Gestão de contratos requer atenção para evitar aumento de custos

gestão de contratos

Estamos acompanhando a pauta do Governo Federal na revisão de vários contratos com o intuito de reduzir custos. A questão é tão importante que deveria existir um Ministério exclusivo para esse assunto, pois existe uma lacuna enorme no acompanhamento e na gestão de contratos, o que acaba aumentando os custos de maneira desordenada. Realizei vários trabalhos em órgãos públicos e pude ver in loco essa lacuna. Problemas em contratos da merenda escolar, telefone, frota, aluguéis de imóveis, manutenção em geral, etc. 

Nas empresas privadas, existe o mesmo problema. Os contratos de grande valor não têm dono e as empresas acabam perdendo a visão da otimização dos custos.  

E qual é o grande gargalo desse cenário?

Todo contrato tem parâmetros que determinam o seu custo; um é o preço e o outro é o consumo. Por exemplo:  quando uma empresa paga a conta de telefone celular dos funcionários, devemos analisar o preço por minuto (que varia de plano e de operadora) e o consumo de cada funcionário (que varia de acordo com a função). Essa lógica vale para todo o tipo de contrato. 

Como temos um volume enorme de informações, a variação desses dados são constantes. Somente o uso de soluções digitais (algoritmos inteligentes, digitalização, machine learning, entre outras) é capaz de identificar as distorções dos parâmetros e, com isso, identificar as lacunas de oportunidade para reduzir o custo. 

Nós da RedFox já estamos preparando o uso uma solução para correlacionar os dados e ajudar a sua empresa economizar dinheiro. Vou explicar melhor como a tecnologia pode ajudar!

Por que a tecnologia pode ajudar na gestão de contratos?

A tecnologia traz a oportunidade de utilizar a inteligência artificial para gerar insights preciosos em qualquer gestão de negócios. Na gestão de contratos, não é diferente.

Como falei acima, em todo o contrato temos dois contrapontos, que são o preço que você paga na unidade e o que você consome efetivamente dentro disso. Uma vez que você tem informações para entender esse cenário, consegue gerenciar melhor o custo dos seus contratos.

Isso pode ser feito manualmente, mas é um processo muito mais moroso do que se você tiver um algoritmo para ler os dados de forma rápida e prática. Você só precisa dar o comando para o sistema cruzar os dados e apontar o diagnóstico.

A solução da Redfox utiliza um algoritmo e machine learning para análise das informações na base de dados com o intuito de avaliar as oscilações de preço unitário e de consumo na gestão de contratos. Além disso, gerencia datas de encerramento, digitalização do contrato, insights de variações com as oportunidades de redução, painel de gestão, entre outras funcionalidades.

Acompanhe as novidades da RedFox, porque vamos lançar a solução ideal para resolver os custos dos seus contratos!

Diagnóstico laboratorial e clínico se torna mais preciso com o apoio de inteligência artificial

Diagnóstico laboratorial e clínico

A inteligência artificial (IA) faz parte de uma verdadeira transformação digital na medicina, evoluindo atividades como o diagnóstico laboratorial e clínico. Com o poder de identificar doenças com mais facilidade, o machine learning é uma das ferramentas de suporte nos serviços prestados por laboratórios e hospitais.

Trata-se de uma sistema que aprende continuamente a partir da coleta de dados, cruzando informações para gerar insights. A partir desse material, as instituições conseguem ter mais assertividade para entregar relatórios sobre o estado do paciente.

Enquanto a inteligência artificial tem potencial para beneficiar diversas áreas do conhecimento, o papel na medicina é enriquecedor, porque pode salvar vidas. Confira a seguir como o machine learning pode ser aplicado no diagnóstico laboratorial e clínico.

As vantagens da inteligência artificial para o diagnóstico laboratorial e clínico

Um contexto comum nas instituições é a dificuldade de gerar o diagnóstico, porque um mesmo sintoma pode aparecer em várias doenças. A inteligência artificial, então, pode ajudar no diagnóstico ao separar as doenças que estão relacionadas aos sintomas, dando mais tangibilidade ao resultado.

Com um banco de dados mais completo para correlacionar as informações, os algoritmos têm mais facilidade para identificar o quadro do paciente. A partir dos dados gerados por eles, o laboratório consegue entregar relatórios mais confiáveis e precisos.

A velocidade no processo também mostra a relevância da ferramenta. O machine learning consegue fazer a análise mais rapidamente, poupando os esforços da equipe e acelerando o atendimento. Isso leva a uma ação rápida em casos críticos de emergência, contribuindo no combate de doenças graves.

A entrega do diagnóstico laboratorial e clínico em prazos mais curtos se torna uma vantagem competitiva para os laboratórios e hospitais. Eles mostram serviços de maior qualidade e confiança, aumentando a satisfação dos usuários.

O Fleury é um exemplo nesse sentido. Ao implantar um sistema de inteligência artificial, os médicos aumentaram a produção. Um exame de raio-X que levava entre 2 a 4 horas, agora é feito em apenas 18 minutos.

E mais um benefício da inteligência artificial é a redução de custos para a gestão. O médico é um dos recursos mais caros de um hospital, mas a AI ajuda a compensar esse investimento dando mais produtividade ao profissional. Com a realização de mais exames, a margem de lucro da instituição aumenta. Além disso, dispensa-se a necessidade de repetição de exames em vários casos.

Os desafios para a implementação de inteligência artificial

Se as vantagens da inteligência artificial para o diagnóstico laboratorial e clínico são tão importantes, por que muitas instituições ainda não fazem uso dela? A resposta pode estar nos desafios de implementação.

Um primeiro ponto é que a equipe de gestão precisa estar disposta a adotar tecnologias no hospital. O problema é que o setor da saúde ainda é muito resistente à implantação de novos sistemas e precisa entender o valor de ferramentas modernas.

Sem um ambiente propício, fica complicado aplicar ferramentas como o machine learning. Por isso, a criação de algoritmos para fazer as análises por machine learning acaba se tornando outro desafio. Vale ressaltar que, quanto maior for o conhecimento do algoritmo, mais eficientes serão as análises.

Ele deve ser treinado com dados positivos e negativos para ter parâmetros no cruzamento de dados. Quanto mais ele souber fazer a correlação, melhor será a atuação na definição do quadro de saúde.

Por isso, não basta ter a ferramenta, mas saber como alimentá-la adequadamente para gerar os diagnósticos. Muitas instituições têm dificuldade em como tornar o sistema robusto e o mais completo possível para realizar essa tarefa.

Há também os desafios financeiros. Tecnologias com inteligência artificial têm um custo elevado que dificulta a implantação em hospitais e laboratórios com poucos recursos, bem como os que ficam em comunidades distantes.

A telemedicina é uma tendência que busca resolver esse contexto, ligando essas instituições com outras mais avançadas. Mas ainda fica o desafio de entender e buscar maneiras de tornar esses centros mais desenvolvidos.

Casos práticos de machine learning na análise laboratorial

Alguns modelos de machine learning se tornam referência entre as instituições de saúde. Com um banco de dados robusto, muitos gestores buscam esses sistemas como ferramentas para o diagnóstico laboratorial.

É o caso do Watson, por exemplo. O supercomputador da IBM é treinado para processar uma grande quantidade de dados na base, como artigos científicos, prontuários eletrônicos de pacientes, imagens, resultados de pesquisas etc.

Com isso, o sistema ajuda a encontrar respostas para os casos mais difíceis, ganhando tempo para agir no combate às doenças. Os médicos inserem as características e sintomas do paciente no sistema e o Watson cruza os dados da base para apontar a doença que corresponde ao quadro, em um relatório detalhado.

Outro caso de uso é o algoritmo do Google que ajudar a identificar o câncer. O sistema escaneia os tecidos de biópsias para identificar células com comportamento anormal. Durante o desenvolvimento do sistema, os resultados apontaram assertividade de 89% nos resultados, superior à taxa dos médicos, que chegavam a 73%.

No Brasil, a Dasa — um dos maiores laboratórios do país e também parceira da RedFox— mantém um laboratório de pesquisa com um supercomputador para desenvolver algoritmos inteligentes.

Entre os trabalhos em andamento, a empresa se juntou ao CCDS de Harvard para criar algoritmos que usam ressonâncias magnéticas de cérebro e de próstata para identificar câncer. A ideia é que a IA aprenda a medir o tamanho da próstata para apontar irregularidades.

A implantação de sistemas como esses revelam vantagens aos laboratórios e hospitais, melhorando a qualidade do serviço entregue e o trabalho das equipes técnicas. Com um diagnóstico mais preciso, as instituições podem melhorar os processos e aumentar a relevância de mercado.

Para entender mais sobre o uso do machine learning no diagnóstico laboratorial, indicamos o terceiro episódio da nossa série RedTips. O vídeo relata o trabalho da especialista Suchi Saria no combate à sepse, a partir de uma ferramenta de aprendizado inteligente batizada de TREWS.

Gestão Ágil: errar é humano (e faz bem)


Você já errou hoje?

Escolhi essa pergunta para começar nossa conversa sobre Gestão Ágil porque tem tudo a ver com o assunto.

Se a sua resposta for negativa, provavelmente deve cometer algum deslize ao longo do dia. Isso faz parte da vida, e não tem problema. Pelo contrário: faz parte do processo de aprendizado.

Gestão Ágil é justamente isso: aprender de forma empírica — na prática. O principal benefício é permitir à equipe uma margem de erros a serem corrigidos rapidamente, refinando a assertividade nesse processo.

Infelizmente, a maioria das pessoas e empresas ainda tem a visão de que as falhas são inaceitáveis, ignorando que isso sempre existirá. A diferença é a forma como você lida e aprende com a situação.

Errar é humano e faz bem. E acredite, pode realmente deixar o trabalho mais inteligente.

Como funciona a Gestão Ágil?

Quando falamos de agilidade, não é puramente sobre velocidade. O conceito está relacionado à capacidade de adaptação, que pode ser muito morosa nas empresas.

É aí que surge a Gestão Ágil: uma solução estratégica com vários modelos para conter o problema.

Essa metodologia propõe ciclos de entregas curtos e em etapas, trabalhando com o Produto Mínimo Viável (MVP). Vejo um resultado muito bom nesse sistema, porque as equipes conseguem ajustar as dificuldades com mais facilidade. Isso porque o impacto é visto em fases específicas, tornando-se mais escaneável na cadeia do processo.

Ao final de cada ciclo, os usuários já podem utilizar o produto/solução de fato, possibilitando colher alguns frutos do trabalho, melhorar o entendimento sobre as reais necessidades dos clientes e verificar se a solução efetivamente resolve os problemas apontados.

Quais são os benefícios da Gestão Ágil?

Não tem como falarmos em Gestão Ágil sem citar o esforço da equipe. Um dos principais destaques da metodologia é que você consegue trabalhar com um time multidisciplinar e capaz de se auto-organizar.

Em outras palavras, os colaboradores têm a liberdade de seguir a própria linha de trabalho, podendo executar as atividades de acordo com o perfil de cada um. Isso é muito benéfico para o resultado, porque as diferenças se balanceiam no final.

Existe um trabalho linear, horizontal, que favorece também a transparência na gestão. Mesmo que os profissionais tenham uma capacidade de autocontrole, eles se conversam e encontram as soluções para os erros e problemas em equipe.

Ou seja, todos se reúnem para se ajudar conforme as dificuldades, reforçando a característica do aprendizado e melhorando os resultados.

Porém, acredito que o benefício principal é mesmo a questão das entregas por ciclo, que se tornam mais frequentes: o cliente consegue acompanhar de perto o desenvolvimento dos projetos, podendo solicitar ajustes e alterações sempre que achar necessário, sem que isso prejudique o andamento total do projeto.

O trabalho conjunto converge em resultados satisfatórios e cheios de valor agregado.

A Gestão Ágil na prática

Como CEO da RedFox, percebo um salto de qualidade considerável a partir da adoção dessa metodologia — tanto internamente, aplicando na gestão dos nossos projetos, como de maneira externa, aplicando em nossos clientes.

Gestão Ágil nos permitiu trabalhar com times multidisciplinares de maneira integrada, unindo pessoas com habilidades distintas. Isso nos dá abertura para trabalhar visões diferentes e agregar conhecimentos com foco no resultado.

Um dos pontos importantes é que, quando os erros aparecem, por qualquer razão que seja, as equipes trazem isso à tona para que todos consigam pensar juntos em uma solução, em vez de colocar o problema para debaixo do tapete e esperar que ele desapareça.

“Isabela, como trazer esse movimento na minha empresa?”

Para implementar a metodologia, penso que o primeiro passo é implementar uma cultura ágil, fazendo com que todos entendam que existe uma nova forma de trabalhar, mais colaborativa, transparente e integrada.

No processo, vejo que é muito importante quebrar o paradigma da cultura do medo com os erros, aceitando que eles existem. Precisamos deixar que os colaboradores experimentem mais e se sintam confiantes para errar, para entender que é possível aprender e transformar as lições em aprendizados.

Por isso, eu deixo um conselho: erre sem medo!

*Artigo originalmente escrito para o Linkedin por Isabela Abreu

Quais são os principais gargalos na logística hospitalar?

A logística hospitalar afeta todos os setores da instituição

Imagine a seguinte situação: você vai a um hospital, realiza os exames e precisa fazer um tratamento específico. Só que a instituição não tem os medicamentos necessários porque o gestor não se atentou para a logística hospitalar. Então, os remédios ficam em falta e você, como paciente, sai frustrado do atendimento.

Se você não tem o hábito de acompanhar todos os processos da sua instituição, pode acreditar — esse tipo de situação é mais frequente do que você imagina! É muito comum a administração priorizar outras atividades do setor, abrindo espaço para o surgimento de verdadeiros gargalos no controle de medicamentos e outros itens essenciais para o bom funcionamento do sistema.

A logística hospitalar é responsável não só pelo estoque de remédios, mas também pela administração de todos os recursos, como maquinários, finanças, pessoas e informações gerais. Ela deve organizar, coordenar e planejar todas as atividades operadas internamente, garantindo a qualidade no atendimento.

Você sabe quais são os desafios que a má administração desse processo precisa superar? Confira a seguir os principais problemas gerados pela falta de controle da logística hospitalar.

Falta de remédios e itens hospitalares

Já citamos este tipo de gargalo da logística hospitalar no começo deste artigo. Ele se destaca porque, quando pensamos nas atividades do setor, remédios e equipamentos são itens fundamentais em uma instituição de saúde.

Principalmente em casos de urgência e emergência, as operações e cirurgias precisam de medicamentos e suprimentos de saúde como anestesias, seringas, vacinas e muito mais produtos que auxiliam nos cuidados com o paciente. Sem eles, a maioria dos serviços hospitalares se torna inviável.

A logística precisa estar atenta em relação aos estoques para evitar a falta dos insumos mais usados no atendimento. Quanto maior a demanda de um medicamento, maior é a necessidade de reposição.

Carência de profissionais

As pessoas também fazem parte da logística hospitalar. O posicionamento adequado dos profissionais nos turnos é função da gestão administrativa, que precisa garantir a presença de médicos, enfermeiros e demais colaboradores para um atendimento de qualidade.

Neste caso, a falta de profissionais nos turnos prejudica o andamento das atividades e consultas, podendo causar desde o aumento na fila de espera até a inviabilidade de realização de exames e procedimentos.

Por isso, os gestores precisam ficar atentos para as necessidades de pessoal dentro da instituição, acompanhando as jornadas de trabalho e os imprevistos de cada profissional. É importante ter estratégias de segundo plano para casos de faltas e buracos nas agendas, preenchendo os espaços com o voluntarismo de outros profissionais.

Infraestrutura de estoques inadequada

A principal causa para a falta de medicamentos é uma má gestão dos estoques. Isso pode incluir tanto um mau gerenciamento das quantidades como a ausência de uma infraestrutura adequada para realizar esse acompanhamento.

A qualidade do local de armazenamento dos remédios precisa estar de acordo com as especificações. A temperatura e a umidade devem estar adequadas para a conservação química, até porque vários medicamentos precisam ser refrigerados.

Muitos hospitais deixam de controlar essas questões. O resultado? Perda de estoques e prejuízos para a instituição! Mas o pior contexto mesmo é a utilização de um medicamento vencido no tratamento do paciente, o que pode até piorar o quadro de saúde.

Falta de tecnologia apropriada

No exemplo que iniciou este artigo, a falta de remédios poderia facilmente ser substituída pela ausência de equipamentos. O paciente não teria o atendimento adequado para a realização de exames e, pior ainda, não poderia ter um diagnóstico preciso sobre o estado de saúde.

Quando a logística hospitalar é deixada de lado, o controle de todos os insumos fica bagunçado, inclusive a aparelhagem para um atendimento completo. Se uma máquina quebra, pode demorar muito tempo para que ela seja consertada em um ambiente sem controle.

Mas a tecnologia não se resume somente aos equipamentos. Sistemas e softwares são muito importantes para realizar uma boa gestão do fluxo geral. Eles permitem acompanhar todas as informações referentes ao que acontece nas dependências da instituição, como as demandas de consultas, disponibilidade de profissionais, agendas médicas e inclusive o estado de máquinas e estoques de medicamentos.

Todos esses elementos estão ligados à logística hospitalar. Ou seja, um bom sistema de gestão é a chave para controlar os insumos e permitir que a instituição esteja em ordem. Então você deve garantir que as equipes tenham as ferramentas adequadas e estejam alinhadas com a tecnologia disponível no seu hospital.

Uma boa logística hospitalar contribui para a eficiência do fluxo de caixa e para a qualidade no atendimento. Por isso, a sua instituição de saúde precisa contar com um parceiro especializado no fornecimento de tecnologia. Confira por que a RedFox é a melhor opção para realizar a transformação digital da sua instituição de saúde!

Tecnologias que melhoram a qualidade na triagem hospitalar

triagem hospitalar

Coloque-se no lugar do paciente: você definitivamente não gostaria de esperar horas por um atendimento diante de uma urgência grave, certo? Em algum momento no passado, a triagem hospitalar foi uma solução inovadora para resolver essa questão. Hoje, a inovação está nas tecnologias que ajudam a diminuir ainda mais as filas de espera.

As novidades do mercado são grandes aliadas para reduzir ruídos e gargalos no processo. Seja no pronto-atendimento ou no corredor de internação, não dá mais para usar um sistema manual. O paciente quer agilidade.

Se você ainda não investe em tecnologia para melhorar a experiência na sua instituição, está perdendo tempo! Que tal aprender um pouco sobre como as ferramentas disponíveis no mercado podem aprimorar o seu sistema de triagem hospitalar? Confira a seguir!

Sistemas de classificação de risco

Vamos começar pelo básico: num cenário quase inconcebível nas instituições de saúde atualmente é a falta de um sistema eletrônico para a classificação de risco. O pré-atendimento serve para categorizar a urgência, mas a tecnologia ajuda a controlar a chamada.

A maioria dos hospitais utiliza painéis e senhas automatizados para gerenciar a ordem de prioridades. Porém, podemos ver a falta desse cenário em cidades de interior ou em locais muito afastados, onde os avanços tecnológicos ainda não são realidade.

Os sistemas eletrônicos de classificação de risco já encontram opções de melhoria, como a aplicação de algoritmos para nas etapas, mas ainda precisam da gestão de profissionais para enviar as fichas. Vale lembrar que você precisa treinar a equipe para determinar o que realmente é emergência e o que pode ser resolvido em uma consulta agendada.

Aplicativos de check-in

A adoção de aplicativos para notificar a chamada é um passo interessante para melhorar a experiência dos usuários na jornada do paciente. Eles querem mais poder sobre o período de espera, em vez de esperar sem previsão de horário.

No sistema de triagem hospitalar, as senhas seguem a prioridade de atendimento. Com a sequência numérica ignorada na chamada, o paciente acaba confuso sobre quando será chamado.

Os aplicativos de check-in são opções para apresentar uma noção mais precisa da fila, com estimativa de tempo. Então, o paciente consegue administrar a gestão pessoal enquanto aguarda. Ele pode ir o banheiro sem se preocupar ou mesmo ir à padaria para comer algo, de acordo com o caso.

Como esses apps têm acesso às informações cadastrais e ao prontuário eletrônico (PEP), trazem mais uma vantagem.  É possível fazer o check-in ainda em casa, tornando menor o tempo de espera efetivo.

Gestão de leitos

A automatização dos processos também pode beneficiar a gestão de leitos do seu hospital. Os gargalos na comunicação entre as etapas de admissão, atendimento e alta são os principais motivos para a demora nas internações.

Os sistemas de gestão integrados são uma solução indicada para o seu hospital conter esses problemas. Eles reúnem as informações do processo, gerando uma visão instantânea das vagas disponíveis para novas admissões.

Ferramentas de indicadores

Existem várias tecnologias que permitem acompanhar os indicadores da gestão do hospital. Elas permitem monitorar o tempo de espera, classificar pacientes, entender as taxas de admissão e dispensa de alta, entre muitas outras ações gerenciais.

Algumas ferramentas de indicadores são o big data, o business inteligence (BI) e o analytics, que cruzam informações para facilitar as decisões. Essas ferramentas influenciam a triagem hospitalar ao facilitar o acompanhamento dos pacientes, indicando previsões de quando o próximo atendimento ocorrerá.

Sistemas de gestão de escala

Conta simples: quanto mais médicos disponíveis para atendimento, mais rapidamente as filas de espera andam. Mas como assegurar a presença dos profissionais nos turnos? A resposta está nos sistemas de gestão de escalas!

Essas ferramentas auxiliam os gestores a preencherem os buracos nas agendas e a melhorarem a comunicação com os médicos. Quando um deles não consegue realizar o atendimento previsto, outros podem se prontificar a cobrir o horário, já que todos têm uma visão ampla da situação.

Na triagem hospitalar, os efeitos do sistema de gestão de escalas aparecem pelas filas mais rápidas e pelo menor tempo de espera.

Se o seu objetivo é aumentar a satisfação dos pacientes e melhorar o atendimento, vai encontrar nas tecnologias apresentadas ótimas oportunidades para acelerar a triagem hospitalar.

Confira também como fazer a transformação digital na administração hospitalar!

Prontuário eletrônico e outras tecnologias para a gestão de clínicas e hospitais

Prontuário eletrônico e outras tecnologias ajudam a gestão de hospitais e clínicas

Soluções como prontuário eletrônico e softwares de gestão de escala são alguns recursos disponíveis para automatizar processos. Porém, não basta simplesmente digitalizar a operação para atender uma tendência de mercado.

Cada modelo de gestão tem gargalos específicos. Por isso, o primeiro passo é identificá-los para, então, buscar as ferramentas que podem ajudar sua instituição.

Quer conhecer as principais tendências para gestão de clínicas e hospitais? Descubra a seguir como o prontuário eletrônico e outras soluções podem beneficiar o trabalho da sua equipe!

Prontuário eletrônico

O prontuário eletrônico do paciente, também conhecido como PEP, é uma ferramenta de armazenamento e controle dos dados dos pacientes, reunindo-os em um único lugar.

A ferramenta permite ao médico acessar e registrar digitalmente resultados e laudos de exames, anamneses, prescrições de remédios, entre outros. Isso favorece a qualidade dos serviços, pois dá mais praticidade ao acesso dos dados em consultas e exames.

Inclusive, o prontuário eletrônico pode ser acessado de qualquer lugar, sem deixar de lado a segurança e a privacidade no manuseio das informações.

De forma geral, o PEP contribui para diminuir erros, otimizar recursos e aperfeiçoar o atendimento. Até porque mesmo os médicos de outras instituições também conseguem ver o histórico do paciente. Basta ter a permissão de acesso aos dados.

Computação em nuvem

A computação em nuvem está presente de várias formas na gestão hospitalar. No prontuário eletrônico, por exemplo, esse tipo de sistema leva agilidade, praticidade e segurança ao armazenamento de informações.

É por meio da nuvem que médicos e gestores conseguem acessar dados à distância. As informações ficam compartilhadas somente entre os profissionais que têm permissão de acesso.

Além disso, a capacidade de armazenamento pode ser estendida conforme a necessidade. Isso permite que as informações hospitalares fiquem organizadas em um único ambiente digital.

Vale ressaltar ainda que a computação em nuvem gera mais economia do que manter servidores internos, bancos de dados e outras ferramentas de armazenamento na instituição.

Big Data

O big data é uma solução que permite cruzar informações para gerar insights e relatórios valiosos. Na área da saúde, a estratégia favorece a geração de diagnósticos mais precisos e ajuda a acompanhar a saúde dos pacientes.

Para a gestão, também ajuda a identificar formas de redução de custos, comparar a eficiência de equipamentos, encontrar erros nos processos, entre outras ações.

Bulário on-line

Assim como o prontuário eletrônico, existe um espaço digital para consultar bulas e remédios. O bulário on-line facilita a prescrição de receitas e o abastecimento de medicamentos na instituição.

Com isso, os médicos e gestores conseguem identificar os remédios mais adequados para os pacientes. A Anvisa oferece o serviço gratuitamente.

Telemedicina

A telemedicina está em alta nas tendências para a área da saúde, já que permite o atendimento de pacientes à distância. No Brasil, porém, ela ainda está em fase inicial, já que a regulamentação ainda está em discussão.

Entre os benefícios, a telemedicina consegue levar assistência a pessoas que moram em lugares de dificil acesso. Já na gestão de saúde, permite gerenciar as agendas médicas mais eficientes e produtivas.

O atendimento na telemedicina pode ser feito por videoconferências, teleconsultas e até com realização de cirurgias por robôs. Pela ampla opção de serviços, o modelo de atendimento ainda gera polêmicas, mas só tem a somar aos serviços de clínicas e hospitais.

Softwares de gestão

Os softwares de gestão ajudam a equipe administrativa a organizar as estratégias da instituição, como o melhor controle de buracos nas escalas e agendas médicas.

Existem vários tipos de software disponíveis para aprimorar a gestão hospitalar, como ERPs e sistemas para gestão de escalas. Eles trazem eficiência operacional e ajudam a reduzir custos, resolvendo os principais problemas e gargalos administrativos.

Essas são as principais tecnologias disponíveis para a gestão de clínicas e hospitais. Do prontuário eletrônico aos softwares personalizados, a sua instituição encontra oportunidades para aperfeiçoar processos e aumentar a qualidade dos serviços assistenciais.

Na RedFox, estudamos o seu caso e ajudamos a desenvolver as melhores soluções para a sua instituição médica. Confira por que somos a escolha ideal para o seu processo de disrupção e transformação digital!

O que é jornada do paciente? Conheça o ciclo do cuidado com a saúde!

o que é jornada do paciente?

Todo profissional da saúde precisa saber o que é jornada do paciente. Trata-se de um processo que define todo o relacionamento das pessoas atendidas pelo serviço médico dentro de uma instituição. O percurso engloba desde os cuidados e o surgimento do primeiro sintoma até a avaliação final do serviço.

Sabemos que, por uma série de fatores, muitos pacientes evitam ao máximo ir ao médico quando percebem algo estranho na saúde. Isso ocorre muito em razão de experiências que não cumprem a expectativa. Então as instituições devem dar prioridade máxima ao atendimento no geral.

Se a definição de o que é jornada do paciente engloba todas as etapas dos cuidados com a saúde, descrever as fases do processo não é uma tarefa tão simples. Cada pessoa tem uma experiência diferente nas instituições, mas alguns procedimentos não se alteram.

Confira a seguir as etapas mais comuns da jornada!

Prevenção

Muitos podem acreditar que a jornada começa no surgimento dos sintomas, mas na verdade ela começa até antes.

A adoção de hábitos saudáveis é o primeiro ponto de destaque, ao lado de outras medidas de prevenção. Isso é importante para evitar uma série de doenças crônicas e envolve desde a boa alimentação até rotinas de atividades físicas.

Sintomas

Infelizmente, nem todo mundo sabe cuidar da saúde pela prevenção. A falta de atenção é um dos motivos que desencadeia as diversas doenças. Genética, predisposição e contato com agentes infectantes são outras possibilidades.

Busca de informação

É cada vez mais comum que os pacientes procurem informações na internet antes de irem ao médico. Isso ocorre porque elas querem encontrar a cura sem ter que se deslocar ao atendimento clínico, ou descobrir qual é o especialista certo sem passar pelo clínico geral e até pela falta de confiança no serviço médico disponível, entre outras causas.

Sim, a internet é uma ótima fonte de informações. Mas não valida a ação que comentei anteriormente. Isso porque há muitas informações duvidosas na rede e o paciente não está capacitado para realmente entender qual é o problema.

Os sintomas de várias doenças são semelhantes, então a busca pode apenas gerar desespero e ansiedade, podendo até causar crises nervosas e ataques de pânico. A medida mais adequada realmente é visitar o clínico geral, mas, no contexto da internet, as instituições podem gerar práticas para melhorar a experiência, com conteúdos oficiais e mais assertivos.

Agendamento clínico

O primeiro contato com a instituição de saúde é na hora do agendamento das consultas. O procedimento tem evoluído para proporcionar mais conforto e praticidade, com ferramentas como o agendamento on-line.

O paciente não quer enfrentar fila na linha de espera para conseguir marcar um horário. Por isso, a possibilidade de agendar pela internet melhora bastante a experiência.

Atendimento médico

O atendimento médico é o serviço principal que o paciente busca na instituição. É comum que ele queira uma resposta logo na primeira consulta, mas nem sempre é o que acontece. Existe até uma contradição nas expectativas, porque ele quer se tratar de imediato sem precisar de exames, mas também pode ficar desconfiado se o diagnóstico for instantâneo.

Realização de exames

Em vários casos, o médico solicita uma bateria de exames ao paciente para avaliar melhor as condições de saúde. Há uma nova etapa de agendamento para chegar à realização em si. É importante que o hospital tenha equipamentos adequados para suprir a demanda, facilitando a jornada do paciente.

Diagnóstico e tratamento

Com os exames em mãos, é chegada a hora do diagnóstico. O paciente descobre o que há de errado com a saúde e consegue as informações adequadas para realizar o tratamento. O médico precisa ter a sensibilidade necessária para dar a notícia com cuidado, em especial nos casos mais críticos.

Então, cabe ao paciente seguir as recomendações e acompanhar os resultados do tratamento junto ao profissional. Durante o tratamento, ele pode voltar várias vezes em novas consultas, retomando etapas anteriores da jornada.

Pós-atendimento

A etapa final é o pós-atendimento. A instituição de saúde pode manter o relacionamento enviando informações de prevenções e cuidados personalizados para cada paciente. Assim, ele se sente cuidado mesmo depois do tratamento.

O pós-atendimento é importante também para que ele possa avaliar os serviços prestados, ajudando a instituição a melhorar continuamente o atendimento.

Essas são as principais etapas de o que é jornada do paciente. Se você gostou de entender sobre o ciclo, fique atento aos próximos conteúdos, e acompanhe as nossas redes sociais: estamos no Facebook, Instagram e LinkedIn!

Por que escolher a RedFox como sua empresa de transformação digital em instituições de saúde

Como escolher uma empresa para a transformação digital de sua instituição de saúde? O primeiro passo é garantir a parceria de uma equipe especializada na área e que acompanha de perto os grandes desafios do mercado. Nesse quesito, a RedFox é sinônimo de excelência e qualidade!

Para se tornar referência em um setor tão amplo, é fundamental estar em sintonia com as novidades e insights sobre tudo que representa a modernidade na medicina.

O #teamred está sempre atento a esse cenário ao participar de eventos, reuniões, palestras, congressos e muito mais.

Quer saber por quê você deve escolher a RedFox como a sua empresa de transformação digital? Confira alguns motivos a seguir!

Conhecimento especializado em saúde

A RedFox procura estar sempre atenta às tendências de mercado, acompanhando as novidades nos países mais avançados em questão de saúde.

Para levar inovação e disrupção tecnológica aos clientes, a empresa está atenta ao que fazem os principais atores do mercado e busca assimilar esse conhecimento agregado para sua equipe.

Além disso, a RedFox está presente nos eventos da área de Saúde, seja como expositora ou congressista, levando sua expertise e explorando os principais desafios do setor. Veja um vídeo com a CEO da companhia, Isabela Abreu, sobre a participação no evento Telemedicine Summit 2019 e alguns insights sobre a nossa expertise.

Equipe altamente capacitada

O #teamred é capacitado para desenvolver as melhores soluções do mercado, contando com colaboradores que buscam aprimoramento constante para acompanhar as novas tecnologias.

Para atingir esse objetivo, uma prática interna da empresa é a divulgação cursos, hackathons, eventos e muito mais, principalmente na área de saúde. “O nosso ecossistema é extremamente receptivo e fazemos com que os novos colaboradores se sintam em casa, integrando a equipe com a mesma sintonia que buscamos desenvolver com nossos clientes”, explica Isabela.

Soluções personalizadas para a sua demanda

Para atender às demandas do setor de saúde, não basta fornecer insumos generalizados. As soluções digitais da RedFox são desenvolvidas com o cuidado para atender as especificidades de cada cliente.

A companhia trabalha sempre em contato com os líderes dos projetos em cada instituição para entender as necessidades e como podemos contribuir para a melhoria dos processos.

A ideia é trabalhar com metodologias que integram um trabalho em conjunto para acelerar a produção e garantir a satisfação constante no relacionamento.

Um dos frutos desse modelo de atuação é o GoShift, que eleva a eficiência da gestão de escalas. “Nossos produtos atendem demandas com um toque de personalização e eficiência”, evidencia.

Confiança entre os melhores

Uma empresa de transformação digital que se estabelece como referência no mercado precisa ter um portfólio admirável. O trabalho de qualidade da RedFox já ganhou o respeito de instituições renomadas do mercado, como grandes laboratórios e hospitais.

Trabalhamos para levar disrupção a fortes atuantes na busca do aprimoramento da saúde brasileira, consagrados por entregar medicina de qualidade.

Convencido de que a RedFox é a empresa de transformação digital ideal para mudar os processos da sua instituição de saúde? Então entre em contato com o #teamred e agende uma conversa sobre as suas demandas!

Cinco motivos para adotar o GoShift na gestão da sua escala de plantão

gestão da sua escala de plantão

O GoShift é uma plataforma criada para evoluir a organização das agendas de saúde, trazendo vários benefícios para as instituições médicas. Se você ainda não automatizou a gestão da sua escala de plantão, precisa descobrir por que a solução da RedFox significa disrupção e inovação para os processos do setor.

Você encontra muitos buracos na agenda da clínica ou hospital?  Tem dificuldades para contatar os médicos e reorganizar horários de atendimento? Perde muito tempo para reorganizar as escalas diante de imprevistos?

Para todas essas questões, você pode contar com o GoShift! Confira a seguir 5 benefícios impactantes da plataforma para a gestão da sua escala de plantão!

1. Vantagem competitiva

Um hospital ou clínica que tem alto controle das agendas médicas tem em mãos uma boa vantagem competitiva, porque consegue atender mais pacientes com qualidade e, consequentemente, gera mais visibilidade positiva para a instituição.

A automação de processos é uma forma moderna de estar à frente no mercado, abandonando procedimentos manuais lentos e morosos. Sistemas digitais como o GoShift são importantes ferramentas para reduzir os riscos de erros nos processos e elevar a performance das equipes, bem como proporcionar serviços de qualidade aos pacientes e conquistar oportunidades de negócio.

2. Praticidade

Para gerar os melhores resultados, a gestão da sua escala de plantão precisa ser prática. Digitalizá-la com o GoShift permite centralizar todas as informações da agenda em um único lugar, que pode inclusive ser acessado à distância.

Os gestores contam com várias funcionalidades, como a boa visibilidade das agendas, disponibilidade de médicos e até feed de informações. Com a praticidade do sistema, eles podem dar mais atenção às atividades estratégicas, gastando menos tempo com a parte burocrática da gestão de escalas e dispensando a necessidade de consultar vários documentos para checar as agendas.

3. Comunicação com os médicos

Mais uma vantagem do GoShift é a facilidade para estabelecer o contato com os médicos. A partir da plataforma, os gestores podem enviar notificações para os médicos, avisos de vagas e horários em aberto e confirmações de escalas. Como as informações ficam armazenadas na nuvem, é possível ter acesso por qualquer dispositivo, eliminando as barreiras de localização.

Do outro lado da ponta, os médicos acessam os dados em tempo real por aplicativo, que inclusive dispara notificações importantes nos devices. Eles também conseguem enviar solicitações pelo app aos gestores, mantendo uma comunicação cruzada.

Essa funcionalidade acelera o processo de organização das agendas e possibilita ter mais controle sobre a presença e horários dos médicos nas consultas, evitando também conflitos de horários.

4. Controle e redução de custos

Adotar um sistema para a gestão da sua escala de plantão ajuda a reduzir custos e melhorar o faturamento de várias formas. Primeiro que a diminuição de buracos nas agendas pelo GoShift garante mais atendimentos mensais, aumentando os lucros da instituição.

Na mesma linha de pensamento, os profissionais se tornam mais produtivos e podem colaborar melhor com a instituição de acordo com as agendas pessoais. Eles conseguem acompanhar as consultas e reduzir as confusões de horários.

Com a gestão de escalas, é possível até traçar estratégias para controlar os insumos necessários para os atendimentos, já que os próprios médicos podem notificar problemas com equipamentos que causam ruídos no faturamento.

E não podemos deixar de citar a redução de glosas, um problema clássico nos hospitais!

5. Melhoria no atendimento

Por fim, é indiscutível que o GoShift leva a uma evolução no atendimento da instituição. A melhor organização das escalas médicas favorece a disponibilidade de horários para os pacientes, que conseguem antecipar consultas e receber atendimentos mais rápidos.

A maior produtividade dos médicos imprime agilidade e qualidade no processo, identificando mais rapidamente os gargalos referentes aos equipamentos e solucionando questões técnicas. A instituição também consegue gerenciar melhor a falta dos profissionais nas consultas.

A própria seleção dos profissionais que devem realizar os atendimentos contribui para a melhoria, já que os gestores conseguem selecionar os profissionais mais adequados e qualificados para cada atendimento.

Essas são 5 das várias vantagens que você encontra no GoShift para melhorar a gestão da sua escala de plantão. Convencido de que podemos ajudar? Então solicite já um orçamento e se prepare para inovar os seus processos de agendamento médico!

Planilha para gestão de escalas

Conheça um sistema para clínica médica capaz de reduzir custos e melhorar processos

sistema para clínica médica

E se eu disser que a gestão inteligente de escalas por reduzir em até 60% seu custo operacional? Essa é a proposta do GoShift, um sistema para clínica médica voltado a melhorar o desempenho operacional e financeiro de instituições médicas!

Considerando diferentes necessidades de gestão hospitalar, a plataforma auxilia na resolução de problemas nos cronogramas e a administrar a produtividade dos hospitais.

Quer saber mais? Então confira as vantagens do GoShift e veja como esse sistema para clínica médica pode ajudar nos custos e no desempenho da sua instituição!

Organização de horários

Um dos grandes desafios para os gestores de hospitais e clínicas é controlar os horários dos médicos, enfermeiros e demais profissionais. Como as escalas de trabalho na área médica normalmente seguem um horário diferenciado (12×36), a organização das agendas se torna ainda mais difícil.

O GoShift foi desenvolvido especificamente para cumprir esse desafio, permitindo aos gestores melhor controle e visualização das atividades médicas. Eles conseguem melhorar a cobertura de atendimento, permitindo que mais pacientes possam ser encaixados na agenda.

Em suma, é possível reduzir a quantidade de horários vagos no cronograma da instituição, consequentemente diminuindo os custos com a ociosidade e aumentando os lucros.

Redução de burocracias

O processo de organização das escalas pode ser bastante burocrático, principalmente quando uma consulta é cancelada ou reagendada. Pode haver ruídos na comunicação entre os médicos e os gestores, impedindo, por exemplo, o reaproveitamento do horário vago para outros profissionais.

No sistema para clínica médica da RedFox, os processos se tornam simplificados e a comunicação revela em tempo real o que acontece com os agendamentos. Os custos com processos demorados ou que não andam são uma das causas de perda de faturamento que precisam ser avaliadas.

Controle de presença nas consultas

Além de reorganizar as escalas médicas, o GoShift é um passo a mais na redução de ausência dos profissionais para as consultas. Com a melhor visualização dos horários, os próprios especialistas conseguem ter mais controle das agendas pessoais e profissionais.

A partir do aplicativo, os médicos conseguem acompanhar as compromissos nas instituições cadastradas e até escolher novos horários de acordo com as regras estabelecidas internamente. Essa medida ajuda até na organização dos compromissos pessoais, evitando que eles se choquem com consultas inesperadas ou esquecidas.

Para os gestores, também, a fácil visualização das escalas diminui os riscos de criar conflitos de agendas, seja nos horários de um médico específico ou no uso de salas. Todo o controle de escalas é melhorado para interceptar gargalos que causam custos em hospital.

Aumento de produtividade

De maneira geral, o desempenho da instituição é potencializado com a boa gestão de escalas. Além de conter gargalos na administração interna, a produtividade cresce em todos os aspectos.

Os gestores mostram resultados com agendas mais engajadas, enquanto os médicos ganham uma ferramenta para acompanharem melhor os próprios horários e poderem se candidatar a cobrir espaços em aberto.

O GoShift é o sistema para clínica médica que proporciona todas essas vantagens. Não perca tempo e transforme os processos da sua instituição!

Entre em contato com a equipe RedFox e solicite o seu orçamento!

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