Tudo o que você precisa saber sobre a gestão de escala 12×36 em hospitais e clínicas

escala 12x36

A escala 12×36 é uma das principais jornadas utilizadas em hospitais e centros médicos no Brasil. O formato permite que o funcionário trabalhe 12 horas e descanse nas 36 horas posteriores ao expediente.

Em 2017, houve mudanças na lei trabalhista por causa de uma reforma que analisou as condições de trabalho na jornada, que costuma levantar controvérsias e questionamentos. A dificuldade na gestão de escala e a qualidade de vida dos funcionários estão entre os principais problemas dentro do modelo.

Separamos a seguir tudo o que você precisa saber sobre a escala 12×36 em hospitais e clínicas. Confira!

A reforma trabalhista de 2017

Com a reforma trabalhista, a escala 12×36 teve uma grande vitória: passou a ser reconhecida para todos os profissionais, junto com outros modelos de jornada. No contexto geral, as novas regras da CLT permitiram que a escala pudesse ser usada em qualquer categoria, com as devidas atenções, a partir do artigo 59-A.

O Ministério do Trabalho incluiu algumas exigências para a aplicação da jornada, entre elas:

  • A jornada deve ser estabelecida em comum acordo entre a equipe, com convenção coletiva e acordo individual de trabalho;
  • Intervalo de almoço e descanso de pelo menos 1 hora ou, na falta desta, conferindo-se hora extra com adicionais;
  • Remuneração em dobro nos feriados;
  • Atenção aos limites semanais para cada categoria, de acordo com a legislação;
  • Controle da jornada pela empresa.

O não cumprimento dessas regras acarreta em autuação e imposição de multas por infração da CLT.

Os desafios da escala 12×36

Na escala 12×36, existe rotatividade frequente das escalas de trabalho. O controle da jornada, então, passa a ser um grande desafio para os gestores, que precisam estar atentos para que todos cumpram a carga horária, garantindo também bons resultados com o faturamento hospitalar.

Como descreve a lei na reforma trabalhista, o controle do expediente precisa ser feito pela própria instituição. Por isso, os hospitais e clínicas precisam ter um sistema eficaz para evitar que qualquer item do artigo 59-A seja descumprido.

O trabalhador encontra nas novas regras a vantagem de poder montar o próprio expediente em comum acordo com a empresa, desde que respeitando a carga horária limite. O contexto se pauta na qualidade de vida dos funcionários, ainda mais se levar em conta radiologistas e funcionários que trabalham em ambientes de risco.

Houve uma flexibilização da jornada, mas isso não impede o funcionário de cumprir as obrigações. Se as empresas precisam controlar as escalas, as taxas de absenteísmo também precisam ser verificadas.

Organizar os horários para que cada turno seja preenchido, em um contexto em que cada funcionário pode ter uma jornada diferente, já é uma tarefa que precisa de atenção. Ter que remanejar horários para cobrir faltas se torna uma missão ainda mais desafiadora.

Por isso, as instituições médicas precisam se organizar para ter um sistema de gestão eficiente. Diante do evidente processo de transformação digital na saúde, é preciso recorrer a ferramentas adequadas de gestão.

Como realizar o controle de escalas

Um sistema muito comum para realizar a gestão de escalas é o controle de ponto eletrônico, no qual os funcionários registram a biometria. Esse modelo funciona, mas deve-se levar em conta que o avanço da tecnologia vem trazendo opções cada vez mais atualizadas.

Muitas instituições passaram a adotar sistemas digitais para determinar as escalas de horários, que ajudam a controlar quem realizará determinado turno. Caso um funcionário não possa cumprir o plantão, ele pode avisar pela própria plataforma e enviar notificações ao líder, que consegue reorganizar a escala com mais rapidez. Dessa forma, evita-se buracos nas agendas.

Já o funcionário tem a liberdade de registrar o ponto por meio de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, facilitando o processo. Cabe aos gestores encontrarem a melhor solução para organizar e controlar o fluxo das escalas 12×36.

Na RedFox Soluções Digitais, a solução indicada para a gestão de escalas é o GoShift, que traz uma variedade de funcionalidades para melhorar os resultados de faturamento nas instituições médicas, aumentar a quantidade de atendimentos e garantir um serviço de qualidade aos pacientes.

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Saiba como o mau gerenciamento de escalas médicas pode afetar o faturamento hospitalar

faturamento hospitalar

O faturamento hospitalar depende de vários fatores, sendo o preenchimento adequado das vagas de consultas muito importante para gerar receitas.

A falta de controle nas agendas médicas pode causar uma série de problemas dentro do funcionamento padrão da instituição hospitalar, desde problemas na qualidade do serviço a buracos nos horários.

Confira a seguir por que você deve ficar atento contra o mau gerenciamento das escalas médicas para o faturamento hospitalar!

Cancelamentos de consultas

Se um médico não pode cumprir o atendimento de uma consulta agendada, seja por problemas pessoais ou qualquer outro imprevisto, o paciente precisa remarcar a consulta e o horário fica vago.

O pior é quando o paciente não é avisado e descobre a impossibilidade de ser atendido já no hospital, o que pode deixá-lo irritado o suficiente para procurar outra instituição de saúde. Nesses casos, busca-se uma solução para remediar o problema, como encaixe na agenda de outro médico, diminuindo a qualidade do atendimento pela correria.

O correto remanejamento a fim de evitar buracos na agenda precisa ser feito com o devido cuidado, evitando atrasos e cancelamentos de consultas. Dessa maneira, os riscos de perder receita pelos buracos nas agendas se tornam menores e é possível encontrar um médico substituto para o atendimento com mais facilidade.

Atendimento desqualificado

Não é só uma agenda apertada que pode diminuir a qualidade de uma consulta e impactar o faturamento hospitalar. Um grave erro na gestão hospitalar é o agendamento de consultas com médicos de pouco conhecimento sobre determinado sintoma ou doença.

A desqualificação no atendimento médico tende a frustar o paciente, que acaba por buscar outros centros clínicos para tratar o problema. A falta de fidelização dos clientes devido ao mau gerenciamento de escalas médicas, então, torna-se um dos problemas para aumentar o faturamento das receitas do hospital.

Indisponibilidade de exames

Outro problema para o quadro financeiro das instituições médicas é a indisponibilidade de profissionais para realizar exames. Quando um médico encaminha o paciente para os setores de exames, o correto é ter pessoal preparado para executar a tarefa. Mas nem sempre isso acontece.

Muitas vezes, o paciente precisa marcar um agendamento demorado, esperando até semanas para conseguir ser atendido. Com uma gestão de escalas eficiente, o hospital se assegura que conta com a quantidade adequada de profissionais, acelerando o processo com maior quantidade de agendas. Com isso, as finanças ganham um impulso e o fluxo de entrada de caixa da empresa sobe.

Falta de equipamentos disponíveis

Da mesma forma que o gerenciamento da quantidade de profissionais é importante, a disponibilidade de equipamentos também deve ser verificada. De nada adianta ter uma equipe preparada para realizar exames e consultas se o hospital não tiver equipamentos adequados para o atendimento.

Nesse caso, os custos do hospital são ainda maiores, porque não só provocam buracos nas agendas como também gera despesas adicionais com a equipe, que eventualmente fica ociosa. Ter um controle dos equipamentos, então, é outro fator de influência na gestão de escalas para um bom faturamento hospitalar.

O mau gerenciamento da gestão de escalas pode ocorrer por diversos fatores, mas pode ser evitado pelo uso de sistemas adequados de controle das equipes. O GoShift é uma solução digital específica para solucionar os problemas de agendas, identificando os gargalos para readequar horários.

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O que é Venture Innovation? Inovando no mercado de soluções digitais

A união de empresas na busca por um objetivo é uma prática muito comum. Muitas vezes, essa parceria se dá em forma de investimentos de negócios ou na fusão das envolvidas para formar um negócio maior, o que define uma Joint Venture. Só que um novo conceito de união chegou ao mundo do empreendedorismo. Você já ouviu falar em Venture Innovation?

Se levarmos em conta que a inovação é a grande tendência entre os negócios da atualidade, faz sentido buscar estratégias para surpreender o mercado.

Inovar virou sinônimo de destaque, de modernidade e competitividade. Não basta ter qualidade para se tornar referência, é necessário participar do processo de disrupção, do processo de quebra e mudança dos padrões.

E é nesse contexto que surge a Venture Innovation. O termo se refere à união de duas ou mais empresas que desejam inovar em determinada área, criando um produto para trazer sentido totalmente novo aos processos.

Em outras palavras, essa parceria busca desenvolver novas estratégias para resolver um problema em aberto no setor. A Venture Innovation acontece a partir da necessidade de preencher uma lacuna no mercado, que é resolvida através de soluções digitais inovadoras. Mas como surge uma Venture Innovation?

Os tipos de Venture Innovation

Para levar um produto ao mercado por Venture Innovation, existem vários contextos em que duas empresas podem se unir. A diferença está no momento em que acontece a parceria, que pode ser desde o desenvolvimento da ideia até o momento de apresentar o produto ao mercado.

Confira as diferenças a seguir!

Parceria para solucionar o problema da contratante

O caso de maior interação ocorre quando as empresas trabalham juntas desde o começo, unindo-se para identificar uma dificuldade do setor em questão. Nesta vertente, o produto é a uma necessidade da própria empresa contratante, que concorda em levá-lo para o mercado.

Quando a contratante possui um problema, seja operacional ou estratégico, ela o apresenta à desenvolvedora parceira e ambas pensam juntas em criar uma solução transformadora para resolver tais problemas. Muitas vezes, o mesmo problema dessa empresa é também uma dor do mercado em geral ou do segmento de atuação desta.

Mesmo que o objetivo inicial seja para uso de uma das empresas parceiras, fica pré-combinado – ou pode ser determinado posteriormente – que o produto será disponibilizado para venda ao mercado, com participações societárias igualitárias entre as empresas. No final, temos uma nova solução de mercado que pode virar uma startup/empresa através do spin off.

Parceria para identificar um problema do mercado

As empresas também podem iniciar uma Venture Innovation exclusivamente pensando em levar um produto para o mercado, encontrando uma questão que precise de solução. Elas unem esforços durante todo o projeto para surpreender os processos de um setor, apostando em inovação e disrupção.

Parceria para desenvolver o projeto

Uma empresa pode identificar um problema de mercado de forma independente e, a partir de então, buscar um parceiro para desenvolver o projeto. O investimento financeiro e a fusão de conhecimentos são alguns motivos que justificam a necessidade de encontrar uma parceria para a solução.

Parceria para lançar a solução no mercado

Por fim, uma empresa pode analisar o mercado de forma independente para identificar uma dificuldade, tendo sozinha a ideia da solução e trabalhando por conta no desenvolvimento. Só quando o produto está praticamente pronto é que ela busca uma parceria para realizar o lançamento.

A segunda empresa terá relevância no projeto por vários fatores, como, por exemplo, ao ter maior renome no mercado ou maior influência frente ao público-alvo.

Quer ver um exemplo na prática de Venture Innovation? A RedFox e a Irko se uniram para desenvolver o KPBoard, uma solução digital que resolve problemas do setor contábil e agrega valor aos serviços. Saiba mais sobre essa e outras soluções transformadoras da RedFox!