Como a digitalização do processo manual contribui para os resultados da empresa
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Como a digitalização do processo manual contribui para os resultados da empresa

As tarefas com processo manual estão mais suscetíveis a erros de natureza humana, que interferem no desempenho dos resultados. Isso porque informações sem acuracidade atrapalham os líderes nas tomadas de decisão e podem levar a ações catastróficas.

Nós da RedFox enxergamos a automação como a melhor saída para conter esse contexto. Existem várias tarefas que podem ser executadas por soluções digitais, diminuindo riscos como o arquivamento e gestão de documentos.

Enquanto muitas empresas ainda trabalham com papéis, por exemplo, há sempre chances de perder informações no manuseio dos documentos. Já em uma empresa em transformação digital, os dados ficam protegidos na nuvem e em sistemas seguros.

Então, para evitar os prejuízos causados pela falha humana, é importante ter meios de identificar os gargalos e corrigi-los. É nesse contexto que desenvolvemos o SmartProcess, uma solução importante para aperfeiçoar os processos e dar visibilidade aos gestores.

Com a nossa solução, a sua empresa consegue corrigir problemas comuns ao processo manual e ainda automatizar tarefas de caráter repetitivo. Confira a seguir alguns tipos de erro humano que podem prejudicar a sua empresa e como a nossa solução pode ajudar!

Falta de atenção

Uma característica natural do homem é que nós nunca estamos totalmente focados. Por diversos motivos, podemos nos distrair ao executar uma tarefa, causando erros que podem ser identificados tardiamente, quando já prejudicaram o andamento das atividades.

Assim, contar com um sistema de gerenciamento de processos é uma forma interessante de conter esses problemas. No SmartProcess, há algoritmos inteligentes que ajudam a identificar erros nas informações inseridas e solicitam a readequação, evitando que os dados sejam repassados de forma errada no fluxo do processo.

Fadiga ou cansaço

Seja pela complexidade de um trabalho, jornadas de trabalho extensas, excesso de pressão dos gestores, entre outros motivos, o colaborador pode fazer as atividades cansado ou esgotado.

Dessa forma, torna-se muito difícil realizar um trabalho com primazia e qualidade. Com a queda de desempenho, o funcionário fica suscetível a cometer erros e deslizes,prejudicando o andamento dos processos.

As tarefas executadas por meio de soluções digitais estão livres desse contexto, já que a máquina pode funcionar ininterruptamente sem ter a qualidade afetada.

Negligência a informações

Em meio a grandes volumes de dados, o processo manual dificulta a leitura das informações para as tomadas de decisão, principalmente quando as informações estão registradas em papel. Assim, muitos dados podem ser esquecidos ou deixados de lado nas análises.

Enquanto a atividade humana se torna mais complexa para lidar com tanto material, tecnologias como inteligência artificial, big data e analytics presentes no SmartProcess têm potencial para realizar o processamento com mais agilidade.

A ideia é incentivar a digitalização das informações, deixando o papel de lado. Assim, todos os dados ficam disponíveis no sistema para utilização dos algoritmos, gerando relatórios mais completos e consistentes.

Falta de capacitação

Nem todos os funcionários estão capacitados para lidar com o processo manual, tendo um desempenho limitado nas atividades delegadas. Isso pode acontecer devido à falta de cuidado na seleção, realocação indevida ou mal elaborada, acúmulo de função originada de outros cargos, entre outros motivos.

Ter mais atenção ao perfil dos profissionais ou mesmo capacitá-los é uma saída para o problema, mas os erros também podem ser corrigidos – de forma até mais confiável – a partir da automação do processo, utilizando sistemas e plataformas com algoritmos inteligentes para realizar atividades repetitivas e mecanizadas.

Se o SmartProcess tem meios de facilitar essa questão, também traz uma biblioteca digital que pode ser alimentada com materiais de treinamento. Assim, os gestores contam com uma ferramenta otimizada para desenvolver a capacitação da equipe a partir de treinamentos ágeis e com baixo custo.

Outra vantagem é a identificação dos funcionários que precisam atualizar o conhecimento. A partir do acompanhamento das atividades, a solução emite diagnósticos que sinalizam a falta de cumprimento dos padrões, avisando quando um colaborador precisa ser retreinado.

Falta de comprometimento

Outro problema no processo manual originado da má seleção é a escolha de profissionais sem comprometimento com a empresa. Eles tendem a executar as demandas sem o cuidado adequado, caindo em contextos já citados, como a falta de atenção e a negligência aos procedimentos e dados, ou mesmo atrasar as entregas.

A identificação desses profissionais nem sempre é possível na contratação, mas, quanto mais uma empresa automatiza seus processos, maiores são as chances de as entregas serem feitas de acordo com a demanda.

O SmartProcess tem uma funcionalidade que desenha o processo de forma que o usuário execute as tarefas dentro das regras especificadas, ou seja, o sistema garante que a execução de todas as etapas críticas sejam cumpridas, independente do comprometimento do colaborador.

Erros propositais e corrupção do processo

Quão confiáveis os seus profissionais são? Vemos com frequência empresas acusadas de corrupção e caixa dois nos noticiários. Enquanto isso pode de fato ocorrer nas altas gerências, também pode ser premeditado por líderes e gestores de cargos inferiores, com acesso aos processos financeiros.

Esse contexto é mais característico de empresas de grande porte, onde as etapas costumam ser longas e passam pelas mãos de várias pessoas. Ter uma ferramenta digital para rastrear todas as movimentações é uma forma de evitar a corrupção e ações ilegais dentro do seu negócio. No SmartProcess, esse acompanhamento é facilitado por um dashboard de fácil visualização que identifica os responsáveis pelas tarefas.Se a sua empresa apresenta erros humanos com frequência por ter um processo manual, a nossa solução tem tudo para ajudar a aumentar os resultados do negócio. Entre em contato com a equipe RedFox e converse com um de nossos especialistas sobre o SmartProcess!

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A transformação digital na modelagem de processo

A modelagem de processo é uma prática que melhora resultados a partir de regras de negócios, permitindo a visualização dos caminhos que cada etapa pode seguir.

O modelo evoluiu bastante com o passar dos anos, saindo da total falta de atenção no acompanhamento para a atual disrupção, com soluções que facilitam a visibilidade das ações.

Na década de 1980, por exemplo, as empresas tinham um fluxo de trabalho extremamente manual e deixavam de olhar para os processos. Não havia uma preocupação em verificar o ciclo das tarefas ou os responsáveis pelos gargalos.

Conforme a tecnologia ganhou espaço no mercado, esse cenário passou por mudanças. Até o começo dos anos 2000, várias organizações já aplicavam técnicas de redesenho dos processos. Então, elas passaram a ver os processos de uma forma mais ampla, entendendo as tarefas executadas.

Mas como se deu essa mudança e como a transformação digital ajuda a evoluir a modelagem de processo? Vamos entender a seguir!

A influência da Administração Científica de Taylor nos processos

O avanço da tecnologia é um forte catalisador na evolução da forma de ver os processos, mas as teorias de vários autores também trazem a contribuição importância. Um dos grandes destaques é a proposta de Frederick W. Taylor, publicada em 1911.

Ele desenvolveu o conceito da Administração Científica, com uma série de métodos com o objetivo de gerar produção máxima com o mínimo custo. São 5 propostas centrais: planejamento, padronização, especialização, controle e remuneração.

As ideias apresentam um contexto que chegaria a beneficiar empresas em detrimento dos funcionários nas décadas seguintes, promovendo:

  • organização predefinida do trabalho, comparando-se a uma máquina;
  • subvalorização da qualificação dando lugar a tarefas repetitivas;
  • visão do salário como fator pouco relevante para a satisfação dos colaboradores;
  • administração fazendo a exploração dos funcionários em prol das empresas.

Apesar de prejudicial e alienador para a massa trabalhadora, o modelo de Taylor foi pioneiro para melhorar a organização da linha de produção. O interessante é que podemos enxergar parte dessas propostas no uso das tecnologias modernas nos processos, as quais são desenvolvidas para substituir o homem nas tarefas repetitivas.

O novo cenário da modelagem de processo

O avanço da tecnologia abriu espaço para o surgimento de soluções inovadoras de gestão, beneficiando a modelagem de processo. São ferramentas que mapeiam os processos dentro da empresa, gerando insights para entender o que funciona adequadamente e quais são os gargalos.

A metodologia do BPM é um exemplo para expandir a visão de negócios, mas já é possível apresentar algo mais complexo e completo. Ao pensar na criação de ferramentas para modelagem de processo, há necessidade de acompanhar mais de perto o que acontece em tempo real dentro do desenho do processo.

Para isso, o full-time equivalent (FTE) se mostra uma metodologia interessante. O método permite analisar o grau de envolvimento dos colaboradores nas ações e projetos do fluxo do processo, utilizando regras de negócio.

Assim, pode-se a entender a quantidade de pessoas necessárias para executar uma tarefa específica, permitindo organizar a demanda adequadamente. Esse tipo de solução proporciona um melhor desenho do processo para acompanhar as funções de cada funcionário e as necessidades de reestruturar os fluxos.

O FTE pode ser aplicado a novas plataformas inteligentes que permitem relacionar as atividades em execução no ecossistema às metas planejadas. A partir dos grandes volumes de dados gerados, a modelagem de processo moderna consegue então proporcionar insights mais precisos.

Smart Process: a solução para processos inteligentes

Ao observar as dores e dificuldades do mercado, a RedFox desenvolveu o Smart Process, uma plataforma avançada para a modelagem de processo. A solução traz ferramentas que ampliam a visão de negócios, facilitando a resolução de diversos problemas da gestão.

O desenho do processo proporciona uma visibilidade mais clara das metas e resultados, favorecendo a rastreabilidade. Isso porque gera transparência sobre quem inclui as informações no sistema e quando isso acontece.

A atualização pode ser acompanhada em tempo real, facilitando o controle das atividades. A partir do FTE, o usuário ganha acesso a insights para identificar as demandas de mão de obra e o esforço necessário na execução das tarefas.

Outro benefício é a integração de dados e sistemas, que ficam concentrados em um único lugar. Uma vez que todas as informações estão na plataforma, o gestor consegue estruturar o seu centro de controle operacional, executando uma gestão mais eficiente.

Essas são apenas algumas vantagens do Smart Process. Para saber mais sobre a solução e como ela pode evoluir a sua modelagem de processo, entre em contato com o team Red!

o que é transformação digital
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O que é transformação digital e qual o impacto no seu negócio?

Você sabe o que é transformação digital? Muitas pessoas acreditam que ela é um bicho de 7 cabeças e tendem a confundi-la com digitalização. Na minha jornada como empreendedora, vejo que muito disso se deve à falta de compreensão sobre o termo.

A transformação digital é o processo pelo qual as empresas passam a resolver problemas complexos por meio da tecnologia. Nesse contexto, apesar da relevância da implantação de ferramentas digitais para alcançar resultados mais sustentáveis, é impossível atingir esse objetivo só com isso.

Ou seja: mais do que simplesmente aplicar tecnologia, acredito que transformação digital se trata de uma maneira de repensar os processos gerando valor para a organização, adequando-se às reais necessidades.

Se as soluções digitais não forem aplicadas com um objetivo de resolução de problemas, a transformação digital pode fracassar, já que deixa de suprir uma demanda específica. Por isso, saber com clareza o que é transformação digital e os benefícios dela é o primeiro passo para obter sucesso nas mudanças.

Quais vantagens a transformação digital traz para uma empresa?

A transformação digital se tornou sinônimo de diferenciação e vantagem competitiva. Com a melhoria dos processos a partir de tecnologia, uma empresa pode se destacar na oferta de melhores serviços, reforçando a imagem no mercado.

Mas os benefícios vão além. Tornar os processos ágeis, com foco no cliente, proporciona melhorias significativas, como:

1) impacto direto nas vendas – a melhor experiência para o cliente normalmente traz uma maior satisfação e este sentimento pode ser percebido diretamente no aumento das vendas, pois essa experiência tende a se tornar um diferencial competitivo diante dos demais concorrentes.

2) aumento da produtividade – a redução de processos operacionais manuais simplifica as atividades e trazem mais resultados, promovendo uma evolução do modelo de negócios;

3) redução de custos – a automação das atividades diminui a necessidade de pessoas nos processos, bem como traz a própria aceleração da produtividade, levando à economia de recursos.

Qual é o impacto da transformação digital na sua empresa?

A transformação digital precisa ser aplicada com objetivos muito claros e alinhada à estratégia da organização. Além disso, um fator de sucesso de extrema importância e que muitas vezes é negligenciado durante um processo de TD são as pessoas e a cultura da empresa.

Eu entendo que a cultura precisa estar muito alinhada com a estratégia da organização para que a TD funcione de maneira efetiva. Vemos muitas empresas fracassarem justamente por isso.

A melhor forma de incentivo é fazer com que as pessoas se tornem parte do processo de transformação e tenham voz ativa na sugestão para resolver problemas. Digo isso porque, muitas vezes, os executivos se esquecem de envolver o time operacional no desenho de uma nova solução.

Isso gera problemas enormes, desde a baixa adesão entre a equipe até uma falta de entendimento correto dos gargalos, o que leva à implantação de uma ferramenta que não elimina de fato as dores da empresa.

As áreas devem funcionar juntas para que todos os processos funcionem da maneira correta. Então, se você inserir uma tecnologia de maneira isolada em um departamento sem olhar o impacto que aquilo pode gerar nos demais, vai dar um tiro no pé.

Há muitos casos que buscam aplicar a tecnologia em cima dos processos atuais, sem olhar como eles podem ser melhorados. Nesse caso, a empresa não está fazendo TD, mas sim digitalização. Este é um erro muito comum nas grandes organizações.

Então como aplicar a transformação digital corretamente?

Se você considerar o cenário que eu desenhei até aqui sobre o que é transformação digital, já tem uma boa margem para aplicá-la na sua empresa. Mas eu enxergo 3 alavancas fundamentais para as ações:

1) melhoria da experiência do cliente – as ferramentas de UX ajudam a proporcionar mais conforto e qualidade na forma como o público interage com um produto;

2) desenvolvimento de soluções – elas precisam ser criadas de forma que realmente gerem novas linhas de receitas, tendo um propósito dentro da organização ;

3) e melhoria de processos – as mudanças devem fazer sentido para a evolução do trabalho e da produtividade, resolvendo problemas que a equipe tem dificuldade em lidar.

Ao atuar nessas frentes, uma empresa tem mais chances de aumentar o potencial de competitividade e aplicar uma transformação digital com sucesso. Agora que você já sabe o que é transformação digital, vamos conversar sobre as necessidades da sua empresa?

*Artigo originalmente escrito para o Linkedin por Isabela Abreu.t

Além do BPM conheça o próximo passo das ferramentas de gestão operacional-min
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Além do BPM: conheça o próximo passo das ferramentas de gestão operacional

A gestão de processos é uma atividade fundamental para garantir uma operação sustentável e escalável. Existem várias ferramentas que facilitam esse trabalho, como as baseadas em BPM — que apesar de seu potencial, apresenta diversos pontos que podem ser melhorados.

Para quem está por fora do assunto, essa sigla significa Business Process Management, que se traduz numa metodologia de gerenciamento para facilitar processos organizacionais, registrando informações sobre a execução das atividades na empresa. 

Isso permite ao gestor obter insights para as tomadas de decisão e alinhamento de funções, garantindo a evolução da gestão da organização.

Apesar dessa facilidade, a RedFox enxerga que a tecnologia atual nos permite ir muito além desse modelo. As soluções digitais que se pautam na metodologia BPM podem evoluir para ferramentas ainda mais completas, automatizando também os insights para que as tomadas de decisão se tornem mais ágeis.

Vamos falar sobre como desenvolver soluções que vão além da visão de processos do BPM?

Quais são as limitações da gestão de processos e do BPM?

Embora as ferramentas de BPM ajudem a ter uma visão do negócio, elas dificilmente vão além desse propósito. 

A razão é a forma generalizada e estática que as informações são apresentadas por grande parte desse tipo de solução, o que inviabiliza responder questões como o que, onde, quando, por quê, como e por quem o processo é realizado.

Além disso, tal tecnologia demanda a interpretação de dados pelo gestor, tornando a leitura passível ao erro humano.

Para superar esses desafios, a RedFox acredita na implementação de soluções capazes de capturar e analisar grandes volumes de dados, a partir do big data.

Além de insights mais precisos, a aplicação de machine learning e analytics permitem uma análise pormenorizada, viabilizando a melhorar as tomadas de decisão e o desenvolvimento das equipes.

Sem contar que esse direcionamento permite ter visão e gerenciamento  sobre todo o ecossistema, ao passo que as ferramentas BPM se restringem à gestão de processos.

Até porque, para a empresa se tornar mais eficiente, precisa ter uma visão de negócios ágil que maximize receitas e minimize custos.

Dessa forma, é possível evitar problemas na cadeia antes que eles apareçam ou, no mínimo, reduzir os impactos deles. 

Se você tem interesse em entender melhor sobre o assunto, entre em contato com a nossa equipe e descubra como resolver esse cenário na sua empresa!

A importância da visão de negócios para uma boa gestão de tecnologia-min
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A importância da visão de negócios para uma boa gestão de tecnologia

Vejo as startups de tecnologia como organizações de alta capacidade de transformação da vida da sociedade e seu ambiente. Elas podem resolver problemas complexos através de soluções digitais disruptivas, mas precisam de uma visão de negócios para direcionar os objetivos e correta aplicações de recursos.

Estou falando de um elemento-chave para uma real efetividade das soluções. Tal visão complementa a parte técnica da tecnologia, que garante que a solução esteja relacionada a uma demanda com escalabilidade (volume). E claro, traga retorno financeiro para o acionista.

Temos visto no mercado várias ideias/iniciativas de startup que iniciam seu desenvolvimento sem elaborar um plano de negócios mínimo que valide o modelo conceitual. No final, elas não se sustentam e perdem toda a aplicação de recursos e investimentos efetuados.

Isso ocorre porque falta a visão de negócios. Há vários pontos que devem ser avaliados para desenvolvê-la, mas quero ressaltar três que considero essenciais.

Alinhamento das necessidades 

Nós da RedFox temos estruturado um processo de ideação na qual a solução somente entra no fluxo de desenvolvimento após várias etapas de confirmações quanto a aspectos de mercado, técnicos e financeiros. Além disso, procuramos estruturar o formato ideal da formalização de parcerias.

Utilizamos essa prática dentro da nossa empresa — que aplicamos durante anos em nossos clientes através das consultorias de gestão — refletindo um cenário de segurança e norte no qual vale a pena avançar e investir na solução. 

Assim, enxergo a capacidade de estruturar um modelo de negócio digital que realmente resolva um problema complexo — com foco nos fins — e que traga retorno financeiro como um grande diferencial no mercado de startups. 

Aplicação de metodologia adequada

Outro momento importante de ter a competência de visão de negócios — principalmente quando se entrega uma solução dentro de uma organização — é a capacidade de conduzir os projetos digitais no ritmo ágil e com qualidade da entrega conforme alinhado com o cliente (alcance de metas).

Na RedFox, temos um olhar sistêmico para o desenvolvimento da cultura digital. Esse olhar é o que nos orienta para realmente conseguirmos transferir valor ao cliente durante o projeto, conforme a maturidade digital da organização dele. 

Acreditamos que a transformação digital se consolida quando são aplicados, de forma integrada, os pilares de estratégia, pessoas, cliente, processos de inovação, tecnologia e data analytics. E para condução dos projetos, utilizamos como referência a Metodologia Ágil

Com essa visão da “cadeia de negócios digital”, conseguimos garantir o acompanhamento do retorno financeiro, alcance das metas SLAs e atendimento às especificações a todo momento.

Quando há resultados fora da meta/expectativa, conseguimos realizar de forma ágil um tratamento do cenário e elaboração de plano matador (ação na causa raiz) para voltarmos ao eixo do projeto.

A expertise da visão de negócios facilita a antecipação do problema e alinhamento com a alta liderança da organização de forma constante. Esse objetivo é alcançado pela valorização do foco nos fins e pelos ajustes ágeis dos meios para que a solução digital seja um sucesso.

Comunicação clara e transparente com o cliente

O último ponto que quero ressaltar sobre a visão de negócios é a capacidade de comunicação. Falar com o grande executivo no mesmo idioma facilita o entendimento do mercado e das necessidades do cliente. E precisamos estar abertos a escutar o que ele tem a dizer.

Na RedFox, nós conseguimos manter uma conversa de alto nível com grandes executivos para discutir problemas e soluções porque temos um glossário dessa visão de negócios para nortear os trabalhos.

Manter um alinhamento com a alta gestão das empresas no seu core de mercado dá mais segurança tanto na negociação como para conseguir atender à demanda real.

Expertise de mercado, metodologia e comunicação: esses são os três pontos que vejo como grandes destaques para buscar novas demandas no mercado de tecnologia. São os pilares que aplicamos na nossa estrutura de trabalho e na visão de negócios. Se você quer levar um modelo de transformação digital para as organizações, o meu conselho é realmente dar atenção a eles! 

*Artigo originalmente escrito para o Linkedin por Gabriel Nogueira.

Novas tecnologias revolucionam o foco dos serviços de saúde-min
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Novas tecnologias revolucionam o foco dos serviços de saúde

As novas tecnologias começaram a ampliar o que se entende por serviços de saúde. Se antes o médico era a principal referência do paciente nos cuidados do corpo, hoje as inovações trazem mais autonomia para as pessoas sobre o próprio bem estar.

Mas se você pensa que a sua instituição médica vai perder referência por causa disso, pode ficar tranquilo. O que muda mesmo é o direcionamento dos cuidados. A medicina passa a trazer mais atenções para a prevenção, diminuindo o foco majoritário no tratamento das doenças.

Com o advento do home care, a tecnologia se torna um catalisador para ampliar os serviços de saúde. O paciente consegue obter insights e alertas para evitar problemas no organismo, mas ainda precisa do médico nesse acompanhamento. Conheça a seguir os novos rumos da medicina na Era Digital!

Telemedicina favorece o atendimento à distância

A telemedicina é ao mesmo tempo uma revolução nos serviços de saúde e também uma polêmica. Entre os avanços já disponíveis pela tecnologia, o modelo tem a vantagem de levar atendimento especializado à distância para comunidades e regiões de acesso precário aos cuidados.

Sabemos que o Brasil é um país de grande extensão territorial e muitas diferenças socioeconômicas. Há uma má distribuição dos médicos nas regiões mais distantes difícil de contornar, por mais que o governo crie incentivos, como foi o caso do Mais Médicos.

Só que a telemedicina tem o potencial para evoluir o nosso sistema de saúde para esse nível. Já existem centros de excelência que utilizam o modelo para diminuir os prejuízos dessas situações. No Piauí, temos o exemplo do Hospital Regional Tibério Nunes em Floriano, que se conecta com profissionais do Albert Einstein para avaliar diagnósticos e prontuários com mais precisão.

O formato da telemedicina também pode reduzir as filas de espera, já que muitos pacientes podem ter o diagnóstico sem precisar passar pelo consultório. Ainda falta uma regulamentação apropriada, mas a expectativa é que ela consiga fornecer serviços de saúde com responsabilidade a partir do cuidado assistido.

Serviços de saúde chegam à colaboração entre médico e paciente

E se o paciente pudesse ter mais participação e autonomia nos serviços de saúde? Essa é outra realidade que a tecnologia traz para a medicina moderna. As pessoas passam a ter cada vez mais autonomia sobre o próprio estado a partir de dispositivos, softwares e sistemas de acompanhamento.

Os wearables são um exemplo da revolução dos serviços de saúde, permitindo que o usuário acompanhe sinais vitais e fique em alerta para riscos de doenças como pressão alta e ataque cardíaco. Ao mesmo tempo, esse acompanhamento pode ser usado no tratamento de doenças, o que aumenta o poder colaborativo com o médico.

A partir de aplicativos, os próprios smartphones se tornaram uma maneira de aproximar médicos e pacientes. O Whatsapp e o Skype, por exemplo, podem ser usados como ferramentas para a telemedicina. Outros apps permitem acompanhar dados como quantidade de água ingerida  e a rotina de atividades físicas, entre muitas outras possibilidades.

Até a internet mesma pode facilitar o acesso à informação e o autodiagnóstico de forma colaborativa. É claro que a quantidade de sites duvidosos é imensa, mas há especialistas que distribuem conteúdos esclarecedores em plataformas como o Youtube e se colocam à disposição nas redes sociais.

O poder da tecnologia para expandir o conceito de serviços de saúde é como o universo: infinito. Com muitas mudanças já em andamento, só podemos dizer que o futuro da medicina já está acontecendo!

Se você quer saber mais sobre as novidades desse cenário, acompanhe o blog da RedFox e siga as nossas páginas nas redes sociais:

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O que a cultura data-driven pode fazer pelo seu negócio-min
Transformação Digital

O que a cultura data-driven pode fazer pelo seu negócio?

Você provavelmente não dirigiria um carro sem faróis durante a noite e nem entraria em uma caverna sem lanterna, certo? Assim como nesses exemplos, as empresas precisam entender que não dá mais para atuar no mercado sem desenvolver uma cultura data-driven.

Estamos falando de um modelo de gestão que utiliza dados e informações como foco para nortear as tomadas de decisão em um negócio. Essa cultura facilita o direcionamento e a visão de estratégias por meio de insights e correlação de ideias, proporcionando mais segurança nas ações.

Aqui, os dados têm a mesma função dos faróis do carro e da lanterna: gerar visibilidade e clareza. Se você quer saber mais sobre a cultura data-driven e como ela pode ajudar o seu negócio, acompanhe este artigo até o final!

Por que a cultura data-driven é tão importante?

É muito comum ver gestores usando a própria intuição para desenvolver estratégias de negócio. Essas tomadas de decisão têm embasamento em informações pertinentes, como ações da concorrência, público-alvo e tendências de mercado.

Só que apenas isso não é suficiente para definir o sucesso das estratégias, até porque nem sempre o que funciona para um negócio é o mais indicado para outro. A disrupção da sua empresa precisa ser direcionada pela cultura data-driven.

A partir de ferramentas digitais, esse modelo se destaca ao proporcionar dados para os planos de ação e desenvolvimento de diferenciais competitivos. Dados esses que conversam com o contexto real da sua empresa.

A análise das informações permite enxergar o relacionamento com o mercado, o fluxo dos processos internos e os resultados oficiais, entre muitos outros contextos. Com isso, você consegue identificar as melhores estratégias para guiar a empresa e realizar boas tomadas de decisão.

Vamos pegar o caso da Netflix como exemplo. A empresa é amplamente dirigida pelo Big Data, utilizando algoritmos para indicar conteúdos e obter informações sobre o comportamento dos usuários.

Toda a estrutura da plataforma se baseia em coleta e processamento de dados para aprimorar os serviços e gerar insights para novas produções. Até alguns roteiros são desenvolvidos a partir de inteligência artificial, como é o caso de Stranger Things.

As análises preditivas fazem a leitura de diversas informações durante o consumo. Entre elas, é possível entender o momento em que o usuário assiste a um conteúdo do catálogo; as interações realizadas, como avanço, retorno e pausa de tempo; a classificação do conteúdo e o dispositivo que acessou a plataforma. Tudo isso é valioso para entender o perfil do usuário e como melhorar a experiência.

E é assim que a cultura data-driven funciona. Ela pode apontar as diretrizes para a gestão de negócios a partir de informações ricas sobre todo o ciclo de atividades e/ou consumo dos serviços e produtos — independente se o seu objetivo é entender o seu público-alvo, os processos ou os modelos de sistemas adotados na empresa.

Como implantar o modelo corretamente?

Convencido da importância da cultura data-driven? Então agora você precisa definir como inseri-la no seu modelo de negócios.

O ponto principal para ter em mente é que ela está diretamente atrelada à utilização de dados para a tomada de decisão, sejam eles originários do seu público, das equipes internas ou de equipamentos, por exemplo. 

Assim, você precisa utilizar ferramentas adequadas que coletam e filtram os dados para identificar o que realmente tem valor para a empresa. A partir da automação do processo, a capacidade analítica se torna mais eficaz, acelerando esse filtro.

A coleta de dados é o primeiro passo para realizar o processamento adequado das informações. Mas não basta gerar um mar de informações se sem saber o que fazer com elas.

Procure as ferramentas adequadas para armazenar e processar as informações coletadas. A infraestrutura também precisa ser muito bem planejada para que os dados não se percam.

Quais ferramentas adotar?

A automação e a inteligência artificial são as ferramentas de maior impacto para uma cultura data-driven. Elas estão presentes em ferramentas como a Internet das Coisas e o Big Data.

Enquanto a IoT é eficaz para coletar dados, o Big Data atua no processamento para gerar os insights. Nos espaços físicos, o usuário consegue interagir com dispositivos conectáveis à rede, coletando as informações.

Mas isso também é possível por plataformas digitais, como as redes sociais e aplicativos. Os ambientes on-line trazem ferramentas como os chatbots, que conversam de forma rápida e instantânea com o usuário. Para o público, há vantagens pela autonomia e conforto na hora de solucionar dúvidas e realizar outras ações.

Em relação à infraestrutura, a tendência é abandonar o armazenamento em servidores internos para utilizar as nuvens. Além de mais segurança — os riscos de perda dos dados reduzem muito — elas permitem o acesso de qualquer lugar, à distância.

O segredo para implementar elementos como esses na sua empresa é ter uma empresa de tecnologia parceira de qualidade. Na RedFox, desenvolvemos sistemas e plataformas alinhados com as principais tendências digitais do mercado.

Nossos softwares usam inteligência artificial para promover os melhores insights e organizar os processos das suas equipes. Entre em contato e confira os nossos serviços!

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A transformação digital da Saúde no Brasil

A CEO da RedFox Soluções Digitais, Isabela Abreu, define a transformação digital como uma forma de “olhar a organização como um todo, revisitar os processos e, ao mesmo tempo, aplicar a tecnologia nesses processos. Não necessariamente só colocar a tecnologia nos processos atuais, mas repensar a forma como ela é hoje e pensar de uma forma completamente diferente para transformar aquilo de maneira digital, muitas vezes inclusive mudando a cultura”.

Na medicina, esse contexto se encaixa perfeitamente com as necessidades das organizações, visto que muito se fala em automatizar os processos administrativos e as ferramentas utilizadas pelos médicos.

Mas quais são os desafios da transformação digital na saúde no nosso país? Como esse processo deve ser feito e o que já está em andamento? Confira a seguir!

Planilha para gestão de escalas

 Os desafios da transformação digital na saúde no Brasil

Um dos principais desafios da transformação digital na saúde é atrair mais atenção para o assunto. As necessidades do mercado estão cada vez mais visíveis e há muito espaço para o setor crescer, mas ainda existem barreiras, como as questões regulatórias.

“O ambiente regulatório da saúde é muito forte, então qualquer mudança que seja feita precisa de uma série de aprovações. Em Saúde, a gente fala de vidas, de pessoas”, explica a CEO da RedFox. Ela acredita que as discussões para implantar mudanças na medicina são muito importantes nesse sentido e deve-se tomar cuidado para não por a vida dos pacientes em risco.

Outra questão importante é a busca por mais eficiência operacional, gerando oportunidades para aumentar receitas, melhorar o engajamento de pacientes e aumentar a produtividade da equipe. O desenvolvimento de soluções digitais para evoluir esses pontos é parte fundamental do processo de transformação digital.

Isabela aponta que esse desenvolvimento deve ser bem planejado. “Não adianta pegar um processo e aplicar a tecnologia. Isso pode aumentar o problema que tem hoje. A ideia é olhar o procedimento e ver como fazer, parar e pensar como eu posso fazer esse processo de maneira diferente que aumente a produtividade, gere ganho efetivo para a organização. Ao aplicar tecnologia, você ganha agilidade, consegue automatizar processos”.

Como aplicar a transformação digital na saúde

Como a transformação digital na saúde é um processo que exige cautela, uma empresa precisa analisar as suas reais necessidades antes de simplesmente implantar novas tecnologias. Isso exige que haja uma personalização das soluções, já que cada instituição tem contextos, públicos e realidades diferentes.

Por trabalhar com soluções digitais, Isabela tem uma visão bem clara sobre como esse caminho deve ser trilhado. Na RedfFox, muitos clientes vêm da área da saúde e a implementação das ferramentas é desenvolvida de forma planejada.

“Em nenhuma empresa, cabe a mesma solução para outras. É claro que depende do nível de maturidade entre elas e a infraestrutura conta bastante, porque, quando a gente fala de mudança e transformação digital, a gente fala não só de pessoas e culturas, mas também de processos. Os processos precisam ser mais ágeis e a empresa precisa estar preparada em questão de tecnologia, principalmente, pra pensar diferente”, ela explica.

Enquanto existem soluções que se encaixam em várias instituições simultaneamente, é preciso analisar a viabilidade para cada caso, entendendo os processos individuais de uma empresa. Se necessário, soluções prontas podem ser contratadas de forma personalizada. A equipe de desenvolvimento é capaz de moldar um produto já pronto para adaptá-lo aos negócios do cliente.

Novos caminhos da medicina no Brasil

Ainda há muitos profissionais e instituições que estão fechados para a transformação digital, mas esse processo não pode ser evitado por muito tempo. Com tantas inovações e soluções em desenvolvimento no mercado, a medicina tradicional vai precisar se mexer e evoluir.

O Brasil já começa a receber atualizações de acordo com as novidades no exterior e, mais do que isso, já está inserido na produção de tecnologia. A FIAP, por exemplo, tem vários projetos em andamento, incentivando os próprios alunos a inovar e desenvolver tecnologias que são apresentadas anualmente no festival NEXT.

Algumas soluções disponíveis no mercado já permitem realizar agendamentos digitais e exames por dispositivos wearable. A teleconsulta é outra inovação que tem muito potencial, permitindo o acompanhamento à distância por meio dos dispositivos inteligentes.

Quer mais insights sobre a transformação digital na saúde? Confira a entrevista completa com Isabela Abreu a seguir!

5 dicas para melhor controle de contabilidade hospitalar-min
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5 dicas para melhor controle de contabilidade hospitalar

O controle de contabilidade hospitalar é uma atividade burocrática é parte fundamental para o bom funcionamento das instituições médicas.  Essa atividade deve ser muito bem executada para que os demais processos possam seguir com eficiência.

A contabilidade está muito além das planilhas e serve principalmente para organizar as finanças e tributações do hospital. Muitos líderes têm dificuldade em mantê-la em dia, o que pode gerar relatórios confusos ou com dados equivocados.

Se você quer dicas para melhorar sua contabilidade hospitalar, está no lugar certo! Veja a seguir algumas estratégias para organizar as finanças da sua instituição.

Separe as contas da clínica das contas pessoais

Essa dica é para os pequenos empreendedores: quando um empresário abre uma organização hospitalar, ele deixa de ser uma pessoa física para se tornar pessoa jurídica. Nesse momento, ele ganha uma serie de responsabilidades que precisam ser bem organizadas para evitar problemas.

Um dos principais erros de gestão na contabilidade hospitalar ocorre quando se mistura as contas da instituição com as contas pessoais, pois isso pode gerar buracos no caixa, impedindo que os balancetes fechem no final do mês.

Quando não tiver como fugir desse tipo de situação, é imprescindível que o destino das finanças seja descrito nos relatórios para entender onde estão os gargalos. Lembre-se de que os dados devem ser verificados com frequência, pelo menos uma vez ao mês para corrigir desvios.

Identifique gargalos para corrigi-los

Misturar as contas jurídicas e pessoais não é o único motivo para os gargalos. Muitas vezes, os procedimentos são realizados de forma irregular, utilizando instrumentos e medicações que não são registrados em sistema ou devido a problemas operacionais, como falhas na gestão de escala e glosa médica.

A equipe responsável pela contabilidade hospitalar precisa ficar atenta para tomar as medidas necessárias no combate aos gargalos. Saber quando se deve modificar processos ajuda a tomar as decisões corretas na instituição, porque contribui para uma maior transparência das contas, organização financeira e combate a fraudes e corrupções que prejudicam o ecossistema do hospital.

Faça o lançamento imediato dos gastos

Uma forma de combater gargalos é instaurar uma cultura de lançamento imediato dos gastos nos registros do hospital. Muitas vezes, remédios e medicações não entram na relação de gastos por falta de inserção, prejudicando os relatórios de custo.

O mesmo deve ser feito caso seja necessário retirar recursos do caixa da instituição. Os valores devem ser repassados e registrados pela contabilidade hospitalar, a fim de serem repostos por meio de descontos nos balancetes. Essas atitudes contribuem para uma análise contábil clara e correta.

Conheça os impostos e tributos cobrados

O responsável pela contabilidade hospitalar deve ficar atento aos tributos orçamentários e governamentais. É comum que uma instituição de saúde esteja sujeita a vários impostos, mas há possibilidade de diminuir esses custos.

Realizar uma análise tributária especializada é uma estratégia importante para rever os custos tributários, entre os quais alguns podem ser diminuídos ou isentados de acordo com a legislação.

Utilize sistemas automatizados de controle financeiro

Hoje é impossível gerenciar as finanças e tributações apenas por meio de planilhas e arquivos físicos. Com as facilidades que a tecnologia disponibiliza, os sistemas automatizados são estratégicos para um melhor controle de contabilidade hospitalar, sendo fundamentais para reduzir erros e custos.

São várias as soluções digitais desenvolvidas especificamente para o setor de saúde, tornando a área financeira mais escalável. A automatização faz parte dos hospitais do futuro, estando em estágio avançado inclusive no presente.

Se a sua instituição ainda não está automatizada, você está perdendo tempo. Consulte as soluções da RedFox para a área médica e contábil para melhorar as atividades do seu centro hospitalar!

Planilha para gestão de escalas
Entenda como a transformação digital revoluciona a administração hospitalar-min
Estratégias de Negócios Transformação Digital Transformação Digital na Saúde

Entenda como a transformação digital revoluciona a administração hospitalar

A transformação digital se tornou a base para os processos de qualquer empresa e a administração hospitalar também tem muito a ganhar com as aplicação de tecnologias.

Desde o aumento de qualidade no atendimento até o melhor aproveitamento de recursos e pessoal, as soluções digitais são ferramentas estratégicas para evoluir a gestão das instituições de saúde.

No Brasil, muitos pacientes sofrem com atendimentos precários e a falta de planejamento de hospitais, bem como carência de medicamentos e aparelhos. Esse problema estrutural faz parte dos desafios que os setores administrativos tanto lutam para corrigir.

O papel da transformação digital nesse cenário é trazer as ferramentas necessárias para evoluir a qualidade dos serviços, influenciando em todos os setores hospitalares. A revolução dos processos de gestão tem impacto direto na instituição como unidade, pois é o setor administrativo que cuida dos demais processos.

Entenda a seguir alguns desafios da administração hospitalar que a evolução tecnológica ajuda a superar!

Redução de custos

O setor administrativo deve trabalhar em conjunto com as demais áreas para melhorar as necessidades e garantir o melhor aproveitamento dos recursos do hospital. Trabalhar com planilhas e sistemas ultrapassados coloca empecilhos para acompanhar as informações devidamente, o que justifica uma evolução do processo de transformação digital.

Alguns problemas que sistemas e softwares podem resolver são a má administração dos medicamentos e a falta de controle dos equipamentos. Enquanto muitos remédios são desperdiçados nas instituições hospitalares, equipamentos antigos e com problemas geram altos custos de manutenção. Uma melhor administração de informações como essas pode ajudar a reduzir os custos internos.

Evolução da qualidade de serviço

O atendimento em um hospital é a atividade central da instituição, já que é o médico que precisa tratar o paciente. Só que, para que ele consiga realizar um trabalho de qualidade, precisa de uma série de ferramentas de apoio.

Acompanhar o fornecimento de equipamentos e tecnologias é responsabilidade da equipe administrativa. A gestão de escalas também se encaixa no desafio de melhorar a qualidade de atendimento, já que é fundamental garantir a presença dos profissionais nas consultas e exames.

Graças à transformação digital, hoje é possível encontrar soluções preparadas para ajudar no acompanhamento e controle das informações que elevam a qualidade dos atendimentos.

Integração de setores

Cada setor tem impacto em outras áreas da instituição e, assim como empresas podem se unir em projetos para o mercado, os setores internos também precisam trabalhar em conjunto. A integração das informações ajuda a acelerar o atendimento, desde a recepção até a realização de exames, e a transformação digital traz as soluções que alimentam os dados em um sistema integrado.

Existem plataformas próprias para criar um modelo de administração hospitalar bem alinhado, acompanhando os dados de entrada e saída de materiais, prontuários eletrônicos, exames e muito mais. Algumas tarefas, no entanto, são mais bem acompanhadas por um sistema específico, como a gestão de escalas.

Gestão de escalas

A gestão de escalas é um grande desafio nos hospitais e demais instituições de saúde.  Cada profissional tem a sua importância dentro das escalas de horários e preencher os plantões não é uma tarefa fácil.

Trabalhar com pessoas é um grande desafio, porque sempre podem ocorrer imprevistos. Os sistemas de gestão de escalas são uma das revoluções que a transformação digital trouxe para a administração hospitalar.

Além de facilitar a tarefa de remanejamento dos horários, eles permitem que os próprios profissionais tenham melhor controle das escalas pessoais. Assim, a administração hospitalar preenche os buracos tão comuns nos atendimentos e pode deslocar parte dos esforços para outras atividades.

Na RedFox, um exemplo sólido desse tipo de plataforma é o GoShift. O software traz várias funcionalidades para a gestão de escala, como alertas de oportunidades, sincronia entre calendários pessoais e profissionais dos médicos, panorama completo das escalas etc.

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