Teamred entenda melhor a campanha institucional da RedFox
Digital Estratégias de Negócios

#Teamred: entenda melhor a campanha institucional da RedFox

Desde a fundação da RedFox, adotamos como um dos pilares da nossa empresa uma cultura organizacional que viabilize o fomento de boas idéias e o desenvolvimento de pessoas.

Entendemos que isso envolve basicamente três fatores: estabelecer um ambiente em que as pessoas sintam-se à vontade no trabalho, garantir recursos para a evolução na profissão de cada um e buscar no mercado gente afim de fazer a diferença.

Nesse terceiro quesito, temos em nosso DNA uma missão: queremos dar oportunidades a quem não encontra espaço no mercado, mas tem muito potencial a ser explorado.

É nesse ponto que nos identificamos com o esporte: existem diversas histórias de atletas de origem humilde que, ao terem a chance de demonstrar seu talento, encantaram pessoas dispostas a investir em sua capacidade e construíram com garra e suor sua trilha de sucesso.

Em outras palavras, o que buscamos num profissional está além da proficiência. É a vontade de fazer a diferença. 

Essas pessoas nem sempre estão nas grandes universidades ou escolas de renome. Há também os que se dedicam ao autodidatismo durante o intervalo do Ensino Médio e o trabalho de meio período, extraem ao máximo de informações de cursos gratuitos ou de baixo investimento, reúnem-se com outras pessoas na mesma situação para trocar experiências e ampliar a rede de conhecimento.

Tudo isso enquanto almejam uma oportunidade para mostrarem o que sabem. Assim como nas histórias de esportistas só precisaram de alguém que acreditasse no potencial para dar o pontapé inicial numa carreira brilhante.

Nesse contexto, o #teamred é esse alguém. 

O que é a campanha #teamred?

Entre os feedbacks mais relevantes que recebemos diariamente, estão os posicionamentos de pessoas que estão ou passaram pelo nosso time. 

É com muita alegria e satisfação que recebemos elogios sobre o que geralmente as pessoas referenciam como “a cara da RedFox”.

Mas o que constitui essa definição?

Assim como a questão de gerar oportunidades a quem não tem, existe uma série de valores em que nossa cultura organizacional que conversa com o esporte: perseverança, respeito, comprometimento, superação, entre outros.

Por isso, escolhemos esse tema para tangibilizar o clima que, sob a chancela de quem faz ou fez parte do #teamred, dá tão certo. 

A campanha envolve toda nossa linha de comunicação – interna e externa – visando deixar claros a visão, a missão e os valores de nossa empresa.

Além de nos aproximar de quem se identifica com os nossos propósitos.

#GoRed

Diego Menezes
Gabriel Guerreiro
Isabela Abreu
Luís Seixas

Novas tecnologias revolucionam o foco dos serviços de saúde-min
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Novas tecnologias revolucionam o foco dos serviços de saúde

As novas tecnologias começaram a ampliar o que se entende por serviços de saúde. Se antes o médico era a principal referência do paciente nos cuidados do corpo, hoje as inovações trazem mais autonomia para as pessoas sobre o próprio bem estar.

Mas se você pensa que a sua instituição médica vai perder referência por causa disso, pode ficar tranquilo. O que muda mesmo é o direcionamento dos cuidados. A medicina passa a trazer mais atenções para a prevenção, diminuindo o foco majoritário no tratamento das doenças.

Com o advento do home care, a tecnologia se torna um catalisador para ampliar os serviços de saúde. O paciente consegue obter insights e alertas para evitar problemas no organismo, mas ainda precisa do médico nesse acompanhamento. Conheça a seguir os novos rumos da medicina na Era Digital!

Telemedicina favorece o atendimento à distância

A telemedicina é ao mesmo tempo uma revolução nos serviços de saúde e também uma polêmica. Entre os avanços já disponíveis pela tecnologia, o modelo tem a vantagem de levar atendimento especializado à distância para comunidades e regiões de acesso precário aos cuidados.

Sabemos que o Brasil é um país de grande extensão territorial e muitas diferenças socioeconômicas. Há uma má distribuição dos médicos nas regiões mais distantes difícil de contornar, por mais que o governo crie incentivos, como foi o caso do Mais Médicos.

Só que a telemedicina tem o potencial para evoluir o nosso sistema de saúde para esse nível. Já existem centros de excelência que utilizam o modelo para diminuir os prejuízos dessas situações. No Piauí, temos o exemplo do Hospital Regional Tibério Nunes em Floriano, que se conecta com profissionais do Albert Einstein para avaliar diagnósticos e prontuários com mais precisão.

O formato da telemedicina também pode reduzir as filas de espera, já que muitos pacientes podem ter o diagnóstico sem precisar passar pelo consultório. Ainda falta uma regulamentação apropriada, mas a expectativa é que ela consiga fornecer serviços de saúde com responsabilidade a partir do cuidado assistido.

Serviços de saúde chegam à colaboração entre médico e paciente

E se o paciente pudesse ter mais participação e autonomia nos serviços de saúde? Essa é outra realidade que a tecnologia traz para a medicina moderna. As pessoas passam a ter cada vez mais autonomia sobre o próprio estado a partir de dispositivos, softwares e sistemas de acompanhamento.

Os wearables são um exemplo da revolução dos serviços de saúde, permitindo que o usuário acompanhe sinais vitais e fique em alerta para riscos de doenças como pressão alta e ataque cardíaco. Ao mesmo tempo, esse acompanhamento pode ser usado no tratamento de doenças, o que aumenta o poder colaborativo com o médico.

A partir de aplicativos, os próprios smartphones se tornaram uma maneira de aproximar médicos e pacientes. O Whatsapp e o Skype, por exemplo, podem ser usados como ferramentas para a telemedicina. Outros apps permitem acompanhar dados como quantidade de água ingerida  e a rotina de atividades físicas, entre muitas outras possibilidades.

Até a internet mesma pode facilitar o acesso à informação e o autodiagnóstico de forma colaborativa. É claro que a quantidade de sites duvidosos é imensa, mas há especialistas que distribuem conteúdos esclarecedores em plataformas como o Youtube e se colocam à disposição nas redes sociais.

O poder da tecnologia para expandir o conceito de serviços de saúde é como o universo: infinito. Com muitas mudanças já em andamento, só podemos dizer que o futuro da medicina já está acontecendo!

Se você quer saber mais sobre as novidades desse cenário, acompanhe o blog da RedFox e siga as nossas páginas nas redes sociais:

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Quais são os principais gargalos na logística hospitalar-min
Digital Transformação Digital na Saúde

Quais são os principais gargalos na logística hospitalar?

Imagine a seguinte situação: você vai a um hospital, realiza os exames e precisa fazer um tratamento específico. Só que a instituição não tem os medicamentos necessários porque o gestor não se atentou para a logística hospitalar. Então, os remédios ficam em falta e você, como paciente, sai frustrado do atendimento.

Se você não tem o hábito de acompanhar todos os processos da sua instituição, pode acreditar — esse tipo de situação é mais frequente do que você imagina! É muito comum a administração priorizar outras atividades do setor, abrindo espaço para o surgimento de verdadeiros gargalos no controle de medicamentos e outros itens essenciais para o bom funcionamento do sistema.

A logística hospitalar é responsável não só pelo estoque de remédios, mas também pela administração de todos os recursos, como maquinários, finanças, pessoas e informações gerais. Ela deve organizar, coordenar e planejar todas as atividades operadas internamente, garantindo a qualidade no atendimento.

Você sabe quais são os desafios que a má administração desse processo precisa superar? Confira a seguir os principais problemas gerados pela falta de controle da logística hospitalar.

Falta de remédios e itens hospitalares

Já citamos este tipo de gargalo da logística hospitalar no começo deste artigo. Ele se destaca porque, quando pensamos nas atividades do setor, remédios e equipamentos são itens fundamentais em uma instituição de saúde.

Principalmente em casos de urgência e emergência, as operações e cirurgias precisam de medicamentos e suprimentos de saúde como anestesias, seringas, vacinas e muito mais produtos que auxiliam nos cuidados com o paciente. Sem eles, a maioria dos serviços hospitalares se torna inviável.

A logística precisa estar atenta em relação aos estoques para evitar a falta dos insumos mais usados no atendimento. Quanto maior a demanda de um medicamento, maior é a necessidade de reposição.

Carência de profissionais

As pessoas também fazem parte da logística hospitalar. O posicionamento adequado dos profissionais nos turnos é função da gestão administrativa, que precisa garantir a presença de médicos, enfermeiros e demais colaboradores para um atendimento de qualidade.

Neste caso, a falta de profissionais nos turnos prejudica o andamento das atividades e consultas, podendo causar desde o aumento na fila de espera até a inviabilidade de realização de exames e procedimentos.

Por isso, os gestores precisam ficar atentos para as necessidades de pessoal dentro da instituição, acompanhando as jornadas de trabalho e os imprevistos de cada profissional. É importante ter estratégias de segundo plano para casos de faltas e buracos nas agendas, preenchendo os espaços com o voluntarismo de outros profissionais.

Infraestrutura de estoques inadequada

A principal causa para a falta de medicamentos é uma má gestão dos estoques. Isso pode incluir tanto um mau gerenciamento das quantidades como a ausência de uma infraestrutura adequada para realizar esse acompanhamento.

A qualidade do local de armazenamento dos remédios precisa estar de acordo com as especificações. A temperatura e a umidade devem estar adequadas para a conservação química, até porque vários medicamentos precisam ser refrigerados.

Muitos hospitais deixam de controlar essas questões. O resultado? Perda de estoques e prejuízos para a instituição! Mas o pior contexto mesmo é a utilização de um medicamento vencido no tratamento do paciente, o que pode até piorar o quadro de saúde.

Falta de tecnologia apropriada

No exemplo que iniciou este artigo, a falta de remédios poderia facilmente ser substituída pela ausência de equipamentos. O paciente não teria o atendimento adequado para a realização de exames e, pior ainda, não poderia ter um diagnóstico preciso sobre o estado de saúde.

Quando a logística hospitalar é deixada de lado, o controle de todos os insumos fica bagunçado, inclusive a aparelhagem para um atendimento completo. Se uma máquina quebra, pode demorar muito tempo para que ela seja consertada em um ambiente sem controle.

Mas a tecnologia não se resume somente aos equipamentos. Sistemas e softwares são muito importantes para realizar uma boa gestão do fluxo geral. Eles permitem acompanhar todas as informações referentes ao que acontece nas dependências da instituição, como as demandas de consultas, disponibilidade de profissionais, agendas médicas e inclusive o estado de máquinas e estoques de medicamentos.

Todos esses elementos estão ligados à logística hospitalar. Ou seja, um bom sistema de gestão é a chave para controlar os insumos e permitir que a instituição esteja em ordem. Então você deve garantir que as equipes tenham as ferramentas adequadas e estejam alinhadas com a tecnologia disponível no seu hospital.

Uma boa logística hospitalar contribui para a eficiência do fluxo de caixa e para a qualidade no atendimento. Por isso, a sua instituição de saúde precisa contar com um parceiro especializado no fornecimento de tecnologia. Confira por que a RedFox é a melhor opção para realizar a transformação digital da sua instituição de saúde!

transporte de medicamentos
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Kleber Fernandes (CRF-SP) explica desafios tecnológicos para o transporte de medicamentos

Se você acompanha o nosso blog com frequência, já deve ter visto a nossa série “Transformação digital na saúde”. No terceiro episódio, a RedFox conversa com Kleber dos Santos Fernandes, coordenador de Transportes e Distribuição do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP), sobre o uso de tecnologia no transporte de medicamentos.

O setor busca as inovações para resolver questões importantes na logística farmacêutica, como aponta Fernandes. “Se eu tivesse que fazer uma lista de desafios, escolheria a temperatura no transporte e distribuição, a logística reversa de produtos pós-consumo e a rastreabilidade”.

Vamos entender como esses tópicos se relacionam com a tecnologia para transporte de medicamentos?

Temperatura dos medicamentos

A qualidade dos medicamentos depende muito da manutenção de suas propriedades químicas.  Itens como a iluminação e a umidade no transporte são pontos que afetam a sensibilidade desses produtos, mas são fáceis de contornar. Já a temperatura exige uma atenção especial.

“Hoje se trabalha com caminhão refrigerado, que controla a temperatura de maneira muito simples. Temos também caixas térmicas de excelente qualidade para a cadeia fria de 2 a 8 ºC, como as vacinas. O grande desafio é a temperatura entre 25 a 30 ºC no transporte”, afirma Fernandes.

Para ele, o cuidado térmico é uma tendência nas preocupações de logística farmacêutica. O mercado já conta com soluções para manter a qualidade no transporte de medicamentos, como softwares e sensores para monitorar e controlar a temperatura à distância. Nesses sistemas, as notificações podem ser acessadas via smartphone.

Porém, o coordenador de Transportes e Distribuição do CRF-SP ainda enxerga um problema nesse cenário. “Temos sensores integrados a um web service que permitem monitorar a temperatura através de iscas ou data logs nos caminhões ou nas cargas. Temos também equipamentos refrigerantes muito bons pra tecnologia integrada nos veículos, mas isso tudo ainda é muito caro”.

Ou seja: os esforços em relação à temperatura precisam focar em encontrar formas acessíveis de realizar um transporte de medicamentos apropriado às propriedades químicas.

Logística reversa de produtos

A logística reversa é responsável por retornar os medicamentos não utilizados pelos usuários de forma consciente. Há campanhas de conscientização para que eles não sejam depositados no lixo comum, mas elas não são suficientes.

Kleber ressalta inclusive a existência da Política Nacional de Resíduos Sólidos para combater os problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes dos depósitos de materiais. Porém, a questão dos remédios ainda está solta.

“A 12.305/10 é uma lei de 2010. Cada estado atua de forma distinta, mas não temos um programa nacional de recolhimento de medicamento pós-consumo. O consumidor descarta as caixas no lixo comum. Um desafio que temos é criar um programa de logística reversa estruturado de conscientização para que as pessoas não descartem o medicamento em qualquer local.”, contextualiza.

Fernandes enxerga um campo com muito potencial para ser explorado no tocante à tecnologia. Para ele, o mercado farmacêutico tem potencial para propor soluções inteligentes que incentivam a prática da logística reversa, mas ainda não se moveu como deveria.

“Não existe tecnologia para isso ainda. A logística reversa é uma folha em branco, com um campo vasto pra ser explorado. Essa é uma boa oportunidade para os profissionais da área farmacêutica”, opina.

Rastreio de produtos

O último ponto que Kleber explora é o rastreio no transporte de medicamentos. Existe uma necessidade de identificar a localização dos produtos ao longo da cadeia logística, desde a obtenção da matéria-prima até a chegada ao consumidor final.

“Dentro do segmento farmacêutico, a rastreabilidade dos dados é o que tem mais foco nas discussões. Saber como e onde o medicamento está na cadeia é um desafio muito interessante. A gestão da informação, a captura de dados e a rastreabilidade são as principais tendências na transformação digital”, ele aponta.

Segundo Fernandes, o processo tecnológico esbarra com força na questão da localização e das condições dos medicamentos. A informação precisa ser compartilhada com a vigilância sanitária, com os fabricantes e com os órgãos reguladores.

Com isso, a logística começa a investir na estratégia de serialização dos produtos para facilitar a identificação. “Uma caixa de medicamento que sai da indústria vai ter o seu lote e cada unidade vai ser serializada. A gente vai saber exatamente qual foi a unidade que chegou para o consumidor. Isso é um projeto muito robusto, mas já há várias empresas com soluções e tecnologias para fazer isso. Mais de 50 países no mundo trabalham com serialização de medicamentos e o Brasil também está caminhando para isso”, diz Kleber.

A expectativa é que o processo de serialização favoreça a produtividade do setor. E esse ponto será muito importante para a questão da economia, como contextualiza Fernandes.

“Se eu conseguir ler todos os seriais, não vou ter nenhuma perda de rastreabilidade.  Mas empresas que não investem em tecnologia talvez tenham que ler a caixa, seja na unidade ou na full Box. Assim, eu posso ter uma perda de produtividade e isso reverte no bolso do próprio consumidor”.

Os três tópicos abrem portas para resolvem os entraves do transporte de medicamentos a partir de tecnologia. Se você se interessou pelo assunto, pode ver a entrevista completa com Kleber Fernandes no vídeo a seguir!

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A transformação digital da Saúde no Brasil

A CEO da RedFox Soluções Digitais, Isabela Abreu, define a transformação digital como uma forma de “olhar a organização como um todo, revisitar os processos e, ao mesmo tempo, aplicar a tecnologia nesses processos. Não necessariamente só colocar a tecnologia nos processos atuais, mas repensar a forma como ela é hoje e pensar de uma forma completamente diferente para transformar aquilo de maneira digital, muitas vezes inclusive mudando a cultura”.

Na medicina, esse contexto se encaixa perfeitamente com as necessidades das organizações, visto que muito se fala em automatizar os processos administrativos e as ferramentas utilizadas pelos médicos.

Mas quais são os desafios da transformação digital na saúde no nosso país? Como esse processo deve ser feito e o que já está em andamento? Confira a seguir!

Planilha para gestão de escalas

 Os desafios da transformação digital na saúde no Brasil

Um dos principais desafios da transformação digital na saúde é atrair mais atenção para o assunto. As necessidades do mercado estão cada vez mais visíveis e há muito espaço para o setor crescer, mas ainda existem barreiras, como as questões regulatórias.

“O ambiente regulatório da saúde é muito forte, então qualquer mudança que seja feita precisa de uma série de aprovações. Em Saúde, a gente fala de vidas, de pessoas”, explica a CEO da RedFox. Ela acredita que as discussões para implantar mudanças na medicina são muito importantes nesse sentido e deve-se tomar cuidado para não por a vida dos pacientes em risco.

Outra questão importante é a busca por mais eficiência operacional, gerando oportunidades para aumentar receitas, melhorar o engajamento de pacientes e aumentar a produtividade da equipe. O desenvolvimento de soluções digitais para evoluir esses pontos é parte fundamental do processo de transformação digital.

Isabela aponta que esse desenvolvimento deve ser bem planejado. “Não adianta pegar um processo e aplicar a tecnologia. Isso pode aumentar o problema que tem hoje. A ideia é olhar o procedimento e ver como fazer, parar e pensar como eu posso fazer esse processo de maneira diferente que aumente a produtividade, gere ganho efetivo para a organização. Ao aplicar tecnologia, você ganha agilidade, consegue automatizar processos”.

Como aplicar a transformação digital na saúde

Como a transformação digital na saúde é um processo que exige cautela, uma empresa precisa analisar as suas reais necessidades antes de simplesmente implantar novas tecnologias. Isso exige que haja uma personalização das soluções, já que cada instituição tem contextos, públicos e realidades diferentes.

Por trabalhar com soluções digitais, Isabela tem uma visão bem clara sobre como esse caminho deve ser trilhado. Na RedfFox, muitos clientes vêm da área da saúde e a implementação das ferramentas é desenvolvida de forma planejada.

“Em nenhuma empresa, cabe a mesma solução para outras. É claro que depende do nível de maturidade entre elas e a infraestrutura conta bastante, porque, quando a gente fala de mudança e transformação digital, a gente fala não só de pessoas e culturas, mas também de processos. Os processos precisam ser mais ágeis e a empresa precisa estar preparada em questão de tecnologia, principalmente, pra pensar diferente”, ela explica.

Enquanto existem soluções que se encaixam em várias instituições simultaneamente, é preciso analisar a viabilidade para cada caso, entendendo os processos individuais de uma empresa. Se necessário, soluções prontas podem ser contratadas de forma personalizada. A equipe de desenvolvimento é capaz de moldar um produto já pronto para adaptá-lo aos negócios do cliente.

Novos caminhos da medicina no Brasil

Ainda há muitos profissionais e instituições que estão fechados para a transformação digital, mas esse processo não pode ser evitado por muito tempo. Com tantas inovações e soluções em desenvolvimento no mercado, a medicina tradicional vai precisar se mexer e evoluir.

O Brasil já começa a receber atualizações de acordo com as novidades no exterior e, mais do que isso, já está inserido na produção de tecnologia. A FIAP, por exemplo, tem vários projetos em andamento, incentivando os próprios alunos a inovar e desenvolver tecnologias que são apresentadas anualmente no festival NEXT.

Algumas soluções disponíveis no mercado já permitem realizar agendamentos digitais e exames por dispositivos wearable. A teleconsulta é outra inovação que tem muito potencial, permitindo o acompanhamento à distância por meio dos dispositivos inteligentes.

Quer mais insights sobre a transformação digital na saúde? Confira a entrevista completa com Isabela Abreu a seguir!

Glosa médica e outras causas de perda de faturamento em clínicas e hospitais-min
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Glosa médica e outras causas de perda de faturamento em clínicas e hospitais

Entre os diferentes fatores que impactam o faturamento em clínicas e hospitais, a glosa médica é uma das mais preocupantes. Mas não é a única.

O trabalho do faturamento envolve a emissão de boletos, duplicatas e notas fiscais, que precisam expressar os valores corretos para determinar o faturamento. O problema é que, como a tarefa encontra uma série de interferências pelo caminho, os registros podem se tornar desalinhados e afetar os resultados das instituições médicas.

Em síntese, quais são os principais problemas e contratempos que causam a perda de faturamento em clínicas e hospitais? Conheça a seguir a glosa médica e outros elementos que precisam de atenção!

Glosa médica

A glosa médica acontece devido a uma falha na comunicação financeira entre instituições médicas e convênios, quando não há pagamento ou ajuste dos valores dos serviços. Ela está relacionada à forma de cobrança, cujos problemas começam em etapas anteriores de um procedimento, surgindo divergências nos valores.

Com isso, os convênios precisam realizar os ajustes necessários para repassar os valores corretos dos serviços utilizados pelos pacientes. A dificuldade dos hospitais em alinhar o faturamento surge frequentemente por conta da falta de pagamentos, tendo que realizar a cobrança do repasse dos convênios.

A glosa médica pode ser administrativa, técnica ou linear. O primeiro caso é o mais comum e ocorre quando há registros incorretos ou falhas nos processos da administração hospitalar, falta de guias de autorização ou má comunicação.

As glosas técnicas são identificadas por um auditor quando há procedimentos cobrados sem a devida atenção, entre situações como a falta de organização em relação a medicamentos, falta de prescrição médica, procedimento de enfermagem sem descrição no prontuário etc.

Por fim, uma glosa linear surge quando é preciso fazer auditoria para apurar gastos, indicadores operacionais, triagem, sistemas de faturamento, entre outras propriedades.

Buracos nos processos

Os buracos nos processos podem atrapalhar o faturamento de várias maneiras. Eles podem ser a origem das glosas, mas podem ser também motivos para a não fidelização do paciente. A qualidade do serviço é um fator muito importante para o ele sentir que está em boas mãos.

Por isso, as etapas do processo, desde o atendimento na recepção até o atendimento clínico e a realização de exames, precisam ser bem executadas, evitando a evasão do público. Nesse contexto, a instituição deve evitar problemas como a má gestão da disponibilidade de médicos, enfermeiros e equipamentos, por exemplo.

Nesse contexto, o alinhamento entre os setores é muito importante para proporcionar um atendimento de qualidade. Não só é importante garantir a quantidade adequada de profissionais para completar as agendas da instituição como eles devem prestar os serviços de forma alinhada, de acordo com o funil de encaminhamento clínico.

Gestão financeira desordenada

A gestão financeira também é fundamental para evitar a perda de faturamentos. Uma instituição sem planejamento contábil gera perda de receitas pela falta de controle de insumos, que podem ser desperdiçados ou faltarem na demanda.

A equipe responsável pelo faturamento precisa ficar atenta aos custos de produção dos médicos e às despesas de forma geral, como as taxas tributárias e os gastos administrativos. A gestão financeira tem o desafio de organizar os serviços para que eles sejam oferecidos com baixo custo operacional e qualidade máxima, conseguindo assim reduzir a perda de faturamento.

Tanto a glosa médica, como os buracos nos processos e os problemas de gestão financeira podem ser contornados pela implantação de soluções digitais que permitem melhorar o controle dos problemas relacionados. A gestão de escalas, por exemplo, é uma ferramenta que impacta positivamente na redução de absenteísmo e no preenchimento das agendas médicas, evitando os buracos no atendimento.

Saiba mais sobre como o mau gerenciamento das escalas médicas pode afetar o seu faturamento!

Planilha para gestão de escalas
Tudo o que você precisa saber sobre a gestão de escala 12×36 em hospitais e clínicas-min
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Tudo o que você precisa saber sobre a gestão de escala 12×36 em hospitais e clínicas

A escala 12×36 é uma das principais jornadas utilizadas em hospitais e centros médicos no Brasil. O formato permite que o funcionário trabalhe 12 horas e descanse nas 36 horas posteriores ao expediente.

Em 2017, houve mudanças na lei trabalhista por causa de uma reforma que analisou as condições de trabalho na jornada, que costuma levantar controvérsias e questionamentos. A dificuldade na gestão de escala e a qualidade de vida dos funcionários estão entre os principais problemas dentro do modelo.

Separamos a seguir tudo o que você precisa saber sobre a escala 12×36 em hospitais e clínicas. Confira!

A reforma trabalhista de 2017

Com a reforma trabalhista, a escala 12×36 teve uma grande vitória: passou a ser reconhecida para todos os profissionais, junto com outros modelos de jornada. No contexto geral, as novas regras da CLT permitiram que a escala pudesse ser usada em qualquer categoria, com as devidas atenções, a partir do artigo 59-A.

O Ministério do Trabalho incluiu algumas exigências para a aplicação da jornada, entre elas:

  • A jornada deve ser estabelecida em comum acordo entre a equipe, com convenção coletiva e acordo individual de trabalho;
  • Intervalo de almoço e descanso de pelo menos 1 hora ou, na falta desta, conferindo-se hora extra com adicionais;
  • Remuneração em dobro nos feriados;
  • Atenção aos limites semanais para cada categoria, de acordo com a legislação;
  • Controle da jornada pela empresa.

O não cumprimento dessas regras acarreta em autuação e imposição de multas por infração da CLT.

Os desafios da escala 12×36

Na escala 12×36, existe rotatividade frequente das escalas de trabalho. O controle da jornada, então, passa a ser um grande desafio para os gestores, que precisam estar atentos para que todos cumpram a carga horária, garantindo também bons resultados com o faturamento hospitalar.

Como descreve a lei na reforma trabalhista, o controle do expediente precisa ser feito pela própria instituição. Por isso, os hospitais e clínicas precisam ter um sistema eficaz para evitar que qualquer item do artigo 59-A seja descumprido.

O trabalhador encontra nas novas regras a vantagem de poder montar o próprio expediente em comum acordo com a empresa, desde que respeitando a carga horária limite. O contexto se pauta na qualidade de vida dos funcionários, ainda mais se levar em conta radiologistas e funcionários que trabalham em ambientes de risco.

Houve uma flexibilização da jornada, mas isso não impede o funcionário de cumprir as obrigações. Se as empresas precisam controlar as escalas, as taxas de absenteísmo também precisam ser verificadas.

Organizar os horários para que cada turno seja preenchido, em um contexto em que cada funcionário pode ter uma jornada diferente, já é uma tarefa que precisa de atenção. Ter que remanejar horários para cobrir faltas se torna uma missão ainda mais desafiadora.

Por isso, as instituições médicas precisam se organizar para ter um sistema de gestão eficiente. Diante do evidente processo de transformação digital na saúde, é preciso recorrer a ferramentas adequadas de gestão.

Como realizar o controle de escalas

Um sistema muito comum para realizar a gestão de escalas é o controle de ponto eletrônico, no qual os funcionários registram a biometria. Esse modelo funciona, mas deve-se levar em conta que o avanço da tecnologia vem trazendo opções cada vez mais atualizadas.

Muitas instituições passaram a adotar sistemas digitais para determinar as escalas de horários, que ajudam a controlar quem realizará determinado turno. Caso um funcionário não possa cumprir o plantão, ele pode avisar pela própria plataforma e enviar notificações ao líder, que consegue reorganizar a escala com mais rapidez. Dessa forma, evita-se buracos nas agendas.

Já o funcionário tem a liberdade de registrar o ponto por meio de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, facilitando o processo. Cabe aos gestores encontrarem a melhor solução para organizar e controlar o fluxo das escalas 12×36.

Na RedFox Soluções Digitais, a solução indicada para a gestão de escalas é o GoShift, que traz uma variedade de funcionalidades para melhorar os resultados de faturamento nas instituições médicas, aumentar a quantidade de atendimentos e garantir um serviço de qualidade aos pacientes.

Saiba mais sobre o GoShift e veja por que ele é a solução ideal para o controle de escalas médicas!

Planilha para gestão de escalas
Carol designer UX_Blog RedFox
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Você sabe o que é Design UX?

O que é Design UX? Para definir o termo, também conhecido como User Experience Design, temos que entender como o conceito se relaciona à transformação digital.

Com tantas inovações e mudanças no mundo dos negócios que a Era Digital trouxe ao empreendedorismo, surgiu a necessidade de dar mais atenção à satisfação do cliente.

Saber escutar o que ele espera e projetar as informações no negócio passou a ser fundamental para alcançar esse sucesso. Então, a interação entre o usuário e os negócios da marca evoluiu de uma simples opção para uma necessidade.

É nesse contexto que se aplica o UX Design. É um meio de estabelecer essa conexão, seja por uma comunicação online ou offline. Na verdade, o conceito vai além do mundo dos negócios e pode ser aplicado até mesmo no nosso cotidiano, já que interagimos com o ambiente desde o momento em que acordamos.

UX e o poder do consumidor

Em um contexto em que as mídias sociais abrem um amplo espaço para a liberdade de expressão, o consumidor passou a expor mais a opinião sobre as experiências com produtos, serviços, marcas e, no geral, tudo. O poder de escolha também se expandiu, porque o acesso às informações também cresceu.

É praticamente uma reação em cadeia. A internet gera informação, que gera conhecimento, que gera opinião, que gera expressão, que gera influência nas escolhas. As mídias são mais do que uma ferramenta de ideias, elas permitem compartilhar experiências.

Se um cliente tem problemas com o atendimento, o mesmo tende a desabafar nas redes sociais e buscar os próprios direitos. Tão logo, muitas pessoas se tornam cientes do acontecimento e a imagem da marca é danificada.

Esse contexto abre mais espaço para definir o que é UX Design.  O conceito é uma forma de evitar problemas com o consumidor a partir da interação, ajudando a fidelizar e conquistar os clientes em uma gestão eficiente de comunicação. Dessa forma, visa-se alcançar um bom posicionamento de marca no mercado ao mesmo tempo em que se proporciona conforto ao público.

Como aplicar o UX Design no negócio

Existem algumas características fundamentais para quem deseja aplicar o UX Design no negócio. Ao contratar um UX designer, você precisa identificar certas habilidades no profissional, como:

  • Curiosidade e empatia às necessidades e desejos das pessoas;
  • Busca de aprendizado constante;
  • Senso de urgência em inovação;
  • Raciocínio para análise de dados e informações.

O estilo de trabalho de um UX designer é muito importante para estabelecer as estratégias de aplicação da interação com o público. Para proporcionar uma boa experiência, a empresa deve estar apta a:

  • Desenvolver uma comunicação com o público da melhor forma possível;
  • Identificar o perfil do consumidor a partir de conversas e perguntas pertinentes, bem como as tendências de mercado;
  • Mapear a jornada de compra do consumidor;
  • Atentar-se para as atividades da concorrência;
  • Readequar produtos e serviços de acordo com a demanda;
  • Gerar conteúdos informativos e educativos;
  • Dar atenção ao pré e pós-venda;
  • Aplicar os valores da marca sem se esquecer de projetá-los de acordo com as visões do público.

Estar sempre em sintonia com atuais e potenciais clientes é o grande objetivo do UX Design. Se você incluir a lista de atividades acima no seu planejamento, poderá gerar boas experiências e deixar a sua marca sempre alinhada às demandas do mercado.

Quer mais conteúdo sobre o que é UX Designer? Confira o vídeo que a nossa UX Designer Carolina Sales gravou para o canal da RedFox no Youtube!

O futuro do MVP é o MAP – Minimum Awesome Product-min
Digital Produtos Transformação Digital

O futuro do MVP é o MAP – Minimum Awesome Product

Pode começar a se despedir do MVP (Minimum Viable Product)! A partir da Metodologia Ágil, ele serviu por muito tempo ao propósito de acelerar a entrega de resultados no setor de desenvolvimento, mas outro formato deve tomar esse lugar a partir de agora. A bola da vez é o MAP – ou Minimum Awesome Product.

Nunca trabalhou com o MVP e não sabe do que estamos falando? Então vamos contextualizar! O Produto Mínimo Viável é a entrega com os requisitos mínimos para o produto funcionar, de forma que possa ser lançado no mercado. Serve como uma amostra, um piloto do projeto para gerar feedback, captar métricas e guiar os próximos passos para o aperfeiçoamento sem que os esforços se percam.

Basicamente, trata-se de um projeto em escalas que pode ser aprimorado enquanto já está no mercado. Você entrega uma base para resolver o problema do cliente enquanto desenvolve o projeto completo.

Porém, ele já não é mais tão importante. Afinal, o MAP acaba de entrar em cena, não é mesmo?

Mas o que é o Minimum Awesome Product?

Vamos entender uma coisa: os clientes conseguem utilizar o MVP tranquilamente enquanto o produto final não é apresentado, mas isso não significa exatamente que eles estejam satisfeitos com a qualidade de entrega. Enquanto o MVP tem uma forma bruta, várias empresas resolveram aprimorar a ideia da primeira entrega.

É assim que surge o MAP, o Minimum Awesome Product – a palavra Awesome realmente traz a noção de incrível. Sabe por que? Porque o resultado inicial já precisa estar em um estágio de formulação minimamente interessante e agradável, seja esteticamente como funcionalmente.

Isso quer dizer que o produto deve ser bom, bonito e barato. A qualidade implica na funcionalidade, a estética ajuda a conquistar o público e o preço é importante para testar a absorção do mercado sem o risco de perder altos investimentos.

A evolução da demanda

O que justifica essa evolução do MVP para o MAP é a nova clientela. O consumidor já não aceita como antes adquirir um produto com qualidade reduzida e determinadas funcionalidades passaram a ser fundamentais.

Um exemplo: um aplicativo precisa ter compatibilidade com as redes sociais ou não está apto para o mercado. Isso porque esse recurso passou a ser considerado básico e um produto incompatível passa a impressão de má qualidade.

Outra questão diz respeito à concorrência. Não espere que o consumidor tenha interesse em um produto inferior à qualidade do mercado. O normal é que ele opte pela união de preço e qualidade – e é por isso que o Minimum Awesome Product ganha tanta relevância.

Vale ressaltar que a aparência também impacta bastante no consumidor final. Ele não quer um produto com visual amador; o design precisa ser agradável visual e funcionalmente. Estar fora das exigências da demanda significa fracasso nos testes de mercado, o que dificulta a evolução para uma versão final.

Diante desse contexto, você ainda vai continuar com o MVP ou vai migrar para o MAP? Diga nos comentários se o seu produto ainda está compatível com a versão mais crua da primeira versão!