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Você sabe o que é Design UX?

O que é Design UX? Para definir o termo, também conhecido como User Experience Design, temos que entender como o conceito se relaciona à transformação digital.

Com tantas inovações e mudanças no mundo dos negócios que a Era Digital trouxe ao empreendedorismo, surgiu a necessidade de dar mais atenção à satisfação do cliente.

Saber escutar o que ele espera e projetar as informações no negócio passou a ser fundamental para alcançar esse sucesso. Então, a interação entre o usuário e os negócios da marca evoluiu de uma simples opção para uma necessidade.

É nesse contexto que se aplica o UX Design. É um meio de estabelecer essa conexão, seja por uma comunicação online ou offline. Na verdade, o conceito vai além do mundo dos negócios e pode ser aplicado até mesmo no nosso cotidiano, já que interagimos com o ambiente desde o momento em que acordamos.

UX e o poder do consumidor

Em um contexto em que as mídias sociais abrem um amplo espaço para a liberdade de expressão, o consumidor passou a expor mais a opinião sobre as experiências com produtos, serviços, marcas e, no geral, tudo. O poder de escolha também se expandiu, porque o acesso às informações também cresceu.

É praticamente uma reação em cadeia. A internet gera informação, que gera conhecimento, que gera opinião, que gera expressão, que gera influência nas escolhas. As mídias são mais do que uma ferramenta de ideias, elas permitem compartilhar experiências.

Se um cliente tem problemas com o atendimento, o mesmo tende a desabafar nas redes sociais e buscar os próprios direitos. Tão logo, muitas pessoas se tornam cientes do acontecimento e a imagem da marca é danificada.

Esse contexto abre mais espaço para definir o que é UX Design.  O conceito é uma forma de evitar problemas com o consumidor a partir da interação, ajudando a fidelizar e conquistar os clientes em uma gestão eficiente de comunicação. Dessa forma, visa-se alcançar um bom posicionamento de marca no mercado ao mesmo tempo em que se proporciona conforto ao público.

Como aplicar o UX Design no negócio

Existem algumas características fundamentais para quem deseja aplicar o UX Design no negócio. Ao contratar um UX designer, você precisa identificar certas habilidades no profissional, como:

  • Curiosidade e empatia às necessidades e desejos das pessoas;
  • Busca de aprendizado constante;
  • Senso de urgência em inovação;
  • Raciocínio para análise de dados e informações.

O estilo de trabalho de um UX designer é muito importante para estabelecer as estratégias de aplicação da interação com o público. Para proporcionar uma boa experiência, a empresa deve estar apta a:

  • Desenvolver uma comunicação com o público da melhor forma possível;
  • Identificar o perfil do consumidor a partir de conversas e perguntas pertinentes, bem como as tendências de mercado;
  • Mapear a jornada de compra do consumidor;
  • Atentar-se para as atividades da concorrência;
  • Readequar produtos e serviços de acordo com a demanda;
  • Gerar conteúdos informativos e educativos;
  • Dar atenção ao pré e pós-venda;
  • Aplicar os valores da marca sem se esquecer de projetá-los de acordo com as visões do público.

Estar sempre em sintonia com atuais e potenciais clientes é o grande objetivo do UX Design. Se você incluir a lista de atividades acima no seu planejamento, poderá gerar boas experiências e deixar a sua marca sempre alinhada às demandas do mercado.

Quer mais conteúdo sobre o que é UX Designer? Confira o vídeo que a nossa UX Designer Carolina Sales gravou para o canal da RedFox no Youtube!

O que é gestão hospitalar e quais são as atividades do setor
Estratégias de Negócios Transformação Digital Transformação Digital na Saúde

O que é gestão hospitalar e quais são as atividades do setor?

Você sabe o que é gestão hospitalar? É a área responsável pela administração de um hospital em sua totalidade.

O profissional desse segmento atua para garantir tanto o bem-estar dos pacientes como a qualidade infraestrutural da instituição, exercendo influência em questões como a organização de processos, controle de agendas, pessoas e equipamentos.

Isso envolve desde a administração de finanças, até a transferência de pacientes entre salas, alterações de funcionários nos postos de trabalho, realização de exames etc.

Essa diversidade de atribuições torna os desafios da gestão hospitalar muito variados, exigindo profissionais altamente capacitados para identificar demandas ao passo que organizam as questões mais técnicas. Confira a seguir o que faz um gestor hospitalar nas instituições de saúde!

Atribuições da gestão hospitalar

Um bom profissional da área precisa estar apto a planejar, organizar e gerenciar os diferentes tipos de instituições médicas, que podem ser clínicas, hospitais e até casas de repouso.

Cabe à gestão hospitalar avaliar o potencial da equipe e atribuir tarefas de maneira organizada para que as necessidades sejam supridas adequadamente.

Uma das atividades do gestor hospitalar é escalar a quantidade de funcionários nos turnos, incluindo médicos, enfermeiros, recepcionistas e pessoal de limpeza. A equipe é essencial no funcionamento do hospital e precisa estar a postos o tempo todo.

Além de prezar pelo atendimento adequado dos pacientes, o ecossistema precisa estar em dia com os medicamentos, produtos e manutenção correta dos equipamentos. O investimento em novas tecnologias, como os dispositivos wearables, também entra em uma demanda crescente nos hospitais.

Ao setor, então, cabe gerenciar os estoques de materiais e medicamentos, para que não falte nada, e se certificar da organização e higienização do ambiente, organizando, por exemplo, o fluxo de descarte dos resíduos.

No geral, a gestão hospitalar precisa controlar de forma holística e horizontal todas as atividades ligadas à segurança e bem-estar dos pacientes, evitando qualquer tipo de transtorno comum ao setor da saúde nos pontos de vista técnico, administrativo e assistencial.

O profissional deve ter conhecimento em empreendedorismo e administração, finanças, organização estrutural, planejamento estratégico e outros fatores que possam afetar o bom funcionamento de hospitais.

Os desafios na gestão de escalas

Dentre todas as atividades da definição de o que é gestão hospitalar, a gestão de escalas ganha um destaque especial, porque é a atuação dos profissionais da saúde que permite aos pacientes receberem os devidos cuidados e atenções nos centros emergenciais.

Os hospitais e centros médicos têm uma equipe bem diversificada que precisa atuar por 24 horas em várias frentes, desde o atendimento de check-in e chek-out, acompanhamento clínico e cirúrgico, equipe de finanças, limpeza etc. Com uma demanda complexa, é natural surgirem faltas ou indisponibilidades, sendo o gestor o responsável por contornar as situações.

Ter alguém que controle os turnos é importante para não sobrecarregar os trabalhos ou deixar furos nas demandas de um setor que trabalha com urgências. O gestor precisa ficar atento a qualquer situação inesperada para remanejar os quadros de funcionários e garantir que todos executem a jornada devidamente.

A legislação determina horários específicos para cada atividade, ficando tudo registrado nas contratações. Esse fator e as regras sindicais também influenciam na hora de estabelecer as escalas dos médicos, enfermeiros e demais funcionários.

Existem várias ferramentas que facilitam o acompanhamento da gestão de escalas. Hospitais que trabalham com planilhas podem ter dificuldade para organizar os plantões e, por isso, plataformas e sistemas automatizados agregam um diferencial às equipes responsáveis.

A organização dos horários é fundamental para gerir a produtividade de um hospital, certificando-se do bom atendimento aos pacientes e do cuidado primordial com a vida. Como parte da gestão hospitalar, a gestão de escalas confere aos profissionais do setor um papel de suma importância dentro das instituições de saúde!

Deu para entender o que é gestão hospitalar? Siga nas redes sociais e fique atento aos nossos conteúdos para entender mais sobre as ferramentas que facilitam o trabalho dos gestores em hospitais!

Planilha para gestão de escalas
O que é Venture Innovation Inovando no mercado de soluções digitais-min
Estratégias de Negócios Transformação Digital

O que é Venture Innovation? Inovando no mercado de soluções digitais

A união de empresas na busca por um objetivo é uma prática muito comum. Muitas vezes, essa parceria se dá em forma de investimentos de negócios ou na fusão das envolvidas para formar um negócio maior, o que define uma Joint Venture. Só que um novo conceito de união chegou ao mundo do empreendedorismo. Você já ouviu falar em Venture Innovation?

Se levarmos em conta que a inovação é a grande tendência entre os negócios da atualidade, faz sentido buscar estratégias para surpreender o mercado.

Inovar virou sinônimo de destaque, de modernidade e competitividade. Não basta ter qualidade para se tornar referência, é necessário participar do processo de disrupção, do processo de quebra e mudança dos padrões.

E é nesse contexto que surge a Venture Innovation. O termo se refere à união de duas ou mais empresas que desejam inovar em determinada área, criando um produto para trazer sentido totalmente novo aos processos.

Em outras palavras, essa parceria busca desenvolver novas estratégias para resolver um problema em aberto no setor. A Venture Innovation acontece a partir da necessidade de preencher uma lacuna no mercado, que é resolvida através de soluções digitais inovadoras. Mas como surge uma Venture Innovation?

Os tipos de Venture Innovation

Para levar um produto ao mercado por Venture Innovation, existem vários contextos em que duas empresas podem se unir. A diferença está no momento em que acontece a parceria, que pode ser desde o desenvolvimento da ideia até o momento de apresentar o produto ao mercado.

Confira as diferenças a seguir!

Parceria para solucionar o problema da contratante

O caso de maior interação ocorre quando as empresas trabalham juntas desde o começo, unindo-se para identificar uma dificuldade do setor em questão. Nesta vertente, o produto é a uma necessidade da própria empresa contratante, que concorda em levá-lo para o mercado.

Quando a contratante possui um problema, seja operacional ou estratégico, ela o apresenta à desenvolvedora parceira e ambas pensam juntas em criar uma solução transformadora para resolver tais problemas. Muitas vezes, o mesmo problema dessa empresa é também uma dor do mercado em geral ou do segmento de atuação desta.

Mesmo que o objetivo inicial seja para uso de uma das empresas parceiras, fica pré-combinado – ou pode ser determinado posteriormente – que o produto será disponibilizado para venda ao mercado, com participações societárias igualitárias entre as empresas. No final, temos uma nova solução de mercado que pode virar uma startup/empresa através do spin off.

Parceria para identificar um problema do mercado

As empresas também podem iniciar uma Venture Innovation exclusivamente pensando em levar um produto para o mercado, encontrando uma questão que precise de solução. Elas unem esforços durante todo o projeto para surpreender os processos de um setor, apostando em inovação e disrupção.

Parceria para desenvolver o projeto

Uma empresa pode identificar um problema de mercado de forma independente e, a partir de então, buscar um parceiro para desenvolver o projeto. O investimento financeiro e a fusão de conhecimentos são alguns motivos que justificam a necessidade de encontrar uma parceria para a solução.

Parceria para lançar a solução no mercado

Por fim, uma empresa pode analisar o mercado de forma independente para identificar uma dificuldade, tendo sozinha a ideia da solução e trabalhando por conta no desenvolvimento. Só quando o produto está praticamente pronto é que ela busca uma parceria para realizar o lançamento.

A segunda empresa terá relevância no projeto por vários fatores, como, por exemplo, ao ter maior renome no mercado ou maior influência frente ao público-alvo.

Quer ver um exemplo na prática de Venture Innovation? A RedFox e a Irko se uniram para desenvolver o KPBoard, uma solução digital que resolve problemas do setor contábil e agrega valor aos serviços. Saiba mais sobre essa e outras soluções transformadoras da RedFox!

Quais são os tipos de Metodologia Ágil e qual você deve adotar no seu negócio-min
Estratégias de Negócios RH do Futuro Transformação Digital

Quais são os tipos de Metodologia Ágil e qual você deve adotar no seu negócio?

Quando uma empresa quer melhorar a eficiência nos resultados, ela pode recorrer a vários tipos de Metodologia Ágil. O modelo, que defende um planejamento ajustável dos processos, pode ser realizado de formas diferentes, de acordo com o cenário do ambiente de trabalho.

Para sair de uma metodologia tradicional, com um planejamento impostos previamente, e mudar para a Metodologia Ágil, é importante se atentar para alguns detalhes, identificando a melhor forma de atualizar os processos.

Quer conhecer alguns tipos de Metodologia Ágil para entender qual melhor se aplica ao seu negócio? Separamos a seguir os mais conhecidos do mercado!

Lean

Existe uma corrente de especialistas que não considera o Lean uma Metodologia Ágil, mas uma filosofia usada na construção de outros tipos. Esse formato defende uma estratégia que usa somente os recursos necessários para executar uma tarefa.

O Lean traz sete premissas para melhorar os processos:

  • Rapidez na entrega;
  • Redução de desperdício;
  • Fortalecimento da equipe;
  • Construção da qualidade;
  • Adiamento de decisões;
  • Amplificação do conhecimento;
  • Aperfeiçoamento do processo como um todo.

Kanban

O Kanban é um método que permite melhor equilíbrio da demanda, com entregas mais assertivas pela facilidade de visualizar tarefas. O objetivo é reduzir desperdício de esforços e tempo.

As atividades de um projeto ficam divididas em um quadro de acordo com o status: pendente, em execução e finalizado. Com o invento dos post-its, essa estrutura se tornou mais facilitada, podendo ser praticada até em paredes. Para evitar o acúmulo de tarefas e excesso de pendências, o Kanban ainda define um limite de tarefas para cada categoria

Feature Driven Development (FDD)

No FDD, o planejamento é realizado por etapas, sendo eficaz para projetos em que o processo de desenvolvimento é uma incógnita, cheio de mudanças. Aqui, o projeto como um todo tem muita importância, mas o processo é separado por áreas.

O foco no desenvolvimento permite que o FDD possa ser integrado a outras metodologias ágeis  com a mesma premissa. O projeto é estruturado de acordo com as seguintes premissas:

  •  Desenvolvimento por funcionalidades
  •  Um único programador é responsável pela funcionalidade desenvolvida
  •  Controle de qualidade em todas as fases do projeto
  •  Gerenciamento de configurações
  •  Integração contínua das funcionalidades
  •  Planejamento incremental
  •  Teste de software

Extreme Programming (XP)

O método XP surgiu com foco no desenvolvimento de softwares, incentivando agilidade, economia de recursos e qualidade do produto. A premissa é incentivar valores para atingir os objetivos.

Entre esses valores, estão listados uma comunicação exemplar, feedback, simplicidade, respeito e coragem. Nesse contexto, as premissas que ganham destaque são:

  • Forte relacionamento com o cliente;
  • Reuniões de planejamento;
  • Reuniões diárias de alinhamento;
  • Uso de metáforas;
  • Integração contínua dos módulos desenvolvidos;
  • Adição de mudanças;
  • Entregas contínuas em etapas;
  • Design simples e funcional;
  • Testes de aceitação;
  • Melhoria contínua.

Microsoft Solutions Framework (MSF)

O diferencial do MSF é que esse método é destinado para equipes pequenas de desenvolvimento, visando diminuir os riscos do processo e aumentar a qualidade do resultado. Para tal, as atenções se voltam para as falhas comuns de soluções tecnológicas e para a gestão do projeto.

A metodologia busca no processo apresentar uma comunicação transparente entre todos, profissionais com capacitação adequada, uma parceira entre equipe e cliente e a atribuição imediata das tarefas nas etapas.

É interessante ressaltar que todos os envolvidos adquirem um aprendizado constante na troca de conhecimentos para chegar ao objetivo final. As premissas que envolvem o MSF são:

  • Alinhamento com os objetivos do cliente;
  • Escopo bem estruturado e detalhado;
  • Desenvolvimento iterativo;
  • Gerenciamento de riscos;
  • Comunicação rápida para executar mudanças.

Dynamic System Development Model (DSDM)

O DSDM é um dos tipos de Metodologia Ágil que mais se difere dos demais, sendo também um dos mais antigos. Isso porque ele mantém uma rigidez no tempo de entrega, que não deve ser alterado, enquanto que as funcionalidades podem ser reformuladas.

Nesse contexto, esse método é eficaz para projetos de orçamento específico e prazos curtos. O DSDM investe em desenvolvimento incremental e iterativo, colaboração entre a equipe e o cliente e integração das funcionalidades.

Scrum

Por fim, temos o scrum, que tem grande aceitação no mercado. Ele tem essa popularidade porque, entre outros fatores, pode ser integrado a outros métodos, além da facilidade no refinamento do projeto.

No scrum, o Product Backlog, que apresenta as funcionalidades a serem desenvolvidas, é separado por etapas (os sprints). Para cada entrega, os desenvolvedores trabalham com os requisitos essenciais para cumprir as tarefas determinadas. Melhorando o rendimento com esforços reduzidos.

Dos tipos de metodologia Ágil, o scrum é o modelo mais usado pela RedFox para desenvolver as soluções digitais para os clientes. Saiba mais sobre como desenvolvemos nossos projetos e veja por que escolher a RedFox para melhorar os seus processos!

O futuro do MVP é o MAP – Minimum Awesome Product-min
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O futuro do MVP é o MAP – Minimum Awesome Product

Pode começar a se despedir do MVP (Minimum Viable Product)! A partir da Metodologia Ágil, ele serviu por muito tempo ao propósito de acelerar a entrega de resultados no setor de desenvolvimento, mas outro formato deve tomar esse lugar a partir de agora. A bola da vez é o MAP – ou Minimum Awesome Product.

Nunca trabalhou com o MVP e não sabe do que estamos falando? Então vamos contextualizar! O Produto Mínimo Viável é a entrega com os requisitos mínimos para o produto funcionar, de forma que possa ser lançado no mercado. Serve como uma amostra, um piloto do projeto para gerar feedback, captar métricas e guiar os próximos passos para o aperfeiçoamento sem que os esforços se percam.

Basicamente, trata-se de um projeto em escalas que pode ser aprimorado enquanto já está no mercado. Você entrega uma base para resolver o problema do cliente enquanto desenvolve o projeto completo.

Porém, ele já não é mais tão importante. Afinal, o MAP acaba de entrar em cena, não é mesmo?

Mas o que é o Minimum Awesome Product?

Vamos entender uma coisa: os clientes conseguem utilizar o MVP tranquilamente enquanto o produto final não é apresentado, mas isso não significa exatamente que eles estejam satisfeitos com a qualidade de entrega. Enquanto o MVP tem uma forma bruta, várias empresas resolveram aprimorar a ideia da primeira entrega.

É assim que surge o MAP, o Minimum Awesome Product – a palavra Awesome realmente traz a noção de incrível. Sabe por que? Porque o resultado inicial já precisa estar em um estágio de formulação minimamente interessante e agradável, seja esteticamente como funcionalmente.

Isso quer dizer que o produto deve ser bom, bonito e barato. A qualidade implica na funcionalidade, a estética ajuda a conquistar o público e o preço é importante para testar a absorção do mercado sem o risco de perder altos investimentos.

A evolução da demanda

O que justifica essa evolução do MVP para o MAP é a nova clientela. O consumidor já não aceita como antes adquirir um produto com qualidade reduzida e determinadas funcionalidades passaram a ser fundamentais.

Um exemplo: um aplicativo precisa ter compatibilidade com as redes sociais ou não está apto para o mercado. Isso porque esse recurso passou a ser considerado básico e um produto incompatível passa a impressão de má qualidade.

Outra questão diz respeito à concorrência. Não espere que o consumidor tenha interesse em um produto inferior à qualidade do mercado. O normal é que ele opte pela união de preço e qualidade – e é por isso que o Minimum Awesome Product ganha tanta relevância.

Vale ressaltar que a aparência também impacta bastante no consumidor final. Ele não quer um produto com visual amador; o design precisa ser agradável visual e funcionalmente. Estar fora das exigências da demanda significa fracasso nos testes de mercado, o que dificulta a evolução para uma versão final.

Diante desse contexto, você ainda vai continuar com o MVP ou vai migrar para o MAP? Diga nos comentários se o seu produto ainda está compatível com a versão mais crua da primeira versão!