Gestão de contratos requer atenção para evitar aumento de custos

gestão de contratos

Estamos acompanhando a pauta do Governo Federal na revisão de vários contratos com o intuito de reduzir custos. A questão é tão importante que deveria existir um Ministério exclusivo para esse assunto, pois existe uma lacuna enorme no acompanhamento e na gestão de contratos, o que acaba aumentando os custos de maneira desordenada. Realizei vários trabalhos em órgãos públicos e pude ver in loco essa lacuna. Problemas em contratos da merenda escolar, telefone, frota, aluguéis de imóveis, manutenção em geral, etc. 

Nas empresas privadas, existe o mesmo problema. Os contratos de grande valor não têm dono e as empresas acabam perdendo a visão da otimização dos custos.  

E qual é o grande gargalo desse cenário?

Todo contrato tem parâmetros que determinam o seu custo; um é o preço e o outro é o consumo. Por exemplo:  quando uma empresa paga a conta de telefone celular dos funcionários, devemos analisar o preço por minuto (que varia de plano e de operadora) e o consumo de cada funcionário (que varia de acordo com a função). Essa lógica vale para todo o tipo de contrato. 

Como temos um volume enorme de informações, a variação desses dados são constantes. Somente o uso de soluções digitais (algoritmos inteligentes, digitalização, machine learning, entre outras) é capaz de identificar as distorções dos parâmetros e, com isso, identificar as lacunas de oportunidade para reduzir o custo. 

Nós da RedFox já estamos preparando o uso uma solução para correlacionar os dados e ajudar a sua empresa economizar dinheiro. Vou explicar melhor como a tecnologia pode ajudar!

Por que a tecnologia pode ajudar na gestão de contratos?

A tecnologia traz a oportunidade de utilizar a inteligência artificial para gerar insights preciosos em qualquer gestão de negócios. Na gestão de contratos, não é diferente.

Como falei acima, em todo o contrato temos dois contrapontos, que são o preço que você paga na unidade e o que você consome efetivamente dentro disso. Uma vez que você tem informações para entender esse cenário, consegue gerenciar melhor o custo dos seus contratos.

Isso pode ser feito manualmente, mas é um processo muito mais moroso do que se você tiver um algoritmo para ler os dados de forma rápida e prática. Você só precisa dar o comando para o sistema cruzar os dados e apontar o diagnóstico.

A solução da Redfox utiliza um algoritmo e machine learning para análise das informações na base de dados com o intuito de avaliar as oscilações de preço unitário e de consumo na gestão de contratos. Além disso, gerencia datas de encerramento, digitalização do contrato, insights de variações com as oportunidades de redução, painel de gestão, entre outras funcionalidades.

Acompanhe as novidades da RedFox, porque vamos lançar a solução ideal para resolver os custos dos seus contratos!

Blockchain na Saúde e seus impactos na medicina

blockchain na saúde

A chegada do blockchain na saúde trouxe mais segurança para as instituições médicas. Essa tecnologia usa criptografia para proteger o acesso a documentos hospitalares, como laudos, exames e prontuários, proporcionando maior confiança e diminuindo a necessidade de validações.

O que reforça a segurança é que a alteração das informações exige autorização consensual dos membros da rede. Com isso, há uma redução nos riscos de perda dos dados, que podem ser usados prontamente sempre que necessários.

O blockchain na saúde pode ser aplicado em várias frentes, melhorando os processos hospitalares e reduzindo a vulnerabilidade dos dados. Confira algumas das principais utilidades a seguir.

Informações clínicas

Os dados de pacientes já são armazenados naturalmente nos hospitais, mas a vantagem do blockchain na saúde é que essas informações podem ser compartilhadas de acordo com a necessidade do paciente.

Ele pode escolher quem terá acesso aos registros e carregar os dados para outras instituições. Com isso, ganha mais liberdade e autonomia na própria saúde, enquanto que os hospitais precisam ter chaves criptografadas para acessar os registros.

A facilidade é que o paciente pode pré-autorizar o compartilhamento com hospitais e laboratórios selecionados, evitando burocracias em situações de emergência.

Como as informações já estão validadas, o atendimento fica mais ágil, pulando etapas desnecessárias. Essa praticidade é vantagem tanto para o paciente como para a instituição, que ganha tempo para realizar mais atendimentos.

Pesquisas científicas

Com o blockchain, as universidades de medicina e a indústria farmacêutica conseguem aumentar a segurança dos estudos e descobertas científicas desenvolvidos para o setor. Assim como no caso dos pacientes, os pesquisadores também podem selecionar quem tem acesso aos dados neste contexto.

Há uma profissionalização do armazenamento dos relatórios, que passa a usar assinatura digital e outros meios de criptografia. A plataforma permite compartilhar as pesquisas acadêmicas e ensaios clínicos com menos riscos de alterações indevidas e perda de informações.

Credenciamento de médicos

O credenciamento de médicos nos sistemas das instituições é outra aplicação do blockchain. É possível encontrar redes de saúde que permitem ao profissional inserir os dados profissionais em plataformas criptografadas, tornando-os disponíveis para diversos fins.

As informações registradas podem incluir dados da graduação, contratos e até os atendimentos realizados, adicionando o nome do médico nas fichas dos pacientes.

O registro de quem inseriu uma informação é importante para ocasiões em que o profissional precisa ser consultado, ou mesmo quando se precisa identificar o responsável por determinada ação.

Prontuário eletrônico

Os prontuários eletrônicos trouxeram muita facilidade para o cuidado da saúde, possibilitando o acesso aos dados do atendimento em qualquer lugar. Mas esse acesso também precisa de proteção, que vem justamente do blockchain.

Ele evita o vazamento das informações, permitindo que essas sejam facilmente localizadas não só na instituição, mas em outros locais médicos e laboratoriais.

O acesso aos relatórios do paciente facilitam os serviços das instituições e trazem insights sobre o histórico para realizar diagnósticos mais precisos e esclarecedores.

O blockchain na saúde é uma tecnologia com grandes oportunidades na área médica. No entanto, deve amadurecer mais nos próximos anos, rumo a uma medicina mais ágil e eficiente.

O modelo vai ajudar a reforçar a segurança de vários sistemas e softwares usados na gestão das instituições. Confira algumas tendências para esse mercado.

Diagnóstico laboratorial e clínico se torna mais preciso com o apoio de inteligência artificial

Diagnóstico laboratorial e clínico

A inteligência artificial (IA) faz parte de uma verdadeira transformação digital na medicina, evoluindo atividades como o diagnóstico laboratorial e clínico. Com o poder de identificar doenças com mais facilidade, o machine learning é uma das ferramentas de suporte nos serviços prestados por laboratórios e hospitais.

Trata-se de uma sistema que aprende continuamente a partir da coleta de dados, cruzando informações para gerar insights. A partir desse material, as instituições conseguem ter mais assertividade para entregar relatórios sobre o estado do paciente.

Enquanto a inteligência artificial tem potencial para beneficiar diversas áreas do conhecimento, o papel na medicina é enriquecedor, porque pode salvar vidas. Confira a seguir como o machine learning pode ser aplicado no diagnóstico laboratorial e clínico.

As vantagens da inteligência artificial para o diagnóstico laboratorial e clínico

Um contexto comum nas instituições é a dificuldade de gerar o diagnóstico, porque um mesmo sintoma pode aparecer em várias doenças. A inteligência artificial, então, pode ajudar no diagnóstico ao separar as doenças que estão relacionadas aos sintomas, dando mais tangibilidade ao resultado.

Com um banco de dados mais completo para correlacionar as informações, os algoritmos têm mais facilidade para identificar o quadro do paciente. A partir dos dados gerados por eles, o laboratório consegue entregar relatórios mais confiáveis e precisos.

A velocidade no processo também mostra a relevância da ferramenta. O machine learning consegue fazer a análise mais rapidamente, poupando os esforços da equipe e acelerando o atendimento. Isso leva a uma ação rápida em casos críticos de emergência, contribuindo no combate de doenças graves.

A entrega do diagnóstico laboratorial e clínico em prazos mais curtos se torna uma vantagem competitiva para os laboratórios e hospitais. Eles mostram serviços de maior qualidade e confiança, aumentando a satisfação dos usuários.

O Fleury é um exemplo nesse sentido. Ao implantar um sistema de inteligência artificial, os médicos aumentaram a produção. Um exame de raio-X que levava entre 2 a 4 horas, agora é feito em apenas 18 minutos.

E mais um benefício da inteligência artificial é a redução de custos para a gestão. O médico é um dos recursos mais caros de um hospital, mas a AI ajuda a compensar esse investimento dando mais produtividade ao profissional. Com a realização de mais exames, a margem de lucro da instituição aumenta. Além disso, dispensa-se a necessidade de repetição de exames em vários casos.

Os desafios para a implementação de inteligência artificial

Se as vantagens da inteligência artificial para o diagnóstico laboratorial e clínico são tão importantes, por que muitas instituições ainda não fazem uso dela? A resposta pode estar nos desafios de implementação.

Um primeiro ponto é que a equipe de gestão precisa estar disposta a adotar tecnologias no hospital. O problema é que o setor da saúde ainda é muito resistente à implantação de novos sistemas e precisa entender o valor de ferramentas modernas.

Sem um ambiente propício, fica complicado aplicar ferramentas como o machine learning. Por isso, a criação de algoritmos para fazer as análises por machine learning acaba se tornando outro desafio. Vale ressaltar que, quanto maior for o conhecimento do algoritmo, mais eficientes serão as análises.

Ele deve ser treinado com dados positivos e negativos para ter parâmetros no cruzamento de dados. Quanto mais ele souber fazer a correlação, melhor será a atuação na definição do quadro de saúde.

Por isso, não basta ter a ferramenta, mas saber como alimentá-la adequadamente para gerar os diagnósticos. Muitas instituições têm dificuldade em como tornar o sistema robusto e o mais completo possível para realizar essa tarefa.

Há também os desafios financeiros. Tecnologias com inteligência artificial têm um custo elevado que dificulta a implantação em hospitais e laboratórios com poucos recursos, bem como os que ficam em comunidades distantes.

A telemedicina é uma tendência que busca resolver esse contexto, ligando essas instituições com outras mais avançadas. Mas ainda fica o desafio de entender e buscar maneiras de tornar esses centros mais desenvolvidos.

Casos práticos de machine learning na análise laboratorial

Alguns modelos de machine learning se tornam referência entre as instituições de saúde. Com um banco de dados robusto, muitos gestores buscam esses sistemas como ferramentas para o diagnóstico laboratorial.

É o caso do Watson, por exemplo. O supercomputador da IBM é treinado para processar uma grande quantidade de dados na base, como artigos científicos, prontuários eletrônicos de pacientes, imagens, resultados de pesquisas etc.

Com isso, o sistema ajuda a encontrar respostas para os casos mais difíceis, ganhando tempo para agir no combate às doenças. Os médicos inserem as características e sintomas do paciente no sistema e o Watson cruza os dados da base para apontar a doença que corresponde ao quadro, em um relatório detalhado.

Outro caso de uso é o algoritmo do Google que ajudar a identificar o câncer. O sistema escaneia os tecidos de biópsias para identificar células com comportamento anormal. Durante o desenvolvimento do sistema, os resultados apontaram assertividade de 89% nos resultados, superior à taxa dos médicos, que chegavam a 73%.

No Brasil, a Dasa — um dos maiores laboratórios do país e também parceira da RedFox— mantém um laboratório de pesquisa com um supercomputador para desenvolver algoritmos inteligentes.

Entre os trabalhos em andamento, a empresa se juntou ao CCDS de Harvard para criar algoritmos que usam ressonâncias magnéticas de cérebro e de próstata para identificar câncer. A ideia é que a IA aprenda a medir o tamanho da próstata para apontar irregularidades.

A implantação de sistemas como esses revelam vantagens aos laboratórios e hospitais, melhorando a qualidade do serviço entregue e o trabalho das equipes técnicas. Com um diagnóstico mais preciso, as instituições podem melhorar os processos e aumentar a relevância de mercado.

Para entender mais sobre o uso do machine learning no diagnóstico laboratorial, indicamos o terceiro episódio da nossa série RedTips. O vídeo relata o trabalho da especialista Suchi Saria no combate à sepse, a partir de uma ferramenta de aprendizado inteligente batizada de TREWS.

A importância da visão de negócios para uma boa gestão de tecnologia

Visão de negócios

Vejo as startups de tecnologia como organizações de alta capacidade de transformação da vida da sociedade e seu ambiente. Elas podem resolver problemas complexos através de soluções digitais disruptivas, mas precisam de uma visão de negócios para direcionar os objetivos e correta aplicações de recursos.

Estou falando de um elemento-chave para uma real efetividade das soluções. Tal visão complementa a parte técnica da tecnologia, que garante que a solução esteja relacionada a uma demanda com escalabilidade (volume). E claro, traga retorno financeiro para o acionista.

Temos visto no mercado várias ideias/iniciativas de startup que iniciam seu desenvolvimento sem elaborar um plano de negócios mínimo que valide o modelo conceitual. No final, elas não se sustentam e perdem toda a aplicação de recursos e investimentos efetuados.

Isso ocorre porque falta a visão de negócios. Há vários pontos que devem ser avaliados para desenvolvê-la, mas quero ressaltar três que considero essenciais.

Alinhamento das necessidades 

Nós da RedFox temos estruturado um processo de ideação na qual a solução somente entra no fluxo de desenvolvimento após várias etapas de confirmações quanto a aspectos de mercado, técnicos e financeiros. Além disso, procuramos estruturar o formato ideal da formalização de parcerias.

Utilizamos essa prática dentro da nossa empresa — que aplicamos durante anos em nossos clientes através das consultorias de gestão — refletindo um cenário de segurança e norte no qual vale a pena avançar e investir na solução. 

Assim, enxergo a capacidade de estruturar um modelo de negócio digital que realmente resolva um problema complexo — com foco nos fins — e que traga retorno financeiro como um grande diferencial no mercado de startups. 

Aplicação de metodologia adequada

Outro momento importante de ter a competência de visão de negócios — principalmente quando se entrega uma solução dentro de uma organização — é a capacidade de conduzir os projetos digitais no ritmo ágil e com qualidade da entrega conforme alinhado com o cliente (alcance de metas).

Na RedFox, temos um olhar sistêmico para o desenvolvimento da cultura digital. Esse olhar é o que nos orienta para realmente conseguirmos transferir valor ao cliente durante o projeto, conforme a maturidade digital da organização dele. 

Acreditamos que a transformação digital se consolida quando são aplicados, de forma integrada, os pilares de estratégia, pessoas, cliente, processos de inovação, tecnologia e data analytics. E para condução dos projetos, utilizamos como referência a Metodologia Ágil

Com essa visão da “cadeia de negócios digital”, conseguimos garantir o acompanhamento do retorno financeiro, alcance das metas SLAs e atendimento às especificações a todo momento.

Quando há resultados fora da meta/expectativa, conseguimos realizar de forma ágil um tratamento do cenário e elaboração de plano matador (ação na causa raiz) para voltarmos ao eixo do projeto.

A expertise da visão de negócios facilita a antecipação do problema e alinhamento com a alta liderança da organização de forma constante. Esse objetivo é alcançado pela valorização do foco nos fins e pelos ajustes ágeis dos meios para que a solução digital seja um sucesso.

Comunicação clara e transparente com o cliente

O último ponto que quero ressaltar sobre a visão de negócios é a capacidade de comunicação. Falar com o grande executivo no mesmo idioma facilita o entendimento do mercado e das necessidades do cliente. E precisamos estar abertos a escutar o que ele tem a dizer.

Na RedFox, nós conseguimos manter uma conversa de alto nível com grandes executivos para discutir problemas e soluções porque temos um glossário dessa visão de negócios para nortear os trabalhos.

Manter um alinhamento com a alta gestão das empresas no seu core de mercado dá mais segurança tanto na negociação como para conseguir atender à demanda real.

Expertise de mercado, metodologia e comunicação: esses são os três pontos que vejo como grandes destaques para buscar novas demandas no mercado de tecnologia. São os pilares que aplicamos na nossa estrutura de trabalho e na visão de negócios. Se você quer levar um modelo de transformação digital para as organizações, o meu conselho é realmente dar atenção a eles! 

*Artigo originalmente escrito para o Linkedin por Gabriel Nogueira.

O que é telemedicina e quais são as vantagens para o setor da saúde

telemedicina

Vamos falar sobre o que é telemedicina? Podemos dizer que o conceito se trata de uma revolução na área da saúde, tpromovendo a democratização do cuidado a partir de tecnologias de telecomunicação e informação.

Essa modalidade de atendimento não só permite um maior engajamento entre médico e paciente como também promove a expansão da medicina para áreas de difícil acesso. Não é exatamente uma novidade no mercado, mas só agora passa a ser uma tendência promissora.

No Brasil, a telemedicina busca ampliar o impacto, com discussões sobre a regulamentação e como ela deve ser aplicada. Algumas instituições já passaram a usá-la, mas é importante que todo o setor esteja alinhado com o conceito desde já, entendendo os benefícios para a gestão hospitalar.

Separamos a seguir vantagens e expectativas da telemedicina para os serviços de saúde!

Tratamentos rápidos

Com as tecnologias de teleconferência, o paciente pode receber acompanhamento e cuidado à distância, permitindo que o médico participe mais do seu dia a dia. As vantagens vão desde um atendimento mais rápido e a redução da jornada do paciente até o aumento do número de acolhimentos para as instituições.

Maior inclusão a pacientes com necessidades

A telemedicina traz um aspecto inclusivo interessante para o atendimento de pacientes com necessidades especiais. Pessoas com problemas físicos, como cadeirantes, têm mais dificuldade para se locomover e o cuidado à distância reduz os esforços de terem que ir até o médico. Já para a instituição, essa característica agrega valor competitivo e melhora a logística hospitalar.

Democratização do acesso

Na democratização do acesso, podemos considerar a questão da expansão do conhecimento para as regiões de difícil acesso. Os hospitais nesses lugares costumam ter infraestrutura mais precária e poucos recursos tecnológicos, pois os recursos demoram a chegar.

A partir do contato à distância com outras instituições, os médicos de locais distantes conseguem acesso a serviços e informações que não poderiam proporcionar aos pacientes.

Promoção da prevenção

Se a telemedicina favorece o tratamento de doenças, é também um ponto importante para a disrupção do sistema de saúde, trazendo oportunidades para aumentar esforços na prevenção.

O médico consegue usar as ferramentas para executar um trabalho de conscientização, com dicas de hábitos saudáveis e rotinas que ajudam a prevenir doenças. A tendência para o futuro é uma medicina mais voltada para a boa saúde do que para o tratamento de doenças em si.

Auxílio a diagnósticos e compartilhamento de informações entre médicos

A telemedicina permite que os médicos e outros profissionais de saúde compartilhem conhecimento por meio digital. As vantagens se encaixam tanto em serviços de atendimento como para compartilhar informações entre profissionais.

É possível solicitar apoio de especialistas para diagnósticos mais precisos, discutir casos clínicos, trocar informações e serviços entre instituições, capacitar profissionais à distância e até realizar procedimentos com a supervisão de um médico via monitor.

Redução de custos

No sentido financeiro, essa é uma vantagem muito relevante da telemedicina. É só pensar na economia em equipamentos, mão de obra, custos de deslocamento para viagens e conferências etc.

Todas essas vantagens ajudam a entender o que é telemedicina e por que o mercado deve ficar atento para a tendência. Como complemento, fizemos uma entrevista com o Dr. Chao Lung Wen, que fala mais sobre o conceito. Veja a seguir!

Novas tecnologias revolucionam o foco dos serviços de saúde

serviços de saúde

As novas tecnologias começaram a ampliar o que se entende por serviços de saúde. Se antes o médico era a principal referência do paciente nos cuidados do corpo, hoje as inovações trazem mais autonomia para as pessoas sobre o próprio bem estar.

Mas se você pensa que a sua instituição médica vai perder referência por causa disso, pode ficar tranquilo. O que muda mesmo é o direcionamento dos cuidados. A medicina passa a trazer mais atenções para a prevenção, diminuindo o foco majoritário no tratamento das doenças.

Com o advento do home care, a tecnologia se torna um catalisador para ampliar os serviços de saúde. O paciente consegue obter insights e alertas para evitar problemas no organismo, mas ainda precisa do médico nesse acompanhamento. Conheça a seguir os novos rumos da medicina na Era Digital!

Telemedicina favorece o atendimento à distância

A telemedicina é ao mesmo tempo uma revolução nos serviços de saúde e também uma polêmica. Entre os avanços já disponíveis pela tecnologia, o modelo tem a vantagem de levar atendimento especializado à distância para comunidades e regiões de acesso precário aos cuidados.

Sabemos que o Brasil é um país de grande extensão territorial e muitas diferenças socioeconômicas. Há uma má distribuição dos médicos nas regiões mais distantes difícil de contornar, por mais que o governo crie incentivos, como foi o caso do Mais Médicos.

Só que a telemedicina tem o potencial para evoluir o nosso sistema de saúde para esse nível. Já existem centros de excelência que utilizam o modelo para diminuir os prejuízos dessas situações. No Piauí, temos o exemplo do Hospital Regional Tibério Nunes em Floriano, que se conecta com profissionais do Albert Einstein para avaliar diagnósticos e prontuários com mais precisão.

O formato da telemedicina também pode reduzir as filas de espera, já que muitos pacientes podem ter o diagnóstico sem precisar passar pelo consultório. Ainda falta uma regulamentação apropriada, mas a expectativa é que ela consiga fornecer serviços de saúde com responsabilidade a partir do cuidado assistido.

Serviços de saúde chegam à colaboração entre médico e paciente

E se o paciente pudesse ter mais participação e autonomia nos serviços de saúde? Essa é outra realidade que a tecnologia traz para a medicina moderna. As pessoas passam a ter cada vez mais autonomia sobre o próprio estado a partir de dispositivos, softwares e sistemas de acompanhamento.

Os wearables são um exemplo da revolução dos serviços de saúde, permitindo que o usuário acompanhe sinais vitais e fique em alerta para riscos de doenças como pressão alta e ataque cardíaco. Ao mesmo tempo, esse acompanhamento pode ser usado no tratamento de doenças, o que aumenta o poder colaborativo com o médico.

A partir de aplicativos, os próprios smartphones se tornaram uma maneira de aproximar médicos e pacientes. O Whatsapp e o Skype, por exemplo, podem ser usados como ferramentas para a telemedicina. Outros apps permitem acompanhar dados como quantidade de água ingerida  e a rotina de atividades físicas, entre muitas outras possibilidades.

Até a internet mesma pode facilitar o acesso à informação e o autodiagnóstico de forma colaborativa. É claro que a quantidade de sites duvidosos é imensa, mas há especialistas que distribuem conteúdos esclarecedores em plataformas como o Youtube e se colocam à disposição nas redes sociais.

O poder da tecnologia para expandir o conceito de serviços de saúde é como o universo: infinito. Com muitas mudanças já em andamento, só podemos dizer que o futuro da medicina já está acontecendo!

Se você quer saber mais sobre as novidades desse cenário, acompanhe o blog da RedFox e siga as nossas páginas nas redes sociais:

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O que a cultura data-driven pode fazer pelo seu negócio?

Cultura data driven

Você provavelmente não dirigiria um carro sem faróis durante a noite e nem entraria em uma caverna sem lanterna, certo? Assim como nesses exemplos, as empresas precisam entender que não dá mais para atuar no mercado sem desenvolver uma cultura data-driven.

Estamos falando de um modelo de gestão que utiliza dados e informações como foco para nortear as tomadas de decisão em um negócio. Essa cultura facilita o direcionamento e a visão de estratégias por meio de insights e correlação de ideias, proporcionando mais segurança nas ações.

Aqui, os dados têm a mesma função dos faróis do carro e da lanterna: gerar visibilidade e clareza. Se você quer saber mais sobre a cultura data-driven e como ela pode ajudar o seu negócio, acompanhe este artigo até o final!

Por que a cultura data-driven é tão importante?

É muito comum ver gestores usando a própria intuição para desenvolver estratégias de negócio. Essas tomadas de decisão têm embasamento em informações pertinentes, como ações da concorrência, público-alvo e tendências de mercado.

Só que apenas isso não é suficiente para definir o sucesso das estratégias, até porque nem sempre o que funciona para um negócio é o mais indicado para outro. A disrupção da sua empresa precisa ser direcionada pela cultura data-driven.

A partir de ferramentas digitais, esse modelo se destaca ao proporcionar dados para os planos de ação e desenvolvimento de diferenciais competitivos. Dados esses que conversam com o contexto real da sua empresa.

A análise das informações permite enxergar o relacionamento com o mercado, o fluxo dos processos internos e os resultados oficiais, entre muitos outros contextos. Com isso, você consegue identificar as melhores estratégias para guiar a empresa e realizar boas tomadas de decisão.

Vamos pegar o caso da Netflix como exemplo. A empresa é amplamente dirigida pelo Big Data, utilizando algoritmos para indicar conteúdos e obter informações sobre o comportamento dos usuários.

Toda a estrutura da plataforma se baseia em coleta e processamento de dados para aprimorar os serviços e gerar insights para novas produções. Até alguns roteiros são desenvolvidos a partir de inteligência artificial, como é o caso de Stranger Things.

As análises preditivas fazem a leitura de diversas informações durante o consumo. Entre elas, é possível entender o momento em que o usuário assiste a um conteúdo do catálogo; as interações realizadas, como avanço, retorno e pausa de tempo; a classificação do conteúdo e o dispositivo que acessou a plataforma. Tudo isso é valioso para entender o perfil do usuário e como melhorar a experiência.

E é assim que a cultura data-driven funciona. Ela pode apontar as diretrizes para a gestão de negócios a partir de informações ricas sobre todo o ciclo de atividades e/ou consumo dos serviços e produtos — independente se o seu objetivo é entender o seu público-alvo, os processos ou os modelos de sistemas adotados na empresa.

Como implantar o modelo corretamente?

Convencido da importância da cultura data-driven? Então agora você precisa definir como inseri-la no seu modelo de negócios.

O ponto principal para ter em mente é que ela está diretamente atrelada à utilização de dados para a tomada de decisão, sejam eles originários do seu público, das equipes internas ou de equipamentos, por exemplo. 

Assim, você precisa utilizar ferramentas adequadas que coletam e filtram os dados para identificar o que realmente tem valor para a empresa. A partir da automação do processo, a capacidade analítica se torna mais eficaz, acelerando esse filtro.

A coleta de dados é o primeiro passo para realizar o processamento adequado das informações. Mas não basta gerar um mar de informações se sem saber o que fazer com elas.

Procure as ferramentas adequadas para armazenar e processar as informações coletadas. A infraestrutura também precisa ser muito bem planejada para que os dados não se percam.

Quais ferramentas adotar?

A automação e a inteligência artificial são as ferramentas de maior impacto para uma cultura data-driven. Elas estão presentes em ferramentas como a Internet das Coisas e o Big Data.

Enquanto a IoT é eficaz para coletar dados, o Big Data atua no processamento para gerar os insights. Nos espaços físicos, o usuário consegue interagir com dispositivos conectáveis à rede, coletando as informações.

Mas isso também é possível por plataformas digitais, como as redes sociais e aplicativos. Os ambientes on-line trazem ferramentas como os chatbots, que conversam de forma rápida e instantânea com o usuário. Para o público, há vantagens pela autonomia e conforto na hora de solucionar dúvidas e realizar outras ações.

Em relação à infraestrutura, a tendência é abandonar o armazenamento em servidores internos para utilizar as nuvens. Além de mais segurança — os riscos de perda dos dados reduzem muito — elas permitem o acesso de qualquer lugar, à distância.

O segredo para implementar elementos como esses na sua empresa é ter uma empresa de tecnologia parceira de qualidade. Na RedFox, desenvolvemos sistemas e plataformas alinhados com as principais tendências digitais do mercado.

Nossos softwares usam inteligência artificial para promover os melhores insights e organizar os processos das suas equipes. Entre em contato e confira os nossos serviços!

Renata Pietro (Coren-SP) conta dificuldades na disrupção de cuidados com o paciente

Renata Pietro fala sobre tecnologia e cuidados com o paciente

Em mais uma entrevista para a série “Transformação digital na saúde”, a RedFox conversa com Renata Pietro, presidente do Conselho Regional de Enfermagem (Coren) do Estado de São Paulo. O tema da vez é a tecnologia na entrega de cuidados com o paciente.

Pietro conta as dificuldades e gargalos do setor rumo à disrupção dos processos e como a capacitação de profissionais é importante para esse cenário. Para ela, a transformação digital está diretamente relacionada à melhoria da qualidade dos serviços.

“Eu acredito que transformação digital é tudo aquilo que vem de encontro com o que o gestor busca para melhorar as suas práticas. Tudo que podemos colocar hoje no mercado para melhorar o desempenho da equipe e o alcance dos serviços e que possa gerar uma qualidade e efetividade é considerado uma transformação digital”, diz.

Mas o que atrapalha os gestores a adotarem as tecnologias no Brasil? Confira a seguir os principais gargalos apontados pela diretora do Coren-SP para a disrupção dos cuidados com o paciente!

Barreiras culturais

Renata acredita que um dos principais empecilhos para a adoção de tecnologias na enfermagem brasileira é a cultura do setor. Para ela, as instituições precisam ser mais ativas na busca por soluções tecnológicas que mudem os processos.

“Acho que a grande dificuldade é colocar um pouco mais de iniciativa para mudar o processo de trabalho. Quando pensamos em toda essa tecnologia, temos menos de 40% da indústria trabalhando esses dados. Quando a gente fala em digitalização, todo o cenário geral ainda é muito lento aqui. A gente ainda padece um pouco dessa transformação e desse desenvolvimento”, contextualiza.

Ainda na cultura, ela reforça a importância de olhar para os profissionais, pois eles também estão inseridos no ciclo. O problema é a forma como eles se relacionam com cada instituição.

“O nosso profissional muitas das vezes tem mais de um vínculo empregatício e cada empresa tem uma cultura que determina o serviço. Então, temos muitas barreiras para vencer para conseguir colocar um serviço que vá automatizar ou modificar o desfecho frente ao cuidado”.

Necessidade de capacitação profissional

Aproveitando o gancho, há mais uma questão que envolve os profissionais na melhoria dos cuidados com o paciente: eles precisam de capacitação constante para acompanhar as novidades e dinâmicas do mercado, bem como as novas tecnologias.

 “Nós precisamos capacitar essas pessoas, precisamos ter colaboradores capacitados para trabalhar esse cenário. A qualificação do profissional é um dos gargalos”, aponta a presidente do Coren-SP.

“No Coren-SP, nós temos uma unidade que se chama Coren Educação, onde promovemos estratégias de treinamento e capacitação para a equipe e profissionais de enfermagem, sejam eles enfermeiros, técnicos ou auxiliares. Cada vez mais, a gente vem trazendo um olhar para mudar o cenário cotidiano da assistência, porque isso merece ter uma visualização e um desenvolvimento diferente com melhores resultados para o paciente”.

Falta de acesso por distância

Ainda há muitas instituições que não conseguem adotar tecnologias devido às questões de localização. Por estarem em locais de difícil acesso, as novidades simplesmente não chegam, dificultando a qualidade do trabalho e do atendimento.

“[O] gargalo é colocar um serviço que traga qualidade e segurança para o paciente e também para a equipe que está ali trabalhando com ele. […] Se nós pensarmos em uma tecnologia mínima, uma pulseira de identificação que custa R$ 0,10, quantos serviços em nosso país ainda não conseguem colocar esse tipo de estratégia?”, questiona Pietro.

Para contextualizar esse cenário, ela toma como exemplo a prescrição informatizada. É uma tecnologia que apura melhores resultados nos cuidados com o paciente, ajudando o trabalho dos profissionais.

“Nós sabemos que uma prescrição informatizada reduz 70% as chances de um evento adverso associado a uma interação de farma. Muitas instituições ainda não conseguem ter uma prescrição informatizada. O desafio ainda é muito grande por conta de o nosso país ser continental. Isso dificulta muito o trabalho da enfermagem”.

Dificuldade de investimento

E um último problema que Renata cita é o próprio modelo do sistema de enfermagem que temos no Brasil. Ela acredita que o setor ainda é muito segmentado e fragmentado, focando muito na questão de custo e prazo de implementação.

“Acho que o mercado hoje está muito voltado para um modelo médico-cêntrico onde você tem as instituições trabalhando como uma grande empresa, muito preocupadas com a questão de prazo e, obviamente, como isso impacta de forma orçamentária”, descreve.

Porém, a tendência para a diretora do Coren-SP é que os cuidados com o paciente comecem a ganhar mais destaque nesse cenário. Com isso, esse gargalo para a adoção de novas tecnologias vai precisar ser repensado em breve e, quem sabe, superado rumo a uma cultura mais aberta.

Confira a entrevista completa com Renata Pietro no vídeo a seguir:

Quais são os principais gargalos na logística hospitalar?

A logística hospitalar afeta todos os setores da instituição

Imagine a seguinte situação: você vai a um hospital, realiza os exames e precisa fazer um tratamento específico. Só que a instituição não tem os medicamentos necessários porque o gestor não se atentou para a logística hospitalar. Então, os remédios ficam em falta e você, como paciente, sai frustrado do atendimento.

Se você não tem o hábito de acompanhar todos os processos da sua instituição, pode acreditar — esse tipo de situação é mais frequente do que você imagina! É muito comum a administração priorizar outras atividades do setor, abrindo espaço para o surgimento de verdadeiros gargalos no controle de medicamentos e outros itens essenciais para o bom funcionamento do sistema.

A logística hospitalar é responsável não só pelo estoque de remédios, mas também pela administração de todos os recursos, como maquinários, finanças, pessoas e informações gerais. Ela deve organizar, coordenar e planejar todas as atividades operadas internamente, garantindo a qualidade no atendimento.

Você sabe quais são os desafios que a má administração desse processo precisa superar? Confira a seguir os principais problemas gerados pela falta de controle da logística hospitalar.

Falta de remédios e itens hospitalares

Já citamos este tipo de gargalo da logística hospitalar no começo deste artigo. Ele se destaca porque, quando pensamos nas atividades do setor, remédios e equipamentos são itens fundamentais em uma instituição de saúde.

Principalmente em casos de urgência e emergência, as operações e cirurgias precisam de medicamentos e suprimentos de saúde como anestesias, seringas, vacinas e muito mais produtos que auxiliam nos cuidados com o paciente. Sem eles, a maioria dos serviços hospitalares se torna inviável.

A logística precisa estar atenta em relação aos estoques para evitar a falta dos insumos mais usados no atendimento. Quanto maior a demanda de um medicamento, maior é a necessidade de reposição.

Carência de profissionais

As pessoas também fazem parte da logística hospitalar. O posicionamento adequado dos profissionais nos turnos é função da gestão administrativa, que precisa garantir a presença de médicos, enfermeiros e demais colaboradores para um atendimento de qualidade.

Neste caso, a falta de profissionais nos turnos prejudica o andamento das atividades e consultas, podendo causar desde o aumento na fila de espera até a inviabilidade de realização de exames e procedimentos.

Por isso, os gestores precisam ficar atentos para as necessidades de pessoal dentro da instituição, acompanhando as jornadas de trabalho e os imprevistos de cada profissional. É importante ter estratégias de segundo plano para casos de faltas e buracos nas agendas, preenchendo os espaços com o voluntarismo de outros profissionais.

Infraestrutura de estoques inadequada

A principal causa para a falta de medicamentos é uma má gestão dos estoques. Isso pode incluir tanto um mau gerenciamento das quantidades como a ausência de uma infraestrutura adequada para realizar esse acompanhamento.

A qualidade do local de armazenamento dos remédios precisa estar de acordo com as especificações. A temperatura e a umidade devem estar adequadas para a conservação química, até porque vários medicamentos precisam ser refrigerados.

Muitos hospitais deixam de controlar essas questões. O resultado? Perda de estoques e prejuízos para a instituição! Mas o pior contexto mesmo é a utilização de um medicamento vencido no tratamento do paciente, o que pode até piorar o quadro de saúde.

Falta de tecnologia apropriada

No exemplo que iniciou este artigo, a falta de remédios poderia facilmente ser substituída pela ausência de equipamentos. O paciente não teria o atendimento adequado para a realização de exames e, pior ainda, não poderia ter um diagnóstico preciso sobre o estado de saúde.

Quando a logística hospitalar é deixada de lado, o controle de todos os insumos fica bagunçado, inclusive a aparelhagem para um atendimento completo. Se uma máquina quebra, pode demorar muito tempo para que ela seja consertada em um ambiente sem controle.

Mas a tecnologia não se resume somente aos equipamentos. Sistemas e softwares são muito importantes para realizar uma boa gestão do fluxo geral. Eles permitem acompanhar todas as informações referentes ao que acontece nas dependências da instituição, como as demandas de consultas, disponibilidade de profissionais, agendas médicas e inclusive o estado de máquinas e estoques de medicamentos.

Todos esses elementos estão ligados à logística hospitalar. Ou seja, um bom sistema de gestão é a chave para controlar os insumos e permitir que a instituição esteja em ordem. Então você deve garantir que as equipes tenham as ferramentas adequadas e estejam alinhadas com a tecnologia disponível no seu hospital.

Uma boa logística hospitalar contribui para a eficiência do fluxo de caixa e para a qualidade no atendimento. Por isso, a sua instituição de saúde precisa contar com um parceiro especializado no fornecimento de tecnologia. Confira por que a RedFox é a melhor opção para realizar a transformação digital da sua instituição de saúde!

A transformação digital no atendimento de urgência e emergência

atendimento de urgência e emergência

Urgência é definitivamente a palavra-chave nos ambientes de pronto-socorro. Isso significa que o local precisa ter um acolhimento rápido e eficaz, o que facilita muito se sua equipe conta com a ajuda da tecnologia nas tomadas de decisão, principalmente na triagem de urgência e emergência.

Se o paciente chega ao hospital com ataque de miocárdio, por exemplo, não pode esperar até que os pacientes anteriores sejam atendidos, já que o risco de fatalidade é grande. E você com certeza não quer que a sua instituição se responsabilize pela falta de cuidado, não é mesmo?

É por isso que existe a triagem, estabelecendo a prioridade na fila. Ela determina que os casos de emergência e urgência devem ficar à frente. Muitas pessoas acham que os dois conceitos são sinônimos, mas eles têm as diferenças.

O exemplo que citamos acima é um caso claro de emergência, uma situação com risco de morte que precisa de imediatismo. A urgência também se dá em situações críticas, mas não há ameaça instantânea — ela pode, entretanto, se tornar emergência se não for solucionada com rapidez.

Vale ressaltar que a determinação de prioridades precisa ser dinâmica. Como organizar as filas nos pronto-socorros a fim de proporcionar atendimento de urgência e emergência adequado? A tecnologia é a resposta!

Descubra a seguir como ela auxilia médicos e enfermeiros na missão de salvar vidas.

Saiba como a tecnologia melhora o atendimento de urgência e emergência

A triagem começa quando o paciente chega à unidade e é atendido pelos enfermeiros. A decisão precisa ser efetiva e segura, mas os enfermeiros não têm o algoritmo específico para selecionar os graus de urgência.

A tecnologia, por outro lado, só tem a agregar para a sua instituição de saúde, com mais assertividade e velocidade no acolhimento.

Sem tecnologia…

Vamos imaginar uma sala de espera em que o atendimento é manual. Enfermeiros perdem tempo ao separar a ordem de prioridade e ao levar as fichas para os médicos. Por sua vez, os médicos precisam sair das salas o tempo todo para chamar um paciente. Isso porque ainda existe a dificuldade em localizar o próximo da lista!

… com tecnologia!

Toda essa morosidade no processo é reduzida com a aplicação de um sistema de triagem automatizado para fazer a seleção e o encaminhamento de acordo com o grau de risco. A tecnologia consegue acelerar o processo de atendimento de urgência e emergência, poupando os esforços das equipes.

No acolhimento, o enfermeiro registra as informações diretamente no sistema, que cria um prontuário eletrônico. O profissional então consegue entender melhor a classificação de risco de acordo com as indicações eletrônicas, organizando o fluxo de atendimento de forma mais efetiva.

A ideia é integrar as soluções e tecnologias para alinhar as equipes em prol desse atendimento assertivo. A inteligência artificial molda os parâmetros de urgência e insere as fichas no sistema de acordo com a prioridade.

Com tecnologia, os seus processos ganham uma enorme vantagem não só por fazer o atendimento de acordo com as normas de saúde, mas também porque seguem a tendência de gestão focada no paciente.

Inspire-se com casos de sucesso

Os sistemas de triagem são uma realidade indiscutível em muitas instituições de saúde. Mas a transformação digital não fica parada; o avanço permite melhorar cada vez mais o acompanhamento médico.

Para você se inspirar na disrupção do atendimento de urgência e emergência do seu hospital, separamos alguns casos interessantes divulgados na mídia. Veja a disrupção no SAMU e no Hospital Tacchini!

SAMU Emergência

Há alguns anos, o serviço de resgate emergencial do SAMU já trabalha com tecnologia adaptada para acelerar o atendimento. A instituição utiliza vários aplicativos para facilitar a vida de profissionais e pacientes, como o WhatsApp.

Um destaque é o SAMU Emergência. O app permite ao usuário acompanhar a localização da ambulância, enquanto que a própria equipe médica consegue ter acesso aos dados do paciente de forma segura.

Ele é integrado às redes sociais, mas sem invadir a privacidade do usuário. Pela ferramenta, é possível cadastrar familiares e amigos para serem acionados nos casos de emergência.

A solicitação também fica registrada no perfil do paciente, o que ajuda a controlar trotes que atrasam o atendimento de quem realmente precisa.  Legal, não é?

Hospital Tacchini

Um caso mais recente de disrupção no sistema médico é o Hospital Tacchini, no Rio Grande do Sul. Em setembro de 2018, a instituição adotou uma nova tecnologia para melhorar a triagem para atendimento a pacientes em estado de infarto.

O Protocolo da Dor Torácica foi desenvolvido para monitorar todo o atendimento do paciente, desde a chegada ao pronto atendimento e exames até a estabilização do quadro e serviços auxiliares.

O sistema permite uma comunicação rápida entre os setores médicos, facilitando o atendimento de urgência e emergência voltado para problemas do coração. Para a eficácia, o Hospital Tacchini investiu ainda no treinamento das equipes para capacitação do uso da ferramenta.

Segundo dados divulgados, o protocolo diminuiu a espera de atendimento de uma média de 120 minutos para até 90 minutos.

Busque a transformação digital do seu atendimento

Se a sua instituição ainda não acompanha as inovações e soluções para o atendimento de urgência e emergência, o que está esperando para começar a transformação digital? O uso de tecnologias melhora desde o tempo de atendimento até a qualidade e o foco do trabalho das equipes.

A RedFox Soluções Digitais está preparada para atender a sua demanda, seja no ambiente de pronto-socorro ou na melhoria dos processos administrativos e gestão de escala. Realizamos uma análise das necessidades junto ao cliente, entendendo o que precisa ser feito de forma personalizada para cada caso.

Entre em contato com o #teamred e descubra o que podemos fazer pela sua instituição!