O que é Venture Innovation Inovando no mercado de soluções digitais-min
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O que é Venture Innovation? Inovando no mercado de soluções digitais

A união de empresas na busca por um objetivo é uma prática muito comum. Muitas vezes, essa parceria se dá em forma de investimentos de negócios ou na fusão das envolvidas para formar um negócio maior, o que define uma Joint Venture. Só que um novo conceito de união chegou ao mundo do empreendedorismo. Você já ouviu falar em Venture Innovation?

Se levarmos em conta que a inovação é a grande tendência entre os negócios da atualidade, faz sentido buscar estratégias para surpreender o mercado.

Inovar virou sinônimo de destaque, de modernidade e competitividade. Não basta ter qualidade para se tornar referência, é necessário participar do processo de disrupção, do processo de quebra e mudança dos padrões.

E é nesse contexto que surge a Venture Innovation. O termo se refere à união de duas ou mais empresas que desejam inovar em determinada área, criando um produto para trazer sentido totalmente novo aos processos.

Em outras palavras, essa parceria busca desenvolver novas estratégias para resolver um problema em aberto no setor. A Venture Innovation acontece a partir da necessidade de preencher uma lacuna no mercado, que é resolvida através de soluções digitais inovadoras. Mas como surge uma Venture Innovation?

Os tipos de Venture Innovation

Para levar um produto ao mercado por Venture Innovation, existem vários contextos em que duas empresas podem se unir. A diferença está no momento em que acontece a parceria, que pode ser desde o desenvolvimento da ideia até o momento de apresentar o produto ao mercado.

Confira as diferenças a seguir!

Parceria para solucionar o problema da contratante

O caso de maior interação ocorre quando as empresas trabalham juntas desde o começo, unindo-se para identificar uma dificuldade do setor em questão. Nesta vertente, o produto é a uma necessidade da própria empresa contratante, que concorda em levá-lo para o mercado.

Quando a contratante possui um problema, seja operacional ou estratégico, ela o apresenta à desenvolvedora parceira e ambas pensam juntas em criar uma solução transformadora para resolver tais problemas. Muitas vezes, o mesmo problema dessa empresa é também uma dor do mercado em geral ou do segmento de atuação desta.

Mesmo que o objetivo inicial seja para uso de uma das empresas parceiras, fica pré-combinado – ou pode ser determinado posteriormente – que o produto será disponibilizado para venda ao mercado, com participações societárias igualitárias entre as empresas. No final, temos uma nova solução de mercado que pode virar uma startup/empresa através do spin off.

Parceria para identificar um problema do mercado

As empresas também podem iniciar uma Venture Innovation exclusivamente pensando em levar um produto para o mercado, encontrando uma questão que precise de solução. Elas unem esforços durante todo o projeto para surpreender os processos de um setor, apostando em inovação e disrupção.

Parceria para desenvolver o projeto

Uma empresa pode identificar um problema de mercado de forma independente e, a partir de então, buscar um parceiro para desenvolver o projeto. O investimento financeiro e a fusão de conhecimentos são alguns motivos que justificam a necessidade de encontrar uma parceria para a solução.

Parceria para lançar a solução no mercado

Por fim, uma empresa pode analisar o mercado de forma independente para identificar uma dificuldade, tendo sozinha a ideia da solução e trabalhando por conta no desenvolvimento. Só quando o produto está praticamente pronto é que ela busca uma parceria para realizar o lançamento.

A segunda empresa terá relevância no projeto por vários fatores, como, por exemplo, ao ter maior renome no mercado ou maior influência frente ao público-alvo.

Quer ver um exemplo na prática de Venture Innovation? A RedFox e a Irko se uniram para desenvolver o KPBoard, uma solução digital que resolve problemas do setor contábil e agrega valor aos serviços. Saiba mais sobre essa e outras soluções transformadoras da RedFox!

Quais são os tipos de Metodologia Ágil e qual você deve adotar no seu negócio-min
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Quais são os tipos de Metodologia Ágil e qual você deve adotar no seu negócio?

Quando uma empresa quer melhorar a eficiência nos resultados, ela pode recorrer a vários tipos de Metodologia Ágil. O modelo, que defende um planejamento ajustável dos processos, pode ser realizado de formas diferentes, de acordo com o cenário do ambiente de trabalho.

Para sair de uma metodologia tradicional, com um planejamento impostos previamente, e mudar para a Metodologia Ágil, é importante se atentar para alguns detalhes, identificando a melhor forma de atualizar os processos.

Quer conhecer alguns tipos de Metodologia Ágil para entender qual melhor se aplica ao seu negócio? Separamos a seguir os mais conhecidos do mercado!

Lean

Existe uma corrente de especialistas que não considera o Lean uma Metodologia Ágil, mas uma filosofia usada na construção de outros tipos. Esse formato defende uma estratégia que usa somente os recursos necessários para executar uma tarefa.

O Lean traz sete premissas para melhorar os processos:

  • Rapidez na entrega;
  • Redução de desperdício;
  • Fortalecimento da equipe;
  • Construção da qualidade;
  • Adiamento de decisões;
  • Amplificação do conhecimento;
  • Aperfeiçoamento do processo como um todo.

Kanban

O Kanban é um método que permite melhor equilíbrio da demanda, com entregas mais assertivas pela facilidade de visualizar tarefas. O objetivo é reduzir desperdício de esforços e tempo.

As atividades de um projeto ficam divididas em um quadro de acordo com o status: pendente, em execução e finalizado. Com o invento dos post-its, essa estrutura se tornou mais facilitada, podendo ser praticada até em paredes. Para evitar o acúmulo de tarefas e excesso de pendências, o Kanban ainda define um limite de tarefas para cada categoria

Feature Driven Development (FDD)

No FDD, o planejamento é realizado por etapas, sendo eficaz para projetos em que o processo de desenvolvimento é uma incógnita, cheio de mudanças. Aqui, o projeto como um todo tem muita importância, mas o processo é separado por áreas.

O foco no desenvolvimento permite que o FDD possa ser integrado a outras metodologias ágeis  com a mesma premissa. O projeto é estruturado de acordo com as seguintes premissas:

  •  Desenvolvimento por funcionalidades
  •  Um único programador é responsável pela funcionalidade desenvolvida
  •  Controle de qualidade em todas as fases do projeto
  •  Gerenciamento de configurações
  •  Integração contínua das funcionalidades
  •  Planejamento incremental
  •  Teste de software

Extreme Programming (XP)

O método XP surgiu com foco no desenvolvimento de softwares, incentivando agilidade, economia de recursos e qualidade do produto. A premissa é incentivar valores para atingir os objetivos.

Entre esses valores, estão listados uma comunicação exemplar, feedback, simplicidade, respeito e coragem. Nesse contexto, as premissas que ganham destaque são:

  • Forte relacionamento com o cliente;
  • Reuniões de planejamento;
  • Reuniões diárias de alinhamento;
  • Uso de metáforas;
  • Integração contínua dos módulos desenvolvidos;
  • Adição de mudanças;
  • Entregas contínuas em etapas;
  • Design simples e funcional;
  • Testes de aceitação;
  • Melhoria contínua.

Microsoft Solutions Framework (MSF)

O diferencial do MSF é que esse método é destinado para equipes pequenas de desenvolvimento, visando diminuir os riscos do processo e aumentar a qualidade do resultado. Para tal, as atenções se voltam para as falhas comuns de soluções tecnológicas e para a gestão do projeto.

A metodologia busca no processo apresentar uma comunicação transparente entre todos, profissionais com capacitação adequada, uma parceira entre equipe e cliente e a atribuição imediata das tarefas nas etapas.

É interessante ressaltar que todos os envolvidos adquirem um aprendizado constante na troca de conhecimentos para chegar ao objetivo final. As premissas que envolvem o MSF são:

  • Alinhamento com os objetivos do cliente;
  • Escopo bem estruturado e detalhado;
  • Desenvolvimento iterativo;
  • Gerenciamento de riscos;
  • Comunicação rápida para executar mudanças.

Dynamic System Development Model (DSDM)

O DSDM é um dos tipos de Metodologia Ágil que mais se difere dos demais, sendo também um dos mais antigos. Isso porque ele mantém uma rigidez no tempo de entrega, que não deve ser alterado, enquanto que as funcionalidades podem ser reformuladas.

Nesse contexto, esse método é eficaz para projetos de orçamento específico e prazos curtos. O DSDM investe em desenvolvimento incremental e iterativo, colaboração entre a equipe e o cliente e integração das funcionalidades.

Scrum

Por fim, temos o scrum, que tem grande aceitação no mercado. Ele tem essa popularidade porque, entre outros fatores, pode ser integrado a outros métodos, além da facilidade no refinamento do projeto.

No scrum, o Product Backlog, que apresenta as funcionalidades a serem desenvolvidas, é separado por etapas (os sprints). Para cada entrega, os desenvolvedores trabalham com os requisitos essenciais para cumprir as tarefas determinadas. Melhorando o rendimento com esforços reduzidos.

Dos tipos de metodologia Ágil, o scrum é o modelo mais usado pela RedFox para desenvolver as soluções digitais para os clientes. Saiba mais sobre como desenvolvemos nossos projetos e veja por que escolher a RedFox para melhorar os seus processos!

O Princípio de Pareto na gestão de projetos para obter estratégias e resultados eficientes-min
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O Princípio de Pareto na gestão de projetos para obter estratégias e resultados eficientes

O Princípio de Pareto na gestão de projetos é uma ferramenta essencial para guiar a produtividade na busca de resultados. Se o termo parece estranho, talvez você já tenha ouvido como a Regra 80/20. O conceito estabelece uma relação estratégica entre causa e consequência.

A relação matemática criada pelo economista italiano Vilfredo Pareto determinava como 80% da riqueza do país dele estavam concentrados nas mãos de apenas 20% das pessoas. A partir desse estudo, o gestor de qualidade Joseph Moses Juran posteriormente criou o princípio, homenageando Pareto no título.

Mas o que exatamente a regra determina? E como o Princípio de Pareto na gestão de negócios pode ser aplicado?

O que é a Regra 80/20

Oficialmente, a Regra 80/20 implica que 20% dos insumos ou esforços geram uma base de 80% dos resultados. Só que essa relação pode ser aplicada em vários contextos, como os 20% de erro que levam a 80% dos problemas ou os 20% de trabalho que ocupam 80% do tempo de execução.

No dia a dia, podemos aplicar a regra em muitas atividades e situações da vida, mesmo que generalizando as medidas. A proporção pode variar, mas é essa discrepância nas medidas que fazem o princípio tão coerente e relevante.

Como o Princípio de Pareto na gestão de projetos é aplicado?

Se os exemplos anteriores acenderam uma luz na forma como você gerencia os seus projetos, já entendeu como o Princípio de Pareto pode ajudar. Conforme você identifica as relações, pode trabalhar para equilibrá-las e melhorar os resultados dentro do contexto.

As diferenças nas proporções ajudam a ter insights para criar estratégias e planos de ação. Confira a seguir algumas métricas para repensar o modelo de gestão dos negócios.

1. Os 20% de clientes responsáveis por 80% da renda

Quando um alto valor da renda vem de clientes selecionados, vale reavaliar o relacionamento com o restante do portfólio. São clientes que podem ser mais bem trabalhados? Os resultados compensam os esforços concentrados neles?

Se possível, identifique estratégias para estreitar os laços e ampliar os negócios. Para equilibrar com os clientes de ponta, você pode verificar se há algo sendo feito para a carteira principal que não é feita para os demais. Prospectar novos clientes para liberar espaço de clientes sem potencial também é uma plano interessante.

2. Os 20% de tarefas que representam 80% das prioridades

Ao elencar as tarefas do dia, muitas delas podem estar relacionadas a projetos de baixa prioridade, enquanto um número reduzido costuma ter alta relevância. Vale a pena concentrar os esforços nas prioridades mesmo que tarefas menores possam ser executadas com mais agilidade.

3. Os 20% de riscos com 80% dos potenciais de danos

Todo projeto traz riscos para a realização, mas é comum que alguns desses perigos representem mais comprometimento ao processo. Nesse caso, é importante focar os esforços para resolver essas questões, mas sem deixar de dar atenção aos demais riscos.

4. Os 20% de razões para 80% dos erros de escrita nos materiais e sites de empresas

Cerca de 80% dos erros de escrita de uma empresa têm origem em causas similares. Muitas vezes, o autor reformula frases e acaba esquecendo palavras que ficam perdidas ou até tiram o sentido da sentença, bem como os problemas de grafia podem vir da desatenção na digitação.

Outro motivo comum acontece quando um superior decide mudar o conteúdo escrito pelo funcionário e comete erros que o responsável pelo texto não cometeria. Pode acontecer também de o texto estar em um papel, com a letra manuscrita de forma dificilmente legível, dando margem a erros.

5. Os 20% de itens do portfólio que recebem 80% do investimento

Toda empresa tem a sua extensão de produtos e serviços que precisam ser explorados para alcançar mercado. No entanto, apenas uma parte reduzida tende a receber mais investimento, de acordo com a prioridade.

É possível que a falta de investimento em outros itens do portfólio esteja fazendo a sua empresa perder oportunidades por falta de divulgação. O mercado muda constantemente e o público também.

Talvez aquele item esquecido tenha mais relevância do que quando foi colocado de escanteio. Esteja sempre atento a esses fatores e procure repartir melhor a renda para o investimento!

Gostou dos exemplos de como aplicar o Princípio de Pareto na gestão de projetos? Então coloque o conceito em prática, avalie as suas estratégias e veja em quais aspectos os resultados podem ser mais bem distribuídos!

E que tal adotar a Metodologia Ágil na sua equipe para gerar mais resultados? Descubra as vantagens do método e veja como aplicá-lo em grandes empresas!

Como introduzir a Metodologia Ágil em grandes empresas-min
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Como introduzir a Metodologia Ágil em grandes empresas?

A Metodologia Ágil em grandes empresas promove uma verdadeira revolução nos processos de produção. Se você ainda não conhece esse modelo de trabalho, está perdendo tempo. Com origem no setor de desenvolvimento digital, o termo faz referência a um manifesto para gerar eficiência nos resultados das equipes.

Hoje, é muito comum a necessidade de aplicar novos modelos de negócios em alta velocidade, testando erros e acertos dos produtos e serviços. O mercado exige que as empresas tenham mais produtividade e foquem no cliente. É nesse contexto que uma palavrinha mágica faz toda a diferença: agilidade.

A Metodologia Ágil veio para suprir essa demanda, mas não adianta você querer aplicá-la sem conhecer os conceitos. Vamos entender melhor o assunto?

O que é a Metodologia Ágil?

Criada no início dos anos 2000 por um grupo de desenvolvedores, a Metodologia Ágil prega alguns preceitos referentes ao desenvolvimento de softwares. Entre eles:

  • Os indivíduos e as interações são mais importantes do que processos e ferramentas;
  • O funcionamento do software vale mais do que a documentação;
  • A participação dos clientes deve ir além das negociações, chegando ao desenvolvimento;
  • O projeto deve estar aberto a mudanças, sem seguir um plano rigidamente.

Embora o conteúdo tenha sido pensado para o setor de desenvolvimento web, o manifesto gradualmente passou a ser integrado em outras áreas, levando mais resultados às empresas que trabalham com ele.

Enquanto as startups já nascem com a premissa de agilidade, quem já está na ativa há mais tempo precisa se ajustar às novas exigências do mercado. Incorporar a agilidade é uma das melhores formas para essa adaptação.

A Metodologia Ágil em grandes empresas promove uma mudança cultural para elevar a experiência do cliente e a usabilidade de um produto ou serviço, como vemos na pesquisa State of Agile de 2018. O resultado destaca três pontos centrais:

  • A cultura organizacional: a agilidade na melhora do trabalho em treinamentos, em processos e práticas consistentes das equipes e na implementação de ferramentas;
  • A expansão da metodologia em conjunto com a empresa: 25% dos entrevistados afirma que todas ou quase todas as equipes da organização são ágeis, vendo crescimento principalmente nos setores de Mapeamento de Produto e Planejamento de Portfólio Ágil;
  • Foco na satisfação do cliente: esse aspecto lidera as análises de sucesso, mostrando como o cliente se tornou importante nas iniciativas de transformação digital.

Quais são as vantagens?

É comprovado que o método ágil leva vários benefícios para os negócios. A pesquisa State of Agile apontou os que mais se destacam nas empresas consultadas:

  • Administração de mudança de prioridades (71% das respostas);
  • Visibilidade de acompanhamento do projeto (66%);
  • Alinhamento de Negócios / IT
  • Velocidade de entrega e lançamento para o mercado (62%);
  • Produtividade da equipe (61%).

A Metodologia Ágil leva mais satisfação para a equipe, identifica talentos, evita reuniões desnecessárias e improdutivas e planejamentos descontrolados, permite o desenvolvimento de produtos e serviços realmente pertinentes ao momento do mercado e apresenta métricas satisfatórias nos resultados.

Por fim, como aplicar a Metodologia Ágil em grandes empresas?

Ter conhecimento básico da metodologia é o ponto de partida para aplicá-la em uma empresa. Agora que você já sabe como ela funciona e como pode beneficiar o seu negócio, podemos passar para os próximos passos!

Líder ágil

o início da aplicação da agilidade deve começar nos cargos de liderança. Os líderes precisam ver as equipes como se fossem os clientes e mostrar desempenho rápido na atuação, mas também deve atuar como coaches para que todos possam entendera a metodologia.

Adaptação e identificação de talentos

É preciso treinar as equipes para desenvolver as habilidades de um sistema ágil. Um sistema de recompensas ajuda nesse processo e ajuda a identificar quem está apto para realmente se adaptar aos métodos ágeis. Além disso, buscar novos talentos já aptos ao novo sistema ajuda a alinhar o time.

Processo inteligente e gradual de adoção

Você não pode querer aplicar a Metodologia Ágil de uma só vez. É importante selecionar as equipes por etapas, identificando o momento certo de cada time. Verifique pontos como o objetivo de implantação, riscos, estratégias e necessidades de cada grupo para definir por onde começar!

Bônus: Erros a evitar

Há alguns contextos que impedem a boa aplicação da Metodologia Ágil. É importante evitar:

  • Excesso de projetos paralelos ou acumulados nas equipes;
  • Excesso de reuniões;
  • Complexidade ignorada das ações;
  • Processos de aprovação demorados ou com muitas etapas;
  • Chefes que subestimam decisões tomadas em equipe.

Agora você já se sente preparado para aplicar a Metodologia Ágil em grandes empresas? Conte para nós como foi o seu processo de implantação nos comentários!