Melhores práticas para o mapeamento de processos hospitalares

Mapeamento de processos hospitalares é fundamental para um bom atendimento

O mapeamento de processos hospitalares é um planejamento que permite estruturar o sistema da instituição, fornecendo qualidade de atendimento aos pacientes. Então, é fundamental que ele seja executado com eficiência.

Porém, esse sistema é complexo, já que são várias etapas que se interagem em cadeia. O cenário se complica ainda mais se não houver uma visão clara de quem é responsável por cada etapa, dificultando o encaixe das ações.

Por isso, a instituição deve saber como adotar boas práticas de mapeamento dos processos hospitalares. Confira algumas dicas a seguir!

Conheça os processos do seu hospital

Para desenvolver o mapeamento de processos hospitalares, o primeiro passo é entender quais são as etapas do atendimento e como é o funcionamento das atividades da instituição. Ter uma visão ampla do negócio é a chave para conectar o trabalho dos setores e profissionais.

A dica aqui é desenhar um mapa com o passo a passo dos processos. Dessa forma, você vai conseguir ter mais clareza sobre o início e o final de cada etapa, entendendo como elas se conectam. Estudar a jornada do paciente é outra ação que auxilia nessa missão.

Alguns itens que entram no cenário são: atendimento, manutenção e limpeza, horário de funcionamento, práticas de precificação dos serviços, demanda, remédios disponíveis, entre outros.

Saiba quem são os responsáveis de cada etapa

Cada etapa tem um responsável por organizar as tarefas e coordenar a equipe correspondente. Esses profissionais precisam garantir o funcionamento correto das atividades do setor, zelando por bons resultados.

Com isso, você precisa saber quem está no comando de cada operação. Verifique com cada gestor quais são as atividades e determine prazos e tempos de execução de cada tarefa.

Essa estratégia faz parte de um bom mapeamento de processos hospitalares porque permite maior controle da gestão do tempo, ferramenta de suma importância para a qualidade de atendimento.

Entenda os riscos que afetam o seu atendimento

Todo processo está passível de erros e falhas, isso é natural. O que é errado é não se precaver dos riscos que podem afetar a qualidade e eficiência do atendimento. Mesmo o faturamento pode enfrentar glosas e problemas de gestão.

O mapeamento de processos hospitalares é totalmente relevante para evitar problemas, aumentando a comunicação entre setores e desenvolvendo uma melhoria nos serviços.

Você deve estudar os pontos fracos das atividades internas, entender as necessidades dos profissionais e estabelecer estratégias para trabalhar em conjunto para uma constante melhoria dos serviços.

Por isso, reveja constantemente as práticas adotadas na instituição, avaliando o que atrapalha ou beneficia o tempo de atendimento.

Verifique as necessidades de infraestrutura

A infraestrutura é parte crucial para que os profissionais desenvolvam um trabalho de qualidade. Ferramentas e equipamentos devem estar adequados para o desenvolvimento das atividades e, por isso, devem ser checados com frequência.

Médicos, equipe administrativa e demais colaboradores precisam de materiais como cadeiras, macas, computadores e eletrônicos, mesas etc. O espaço físico também deve ser estruturado adequadamente para comportar os pacientes.

Tenha em mente que a infraestrutura faz parte dos processos e não deve ser negligenciada. Confira sempre como está a demanda por equipamento e busca sempre aprimorar a disponibilidade de materiais e equipamentos.

Aposte em tecnologia para aprimorar os processos hospitalares

Nossa última dica é a atenção com a tecnologia implantada nos sistemas da instituição. Você deve garantir serviços modernos e atualizados com as novidades do mercado para proporcionar os melhores serviços aos pacientes.

Isso inclui a adoção de equipamentos sofisticados, sistemas digitais, softwares e plataformas de gestão. As tecnologias digitais fornecem praticidade nos processos, facilitando o acesso a prontuários, resultados de exame e agendamento de consultas, por exemplo.

Para o mapeamento de processos hospitalares, inclusive, a adoção de softwares traz grandes benefícios, porque ajudam a acompanhar o que acontece nos ciclos de tarefas e aumentam o relacionamento entre as equipes.

Um sistema de gestão de escala, por exemplo, permite que médicos e gestores possam trabalhar em conjunto para desenvolver as agendas de atendimento. Com isso, os buracos nas agendas diminuem e reduzem prejuízos para a instituição.

Ao adotar as práticas mencionadas acima, a sua instituição vai conseguir atuar de forma integrada a fim de proporcionar os melhores serviços para os pacientes. Comece a adotá-las já e você terá uma visão aprimorada de como realizar o mapeamento dos processos hospitalares!

Aprenda também como controlar e melhorar a contabilidade da sua instituição!

“O maior preconceito que sofri como mulher na tecnologia veio de mim mesma”

Hoje a RedFox abre espaço para publicar um conteúdo especial da nossa desenvolvedora Cinthia Queiroz, que desabafa sobre preconceito contra a mulher no mundo da tecnologia. Ela fala sobre a insegurança que sentia quando entrou no mercado de trabalho e como isso provocava nela um autopreconceito que a prejudicava no começo da carreira.

Confira o artigo a seguir!

O maior preconceito que sofri como mulher na tecnologia veio de mim mesma

Por Cinthia Queiroz

É normal escutarmos algumas histórias de mulheres na área da tecnologia que já sofreram ou sofrem algum tipo de preconceito, sendo eles no mercado de trabalho, faculdade, etc, mas não quero contar nenhum caso desses, quero dizer um pouco sobre o maior preconceito que eu já sofri sendo uma mulher na tecnologia, o que mais me trouxe dificuldades e ele veio de mim.

Foi no ensino médio que comecei a me envolver com tecnologia , sempre sonhei em ser uma programadora então decidi procurar a ETEC mais próxima que tivesse ensino médio integrado a informática. Ao passar na prova, percebi que estava realizando um sonho, eu iria aprender aquilo que queria. Porém com o passar do tempo fui desanimando e colocando na minha cabeça que aquilo não era pra mim, estava decidida a não seguir na área (mesmo com professoras incríveis me incentivando e apoiando), lembro que eu olhava os meninos super inteligentes da sala e pensava que nunca conseguiria ser como eles. Apesar da desmotivação que vinha me acompanhando ao longo do ensino médio, nos últimos minutos acabei decidindo por cursar análise e desenvolvimento de sistemas mas sempre com uma insegurança e o pensamento de mudar de área em algum momento.

No início da faculdade eu não tinha aquela animação igual a do ensino médio, eu precisava de um emprego e sabia que ser uma desenvolvedora não era pra mim, lembrei daquele velho mito que escutamos na área, que mulher serve muito bem pra fazer documentação, estava decidido, sempre gostei de ler e escrever, então porque não tentar?

Pois bem, tinha um novo objetivo e comecei à procurar estágios. Consegui um estagio em análise de requisitos, estava tudo certo, tudo onde deveria estar, talvez eu nem precisasse trocar de área, poderia trabalhar com projetos. O tempo foi passando e eu fui ficando cada vez mais angustiada, não estava feliz, nada mais parecia estar no lugar, algo estava errado, admirava tanto os meninos da programação e pensava em como seria bom poder fazer aquilo, mas não era pra mim, eu não conseguiria. Aconteceu tudo que era pra acontecer(de errado kk) e acabei deixando meu primeiro estágio depois de 7 meses. Estava mais que certo, tecnologia não era pra mim, eu tinha escolhido mal, terminaria a faculdade e depois começaria algo diferente.

Após a frustração do primeiro estágio e com a área da tecnologia, eu comecei a trabalhar como auxiliar de administração, até porque precisava de dinheiro, e por incrível que pareça esse foi o emprego mais decisivo até o momento, diria até o mais importante. Mas como a vida é engraçada né? Nesse novo trabalho comecei a desenvolver algumas coisas para empresa, como site e protótipos de sistemas para auxiliar a empresa, eu gostava disso, toda hora estava pensando em como automatizar alguma tarefa administrativa e tentava criar algo. Eu precisei trabalhar com algo totalmente fora para descobrir e começar a aceitar que eu gostava de desenvolver.

Comecei a baixar todas as aulas de desenvolvimento possíveis no meu celular e assitia enquanto ia para o trabalho. Mas mesmo assim trabalhar com desenvolvimento parecia tão distante, porém cada vez mais o desejo disso ia ficando mais forte, a vontade de largar tudo e tentar sem medo, mas logo em seguida pensava que eu não poderia, seria massacrada no mercado de trabalho, tanta gente sabia muito mais que eu.

Um dia comecei a pesquisar sobre as mulheres na área e me assustei com o número que encontrei, comecei a assistir vídeos e escutar podcasts com esse tema e em um dos podcast escutei algo revelador, sobre mulheres que não acreditavam em si, não aceitavam que desenvolver poderia ser algo possível para elas. Eu tinha me encontrado nessa história toda.

Meu medo de errar sempre acabava sendo maior que minha vontade de tentar.

“e se eu passar nessa vaga e não saber fazer as coisas?”

“ e se eu perguntar isso e me acharem idiota?”

“ e se não funcionar”

Percebi que eram inseguranças sem sentido, eu poderia sim tentar, se eu errasse, tudo bem, na próxima iria acertar, se eu perguntasse na próxima eu iria saber. Meu medo foi começando a diminuir, resolvi largar tudo e tentar.

Não demorou muito pra eu conseguir meu primeiro estágio em desenvolvimento, eu não atendia muitos dos requisitos da vaga. Mas essa era a hora, eu estava pronta pra tentar, pronta pra arriscar, eu queria aprender tudo que eu pudesse e foi essa coragem que me ajudou, não foi fácil o novo trabalho e ainda não é, todos os dias tenho coisas novas para aprender, eu ainda não sei muita coisa e nem aprendi tudo que deveria aprender, mas quem aprendeu? quem sabe tudo?. A pergunta que deveria ser feita é “isso é o que eu quero ?”, “estou feliz ?”, “estou pronta pra tentar?”.

O preconceito existe mas se ele vir de nós acaba tornando aquilo que já é difícil quase impossível.

Vou deixar com vocês o primeiro vídeo que assisti sobre as mulheres na tecnologia e que me inspirou bastante.

*Texto publicado originalmente no site: https://medium.com/@cinthiaqueiroz_72399/o-maior-preconceito-que-sofri-como-mulher-na-tecnologia-veio-de-mim-mesma-159c1dcd3ad7

Quais são os tipos de Metodologia Ágil e qual você deve adotar no seu negócio?

tipos de Metodologia Ágil

Quando uma empresa quer melhorar a eficiência nos resultados, ela pode recorrer a vários tipos de Metodologia Ágil. O modelo, que defende um planejamento ajustável dos processos, pode ser realizado de formas diferentes, de acordo com o cenário do ambiente de trabalho.

Para sair de uma metodologia tradicional, com um planejamento impostos previamente, e mudar para a Metodologia Ágil, é importante se atentar para alguns detalhes, identificando a melhor forma de atualizar os processos.

Quer conhecer alguns tipos de Metodologia Ágil para entender qual melhor se aplica ao seu negócio? Separamos a seguir os mais conhecidos do mercado!

Lean

Existe uma corrente de especialistas que não considera o Lean uma Metodologia Ágil, mas uma filosofia usada na construção de outros tipos. Esse formato defende uma estratégia que usa somente os recursos necessários para executar uma tarefa.

O Lean traz sete premissas para melhorar os processos:

  • Rapidez na entrega;
  • Redução de desperdício;
  • Fortalecimento da equipe;
  • Construção da qualidade;
  • Adiamento de decisões;
  • Amplificação do conhecimento;
  • Aperfeiçoamento do processo como um todo.

Kanban

O Kanban é um método que permite melhor equilíbrio da demanda, com entregas mais assertivas pela facilidade de visualizar tarefas. O objetivo é reduzir desperdício de esforços e tempo.

As atividades de um projeto ficam divididas em um quadro de acordo com o status: pendente, em execução e finalizado. Com o invento dos post-its, essa estrutura se tornou mais facilitada, podendo ser praticada até em paredes. Para evitar o acúmulo de tarefas e excesso de pendências, o Kanban ainda define um limite de tarefas para cada categoria

Feature Driven Development (FDD)

No FDD, o planejamento é realizado por etapas, sendo eficaz para projetos em que o processo de desenvolvimento é uma incógnita, cheio de mudanças. Aqui, o projeto como um todo tem muita importância, mas o processo é separado por áreas.

O foco no desenvolvimento permite que o FDD possa ser integrado a outras metodologias ágeis  com a mesma premissa. O projeto é estruturado de acordo com as seguintes premissas:

  •  Desenvolvimento por funcionalidades
  •  Um único programador é responsável pela funcionalidade desenvolvida
  •  Controle de qualidade em todas as fases do projeto
  •  Gerenciamento de configurações
  •  Integração contínua das funcionalidades
  •  Planejamento incremental
  •  Teste de software

Extreme Programming (XP)

O método XP surgiu com foco no desenvolvimento de softwares, incentivando agilidade, economia de recursos e qualidade do produto. A premissa é incentivar valores para atingir os objetivos.

Entre esses valores, estão listados uma comunicação exemplar, feedback, simplicidade, respeito e coragem. Nesse contexto, as premissas que ganham destaque são:

  • Forte relacionamento com o cliente;
  • Reuniões de planejamento;
  • Reuniões diárias de alinhamento;
  • Uso de metáforas;
  • Integração contínua dos módulos desenvolvidos;
  • Adição de mudanças;
  • Entregas contínuas em etapas;
  • Design simples e funcional;
  • Testes de aceitação;
  • Melhoria contínua.

Microsoft Solutions Framework (MSF)

O diferencial do MSF é que esse método é destinado para equipes pequenas de desenvolvimento, visando diminuir os riscos do processo e aumentar a qualidade do resultado. Para tal, as atenções se voltam para as falhas comuns de soluções tecnológicas e para a gestão do projeto.

A metodologia busca no processo apresentar uma comunicação transparente entre todos, profissionais com capacitação adequada, uma parceira entre equipe e cliente e a atribuição imediata das tarefas nas etapas.

É interessante ressaltar que todos os envolvidos adquirem um aprendizado constante na troca de conhecimentos para chegar ao objetivo final. As premissas que envolvem o MSF são:

  • Alinhamento com os objetivos do cliente;
  • Escopo bem estruturado e detalhado;
  • Desenvolvimento iterativo;
  • Gerenciamento de riscos;
  • Comunicação rápida para executar mudanças.

Dynamic System Development Model (DSDM)

O DSDM é um dos tipos de Metodologia Ágil que mais se difere dos demais, sendo também um dos mais antigos. Isso porque ele mantém uma rigidez no tempo de entrega, que não deve ser alterado, enquanto que as funcionalidades podem ser reformuladas.

Nesse contexto, esse método é eficaz para projetos de orçamento específico e prazos curtos. O DSDM investe em desenvolvimento incremental e iterativo, colaboração entre a equipe e o cliente e integração das funcionalidades.

Scrum

Por fim, temos o scrum, que tem grande aceitação no mercado. Ele tem essa popularidade porque, entre outros fatores, pode ser integrado a outros métodos, além da facilidade no refinamento do projeto.

No scrum, o Product Backlog, que apresenta as funcionalidades a serem desenvolvidas, é separado por etapas (os sprints). Para cada entrega, os desenvolvedores trabalham com os requisitos essenciais para cumprir as tarefas determinadas. Melhorando o rendimento com esforços reduzidos.

Dos tipos de metodologia Ágil, o scrum é o modelo mais usado pela RedFox para desenvolver as soluções digitais para os clientes. Saiba mais sobre como desenvolvemos nossos projetos e veja por que escolher a RedFox para melhorar os seus processos!

Dia internacional da Mulher: O espaço das mulheres empreendedoras

Dia Internacional da Mulher - Especial Mulheres Empreendedoras

8 de março: chegou o Dia Internacional da Mulher! Dia de ressaltar as conquistas femininas na sociedade e a presença no mercado. Enquanto a data é especial, vale ressaltar que as mulheres devem ser celebradas diariamente por tudo que representam. Aqui na RedFox, separamos o mês de março para abordar o tema “mulheres empreendedoras”.

Vamos trazer figuras que se destacam de alguma forma pelo que fazem e que têm algo a dizer. Levantar bandeiras sobre o feminismo. Expor barreiras quebradas. Dar a voz para as mulheres que influenciam nichos de alguma forma.

As mulheres da RedFox vão contar um pouco sobre suas trajetórias e experiências, reforçando por que o nosso lema é “transformação, inovação e agilidade”. Fique atento!

Mulheres empreendedoras: Da luta pelo espaço no mercado de trabalho à conquista do sucesso

A história da luta das mulheres pelos direitos é recheada de conquistas. Do direito ao voto até a primeira presidência feminina com Dilma Rousseff, ainda há muito por vir, mas uma nova conquista já pode ser celebrada: mulheres empreendedoras já começam a ser maioria no mercado.

Segundo a pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor 2016, os negócios que contam com mulheres envolvidas e têm até três anos de duração representaram 15,4% da fatia do mercado no mesmo ano, enquanto que os negócios representados por homens somaram 12,6% do total.

No e-commerce, a tendência também se repete. A pesquisa da Nuvem Shop, empresa especializada em lojas virtuais, revela que elas ultrapassaram os homens no empreendedorismo digital. Em 2016, as mulheres tinham uma participação de 48,20% no segmento, enquanto que a pesquisa de 2018 elevou o número para 57,60%. Um número bem expressivo!

As mulheres empreendedoras mostram todo o potencial feminino para fazer negócios. Assim como elas lutaram pelo espaço e estão colhendo frutos de sucesso, o futuro só promete mais vitórias!

Acompanhe a blog para mais informações e novidades sobre as mulheres no mercado de trabalho. Esse mês está cheio de depoimentos e conteúdos interessantes sobre o assunto. Siga a RedFox também nas redes sociais!