Glosa médica e outras causas de perda de faturamento em clínicas e hospitais

Glosa médica

Entre os diferentes fatores que impactam o faturamento em clínicas e hospitais, a glosa médica é uma das mais preocupantes. Mas não é a única.

O trabalho do faturamento envolve a emissão de boletos, duplicatas e notas fiscais, que precisam expressar os valores corretos para determinar o faturamento. O problema é que, como a tarefa encontra uma série de interferências pelo caminho, os registros podem se tornar desalinhados e afetar os resultados das instituições médicas.

Em síntese, quais são os principais problemas e contratempos que causam a perda de faturamento em clínicas e hospitais? Conheça a seguir a glosa médica e outros elementos que precisam de atenção!

Glosa médica

A glosa médica acontece devido a uma falha na comunicação financeira entre instituições médicas e convênios, quando não há pagamento ou ajuste dos valores dos serviços. Ela está relacionada à forma de cobrança, cujos problemas começam em etapas anteriores de um procedimento, surgindo divergências nos valores.

Com isso, os convênios precisam realizar os ajustes necessários para repassar os valores corretos dos serviços utilizados pelos pacientes. A dificuldade dos hospitais em alinhar o faturamento surge frequentemente por conta da falta de pagamentos, tendo que realizar a cobrança do repasse dos convênios.

A glosa médica pode ser administrativa, técnica ou linear. O primeiro caso é o mais comum e ocorre quando há registros incorretos ou falhas nos processos da administração hospitalar, falta de guias de autorização ou má comunicação.

As glosas técnicas são identificadas por um auditor quando há procedimentos cobrados sem a devida atenção, entre situações como a falta de organização em relação a medicamentos, falta de prescrição médica, procedimento de enfermagem sem descrição no prontuário etc.

Por fim, uma glosa linear surge quando é preciso fazer auditoria para apurar gastos, indicadores operacionais, triagem, sistemas de faturamento, entre outras propriedades.

Buracos nos processos

Os buracos nos processos podem atrapalhar o faturamento de várias maneiras. Eles podem ser a origem das glosas, mas podem ser também motivos para a não fidelização do paciente. A qualidade do serviço é um fator muito importante para o ele sentir que está em boas mãos.

Por isso, as etapas do processo, desde o atendimento na recepção até o atendimento clínico e a realização de exames, precisam ser bem executadas, evitando a evasão do público. Nesse contexto, a instituição deve evitar problemas como a má gestão da disponibilidade de médicos, enfermeiros e equipamentos, por exemplo.

Nesse contexto, o alinhamento entre os setores é muito importante para proporcionar um atendimento de qualidade. Não só é importante garantir a quantidade adequada de profissionais para completar as agendas da instituição como eles devem prestar os serviços de forma alinhada, de acordo com o funil de encaminhamento clínico.

Gestão financeira desordenada

A gestão financeira também é fundamental para evitar a perda de faturamentos. Uma instituição sem planejamento contábil gera perda de receitas pela falta de controle de insumos, que podem ser desperdiçados ou faltarem na demanda.

A equipe responsável pelo faturamento precisa ficar atenta aos custos de produção dos médicos e às despesas de forma geral, como as taxas tributárias e os gastos administrativos. A gestão financeira tem o desafio de organizar os serviços para que eles sejam oferecidos com baixo custo operacional e qualidade máxima, conseguindo assim reduzir a perda de faturamento.

Tanto a glosa médica, como os buracos nos processos e os problemas de gestão financeira podem ser contornados pela implantação de soluções digitais que permitem melhorar o controle dos problemas relacionados. A gestão de escalas, por exemplo, é uma ferramenta que impacta positivamente na redução de absenteísmo e no preenchimento das agendas médicas, evitando os buracos no atendimento.

Saiba mais sobre como o mau gerenciamento das escalas médicas pode afetar o seu faturamento!

Planilha para gestão de escalas

Tudo o que você precisa saber sobre a gestão de escala 12×36 em hospitais e clínicas

escala 12x36

A escala 12×36 é uma das principais jornadas utilizadas em hospitais e centros médicos no Brasil. O formato permite que o funcionário trabalhe 12 horas e descanse nas 36 horas posteriores ao expediente.

Em 2017, houve mudanças na lei trabalhista por causa de uma reforma que analisou as condições de trabalho na jornada, que costuma levantar controvérsias e questionamentos. A dificuldade na gestão de escala e a qualidade de vida dos funcionários estão entre os principais problemas dentro do modelo.

Separamos a seguir tudo o que você precisa saber sobre a escala 12×36 em hospitais e clínicas. Confira!

A reforma trabalhista de 2017

Com a reforma trabalhista, a escala 12×36 teve uma grande vitória: passou a ser reconhecida para todos os profissionais, junto com outros modelos de jornada. No contexto geral, as novas regras da CLT permitiram que a escala pudesse ser usada em qualquer categoria, com as devidas atenções, a partir do artigo 59-A.

O Ministério do Trabalho incluiu algumas exigências para a aplicação da jornada, entre elas:

  • A jornada deve ser estabelecida em comum acordo entre a equipe, com convenção coletiva e acordo individual de trabalho;
  • Intervalo de almoço e descanso de pelo menos 1 hora ou, na falta desta, conferindo-se hora extra com adicionais;
  • Remuneração em dobro nos feriados;
  • Atenção aos limites semanais para cada categoria, de acordo com a legislação;
  • Controle da jornada pela empresa.

O não cumprimento dessas regras acarreta em autuação e imposição de multas por infração da CLT.

Os desafios da escala 12×36

Na escala 12×36, existe rotatividade frequente das escalas de trabalho. O controle da jornada, então, passa a ser um grande desafio para os gestores, que precisam estar atentos para que todos cumpram a carga horária, garantindo também bons resultados com o faturamento hospitalar.

Como descreve a lei na reforma trabalhista, o controle do expediente precisa ser feito pela própria instituição. Por isso, os hospitais e clínicas precisam ter um sistema eficaz para evitar que qualquer item do artigo 59-A seja descumprido.

O trabalhador encontra nas novas regras a vantagem de poder montar o próprio expediente em comum acordo com a empresa, desde que respeitando a carga horária limite. O contexto se pauta na qualidade de vida dos funcionários, ainda mais se levar em conta radiologistas e funcionários que trabalham em ambientes de risco.

Houve uma flexibilização da jornada, mas isso não impede o funcionário de cumprir as obrigações. Se as empresas precisam controlar as escalas, as taxas de absenteísmo também precisam ser verificadas.

Organizar os horários para que cada turno seja preenchido, em um contexto em que cada funcionário pode ter uma jornada diferente, já é uma tarefa que precisa de atenção. Ter que remanejar horários para cobrir faltas se torna uma missão ainda mais desafiadora.

Por isso, as instituições médicas precisam se organizar para ter um sistema de gestão eficiente. Diante do evidente processo de transformação digital na saúde, é preciso recorrer a ferramentas adequadas de gestão.

Como realizar o controle de escalas

Um sistema muito comum para realizar a gestão de escalas é o controle de ponto eletrônico, no qual os funcionários registram a biometria. Esse modelo funciona, mas deve-se levar em conta que o avanço da tecnologia vem trazendo opções cada vez mais atualizadas.

Muitas instituições passaram a adotar sistemas digitais para determinar as escalas de horários, que ajudam a controlar quem realizará determinado turno. Caso um funcionário não possa cumprir o plantão, ele pode avisar pela própria plataforma e enviar notificações ao líder, que consegue reorganizar a escala com mais rapidez. Dessa forma, evita-se buracos nas agendas.

Já o funcionário tem a liberdade de registrar o ponto por meio de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, facilitando o processo. Cabe aos gestores encontrarem a melhor solução para organizar e controlar o fluxo das escalas 12×36.

Na RedFox Soluções Digitais, a solução indicada para a gestão de escalas é o GoShift, que traz uma variedade de funcionalidades para melhorar os resultados de faturamento nas instituições médicas, aumentar a quantidade de atendimentos e garantir um serviço de qualidade aos pacientes.

Saiba mais sobre o GoShift e veja por que ele é a solução ideal para o controle de escalas médicas!

Planilha para gestão de escalas

Saiba como o mau gerenciamento de escalas médicas pode afetar o faturamento hospitalar

faturamento hospitalar

O faturamento hospitalar depende de vários fatores, sendo o preenchimento adequado das vagas de consultas muito importante para gerar receitas.

A falta de controle nas agendas médicas pode causar uma série de problemas dentro do funcionamento padrão da instituição hospitalar, desde problemas na qualidade do serviço a buracos nos horários.

Confira a seguir por que você deve ficar atento contra o mau gerenciamento das escalas médicas para o faturamento hospitalar!

Cancelamentos de consultas

Se um médico não pode cumprir o atendimento de uma consulta agendada, seja por problemas pessoais ou qualquer outro imprevisto, o paciente precisa remarcar a consulta e o horário fica vago.

O pior é quando o paciente não é avisado e descobre a impossibilidade de ser atendido já no hospital, o que pode deixá-lo irritado o suficiente para procurar outra instituição de saúde. Nesses casos, busca-se uma solução para remediar o problema, como encaixe na agenda de outro médico, diminuindo a qualidade do atendimento pela correria.

O correto remanejamento a fim de evitar buracos na agenda precisa ser feito com o devido cuidado, evitando atrasos e cancelamentos de consultas. Dessa maneira, os riscos de perder receita pelos buracos nas agendas se tornam menores e é possível encontrar um médico substituto para o atendimento com mais facilidade.

Atendimento desqualificado

Não é só uma agenda apertada que pode diminuir a qualidade de uma consulta e impactar o faturamento hospitalar. Um grave erro na gestão hospitalar é o agendamento de consultas com médicos de pouco conhecimento sobre determinado sintoma ou doença.

A desqualificação no atendimento médico tende a frustar o paciente, que acaba por buscar outros centros clínicos para tratar o problema. A falta de fidelização dos clientes devido ao mau gerenciamento de escalas médicas, então, torna-se um dos problemas para aumentar o faturamento das receitas do hospital.

Indisponibilidade de exames

Outro problema para o quadro financeiro das instituições médicas é a indisponibilidade de profissionais para realizar exames. Quando um médico encaminha o paciente para os setores de exames, o correto é ter pessoal preparado para executar a tarefa. Mas nem sempre isso acontece.

Muitas vezes, o paciente precisa marcar um agendamento demorado, esperando até semanas para conseguir ser atendido. Com uma gestão de escalas eficiente, o hospital se assegura que conta com a quantidade adequada de profissionais, acelerando o processo com maior quantidade de agendas. Com isso, as finanças ganham um impulso e o fluxo de entrada de caixa da empresa sobe.

Falta de equipamentos disponíveis

Da mesma forma que o gerenciamento da quantidade de profissionais é importante, a disponibilidade de equipamentos também deve ser verificada. De nada adianta ter uma equipe preparada para realizar exames e consultas se o hospital não tiver equipamentos adequados para o atendimento.

Nesse caso, os custos do hospital são ainda maiores, porque não só provocam buracos nas agendas como também gera despesas adicionais com a equipe, que eventualmente fica ociosa. Ter um controle dos equipamentos, então, é outro fator de influência na gestão de escalas para um bom faturamento hospitalar.

O mau gerenciamento da gestão de escalas pode ocorrer por diversos fatores, mas pode ser evitado pelo uso de sistemas adequados de controle das equipes. O GoShift é uma solução digital específica para solucionar os problemas de agendas, identificando os gargalos para readequar horários.

Entre em contato com a RedFox e saiba mais sobre essa e outras soluções para a transformação digital da sua instituição de saúde!

Planilha para gestão de escalas

Entenda como a transformação digital revoluciona a administração hospitalar

A transformação digital se tornou a base para os processos de qualquer empresa e a administração hospitalar também tem muito a ganhar com as aplicação de tecnologias.

Desde o aumento de qualidade no atendimento até o melhor aproveitamento de recursos e pessoal, as soluções digitais são ferramentas estratégicas para evoluir a gestão das instituições de saúde.

No Brasil, muitos pacientes sofrem com atendimentos precários e a falta de planejamento de hospitais, bem como carência de medicamentos e aparelhos. Esse problema estrutural faz parte dos desafios que os setores administrativos tanto lutam para corrigir.

O papel da transformação digital nesse cenário é trazer as ferramentas necessárias para evoluir a qualidade dos serviços, influenciando em todos os setores hospitalares. A revolução dos processos de gestão tem impacto direto na instituição como unidade, pois é o setor administrativo que cuida dos demais processos.

Entenda a seguir alguns desafios da administração hospitalar que a evolução tecnológica ajuda a superar!

Redução de custos

O setor administrativo deve trabalhar em conjunto com as demais áreas para melhorar as necessidades e garantir o melhor aproveitamento dos recursos do hospital. Trabalhar com planilhas e sistemas ultrapassados coloca empecilhos para acompanhar as informações devidamente, o que justifica uma evolução do processo de transformação digital.

Alguns problemas que sistemas e softwares podem resolver são a má administração dos medicamentos e a falta de controle dos equipamentos. Enquanto muitos remédios são desperdiçados nas instituições hospitalares, equipamentos antigos e com problemas geram altos custos de manutenção. Uma melhor administração de informações como essas pode ajudar a reduzir os custos internos.

Evolução da qualidade de serviço

O atendimento em um hospital é a atividade central da instituição, já que é o médico que precisa tratar o paciente. Só que, para que ele consiga realizar um trabalho de qualidade, precisa de uma série de ferramentas de apoio.

Acompanhar o fornecimento de equipamentos e tecnologias é responsabilidade da equipe administrativa. A gestão de escalas também se encaixa no desafio de melhorar a qualidade de atendimento, já que é fundamental garantir a presença dos profissionais nas consultas e exames.

Graças à transformação digital, hoje é possível encontrar soluções preparadas para ajudar no acompanhamento e controle das informações que elevam a qualidade dos atendimentos.

Integração de setores

Cada setor tem impacto em outras áreas da instituição e, assim como empresas podem se unir em projetos para o mercado, os setores internos também precisam trabalhar em conjunto. A integração das informações ajuda a acelerar o atendimento, desde a recepção até a realização de exames, e a transformação digital traz as soluções que alimentam os dados em um sistema integrado.

Existem plataformas próprias para criar um modelo de administração hospitalar bem alinhado, acompanhando os dados de entrada e saída de materiais, prontuários eletrônicos, exames e muito mais. Algumas tarefas, no entanto, são mais bem acompanhadas por um sistema específico, como a gestão de escalas.

Gestão de escalas

A gestão de escalas é um grande desafio nos hospitais e demais instituições de saúde.  Cada profissional tem a sua importância dentro das escalas de horários e preencher os plantões não é uma tarefa fácil.

Trabalhar com pessoas é um grande desafio, porque sempre podem ocorrer imprevistos. Os sistemas de gestão de escalas são uma das revoluções que a transformação digital trouxe para a administração hospitalar.

Além de facilitar a tarefa de remanejamento dos horários, eles permitem que os próprios profissionais tenham melhor controle das escalas pessoais. Assim, a administração hospitalar preenche os buracos tão comuns nos atendimentos e pode deslocar parte dos esforços para outras atividades.

Na RedFox, um exemplo sólido desse tipo de plataforma é o GoShift. O software traz várias funcionalidades para a gestão de escala, como alertas de oportunidades, sincronia entre calendários pessoais e profissionais dos médicos, panorama completo das escalas etc.

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Você sabe o que é Design UX?

O que é Design UX

O que é Design UX? Para definir o termo, também conhecido como User Experience Design, temos que entender como o conceito se relaciona à transformação digital.

Com tantas inovações e mudanças no mundo dos negócios que a Era Digital trouxe ao empreendedorismo, surgiu a necessidade de dar mais atenção à satisfação do cliente.

Saber escutar o que ele espera e projetar as informações no negócio passou a ser fundamental para alcançar esse sucesso. Então, a interação entre o usuário e os negócios da marca evoluiu de uma simples opção para uma necessidade.

É nesse contexto que se aplica o UX Design. É um meio de estabelecer essa conexão, seja por uma comunicação online ou offline. Na verdade, o conceito vai além do mundo dos negócios e pode ser aplicado até mesmo no nosso cotidiano, já que interagimos com o ambiente desde o momento em que acordamos.

UX e o poder do consumidor

Em um contexto em que as mídias sociais abrem um amplo espaço para a liberdade de expressão, o consumidor passou a expor mais a opinião sobre as experiências com produtos, serviços, marcas e, no geral, tudo. O poder de escolha também se expandiu, porque o acesso às informações também cresceu.

É praticamente uma reação em cadeia. A internet gera informação, que gera conhecimento, que gera opinião, que gera expressão, que gera influência nas escolhas. As mídias são mais do que uma ferramenta de ideias, elas permitem compartilhar experiências.

Se um cliente tem problemas com o atendimento, o mesmo tende a desabafar nas redes sociais e buscar os próprios direitos. Tão logo, muitas pessoas se tornam cientes do acontecimento e a imagem da marca é danificada.

Esse contexto abre mais espaço para definir o que é UX Design.  O conceito é uma forma de evitar problemas com o consumidor a partir da interação, ajudando a fidelizar e conquistar os clientes em uma gestão eficiente de comunicação. Dessa forma, visa-se alcançar um bom posicionamento de marca no mercado ao mesmo tempo em que se proporciona conforto ao público.

Como aplicar o UX Design no negócio

Existem algumas características fundamentais para quem deseja aplicar o UX Design no negócio. Ao contratar um UX designer, você precisa identificar certas habilidades no profissional, como:

  • Curiosidade e empatia às necessidades e desejos das pessoas;
  • Busca de aprendizado constante;
  • Senso de urgência em inovação;
  • Raciocínio para análise de dados e informações.

O estilo de trabalho de um UX designer é muito importante para estabelecer as estratégias de aplicação da interação com o público. Para proporcionar uma boa experiência, a empresa deve estar apta a:

  • Desenvolver uma comunicação com o público da melhor forma possível;
  • Identificar o perfil do consumidor a partir de conversas e perguntas pertinentes, bem como as tendências de mercado;
  • Mapear a jornada de compra do consumidor;
  • Atentar-se para as atividades da concorrência;
  • Readequar produtos e serviços de acordo com a demanda;
  • Gerar conteúdos informativos e educativos;
  • Dar atenção ao pré e pós-venda;
  • Aplicar os valores da marca sem se esquecer de projetá-los de acordo com as visões do público.

Estar sempre em sintonia com atuais e potenciais clientes é o grande objetivo do UX Design. Se você incluir a lista de atividades acima no seu planejamento, poderá gerar boas experiências e deixar a sua marca sempre alinhada às demandas do mercado.

Quer mais conteúdo sobre o que é UX Designer? Confira o vídeo que a nossa UX Designer Carolina Sales gravou para o canal da RedFox no Youtube!

O que é gestão hospitalar e quais são as atividades do setor?

o que é gestão hospitalar

Você sabe o que é gestão hospitalar? É a área responsável pela administração de um hospital em sua totalidade.

O profissional desse segmento atua para garantir tanto o bem-estar dos pacientes como a qualidade infraestrutural da instituição, exercendo influência em questões como a organização de processos, controle de agendas, pessoas e equipamentos.

Isso envolve desde a administração de finanças, até a transferência de pacientes entre salas, alterações de funcionários nos postos de trabalho, realização de exames etc.

Essa diversidade de atribuições torna os desafios da gestão hospitalar muito variados, exigindo profissionais altamente capacitados para identificar demandas ao passo que organizam as questões mais técnicas. Confira a seguir o que faz um gestor hospitalar nas instituições de saúde!

Atribuições da gestão hospitalar

Um bom profissional da área precisa estar apto a planejar, organizar e gerenciar os diferentes tipos de instituições médicas, que podem ser clínicas, hospitais e até casas de repouso.

Cabe à gestão hospitalar avaliar o potencial da equipe e atribuir tarefas de maneira organizada para que as necessidades sejam supridas adequadamente.

Uma das atividades do gestor hospitalar é escalar a quantidade de funcionários nos turnos, incluindo médicos, enfermeiros, recepcionistas e pessoal de limpeza. A equipe é essencial no funcionamento do hospital e precisa estar a postos o tempo todo.

Além de prezar pelo atendimento adequado dos pacientes, o ecossistema precisa estar em dia com os medicamentos, produtos e manutenção correta dos equipamentos. O investimento em novas tecnologias, como os dispositivos wearables, também entra em uma demanda crescente nos hospitais.

Ao setor, então, cabe gerenciar os estoques de materiais e medicamentos, para que não falte nada, e se certificar da organização e higienização do ambiente, organizando, por exemplo, o fluxo de descarte dos resíduos.

No geral, a gestão hospitalar precisa controlar de forma holística e horizontal todas as atividades ligadas à segurança e bem-estar dos pacientes, evitando qualquer tipo de transtorno comum ao setor da saúde nos pontos de vista técnico, administrativo e assistencial.

O profissional deve ter conhecimento em empreendedorismo e administração, finanças, organização estrutural, planejamento estratégico e outros fatores que possam afetar o bom funcionamento de hospitais.

Os desafios na gestão de escalas

Dentre todas as atividades da definição de o que é gestão hospitalar, a gestão de escalas ganha um destaque especial, porque é a atuação dos profissionais da saúde que permite aos pacientes receberem os devidos cuidados e atenções nos centros emergenciais.

Os hospitais e centros médicos têm uma equipe bem diversificada que precisa atuar por 24 horas em várias frentes, desde o atendimento de check-in e chek-out, acompanhamento clínico e cirúrgico, equipe de finanças, limpeza etc. Com uma demanda complexa, é natural surgirem faltas ou indisponibilidades, sendo o gestor o responsável por contornar as situações.

Ter alguém que controle os turnos é importante para não sobrecarregar os trabalhos ou deixar furos nas demandas de um setor que trabalha com urgências. O gestor precisa ficar atento a qualquer situação inesperada para remanejar os quadros de funcionários e garantir que todos executem a jornada devidamente.

A legislação determina horários específicos para cada atividade, ficando tudo registrado nas contratações. Esse fator e as regras sindicais também influenciam na hora de estabelecer as escalas dos médicos, enfermeiros e demais funcionários.

Existem várias ferramentas que facilitam o acompanhamento da gestão de escalas. Hospitais que trabalham com planilhas podem ter dificuldade para organizar os plantões e, por isso, plataformas e sistemas automatizados agregam um diferencial às equipes responsáveis.

A organização dos horários é fundamental para gerir a produtividade de um hospital, certificando-se do bom atendimento aos pacientes e do cuidado primordial com a vida. Como parte da gestão hospitalar, a gestão de escalas confere aos profissionais do setor um papel de suma importância dentro das instituições de saúde!

Deu para entender o que é gestão hospitalar? Siga nas redes sociais e fique atento aos nossos conteúdos para entender mais sobre as ferramentas que facilitam o trabalho dos gestores em hospitais!

Planilha para gestão de escalas

O que é Venture Innovation? Inovando no mercado de soluções digitais

A união de empresas na busca por um objetivo é uma prática muito comum. Muitas vezes, essa parceria se dá em forma de investimentos de negócios ou na fusão das envolvidas para formar um negócio maior, o que define uma Joint Venture. Só que um novo conceito de união chegou ao mundo do empreendedorismo. Você já ouviu falar em Venture Innovation?

Se levarmos em conta que a inovação é a grande tendência entre os negócios da atualidade, faz sentido buscar estratégias para surpreender o mercado.

Inovar virou sinônimo de destaque, de modernidade e competitividade. Não basta ter qualidade para se tornar referência, é necessário participar do processo de disrupção, do processo de quebra e mudança dos padrões.

E é nesse contexto que surge a Venture Innovation. O termo se refere à união de duas ou mais empresas que desejam inovar em determinada área, criando um produto para trazer sentido totalmente novo aos processos.

Em outras palavras, essa parceria busca desenvolver novas estratégias para resolver um problema em aberto no setor. A Venture Innovation acontece a partir da necessidade de preencher uma lacuna no mercado, que é resolvida através de soluções digitais inovadoras. Mas como surge uma Venture Innovation?

Os tipos de Venture Innovation

Para levar um produto ao mercado por Venture Innovation, existem vários contextos em que duas empresas podem se unir. A diferença está no momento em que acontece a parceria, que pode ser desde o desenvolvimento da ideia até o momento de apresentar o produto ao mercado.

Confira as diferenças a seguir!

Parceria para solucionar o problema da contratante

O caso de maior interação ocorre quando as empresas trabalham juntas desde o começo, unindo-se para identificar uma dificuldade do setor em questão. Nesta vertente, o produto é a uma necessidade da própria empresa contratante, que concorda em levá-lo para o mercado.

Quando a contratante possui um problema, seja operacional ou estratégico, ela o apresenta à desenvolvedora parceira e ambas pensam juntas em criar uma solução transformadora para resolver tais problemas. Muitas vezes, o mesmo problema dessa empresa é também uma dor do mercado em geral ou do segmento de atuação desta.

Mesmo que o objetivo inicial seja para uso de uma das empresas parceiras, fica pré-combinado – ou pode ser determinado posteriormente – que o produto será disponibilizado para venda ao mercado, com participações societárias igualitárias entre as empresas. No final, temos uma nova solução de mercado que pode virar uma startup/empresa através do spin off.

Parceria para identificar um problema do mercado

As empresas também podem iniciar uma Venture Innovation exclusivamente pensando em levar um produto para o mercado, encontrando uma questão que precise de solução. Elas unem esforços durante todo o projeto para surpreender os processos de um setor, apostando em inovação e disrupção.

Parceria para desenvolver o projeto

Uma empresa pode identificar um problema de mercado de forma independente e, a partir de então, buscar um parceiro para desenvolver o projeto. O investimento financeiro e a fusão de conhecimentos são alguns motivos que justificam a necessidade de encontrar uma parceria para a solução.

Parceria para lançar a solução no mercado

Por fim, uma empresa pode analisar o mercado de forma independente para identificar uma dificuldade, tendo sozinha a ideia da solução e trabalhando por conta no desenvolvimento. Só quando o produto está praticamente pronto é que ela busca uma parceria para realizar o lançamento.

A segunda empresa terá relevância no projeto por vários fatores, como, por exemplo, ao ter maior renome no mercado ou maior influência frente ao público-alvo.

Quer ver um exemplo na prática de Venture Innovation? A RedFox e a Irko se uniram para desenvolver o KPBoard, uma solução digital que resolve problemas do setor contábil e agrega valor aos serviços. Saiba mais sobre essa e outras soluções transformadoras da RedFox!

Quais são os tipos de Metodologia Ágil e qual você deve adotar no seu negócio?

tipos de Metodologia Ágil

Quando uma empresa quer melhorar a eficiência nos resultados, ela pode recorrer a vários tipos de Metodologia Ágil. O modelo, que defende um planejamento ajustável dos processos, pode ser realizado de formas diferentes, de acordo com o cenário do ambiente de trabalho.

Para sair de uma metodologia tradicional, com um planejamento impostos previamente, e mudar para a Metodologia Ágil, é importante se atentar para alguns detalhes, identificando a melhor forma de atualizar os processos.

Quer conhecer alguns tipos de Metodologia Ágil para entender qual melhor se aplica ao seu negócio? Separamos a seguir os mais conhecidos do mercado!

Lean

Existe uma corrente de especialistas que não considera o Lean uma Metodologia Ágil, mas uma filosofia usada na construção de outros tipos. Esse formato defende uma estratégia que usa somente os recursos necessários para executar uma tarefa.

O Lean traz sete premissas para melhorar os processos:

  • Rapidez na entrega;
  • Redução de desperdício;
  • Fortalecimento da equipe;
  • Construção da qualidade;
  • Adiamento de decisões;
  • Amplificação do conhecimento;
  • Aperfeiçoamento do processo como um todo.

Kanban

O Kanban é um método que permite melhor equilíbrio da demanda, com entregas mais assertivas pela facilidade de visualizar tarefas. O objetivo é reduzir desperdício de esforços e tempo.

As atividades de um projeto ficam divididas em um quadro de acordo com o status: pendente, em execução e finalizado. Com o invento dos post-its, essa estrutura se tornou mais facilitada, podendo ser praticada até em paredes. Para evitar o acúmulo de tarefas e excesso de pendências, o Kanban ainda define um limite de tarefas para cada categoria

Feature Driven Development (FDD)

No FDD, o planejamento é realizado por etapas, sendo eficaz para projetos em que o processo de desenvolvimento é uma incógnita, cheio de mudanças. Aqui, o projeto como um todo tem muita importância, mas o processo é separado por áreas.

O foco no desenvolvimento permite que o FDD possa ser integrado a outras metodologias ágeis  com a mesma premissa. O projeto é estruturado de acordo com as seguintes premissas:

  •  Desenvolvimento por funcionalidades
  •  Um único programador é responsável pela funcionalidade desenvolvida
  •  Controle de qualidade em todas as fases do projeto
  •  Gerenciamento de configurações
  •  Integração contínua das funcionalidades
  •  Planejamento incremental
  •  Teste de software

Extreme Programming (XP)

O método XP surgiu com foco no desenvolvimento de softwares, incentivando agilidade, economia de recursos e qualidade do produto. A premissa é incentivar valores para atingir os objetivos.

Entre esses valores, estão listados uma comunicação exemplar, feedback, simplicidade, respeito e coragem. Nesse contexto, as premissas que ganham destaque são:

  • Forte relacionamento com o cliente;
  • Reuniões de planejamento;
  • Reuniões diárias de alinhamento;
  • Uso de metáforas;
  • Integração contínua dos módulos desenvolvidos;
  • Adição de mudanças;
  • Entregas contínuas em etapas;
  • Design simples e funcional;
  • Testes de aceitação;
  • Melhoria contínua.

Microsoft Solutions Framework (MSF)

O diferencial do MSF é que esse método é destinado para equipes pequenas de desenvolvimento, visando diminuir os riscos do processo e aumentar a qualidade do resultado. Para tal, as atenções se voltam para as falhas comuns de soluções tecnológicas e para a gestão do projeto.

A metodologia busca no processo apresentar uma comunicação transparente entre todos, profissionais com capacitação adequada, uma parceira entre equipe e cliente e a atribuição imediata das tarefas nas etapas.

É interessante ressaltar que todos os envolvidos adquirem um aprendizado constante na troca de conhecimentos para chegar ao objetivo final. As premissas que envolvem o MSF são:

  • Alinhamento com os objetivos do cliente;
  • Escopo bem estruturado e detalhado;
  • Desenvolvimento iterativo;
  • Gerenciamento de riscos;
  • Comunicação rápida para executar mudanças.

Dynamic System Development Model (DSDM)

O DSDM é um dos tipos de Metodologia Ágil que mais se difere dos demais, sendo também um dos mais antigos. Isso porque ele mantém uma rigidez no tempo de entrega, que não deve ser alterado, enquanto que as funcionalidades podem ser reformuladas.

Nesse contexto, esse método é eficaz para projetos de orçamento específico e prazos curtos. O DSDM investe em desenvolvimento incremental e iterativo, colaboração entre a equipe e o cliente e integração das funcionalidades.

Scrum

Por fim, temos o scrum, que tem grande aceitação no mercado. Ele tem essa popularidade porque, entre outros fatores, pode ser integrado a outros métodos, além da facilidade no refinamento do projeto.

No scrum, o Product Backlog, que apresenta as funcionalidades a serem desenvolvidas, é separado por etapas (os sprints). Para cada entrega, os desenvolvedores trabalham com os requisitos essenciais para cumprir as tarefas determinadas. Melhorando o rendimento com esforços reduzidos.

Dos tipos de metodologia Ágil, o scrum é o modelo mais usado pela RedFox para desenvolver as soluções digitais para os clientes. Saiba mais sobre como desenvolvemos nossos projetos e veja por que escolher a RedFox para melhorar os seus processos!

O Princípio de Pareto na gestão de projetos para obter estratégias e resultados eficientes

O Princípio de Pareto na gestão de projetos é uma ferramenta essencial para guiar a produtividade na busca de resultados. Se o termo parece estranho, talvez você já tenha ouvido como a Regra 80/20. O conceito estabelece uma relação estratégica entre causa e consequência.

A relação matemática criada pelo economista italiano Vilfredo Pareto determinava como 80% da riqueza do país dele estavam concentrados nas mãos de apenas 20% das pessoas. A partir desse estudo, o gestor de qualidade Joseph Moses Juran posteriormente criou o princípio, homenageando Pareto no título.

Mas o que exatamente a regra determina? E como o Princípio de Pareto na gestão de negócios pode ser aplicado?

O que é a Regra 80/20

Oficialmente, a Regra 80/20 implica que 20% dos insumos ou esforços geram uma base de 80% dos resultados. Só que essa relação pode ser aplicada em vários contextos, como os 20% de erro que levam a 80% dos problemas ou os 20% de trabalho que ocupam 80% do tempo de execução.

No dia a dia, podemos aplicar a regra em muitas atividades e situações da vida, mesmo que generalizando as medidas. A proporção pode variar, mas é essa discrepância nas medidas que fazem o princípio tão coerente e relevante.

Como o Princípio de Pareto na gestão de projetos é aplicado?

Se os exemplos anteriores acenderam uma luz na forma como você gerencia os seus projetos, já entendeu como o Princípio de Pareto pode ajudar. Conforme você identifica as relações, pode trabalhar para equilibrá-las e melhorar os resultados dentro do contexto.

As diferenças nas proporções ajudam a ter insights para criar estratégias e planos de ação. Confira a seguir algumas métricas para repensar o modelo de gestão dos negócios.

1. Os 20% de clientes responsáveis por 80% da renda

Quando um alto valor da renda vem de clientes selecionados, vale reavaliar o relacionamento com o restante do portfólio. São clientes que podem ser mais bem trabalhados? Os resultados compensam os esforços concentrados neles?

Se possível, identifique estratégias para estreitar os laços e ampliar os negócios. Para equilibrar com os clientes de ponta, você pode verificar se há algo sendo feito para a carteira principal que não é feita para os demais. Prospectar novos clientes para liberar espaço de clientes sem potencial também é uma plano interessante.

2. Os 20% de tarefas que representam 80% das prioridades

Ao elencar as tarefas do dia, muitas delas podem estar relacionadas a projetos de baixa prioridade, enquanto um número reduzido costuma ter alta relevância. Vale a pena concentrar os esforços nas prioridades mesmo que tarefas menores possam ser executadas com mais agilidade.

3. Os 20% de riscos com 80% dos potenciais de danos

Todo projeto traz riscos para a realização, mas é comum que alguns desses perigos representem mais comprometimento ao processo. Nesse caso, é importante focar os esforços para resolver essas questões, mas sem deixar de dar atenção aos demais riscos.

4. Os 20% de razões para 80% dos erros de escrita nos materiais e sites de empresas

Cerca de 80% dos erros de escrita de uma empresa têm origem em causas similares. Muitas vezes, o autor reformula frases e acaba esquecendo palavras que ficam perdidas ou até tiram o sentido da sentença, bem como os problemas de grafia podem vir da desatenção na digitação.

Outro motivo comum acontece quando um superior decide mudar o conteúdo escrito pelo funcionário e comete erros que o responsável pelo texto não cometeria. Pode acontecer também de o texto estar em um papel, com a letra manuscrita de forma dificilmente legível, dando margem a erros.

5. Os 20% de itens do portfólio que recebem 80% do investimento

Toda empresa tem a sua extensão de produtos e serviços que precisam ser explorados para alcançar mercado. No entanto, apenas uma parte reduzida tende a receber mais investimento, de acordo com a prioridade.

É possível que a falta de investimento em outros itens do portfólio esteja fazendo a sua empresa perder oportunidades por falta de divulgação. O mercado muda constantemente e o público também.

Talvez aquele item esquecido tenha mais relevância do que quando foi colocado de escanteio. Esteja sempre atento a esses fatores e procure repartir melhor a renda para o investimento!

Gostou dos exemplos de como aplicar o Princípio de Pareto na gestão de projetos? Então coloque o conceito em prática, avalie as suas estratégias e veja em quais aspectos os resultados podem ser mais bem distribuídos!

E que tal adotar a Metodologia Ágil na sua equipe para gerar mais resultados? Descubra as vantagens do método e veja como aplicá-lo em grandes empresas!

Como introduzir a Metodologia Ágil em grandes empresas?

A Metodologia Ágil em grandes empresas promove uma verdadeira revolução nos processos de produção. Se você ainda não conhece esse modelo de trabalho, está perdendo tempo. Com origem no setor de desenvolvimento digital, o termo faz referência a um manifesto para gerar eficiência nos resultados das equipes.

Hoje, é muito comum a necessidade de aplicar novos modelos de negócios em alta velocidade, testando erros e acertos dos produtos e serviços. O mercado exige que as empresas tenham mais produtividade e foquem no cliente. É nesse contexto que uma palavrinha mágica faz toda a diferença: agilidade.

A Metodologia Ágil veio para suprir essa demanda, mas não adianta você querer aplicá-la sem conhecer os conceitos. Vamos entender melhor o assunto?

O que é a Metodologia Ágil?

Criada no início dos anos 2000 por um grupo de desenvolvedores, a Metodologia Ágil prega alguns preceitos referentes ao desenvolvimento de softwares. Entre eles:

  • Os indivíduos e as interações são mais importantes do que processos e ferramentas;
  • O funcionamento do software vale mais do que a documentação;
  • A participação dos clientes deve ir além das negociações, chegando ao desenvolvimento;
  • O projeto deve estar aberto a mudanças, sem seguir um plano rigidamente.

Embora o conteúdo tenha sido pensado para o setor de desenvolvimento web, o manifesto gradualmente passou a ser integrado em outras áreas, levando mais resultados às empresas que trabalham com ele.

Enquanto as startups já nascem com a premissa de agilidade, quem já está na ativa há mais tempo precisa se ajustar às novas exigências do mercado. Incorporar a agilidade é uma das melhores formas para essa adaptação.

A Metodologia Ágil em grandes empresas promove uma mudança cultural para elevar a experiência do cliente e a usabilidade de um produto ou serviço, como vemos na pesquisa State of Agile de 2018. O resultado destaca três pontos centrais:

  • A cultura organizacional: a agilidade na melhora do trabalho em treinamentos, em processos e práticas consistentes das equipes e na implementação de ferramentas;
  • A expansão da metodologia em conjunto com a empresa: 25% dos entrevistados afirma que todas ou quase todas as equipes da organização são ágeis, vendo crescimento principalmente nos setores de Mapeamento de Produto e Planejamento de Portfólio Ágil;
  • Foco na satisfação do cliente: esse aspecto lidera as análises de sucesso, mostrando como o cliente se tornou importante nas iniciativas de transformação digital.

Quais são as vantagens?

É comprovado que o método ágil leva vários benefícios para os negócios. A pesquisa State of Agile apontou os que mais se destacam nas empresas consultadas:

  • Administração de mudança de prioridades (71% das respostas);
  • Visibilidade de acompanhamento do projeto (66%);
  • Alinhamento de Negócios / IT
  • Velocidade de entrega e lançamento para o mercado (62%);
  • Produtividade da equipe (61%).

A Metodologia Ágil leva mais satisfação para a equipe, identifica talentos, evita reuniões desnecessárias e improdutivas e planejamentos descontrolados, permite o desenvolvimento de produtos e serviços realmente pertinentes ao momento do mercado e apresenta métricas satisfatórias nos resultados.

Por fim, como aplicar a Metodologia Ágil em grandes empresas?

Ter conhecimento básico da metodologia é o ponto de partida para aplicá-la em uma empresa. Agora que você já sabe como ela funciona e como pode beneficiar o seu negócio, podemos passar para os próximos passos!

Líder ágil

o início da aplicação da agilidade deve começar nos cargos de liderança. Os líderes precisam ver as equipes como se fossem os clientes e mostrar desempenho rápido na atuação, mas também deve atuar como coaches para que todos possam entendera a metodologia.

Adaptação e identificação de talentos

É preciso treinar as equipes para desenvolver as habilidades de um sistema ágil. Um sistema de recompensas ajuda nesse processo e ajuda a identificar quem está apto para realmente se adaptar aos métodos ágeis. Além disso, buscar novos talentos já aptos ao novo sistema ajuda a alinhar o time.

Processo inteligente e gradual de adoção

Você não pode querer aplicar a Metodologia Ágil de uma só vez. É importante selecionar as equipes por etapas, identificando o momento certo de cada time. Verifique pontos como o objetivo de implantação, riscos, estratégias e necessidades de cada grupo para definir por onde começar!

Bônus: Erros a evitar

Há alguns contextos que impedem a boa aplicação da Metodologia Ágil. É importante evitar:

  • Excesso de projetos paralelos ou acumulados nas equipes;
  • Excesso de reuniões;
  • Complexidade ignorada das ações;
  • Processos de aprovação demorados ou com muitas etapas;
  • Chefes que subestimam decisões tomadas em equipe.

Agora você já se sente preparado para aplicar a Metodologia Ágil em grandes empresas? Conte para nós como foi o seu processo de implantação nos comentários!