das escalas de horários e preencher os plantões não é uma tarefa fácil.

Trabalhar com pessoas é um grande desafio, porque sempre podem ocorrer imprevistos. Os sistemas de gestão de escalas são uma das revoluções que a transformação digital trouxe para a administração hospitalar.

Além de facilitar a tarefa de remanejamento dos horários, eles permitem que os próprios profissionais tenham melhor controle das escalas pessoais. Assim, a administração hospitalar preenche os buracos tão comuns nos atendimentos e pode deslocar parte dos esforços para outras atividades.

Na RedFox, um exemplo sólido desse tipo de plataforma é o GoShift. O software traz várias funcionalidades para a gestão de escala, como alertas de oportunidades, sincronia entre calendários pessoais e profissionais dos médicos, panorama completo das escalas etc.

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Você sabe o que é Design UX?

O que é Design UX

O que é Design UX? Para definir o termo, também conhecido como User Experience Design, temos que entender como o conceito se relaciona à transformação digital.

Com tantas inovações e mudanças no mundo dos negócios que a Era Digital trouxe ao empreendedorismo, surgiu a necessidade de dar mais atenção à satisfação do cliente.

Saber escutar o que ele espera e projetar as informações no negócio passou a ser fundamental para alcançar esse sucesso. Então, a interação entre o usuário e os negócios da marca evoluiu de uma simples opção para uma necessidade.

É nesse contexto que se aplica o UX Design. É um meio de estabelecer essa conexão, seja por uma comunicação online ou offline. Na verdade, o conceito vai além do mundo dos negócios e pode ser aplicado até mesmo no nosso cotidiano, já que interagimos com o ambiente desde o momento em que acordamos.

UX e o poder do consumidor

Em um contexto em que as mídias sociais abrem um amplo espaço para a liberdade de expressão, o consumidor passou a expor mais a opinião sobre as experiências com produtos, serviços, marcas e, no geral, tudo. O poder de escolha também se expandiu, porque o acesso às informações também cresceu.

É praticamente uma reação em cadeia. A internet gera informação, que gera conhecimento, que gera opinião, que gera expressão, que gera influência nas escolhas. As mídias são mais do que uma ferramenta de ideias, elas permitem compartilhar experiências.

Se um cliente tem problemas com o atendimento, o mesmo tende a desabafar nas redes sociais e buscar os próprios direitos. Tão logo, muitas pessoas se tornam cientes do acontecimento e a imagem da marca é danificada.

Esse contexto abre mais espaço para definir o que é UX Design.  O conceito é uma forma de evitar problemas com o consumidor a partir da interação, ajudando a fidelizar e conquistar os clientes em uma gestão eficiente de comunicação. Dessa forma, visa-se alcançar um bom posicionamento de marca no mercado ao mesmo tempo em que se proporciona conforto ao público.

Como aplicar o UX Design no negócio

Existem algumas características fundamentais para quem deseja aplicar o UX Design no negócio. Ao contratar um UX designer, você precisa identificar certas habilidades no profissional, como:

  • Curiosidade e empatia às necessidades e desejos das pessoas;
  • Busca de aprendizado constante;
  • Senso de urgência em inovação;
  • Raciocínio para análise de dados e informações.

O estilo de trabalho de um UX designer é muito importante para estabelecer as estratégias de aplicação da interação com o público. Para proporcionar uma boa experiência, a empresa deve estar apta a:

  • Desenvolver uma comunicação com o público da melhor forma possível;
  • Identificar o perfil do consumidor a partir de conversas e perguntas pertinentes, bem como as tendências de mercado;
  • Mapear a jornada de compra do consumidor;
  • Atentar-se para as atividades da concorrência;
  • Readequar produtos e serviços de acordo com a demanda;
  • Gerar conteúdos informativos e educativos;
  • Dar atenção ao pré e pós-venda;
  • Aplicar os valores da marca sem se esquecer de projetá-los de acordo com as visões do público.

Estar sempre em sintonia com atuais e potenciais clientes é o grande objetivo do UX Design. Se você incluir a lista de atividades acima no seu planejamento, poderá gerar boas experiências e deixar a sua marca sempre alinhada às demandas do mercado.

Quer mais conteúdo sobre o que é UX Designer? Confira o vídeo que a nossa UX Designer Carolina Sales gravou para o canal da RedFox no Youtube!

O que é gestão hospitalar e quais são as atividades do setor?

o que é gestão hospitalar

Você sabe o que é gestão hospitalar? É a área responsável pela administração de um hospital em sua totalidade.

O profissional desse segmento atua para garantir tanto o bem-estar dos pacientes como a qualidade infraestrutural da instituição, exercendo influência em questões como a organização de processos, controle de agendas, pessoas e equipamentos.

Isso envolve desde a administração de finanças, até a transferência de pacientes entre salas, alterações de funcionários nos postos de trabalho, realização de exames etc.

Essa diversidade de atribuições torna os desafios da gestão hospitalar muito variados, exigindo profissionais altamente capacitados para identificar demandas ao passo que organizam as questões mais técnicas. Confira a seguir o que faz um gestor hospitalar nas instituições de saúde!

Atribuições da gestão hospitalar

Um bom profissional da área precisa estar apto a planejar, organizar e gerenciar os diferentes tipos de instituições médicas, que podem ser clínicas, hospitais e até casas de repouso.

Cabe à gestão hospitalar avaliar o potencial da equipe e atribuir tarefas de maneira organizada para que as necessidades sejam supridas adequadamente.

Uma das atividades do gestor hospitalar é escalar a quantidade de funcionários nos turnos, incluindo médicos, enfermeiros, recepcionistas e pessoal de limpeza. A equipe é essencial no funcionamento do hospital e precisa estar a postos o tempo todo.

Além de prezar pelo atendimento adequado dos pacientes, o ecossistema precisa estar em dia com os medicamentos, produtos e manutenção correta dos equipamentos. O investimento em novas tecnologias, como os dispositivos wearables, também entra em uma demanda crescente nos hospitais.

Ao setor, então, cabe gerenciar os estoques de materiais e medicamentos, para que não falte nada, e se certificar da organização e higienização do ambiente, organizando, por exemplo, o fluxo de descarte dos resíduos.

No geral, a gestão hospitalar precisa controlar de forma holística e horizontal todas as atividades ligadas à segurança e bem-estar dos pacientes, evitando qualquer tipo de transtorno comum ao setor da saúde nos pontos de vista técnico, administrativo e assistencial.

O profissional deve ter conhecimento em empreendedorismo e administração, finanças, organização estrutural, planejamento estratégico e outros fatores que possam afetar o bom funcionamento de hospitais.

Os desafios na gestão de escalas

Dentre todas as atividades da definição de o que é gestão hospitalar, a gestão de escalas ganha um destaque especial, porque é a atuação dos profissionais da saúde que permite aos pacientes receberem os devidos cuidados e atenções nos centros emergenciais.

Os hospitais e centros médicos têm uma equipe bem diversificada que precisa atuar por 24 horas em várias frentes, desde o atendimento de check-in e chek-out, acompanhamento clínico e cirúrgico, equipe de finanças, limpeza etc. Com uma demanda complexa, é natural surgirem faltas ou indisponibilidades, sendo o gestor o responsável por contornar as situações.

Ter alguém que controle os turnos é importante para não sobrecarregar os trabalhos ou deixar furos nas demandas de um setor que trabalha com urgências. O gestor precisa ficar atento a qualquer situação inesperada para remanejar os quadros de funcionários e garantir que todos executem a jornada devidamente.

A legislação determina horários específicos para cada atividade, ficando tudo registrado nas contratações. Esse fator e as regras sindicais também influenciam na hora de estabelecer as escalas dos médicos, enfermeiros e demais funcionários.

Existem várias ferramentas que facilitam o acompanhamento da gestão de escalas. Hospitais que trabalham com planilhas podem ter dificuldade para organizar os plantões e, por isso, plataformas e sistemas automatizados agregam um diferencial às equipes responsáveis.

A organização dos horários é fundamental para gerir a produtividade de um hospital, certificando-se do bom atendimento aos pacientes e do cuidado primordial com a vida. Como parte da gestão hospitalar, a gestão de escalas confere aos profissionais do setor um papel de suma importância dentro das instituições de saúde!

Deu para entender o que é gestão hospitalar? Siga nas redes sociais e fique atento aos nossos conteúdos para entender mais sobre as ferramentas que facilitam o trabalho dos gestores em hospitais!

Planilha para gestão de escalas

O que é Venture Innovation? Inovando no mercado de soluções digitais

A união de empresas na busca por um objetivo é uma prática muito comum. Muitas vezes, essa parceria se dá em forma de investimentos de negócios ou na fusão das envolvidas para formar um negócio maior, o que define uma Joint Venture. Só que um novo conceito de união chegou ao mundo do empreendedorismo. Você já ouviu falar em Venture Innovation?

Se levarmos em conta que a inovação é a grande tendência entre os negócios da atualidade, faz sentido buscar estratégias para surpreender o mercado.

Inovar virou sinônimo de destaque, de modernidade e competitividade. Não basta ter qualidade para se tornar referência, é necessário participar do processo de disrupção, do processo de quebra e mudança dos padrões.

E é nesse contexto que surge a Venture Innovation. O termo se refere à união de duas ou mais empresas que desejam inovar em determinada área, criando um produto para trazer sentido totalmente novo aos processos.

Em outras palavras, essa parceria busca desenvolver novas estratégias para resolver um problema em aberto no setor. A Venture Innovation acontece a partir da necessidade de preencher uma lacuna no mercado, que é resolvida através de soluções digitais inovadoras. Mas como surge uma Venture Innovation?

Os tipos de Venture Innovation

Para levar um produto ao mercado por Venture Innovation, existem vários contextos em que duas empresas podem se unir. A diferença está no momento em que acontece a parceria, que pode ser desde o desenvolvimento da ideia até o momento de apresentar o produto ao mercado.

Confira as diferenças a seguir!

Parceria para solucionar o problema da contratante

O caso de maior interação ocorre quando as empresas trabalham juntas desde o começo, unindo-se para identificar uma dificuldade do setor em questão. Nesta vertente, o produto é a uma necessidade da própria empresa contratante, que concorda em levá-lo para o mercado.

Quando a contratante possui um problema, seja operacional ou estratégico, ela o apresenta à desenvolvedora parceira e ambas pensam juntas em criar uma solução transformadora para resolver tais problemas. Muitas vezes, o mesmo problema dessa empresa é também uma dor do mercado em geral ou do segmento de atuação desta.

Mesmo que o objetivo inicial seja para uso de uma das empresas parceiras, fica pré-combinado – ou pode ser determinado posteriormente – que o produto será disponibilizado para venda ao mercado, com participações societárias igualitárias entre as empresas. No final, temos uma nova solução de mercado que pode virar uma startup/empresa através do spin off.

Parceria para identificar um problema do mercado

As empresas também podem iniciar uma Venture Innovation exclusivamente pensando em levar um produto para o mercado, encontrando uma questão que precise de solução. Elas unem esforços durante todo o projeto para surpreender os processos de um setor, apostando em inovação e disrupção.

Parceria para desenvolver o projeto

Uma empresa pode identificar um problema de mercado de forma independente e, a partir de então, buscar um parceiro para desenvolver o projeto. O investimento financeiro e a fusão de conhecimentos são alguns motivos que justificam a necessidade de encontrar uma parceria para a solução.

Parceria para lançar a solução no mercado

Por fim, uma empresa pode analisar o mercado de forma independente para identificar uma dificuldade, tendo sozinha a ideia da solução e trabalhando por conta no desenvolvimento. Só quando o produto está praticamente pronto é que ela busca uma parceria para realizar o lançamento.

A segunda empresa terá relevância no projeto por vários fatores, como, por exemplo, ao ter maior renome no mercado ou maior influência frente ao público-alvo.

Quer ver um exemplo na prática de Venture Innovation? A RedFox e a Irko se uniram para desenvolver o KPBoard, uma solução digital que resolve problemas do setor contábil e agrega valor aos serviços. Saiba mais sobre essa e outras soluções transformadoras da RedFox!

Quais são os tipos de Metodologia Ágil e qual você deve adotar no seu negócio?

tipos de Metodologia Ágil

Quando uma empresa quer melhorar a eficiência nos resultados, ela pode recorrer a vários tipos de Metodologia Ágil. O modelo, que defende um planejamento ajustável dos processos, pode ser realizado de formas diferentes, de acordo com o cenário do ambiente de trabalho.

Para sair de uma metodologia tradicional, com um planejamento impostos previamente, e mudar para a Metodologia Ágil, é importante se atentar para alguns detalhes, identificando a melhor forma de atualizar os processos.

Quer conhecer alguns tipos de Metodologia Ágil para entender qual melhor se aplica ao seu negócio? Separamos a seguir os mais conhecidos do mercado!

Lean

Existe uma corrente de especialistas que não considera o Lean uma Metodologia Ágil, mas uma filosofia usada na construção de outros tipos. Esse formato defende uma estratégia que usa somente os recursos necessários para executar uma tarefa.

O Lean traz sete premissas para melhorar os processos:

  • Rapidez na entrega;
  • Redução de desperdício;
  • Fortalecimento da equipe;
  • Construção da qualidade;
  • Adiamento de decisões;
  • Amplificação do conhecimento;
  • Aperfeiçoamento do processo como um todo.

Kanban

O Kanban é um método que permite melhor equilíbrio da demanda, com entregas mais assertivas pela facilidade de visualizar tarefas. O objetivo é reduzir desperdício de esforços e tempo.

As atividades de um projeto ficam divididas em um quadro de acordo com o status: pendente, em execução e finalizado. Com o invento dos post-its, essa estrutura se tornou mais facilitada, podendo ser praticada até em paredes. Para evitar o acúmulo de tarefas e excesso de pendências, o Kanban ainda define um limite de tarefas para cada categoria

Feature Driven Development (FDD)

No FDD, o planejamento é realizado por etapas, sendo eficaz para projetos em que o processo de desenvolvimento é uma incógnita, cheio de mudanças. Aqui, o projeto como um todo tem muita importância, mas o processo é separado por áreas.

O foco no desenvolvimento permite que o FDD possa ser integrado a outras metodologias ágeis  com a mesma premissa. O projeto é estruturado de acordo com as seguintes premissas:

  •  Desenvolvimento por funcionalidades
  •  Um único programador é responsável pela funcionalidade desenvolvida
  •  Controle de qualidade em todas as fases do projeto
  •  Gerenciamento de configurações
  •  Integração contínua das funcionalidades
  •  Planejamento incremental
  •  Teste de software

Extreme Programming (XP)

O método XP surgiu com foco no desenvolvimento de softwares, incentivando agilidade, economia de recursos e qualidade do produto. A premissa é incentivar valores para atingir os objetivos.

Entre esses valores, estão listados uma comunicação exemplar, feedback, simplicidade, respeito e coragem. Nesse contexto, as premissas que ganham destaque são:

  • Forte relacionamento com o cliente;
  • Reuniões de planejamento;
  • Reuniões diárias de alinhamento;
  • Uso de metáforas;
  • Integração contínua dos módulos desenvolvidos;
  • Adição de mudanças;
  • Entregas contínuas em etapas;
  • Design simples e funcional;
  • Testes de aceitação;
  • Melhoria contínua.

Microsoft Solutions Framework (MSF)

O diferencial do MSF é que esse método é destinado para equipes pequenas de desenvolvimento, visando diminuir os riscos do processo e aumentar a qualidade do resultado. Para tal, as atenções se voltam para as falhas comuns de soluções tecnológicas e para a gestão do projeto.

A metodologia busca no processo apresentar uma comunicação transparente entre todos, profissionais com capacitação adequada, uma parceira entre equipe e cliente e a atribuição imediata das tarefas nas etapas.

É interessante ressaltar que todos os envolvidos adquirem um aprendizado constante na troca de conhecimentos para chegar ao objetivo final. As premissas que envolvem o MSF são:

  • Alinhamento com os objetivos do cliente;
  • Escopo bem estruturado e detalhado;
  • Desenvolvimento iterativo;
  • Gerenciamento de riscos;
  • Comunicação rápida para executar mudanças.

Dynamic System Development Model (DSDM)

O DSDM é um dos tipos de Metodologia Ágil que mais se difere dos demais, sendo também um dos mais antigos. Isso porque ele mantém uma rigidez no tempo de entrega, que não deve ser alterado, enquanto que as funcionalidades podem ser reformuladas.

Nesse contexto, esse método é eficaz para projetos de orçamento específico e prazos curtos. O DSDM investe em desenvolvimento incremental e iterativo, colaboração entre a equipe e o cliente e integração das funcionalidades.

Scrum

Por fim, temos o scrum, que tem grande aceitação no mercado. Ele tem essa popularidade porque, entre outros fatores, pode ser integrado a outros métodos, além da facilidade no refinamento do projeto.

No scrum, o Product Backlog, que apresenta as funcionalidades a serem desenvolvidas, é separado por etapas (os sprints). Para cada entrega, os desenvolvedores trabalham com os requisitos essenciais para cumprir as tarefas determinadas. Melhorando o rendimento com esforços reduzidos.

Dos tipos de metodologia Ágil, o scrum é o modelo mais usado pela RedFox para desenvolver as soluções digitais para os clientes. Saiba mais sobre como desenvolvemos nossos projetos e veja por que escolher a RedFox para melhorar os seus processos!