Transformação digital nas empresas: por onde começar?

transformação digital nas empresas

A transformação digital nas empresas deixou de ser tendência e se tornou fundamental para garantir uma vantagem competitiva. Porém, muitas organizações ficam perdidas na iniciativa. Afinal, como começar o processo de mudança nos ecossistemas?

Há uma série de estratégias que você pode seguir, mas, de forma geral, precisa pensar nos objetivos que devem ser conquistados durante a mudança. É importante também que eles fiquem bem claros para os colaboradores, deixando todos cientes das vantagens.

Tendo isso em mente, a RedFox lista a seguir alguns caminhos que vão te ajudar a seguir a trajetória de transformação digital nas empresas. Confira!

Entenda as necessidades do mercado

O primeiro passo para aplicar a transformação digital é entender as necessidades do negócio. De um lado, deve-se compreender o que pode melhorar a rotina interna no trabalho das equipes. De outro lado, há as necessidades do mercado, que vê a tecnologia como sinônimo de qualidade.

O cliente precisa enxergar valor no que a sua empresa tem a oferecer e, para isso, os novos modelos de relacionamento colocam os negócios a um patamar elevado. Já o colaborador pode entender e executar as tarefas a ele delegadas com mais praticidade, contando com plataformas de treinamento e de gestão.

Defina a estratégia digital  

Só depois de entender o que precisa ser melhorado que é possível determinar uma estratégia digital para os negócios. Desenhar o plano descritivo do projeto ajuda a alinhar todos os envolvidos e stakeholders no desenvolvimento e evolução de cada ação, bem como deixá-los cientes das variáveis do processo.

É importante definir as iniciativas, as ferramentas a serem implantadas, o processo de mudança de cultura, as estruturas de negócio, as metodologias, entre outros elementos relevantes.

Incentive a nova cultura

Não adianta começar o processo de transformação digital nas empresas sem que os colaboradores estejam engajados com a proposta. Eles podem estar resistentes e se mostrarem conformados com o modelo tradicional — alguns até temem perder o emprego para a tecnologia.

Só que os processos manuais estão cada vez mais obsoletos e seguram todo o potencial da organização. Para instigar a cooperação, você precisa incentivar uma nova mentalidade e mostrar as vantagens das mudanças. Essa estratégia precisa começar a partir dos líderes, apresentando os valores e as facilidades que a tecnologia propicia aos fluxos de trabalho.

Escolha as ferramentas ideais

A ideia da transformação digital nas empresas é utilizar a tecnologia de forma estratégica para solucionar problemas. Com isso, escolher as ferramentas adequadas para automatizar processos é mais uma etapa importante.

A criação de ativos digitais deve ser estruturada com segurança, transparência e viabilidade financeira. Algumas tecnologias que ajudam a digitalizar os processos seguindo essa lógica são o big data, cloud computing, blockchain, IoT e inteligência artificial.

Conheça a plataforma de gestão Smart Process

As dicas anteriores são algumas dicas para dar o pontapé inicial na sua transformação digital, mas, se você procura uma solução inteligente para a sua transformação digital, a RedFox pode ajudar. Desenvolvemos o Smart Process para auxiliar as empresas que buscam transformar os processos a partir da tecnologia, melhorando a visibilidade do trabalho e a comunicação entre os setores.

A partir da nossa solução, as equipes se inserem na integração das tarefas, conseguindo acompanhar todas as etapas e entender a continuidade de seus trabalhos. Ao enxergar os benefícios de uma plataforma digital, os colaboradores se percebem como atores da estratégia, o que facilita para que eles se abram para para a nova cultura.

Com o Smart Process e outras soluções, a RedFox ajuda a promover uma verdadeira transformação digital nas empresas. Visite os nossos canais de atendimento e conheça os produtos disponíveis!

Processo manual: Quais são os riscos de erro humano nas empresas?

processo manual

As tarefas com processo manual estão mais suscetíveis a erros de natureza humana, que interferem no desempenho dos resultados. Isso porque informações sem acuracidade atrapalham os líderes nas tomadas de decisão e podem levar a ações catastróficas.

Nós da RedFox enxergamos a automação como a melhor saída para conter esse contexto. Existem várias tarefas que podem ser executadas por soluções digitais, diminuindo riscos como o arquivamento e gestão de documentos.

Enquanto muitas empresas ainda trabalham com papéis, por exemplo, há sempre chances de perder informações no manuseio dos documentos. Já em uma empresa em transformação digital, os dados ficam protegidos na nuvem e em sistemas seguros.

Então, para evitar os prejuízos causados pela falha humana, é importante ter meios de identificar os gargalos e corrigi-los. É nesse contexto que desenvolvemos o SmartProcess, uma solução importante para aperfeiçoar os processos e dar visibilidade aos gestores.

Com a nossa solução, a sua empresa consegue corrigir problemas comuns ao processo manual e ainda automatizar tarefas de caráter repetitivo. Confira a seguir alguns tipos de erro humano que podem prejudicar a sua empresa e como a nossa solução pode ajudar!

Falta de atenção

Uma característica da natureza humana é que nós nunca estamos totalmente focados. Por diversos motivos, podemos nos distrair ao executar uma tarefa, causando erros que podem ser identificados tardiamente, quando já prejudicaram o andamento das atividades.

Assim, contar com um sistema de gerenciamento de processos é uma forma interessante de conter esses problemas. No SmartProcess, há algoritmos inteligentes que ajudam a identificar erros nas informações inseridas e solicitam a readequação, evitando que os dados sejam repassados de forma errada no fluxo do processo.

Fadiga ou cansaço

Seja pela complexidade de um trabalho, jornadas de trabalho extensas, excesso de pressão dos gestores, entre outros motivos, o colaborador pode fazer as atividades cansado ou esgotado.

Dessa forma, torna-se muito difícil realizar um trabalho com primazia e qualidade. Com a queda de desempenho, o funcionário fica suscetível a cometer erros e deslizes, prejudicando o andamento dos processos.

As tarefas executadas por meio de soluções digitais estão livres desse contexto, já que a máquina pode funcionar ininterruptamente sem ter a qualidade afetada.

Negligência a informações

Em meio a grandes volumes de dados, o processo manual dificulta a leitura das informações para as tomadas de decisão, principalmente quando as informações estão registradas em papel. Assim, muitos dados podem ser esquecidos ou deixados de lado nas análises.

Enquanto a atividade humana se torna mais complexa para lidar com tanto material, tecnologias como inteligência artificial, big data e analytics presentes no SmartProcess têm potencial para realizar o processamento com mais agilidade.

A ideia é incentivar a digitalização das informações, deixando o papel de lado. Assim, todos os dados ficam disponíveis no sistema para utilização dos algoritmos, gerando relatórios mais completos e consistentes.

Falta de capacitação

Nem todos os funcionários estão capacitados para lidar com o processo manual, tendo um desempenho limitado nas atividades delegadas. Isso pode acontecer devido à falta de cuidado na seleção, realocação indevida ou mal elaborada, acúmulo de função originada de outros cargos, entre outros motivos.

Ter mais atenção ao perfil dos profissionais ou mesmo capacitá-los é uma saída para o problema, mas os erros também podem ser corrigidos – de forma até mais confiável – a partir da automação do processo, utilizando sistemas e plataformas com algoritmos inteligentes para realizar atividades repetitivas e mecanizadas.

Se o SmartProcess tem meios de facilitar essa questão, também traz uma biblioteca digital que pode ser alimentada com materiais de treinamento. Assim, os gestores contam com uma ferramenta otimizada para desenvolver a capacitação da equipe a partir de treinamentos ágeis e com baixo custo.

Outra vantagem é a identificação dos funcionários que precisam atualizar o conhecimento. A partir do acompanhamento das atividades, a solução emite diagnósticos que sinalizam a falta de cumprimento dos padrões, avisando quando um colaborador precisa ser retreinado.

Falta de comprometimento

Outro problema no processo manual originado da má seleção é a escolha de profissionais sem comprometimento com a empresa. Eles tendem a executar as demandas sem o cuidado adequado, caindo em contextos já citados, como a falta de atenção e a negligência aos procedimentos e dados, ou mesmo atrasar as entregas.

A identificação desses profissionais nem sempre é possível na contratação, mas, quanto mais uma empresa automatiza seus processos, maiores são as chances de as entregas serem feitas de acordo com a demanda.

O SmartProcess tem uma funcionalidade que desenha o processo de forma que o usuário execute as tarefas dentro das regras especificadas, ou seja, o sistema garante que a execução de todas as etapas críticas sejam cumpridas, independente do comprometimento do colaborador.

Erros propositais e corrupção do processo

Quão confiáveis os seus profissionais são? Vemos com frequência empresas acusadas de corrupção e caixa dois nos noticiários. Enquanto isso pode de fato ocorrer nas altas gerências, também pode ser premeditado por líderes e gestores de cargos inferiores, com acesso aos processos financeiros.

Esse contexto é mais característico de empresas de grande porte, onde as etapas costumam ser longas e passam pelas mãos de várias pessoas. Ter uma ferramenta digital para rastrear todas as movimentações é uma forma de evitar a corrupção e ações ilegais dentro do seu negócio. No SmartProcess, esse acompanhamento é facilitado por um dashboard de fácil visualização que identifica os responsáveis pelas tarefas.

Se a sua empresa apresenta erros humanos com frequência por ter um processo manual, a nossa solução tem tudo para ajudar a aumentar os resultados do negócio. Entre em contato com a equipe RedFox e converse com um de nossos especialistas sobre o SmartProcess!

O que é big data e qual é a influência para os resultados de uma empresa?

O que é big data?

Em meio a tantos dados que chegam diariamente, muitas empresas procuram entender o que é big data para melhorar os negócios. Isso porque o conceito permite usar as informações como instrumento de valor para os processos.

Existem várias ferramentas usadas para coletar dados, tanto na gestão do ecossistema interno de uma empresa como no relacionamento com os clientes. Então, chega a ser um grande desafio assimilar e compreender tudo sem a ajuda de uma tecnologia apropriada como o big data.

Para entender como ele promove a fácil compreensão das informações, é preciso primeiro saber como funciona. Afinal, o que é o big data e qual é o seu impacto nas empresas? Descubra a seguir!

O que é big data?

O big data nada mais é do que um grande volume de dados estruturados (vindos de bancos de dados, sistema, arquivos de texto etc.) e não estruturados (oriundos de documentos do Word, páginas da internet, vídeos, audios etc.), sendo um facilitador nas tomadas de decisão.

A partir dele, é possível cruzar informações para gerar insights preciosos, o que leva a ações com melhores resultados na gestão dos negócios. A ideia é gerar valor com menos esforços e de forma mais rápida, já que a máquina tem capacidade de processamento muito superior à capacidade humana.

O conceito dos 5 V’s do big data

O valor do big data para as organizações está centrado no que se denomina conceito dos 5 V’s. Inicialmente, eram apenas 3 itens, mas o conjunto foi expandido com o tempo. São eles:

  • Volume: refere-se à quantidade de dados que são absorvidos pelo big data para a leitura. É o princípio do processo de análise, que precisa de um número razoável de informações para o cruzamento de informações.
  • Variedade: esse item é importante para que a análise apresente insights de qualidade, com informações úteis. Quanto mais dados e fontes são utilizados no processamento, melhores serão as chances de gerar informações relevantes e confiáveis.
  • Velocidade: a rapidez com que a máquina faz a leitura dos dados é uma das vantagens do big data para as empresas. O desafio é justamente gerar informações com mais agilidade para promover tomadas de decisão pontuais.
  • Veracidade: qualquer decisão precisa ser realizada a partir de informações concretas e verídicas. Ao processar diversos dados, o big data tem alto potencial de gerar insights com análise apropriada, porque consegue fazer a leitura com mais facilidade do que um humano.
  • Valor: o último V diz respeito à relevância dos resultados de análise para as tomadas de decisão. Nesse caso, é importante que os dados processados sejam capazes de gerar valor para o negócio, apresentado o que chamamos de informação útil.

Essas cinco características ajudam a entender melhor o que é big data. Mais do que isso, permitem que as empresas possam ter mais confiança na hora de usar dados e relatórios para fazer a tomada de decisões.

A RedFox reconhece a importância desse conceito para o mercado e, por isso, procura aplicar sempre as melhores ferramentas nas soluções que desenvolvemos. O big data especificamente pode ser encontrado no Smart Process, criado para evoluir os sistemas de gestão das empresas.

Agora que você já sabe o que é big data, que tal entender como o Smart Process funciona?


Por que devo ter procedimentos operacionais na minha empresa?

Quando uma empresa não tem processos padronizados, ela perde o controle sobre as atividades que são executadas.Sem os procedimentos operacionais, uma série de problemas pode ocorrer, afetando diretamente os resultados.

Um dos instrumentos para resolver essa questão é o POP (Procedimento Operacional Padrão), documento com os métodos de execução das tarefas críticas dentro da organização. Ele contém a descrição e o passo a passo das atividades de cada processo, sendo muito usado em treinamentos e fluxos de produção.

O objetivo é padronizar as tarefas para garantir sempre os mesmos resultados na operação. Quando falta esse tipo de documentação em uma empresa, cada funcionário pode realizar as atividades de uma maneira diferente, contribuindo para fluxos desorganizados e resultados diferentes.

Pensando nisso, a RedFox desenvolveu o Smart Process, uma plataforma que ajuda a solucionar esses e outros problemas de uma empresa que não tem procedimentos operacionais padrões. Confira a seguir alguns problemas que ajudamos a resolver!

Desorganização dos processos

A ausência de um POP contribui para processos desorganizados na empresa. Cada funcionário executa as atividades de uma maneira diferente, podendo gerar ruídos de comunicação entre áreas, dificuldade em encontrar dados e problemas de continuidade nas tarefas.

Imagine ter que retomar o trabalho de outra pessoa e se deparar com dados desatualizados ou bagunçados. Só o fato de ter que se localizar no processo já toma bastante tempo, dificultando a produtividade.

No Smart Process, por exemplo, propomos regras de negócio que permitem realizar a padronização dos procedimentos operacionais, ajudando a manter o fluxo adequado dos processos na sua organização. Dessa forma, é possível chegar a uma menor variabilidade na execução e maior previsibilidade de resultados.

Demora no aprendizado de tarefas

Quando um funcionário é promovido ou entra em uma empresa, ele precisa receber treinamentos para executar as funções do cargo em questão. No processo de adaptação, ele pode ficar perdido ou confuso sobre como executar as atividades, precisando recorrer aos colegas e superiores.

Uma empresa que opera com procedimentos operacionais padronizados consegue gerar insumos para diminuir a curva de aprendizado e a pausa nas atividades no trabalho dos demais funcionários. 

Isso porque o colaborador conta com um documento de apoio apropriado para diminuir a dependência dos colegas. 

Essa é uma das propostas do Smart Process, que traz ferramentas de suporte digital para capacitações das atividades. Com a opção de vídeos tutoriais, há uma otimização nos processos e o colaborador pode se adaptar mais facilmente às novas tarefas.

Falta de treinamentos e readequação de equipe

Quando uma tarefa é executada fora do padrão por diversas vezes, isso pode significar a necessidade de avaliar o desempenho do colaborador e aplicar um retreinamento. No entanto, não ter procedimentos operacionais padronizados limita a visibilidade desse contexto.

O gestor fica sem clareza para identificar quando os funcionários estão fora da curva de excelência. Assim, perde a chance de alinhá-los no processo. Daí a importância de ferramentas para acompanhar e melhorar os procedimentos.

O Smart Process avalia a execução operacional e dispara notificações para alertar sobre a qualidade dos serviços, com gatilhos e insights para avaliar a importância de um retreinamento.

Isenção de responsabilidades

Quando há algum problema nos processos, é comum ver um cenário em que as pessoas fujam da culpa, acusando uns para os outros. A isenção de responsabilidade atrapalha na correção da questão, já que se torna difícil encontrar quem cometeu o deslize e como isso se sucedeu.

Porém, se a sua empresa tem um sistema para os procedimentos operacionais, os gestores conseguem controlar melhor as atividades e atrelá-las a colaboradores específicos.

Dessa forma, eles conseguem encontrar onde ocorrem os gargalos que precisam ser corrigidos ou contornados para seguir com o fluxo dos processos. A atribuição de responsabilidades leva a melhores resultados para alcançar as metas traçadas.

No Smart Process, cada tarefa é registrada individualmente, armazenando em sistema informações como o momento de inclusão da atividade e o usuário responsável pelo input. Assim, a solução permite eliminar a isenção de responsabilidades nos processos.

Relatórios inconsistentes

Entre um processo e outro, os gestores precisam criar relatórios sobre as atividades da equipe. Porém, essa tarefa pode ser complicada quando não há uma formalização de procedimentos operacionais para gerenciar o fluxo.

Nesse contexto, os colaboradores podem presumir que executam as tarefas adequadamente, quando na verdade deveriam realizá-las de outra maneira, por exemplo.

Isso pode levar a relatórios inconsistentes e com maior margem de erro. Logo, a aplicação dos POPs no processo se mostra essencial para garantir a qualidade dos dados apresentados e até a agilidade na produção desse material.

No dashboard gerencial do Smart Process, os gestores conseguem visualizar todas as ações executadas dentro do fluxo do sistema. Além disso, a solução gera relatórios automáticos a partir de gatilhos e ferramentas inteligentes, permitindo acesso em tempo real aos planos de ações e acompanhamento de metas.

Essas são só algumas das várias desvantagens no ecossistema de uma empresa sem formalização dos procedimentos operacionais que podem ser contornadas pelo Smart Process. Para evitar os problemas causados por esse cenário, entre em contato com o team Red e descubra todas as facilidades que a nossa solução inteligente de gestão de processos pode fazer pelo seu negócio!

Gestão de contratos requer atenção para evitar aumento de custos

gestão de contratos

Estamos acompanhando a pauta do Governo Federal na revisão de vários contratos com o intuito de reduzir custos. A questão é tão importante que deveria existir um Ministério exclusivo para esse assunto, pois existe uma lacuna enorme no acompanhamento e na gestão de contratos, o que acaba aumentando os custos de maneira desordenada. Realizei vários trabalhos em órgãos públicos e pude ver in loco essa lacuna. Problemas em contratos da merenda escolar, telefone, frota, aluguéis de imóveis, manutenção em geral, etc. 

Nas empresas privadas, existe o mesmo problema. Os contratos de grande valor não têm dono e as empresas acabam perdendo a visão da otimização dos custos.  

E qual é o grande gargalo desse cenário?

Todo contrato tem parâmetros que determinam o seu custo; um é o preço e o outro é o consumo. Por exemplo:  quando uma empresa paga a conta de telefone celular dos funcionários, devemos analisar o preço por minuto (que varia de plano e de operadora) e o consumo de cada funcionário (que varia de acordo com a função). Essa lógica vale para todo o tipo de contrato. 

Como temos um volume enorme de informações, a variação desses dados são constantes. Somente o uso de soluções digitais (algoritmos inteligentes, digitalização, machine learning, entre outras) é capaz de identificar as distorções dos parâmetros e, com isso, identificar as lacunas de oportunidade para reduzir o custo. 

Nós da RedFox já estamos preparando o uso uma solução para correlacionar os dados e ajudar a sua empresa economizar dinheiro. Vou explicar melhor como a tecnologia pode ajudar!

Por que a tecnologia pode ajudar na gestão de contratos?

A tecnologia traz a oportunidade de utilizar a inteligência artificial para gerar insights preciosos em qualquer gestão de negócios. Na gestão de contratos, não é diferente.

Como falei acima, em todo o contrato temos dois contrapontos, que são o preço que você paga na unidade e o que você consome efetivamente dentro disso. Uma vez que você tem informações para entender esse cenário, consegue gerenciar melhor o custo dos seus contratos.

Isso pode ser feito manualmente, mas é um processo muito mais moroso do que se você tiver um algoritmo para ler os dados de forma rápida e prática. Você só precisa dar o comando para o sistema cruzar os dados e apontar o diagnóstico.

A solução da Redfox utiliza um algoritmo e machine learning para análise das informações na base de dados com o intuito de avaliar as oscilações de preço unitário e de consumo na gestão de contratos. Além disso, gerencia datas de encerramento, digitalização do contrato, insights de variações com as oportunidades de redução, painel de gestão, entre outras funcionalidades.

Acompanhe as novidades da RedFox, porque vamos lançar a solução ideal para resolver os custos dos seus contratos!

Diagnóstico laboratorial e clínico se torna mais preciso com o apoio de inteligência artificial

Diagnóstico laboratorial e clínico

A inteligência artificial (IA) faz parte de uma verdadeira transformação digital na medicina, evoluindo atividades como o diagnóstico laboratorial e clínico. Com o poder de identificar doenças com mais facilidade, o machine learning é uma das ferramentas de suporte nos serviços prestados por laboratórios e hospitais.

Trata-se de uma sistema que aprende continuamente a partir da coleta de dados, cruzando informações para gerar insights. A partir desse material, as instituições conseguem ter mais assertividade para entregar relatórios sobre o estado do paciente.

Enquanto a inteligência artificial tem potencial para beneficiar diversas áreas do conhecimento, o papel na medicina é enriquecedor, porque pode salvar vidas. Confira a seguir como o machine learning pode ser aplicado no diagnóstico laboratorial e clínico.

As vantagens da inteligência artificial para o diagnóstico laboratorial e clínico

Um contexto comum nas instituições é a dificuldade de gerar o diagnóstico, porque um mesmo sintoma pode aparecer em várias doenças. A inteligência artificial, então, pode ajudar no diagnóstico ao separar as doenças que estão relacionadas aos sintomas, dando mais tangibilidade ao resultado.

Com um banco de dados mais completo para correlacionar as informações, os algoritmos têm mais facilidade para identificar o quadro do paciente. A partir dos dados gerados por eles, o laboratório consegue entregar relatórios mais confiáveis e precisos.

A velocidade no processo também mostra a relevância da ferramenta. O machine learning consegue fazer a análise mais rapidamente, poupando os esforços da equipe e acelerando o atendimento. Isso leva a uma ação rápida em casos críticos de emergência, contribuindo no combate de doenças graves.

A entrega do diagnóstico laboratorial e clínico em prazos mais curtos se torna uma vantagem competitiva para os laboratórios e hospitais. Eles mostram serviços de maior qualidade e confiança, aumentando a satisfação dos usuários.

O Fleury é um exemplo nesse sentido. Ao implantar um sistema de inteligência artificial, os médicos aumentaram a produção. Um exame de raio-X que levava entre 2 a 4 horas, agora é feito em apenas 18 minutos.

E mais um benefício da inteligência artificial é a redução de custos para a gestão. O médico é um dos recursos mais caros de um hospital, mas a AI ajuda a compensar esse investimento dando mais produtividade ao profissional. Com a realização de mais exames, a margem de lucro da instituição aumenta. Além disso, dispensa-se a necessidade de repetição de exames em vários casos.

Os desafios para a implementação de inteligência artificial

Se as vantagens da inteligência artificial para o diagnóstico laboratorial e clínico são tão importantes, por que muitas instituições ainda não fazem uso dela? A resposta pode estar nos desafios de implementação.

Um primeiro ponto é que a equipe de gestão precisa estar disposta a adotar tecnologias no hospital. O problema é que o setor da saúde ainda é muito resistente à implantação de novos sistemas e precisa entender o valor de ferramentas modernas.

Sem um ambiente propício, fica complicado aplicar ferramentas como o machine learning. Por isso, a criação de algoritmos para fazer as análises por machine learning acaba se tornando outro desafio. Vale ressaltar que, quanto maior for o conhecimento do algoritmo, mais eficientes serão as análises.

Ele deve ser treinado com dados positivos e negativos para ter parâmetros no cruzamento de dados. Quanto mais ele souber fazer a correlação, melhor será a atuação na definição do quadro de saúde.

Por isso, não basta ter a ferramenta, mas saber como alimentá-la adequadamente para gerar os diagnósticos. Muitas instituições têm dificuldade em como tornar o sistema robusto e o mais completo possível para realizar essa tarefa.

Há também os desafios financeiros. Tecnologias com inteligência artificial têm um custo elevado que dificulta a implantação em hospitais e laboratórios com poucos recursos, bem como os que ficam em comunidades distantes.

A telemedicina é uma tendência que busca resolver esse contexto, ligando essas instituições com outras mais avançadas. Mas ainda fica o desafio de entender e buscar maneiras de tornar esses centros mais desenvolvidos.

Casos práticos de machine learning na análise laboratorial

Alguns modelos de machine learning se tornam referência entre as instituições de saúde. Com um banco de dados robusto, muitos gestores buscam esses sistemas como ferramentas para o diagnóstico laboratorial.

É o caso do Watson, por exemplo. O supercomputador da IBM é treinado para processar uma grande quantidade de dados na base, como artigos científicos, prontuários eletrônicos de pacientes, imagens, resultados de pesquisas etc.

Com isso, o sistema ajuda a encontrar respostas para os casos mais difíceis, ganhando tempo para agir no combate às doenças. Os médicos inserem as características e sintomas do paciente no sistema e o Watson cruza os dados da base para apontar a doença que corresponde ao quadro, em um relatório detalhado.

Outro caso de uso é o algoritmo do Google que ajudar a identificar o câncer. O sistema escaneia os tecidos de biópsias para identificar células com comportamento anormal. Durante o desenvolvimento do sistema, os resultados apontaram assertividade de 89% nos resultados, superior à taxa dos médicos, que chegavam a 73%.

No Brasil, a Dasa — um dos maiores laboratórios do país e também parceira da RedFox— mantém um laboratório de pesquisa com um supercomputador para desenvolver algoritmos inteligentes.

Entre os trabalhos em andamento, a empresa se juntou ao CCDS de Harvard para criar algoritmos que usam ressonâncias magnéticas de cérebro e de próstata para identificar câncer. A ideia é que a IA aprenda a medir o tamanho da próstata para apontar irregularidades.

A implantação de sistemas como esses revelam vantagens aos laboratórios e hospitais, melhorando a qualidade do serviço entregue e o trabalho das equipes técnicas. Com um diagnóstico mais preciso, as instituições podem melhorar os processos e aumentar a relevância de mercado.

Para entender mais sobre o uso do machine learning no diagnóstico laboratorial, indicamos o terceiro episódio da nossa série RedTips. O vídeo relata o trabalho da especialista Suchi Saria no combate à sepse, a partir de uma ferramenta de aprendizado inteligente batizada de TREWS.

Gestão Ágil: errar é humano (e faz bem)


Você já errou hoje?

Escolhi essa pergunta para começar nossa conversa sobre Gestão Ágil porque tem tudo a ver com o assunto.

Se a sua resposta for negativa, provavelmente deve cometer algum deslize ao longo do dia. Isso faz parte da vida, e não tem problema. Pelo contrário: faz parte do processo de aprendizado.

Gestão Ágil é justamente isso: aprender de forma empírica — na prática. O principal benefício é permitir à equipe uma margem de erros a serem corrigidos rapidamente, refinando a assertividade nesse processo.

Infelizmente, a maioria das pessoas e empresas ainda tem a visão de que as falhas são inaceitáveis, ignorando que isso sempre existirá. A diferença é a forma como você lida e aprende com a situação.

Errar é humano e faz bem. E acredite, pode realmente deixar o trabalho mais inteligente.

Como funciona a Gestão Ágil?

Quando falamos de agilidade, não é puramente sobre velocidade. O conceito está relacionado à capacidade de adaptação, que pode ser muito morosa nas empresas.

É aí que surge a Gestão Ágil: uma solução estratégica com vários modelos para conter o problema.

Essa metodologia propõe ciclos de entregas curtos e em etapas, trabalhando com o Produto Mínimo Viável (MVP). Vejo um resultado muito bom nesse sistema, porque as equipes conseguem ajustar as dificuldades com mais facilidade. Isso porque o impacto é visto em fases específicas, tornando-se mais escaneável na cadeia do processo.

Ao final de cada ciclo, os usuários já podem utilizar o produto/solução de fato, possibilitando colher alguns frutos do trabalho, melhorar o entendimento sobre as reais necessidades dos clientes e verificar se a solução efetivamente resolve os problemas apontados.

Quais são os benefícios da Gestão Ágil?

Não tem como falarmos em Gestão Ágil sem citar o esforço da equipe. Um dos principais destaques da metodologia é que você consegue trabalhar com um time multidisciplinar e capaz de se auto-organizar.

Em outras palavras, os colaboradores têm a liberdade de seguir a própria linha de trabalho, podendo executar as atividades de acordo com o perfil de cada um. Isso é muito benéfico para o resultado, porque as diferenças se balanceiam no final.

Existe um trabalho linear, horizontal, que favorece também a transparência na gestão. Mesmo que os profissionais tenham uma capacidade de autocontrole, eles se conversam e encontram as soluções para os erros e problemas em equipe.

Ou seja, todos se reúnem para se ajudar conforme as dificuldades, reforçando a característica do aprendizado e melhorando os resultados.

Porém, acredito que o benefício principal é mesmo a questão das entregas por ciclo, que se tornam mais frequentes: o cliente consegue acompanhar de perto o desenvolvimento dos projetos, podendo solicitar ajustes e alterações sempre que achar necessário, sem que isso prejudique o andamento total do projeto.

O trabalho conjunto converge em resultados satisfatórios e cheios de valor agregado.

A Gestão Ágil na prática

Como CEO da RedFox, percebo um salto de qualidade considerável a partir da adoção dessa metodologia — tanto internamente, aplicando na gestão dos nossos projetos, como de maneira externa, aplicando em nossos clientes.

Gestão Ágil nos permitiu trabalhar com times multidisciplinares de maneira integrada, unindo pessoas com habilidades distintas. Isso nos dá abertura para trabalhar visões diferentes e agregar conhecimentos com foco no resultado.

Um dos pontos importantes é que, quando os erros aparecem, por qualquer razão que seja, as equipes trazem isso à tona para que todos consigam pensar juntos em uma solução, em vez de colocar o problema para debaixo do tapete e esperar que ele desapareça.

“Isabela, como trazer esse movimento na minha empresa?”

Para implementar a metodologia, penso que o primeiro passo é implementar uma cultura ágil, fazendo com que todos entendam que existe uma nova forma de trabalhar, mais colaborativa, transparente e integrada.

No processo, vejo que é muito importante quebrar o paradigma da cultura do medo com os erros, aceitando que eles existem. Precisamos deixar que os colaboradores experimentem mais e se sintam confiantes para errar, para entender que é possível aprender e transformar as lições em aprendizados.

Por isso, eu deixo um conselho: erre sem medo!

*Artigo originalmente escrito para o Linkedin por Isabela Abreu

Quais são os principais gargalos na logística hospitalar?

A logística hospitalar afeta todos os setores da instituição

Imagine a seguinte situação: você vai a um hospital, realiza os exames e precisa fazer um tratamento específico. Só que a instituição não tem os medicamentos necessários porque o gestor não se atentou para a logística hospitalar. Então, os remédios ficam em falta e você, como paciente, sai frustrado do atendimento.

Se você não tem o hábito de acompanhar todos os processos da sua instituição, pode acreditar — esse tipo de situação é mais frequente do que você imagina! É muito comum a administração priorizar outras atividades do setor, abrindo espaço para o surgimento de verdadeiros gargalos no controle de medicamentos e outros itens essenciais para o bom funcionamento do sistema.

A logística hospitalar é responsável não só pelo estoque de remédios, mas também pela administração de todos os recursos, como maquinários, finanças, pessoas e informações gerais. Ela deve organizar, coordenar e planejar todas as atividades operadas internamente, garantindo a qualidade no atendimento.

Você sabe quais são os desafios que a má administração desse processo precisa superar? Confira a seguir os principais problemas gerados pela falta de controle da logística hospitalar.

Falta de remédios e itens hospitalares

Já citamos este tipo de gargalo da logística hospitalar no começo deste artigo. Ele se destaca porque, quando pensamos nas atividades do setor, remédios e equipamentos são itens fundamentais em uma instituição de saúde.

Principalmente em casos de urgência e emergência, as operações e cirurgias precisam de medicamentos e suprimentos de saúde como anestesias, seringas, vacinas e muito mais produtos que auxiliam nos cuidados com o paciente. Sem eles, a maioria dos serviços hospitalares se torna inviável.

A logística precisa estar atenta em relação aos estoques para evitar a falta dos insumos mais usados no atendimento. Quanto maior a demanda de um medicamento, maior é a necessidade de reposição.

Carência de profissionais

As pessoas também fazem parte da logística hospitalar. O posicionamento adequado dos profissionais nos turnos é função da gestão administrativa, que precisa garantir a presença de médicos, enfermeiros e demais colaboradores para um atendimento de qualidade.

Neste caso, a falta de profissionais nos turnos prejudica o andamento das atividades e consultas, podendo causar desde o aumento na fila de espera até a inviabilidade de realização de exames e procedimentos.

Por isso, os gestores precisam ficar atentos para as necessidades de pessoal dentro da instituição, acompanhando as jornadas de trabalho e os imprevistos de cada profissional. É importante ter estratégias de segundo plano para casos de faltas e buracos nas agendas, preenchendo os espaços com o voluntarismo de outros profissionais.

Infraestrutura de estoques inadequada

A principal causa para a falta de medicamentos é uma má gestão dos estoques. Isso pode incluir tanto um mau gerenciamento das quantidades como a ausência de uma infraestrutura adequada para realizar esse acompanhamento.

A qualidade do local de armazenamento dos remédios precisa estar de acordo com as especificações. A temperatura e a umidade devem estar adequadas para a conservação química, até porque vários medicamentos precisam ser refrigerados.

Muitos hospitais deixam de controlar essas questões. O resultado? Perda de estoques e prejuízos para a instituição! Mas o pior contexto mesmo é a utilização de um medicamento vencido no tratamento do paciente, o que pode até piorar o quadro de saúde.

Falta de tecnologia apropriada

No exemplo que iniciou este artigo, a falta de remédios poderia facilmente ser substituída pela ausência de equipamentos. O paciente não teria o atendimento adequado para a realização de exames e, pior ainda, não poderia ter um diagnóstico preciso sobre o estado de saúde.

Quando a logística hospitalar é deixada de lado, o controle de todos os insumos fica bagunçado, inclusive a aparelhagem para um atendimento completo. Se uma máquina quebra, pode demorar muito tempo para que ela seja consertada em um ambiente sem controle.

Mas a tecnologia não se resume somente aos equipamentos. Sistemas e softwares são muito importantes para realizar uma boa gestão do fluxo geral. Eles permitem acompanhar todas as informações referentes ao que acontece nas dependências da instituição, como as demandas de consultas, disponibilidade de profissionais, agendas médicas e inclusive o estado de máquinas e estoques de medicamentos.

Todos esses elementos estão ligados à logística hospitalar. Ou seja, um bom sistema de gestão é a chave para controlar os insumos e permitir que a instituição esteja em ordem. Então você deve garantir que as equipes tenham as ferramentas adequadas e estejam alinhadas com a tecnologia disponível no seu hospital.

Uma boa logística hospitalar contribui para a eficiência do fluxo de caixa e para a qualidade no atendimento. Por isso, a sua instituição de saúde precisa contar com um parceiro especializado no fornecimento de tecnologia. Confira por que a RedFox é a melhor opção para realizar a transformação digital da sua instituição de saúde!

Tecnologias que melhoram a qualidade na triagem hospitalar

triagem hospitalar

Coloque-se no lugar do paciente: você definitivamente não gostaria de esperar horas por um atendimento diante de uma urgência grave, certo? Em algum momento no passado, a triagem hospitalar foi uma solução inovadora para resolver essa questão. Hoje, a inovação está nas tecnologias que ajudam a diminuir ainda mais as filas de espera.

As novidades do mercado são grandes aliadas para reduzir ruídos e gargalos no processo. Seja no pronto-atendimento ou no corredor de internação, não dá mais para usar um sistema manual. O paciente quer agilidade.

Se você ainda não investe em tecnologia para melhorar a experiência na sua instituição, está perdendo tempo! Que tal aprender um pouco sobre como as ferramentas disponíveis no mercado podem aprimorar o seu sistema de triagem hospitalar? Confira a seguir!

Sistemas de classificação de risco

Vamos começar pelo básico: num cenário quase inconcebível nas instituições de saúde atualmente é a falta de um sistema eletrônico para a classificação de risco. O pré-atendimento serve para categorizar a urgência, mas a tecnologia ajuda a controlar a chamada.

A maioria dos hospitais utiliza painéis e senhas automatizados para gerenciar a ordem de prioridades. Porém, podemos ver a falta desse cenário em cidades de interior ou em locais muito afastados, onde os avanços tecnológicos ainda não são realidade.

Os sistemas eletrônicos de classificação de risco já encontram opções de melhoria, como a aplicação de algoritmos para nas etapas, mas ainda precisam da gestão de profissionais para enviar as fichas. Vale lembrar que você precisa treinar a equipe para determinar o que realmente é emergência e o que pode ser resolvido em uma consulta agendada.

Aplicativos de check-in

A adoção de aplicativos para notificar a chamada é um passo interessante para melhorar a experiência dos usuários na jornada do paciente. Eles querem mais poder sobre o período de espera, em vez de esperar sem previsão de horário.

No sistema de triagem hospitalar, as senhas seguem a prioridade de atendimento. Com a sequência numérica ignorada na chamada, o paciente acaba confuso sobre quando será chamado.

Os aplicativos de check-in são opções para apresentar uma noção mais precisa da fila, com estimativa de tempo. Então, o paciente consegue administrar a gestão pessoal enquanto aguarda. Ele pode ir o banheiro sem se preocupar ou mesmo ir à padaria para comer algo, de acordo com o caso.

Como esses apps têm acesso às informações cadastrais e ao prontuário eletrônico (PEP), trazem mais uma vantagem.  É possível fazer o check-in ainda em casa, tornando menor o tempo de espera efetivo.

Gestão de leitos

A automatização dos processos também pode beneficiar a gestão de leitos do seu hospital. Os gargalos na comunicação entre as etapas de admissão, atendimento e alta são os principais motivos para a demora nas internações.

Os sistemas de gestão integrados são uma solução indicada para o seu hospital conter esses problemas. Eles reúnem as informações do processo, gerando uma visão instantânea das vagas disponíveis para novas admissões.

Ferramentas de indicadores

Existem várias tecnologias que permitem acompanhar os indicadores da gestão do hospital. Elas permitem monitorar o tempo de espera, classificar pacientes, entender as taxas de admissão e dispensa de alta, entre muitas outras ações gerenciais.

Algumas ferramentas de indicadores são o big data, o business inteligence (BI) e o analytics, que cruzam informações para facilitar as decisões. Essas ferramentas influenciam a triagem hospitalar ao facilitar o acompanhamento dos pacientes, indicando previsões de quando o próximo atendimento ocorrerá.

Sistemas de gestão de escala

Conta simples: quanto mais médicos disponíveis para atendimento, mais rapidamente as filas de espera andam. Mas como assegurar a presença dos profissionais nos turnos? A resposta está nos sistemas de gestão de escalas!

Essas ferramentas auxiliam os gestores a preencherem os buracos nas agendas e a melhorarem a comunicação com os médicos. Quando um deles não consegue realizar o atendimento previsto, outros podem se prontificar a cobrir o horário, já que todos têm uma visão ampla da situação.

Na triagem hospitalar, os efeitos do sistema de gestão de escalas aparecem pelas filas mais rápidas e pelo menor tempo de espera.

Se o seu objetivo é aumentar a satisfação dos pacientes e melhorar o atendimento, vai encontrar nas tecnologias apresentadas ótimas oportunidades para acelerar a triagem hospitalar.

Confira também como fazer a transformação digital na administração hospitalar!

Prontuário eletrônico e outras tecnologias para a gestão de clínicas e hospitais

Prontuário eletrônico e outras tecnologias ajudam a gestão de hospitais e clínicas

Soluções como prontuário eletrônico e softwares de gestão de escala são alguns recursos disponíveis para automatizar processos. Porém, não basta simplesmente digitalizar a operação para atender uma tendência de mercado.

Cada modelo de gestão tem gargalos específicos. Por isso, o primeiro passo é identificá-los para, então, buscar as ferramentas que podem ajudar sua instituição.

Quer conhecer as principais tendências para gestão de clínicas e hospitais? Descubra a seguir como o prontuário eletrônico e outras soluções podem beneficiar o trabalho da sua equipe!

Prontuário eletrônico

O prontuário eletrônico do paciente, também conhecido como PEP, é uma ferramenta de armazenamento e controle dos dados dos pacientes, reunindo-os em um único lugar.

A ferramenta permite ao médico acessar e registrar digitalmente resultados e laudos de exames, anamneses, prescrições de remédios, entre outros. Isso favorece a qualidade dos serviços, pois dá mais praticidade ao acesso dos dados em consultas e exames.

Inclusive, o prontuário eletrônico pode ser acessado de qualquer lugar, sem deixar de lado a segurança e a privacidade no manuseio das informações.

De forma geral, o PEP contribui para diminuir erros, otimizar recursos e aperfeiçoar o atendimento. Até porque mesmo os médicos de outras instituições também conseguem ver o histórico do paciente. Basta ter a permissão de acesso aos dados.

Computação em nuvem

A computação em nuvem está presente de várias formas na gestão hospitalar. No prontuário eletrônico, por exemplo, esse tipo de sistema leva agilidade, praticidade e segurança ao armazenamento de informações.

É por meio da nuvem que médicos e gestores conseguem acessar dados à distância. As informações ficam compartilhadas somente entre os profissionais que têm permissão de acesso.

Além disso, a capacidade de armazenamento pode ser estendida conforme a necessidade. Isso permite que as informações hospitalares fiquem organizadas em um único ambiente digital.

Vale ressaltar ainda que a computação em nuvem gera mais economia do que manter servidores internos, bancos de dados e outras ferramentas de armazenamento na instituição.

Big Data

O big data é uma solução que permite cruzar informações para gerar insights e relatórios valiosos. Na área da saúde, a estratégia favorece a geração de diagnósticos mais precisos e ajuda a acompanhar a saúde dos pacientes.

Para a gestão, também ajuda a identificar formas de redução de custos, comparar a eficiência de equipamentos, encontrar erros nos processos, entre outras ações.

Bulário on-line

Assim como o prontuário eletrônico, existe um espaço digital para consultar bulas e remédios. O bulário on-line facilita a prescrição de receitas e o abastecimento de medicamentos na instituição.

Com isso, os médicos e gestores conseguem identificar os remédios mais adequados para os pacientes. A Anvisa oferece o serviço gratuitamente.

Telemedicina

A telemedicina está em alta nas tendências para a área da saúde, já que permite o atendimento de pacientes à distância. No Brasil, porém, ela ainda está em fase inicial, já que a regulamentação ainda está em discussão.

Entre os benefícios, a telemedicina consegue levar assistência a pessoas que moram em lugares de dificil acesso. Já na gestão de saúde, permite gerenciar as agendas médicas mais eficientes e produtivas.

O atendimento na telemedicina pode ser feito por videoconferências, teleconsultas e até com realização de cirurgias por robôs. Pela ampla opção de serviços, o modelo de atendimento ainda gera polêmicas, mas só tem a somar aos serviços de clínicas e hospitais.

Softwares de gestão

Os softwares de gestão ajudam a equipe administrativa a organizar as estratégias da instituição, como o melhor controle de buracos nas escalas e agendas médicas.

Existem vários tipos de software disponíveis para aprimorar a gestão hospitalar, como ERPs e sistemas para gestão de escalas. Eles trazem eficiência operacional e ajudam a reduzir custos, resolvendo os principais problemas e gargalos administrativos.

Essas são as principais tecnologias disponíveis para a gestão de clínicas e hospitais. Do prontuário eletrônico aos softwares personalizados, a sua instituição encontra oportunidades para aperfeiçoar processos e aumentar a qualidade dos serviços assistenciais.

Na RedFox, estudamos o seu caso e ajudamos a desenvolver as melhores soluções para a sua instituição médica. Confira por que somos a escolha ideal para o seu processo de disrupção e transformação digital!