Glosa médica e outras causas de perda de faturamento em clínicas e hospitais

Glosa médica

Entre os diferentes fatores que impactam o faturamento em clínicas e hospitais, a glosa médica é uma das mais preocupantes. Mas não é a única.

O trabalho do faturamento envolve a emissão de boletos, duplicatas e notas fiscais, que precisam expressar os valores corretos para determinar o faturamento. O problema é que, como a tarefa encontra uma série de interferências pelo caminho, os registros podem se tornar desalinhados e afetar os resultados das instituições médicas.

Em síntese, quais são os principais problemas e contratempos que causam a perda de faturamento em clínicas e hospitais? Conheça a seguir a glosa médica e outros elementos que precisam de atenção!

Glosa médica

A glosa médica acontece devido a uma falha na comunicação financeira entre instituições médicas e convênios, quando não há pagamento ou ajuste dos valores dos serviços. Ela está relacionada à forma de cobrança, cujos problemas começam em etapas anteriores de um procedimento, surgindo divergências nos valores.

Com isso, os convênios precisam realizar os ajustes necessários para repassar os valores corretos dos serviços utilizados pelos pacientes. A dificuldade dos hospitais em alinhar o faturamento surge frequentemente por conta da falta de pagamentos, tendo que realizar a cobrança do repasse dos convênios.

A glosa médica pode ser administrativa, técnica ou linear. O primeiro caso é o mais comum e ocorre quando há registros incorretos ou falhas nos processos da administração hospitalar, falta de guias de autorização ou má comunicação.

As glosas técnicas são identificadas por um auditor quando há procedimentos cobrados sem a devida atenção, entre situações como a falta de organização em relação a medicamentos, falta de prescrição médica, procedimento de enfermagem sem descrição no prontuário etc.

Por fim, uma glosa linear surge quando é preciso fazer auditoria para apurar gastos, indicadores operacionais, triagem, sistemas de faturamento, entre outras propriedades.

Buracos nos processos

Os buracos nos processos podem atrapalhar o faturamento de várias maneiras. Eles podem ser a origem das glosas, mas podem ser também motivos para a não fidelização do paciente. A qualidade do serviço é um fator muito importante para o ele sentir que está em boas mãos.

Por isso, as etapas do processo, desde o atendimento na recepção até o atendimento clínico e a realização de exames, precisam ser bem executadas, evitando a evasão do público. Nesse contexto, a instituição deve evitar problemas como a má gestão da disponibilidade de médicos, enfermeiros e equipamentos, por exemplo.

Nesse contexto, o alinhamento entre os setores é muito importante para proporcionar um atendimento de qualidade. Não só é importante garantir a quantidade adequada de profissionais para completar as agendas da instituição como eles devem prestar os serviços de forma alinhada, de acordo com o funil de encaminhamento clínico.

Gestão financeira desordenada

A gestão financeira também é fundamental para evitar a perda de faturamentos. Uma instituição sem planejamento contábil gera perda de receitas pela falta de controle de insumos, que podem ser desperdiçados ou faltarem na demanda.

A equipe responsável pelo faturamento precisa ficar atenta aos custos de produção dos médicos e às despesas de forma geral, como as taxas tributárias e os gastos administrativos. A gestão financeira tem o desafio de organizar os serviços para que eles sejam oferecidos com baixo custo operacional e qualidade máxima, conseguindo assim reduzir a perda de faturamento.

Tanto a glosa médica, como os buracos nos processos e os problemas de gestão financeira podem ser contornados pela implantação de soluções digitais que permitem melhorar o controle dos problemas relacionados. A gestão de escalas, por exemplo, é uma ferramenta que impacta positivamente na redução de absenteísmo e no preenchimento das agendas médicas, evitando os buracos no atendimento.

Saiba mais sobre como o mau gerenciamento das escalas médicas pode afetar o seu faturamento!

Tudo o que você precisa saber sobre a gestão de escala 12×36 em hospitais e clínicas

escala 12x36

A escala 12×36 é uma das principais jornadas utilizadas em hospitais e centros médicos no Brasil. O formato permite que o funcionário trabalhe 12 horas e descanse nas 36 horas posteriores ao expediente.

Em 2017, houve mudanças na lei trabalhista por causa de uma reforma que analisou as condições de trabalho na jornada, que costuma levantar controvérsias e questionamentos. A dificuldade na gestão de escala e a qualidade de vida dos funcionários estão entre os principais problemas dentro do modelo.

Separamos a seguir tudo o que você precisa saber sobre a escala 12×36 em hospitais e clínicas. Confira!

A reforma trabalhista de 2017

Com a reforma trabalhista, a escala 12×36 teve uma grande vitória: passou a ser reconhecida para todos os profissionais, junto com outros modelos de jornada. No contexto geral, as novas regras da CLT permitiram que a escala pudesse ser usada em qualquer categoria, com as devidas atenções, a partir do artigo 59-A.

O Ministério do Trabalho incluiu algumas exigências para a aplicação da jornada, entre elas:

  • A jornada deve ser estabelecida em comum acordo entre a equipe, com convenção coletiva e acordo individual de trabalho;
  • Intervalo de almoço e descanso de pelo menos 1 hora ou, na falta desta, conferindo-se hora extra com adicionais;
  • Remuneração em dobro nos feriados;
  • Atenção aos limites semanais para cada categoria, de acordo com a legislação;
  • Controle da jornada pela empresa.

O não cumprimento dessas regras acarreta em autuação e imposição de multas por infração da CLT.

Os desafios da escala 12×36

Na escala 12×36, existe rotatividade frequente das escalas de trabalho. O controle da jornada, então, passa a ser um grande desafio para os gestores, que precisam estar atentos para que todos cumpram a carga horária, garantindo também bons resultados com o faturamento hospitalar.

Como descreve a lei na reforma trabalhista, o controle do expediente precisa ser feito pela própria instituição. Por isso, os hospitais e clínicas precisam ter um sistema eficaz para evitar que qualquer item do artigo 59-A seja descumprido.

O trabalhador encontra nas novas regras a vantagem de poder montar o próprio expediente em comum acordo com a empresa, desde que respeitando a carga horária limite. O contexto se pauta na qualidade de vida dos funcionários, ainda mais se levar em conta radiologistas e funcionários que trabalham em ambientes de risco.

Houve uma flexibilização da jornada, mas isso não impede o funcionário de cumprir as obrigações. Se as empresas precisam controlar as escalas, as taxas de absenteísmo também precisam ser verificadas.

Organizar os horários para que cada turno seja preenchido, em um contexto em que cada funcionário pode ter uma jornada diferente, já é uma tarefa que precisa de atenção. Ter que remanejar horários para cobrir faltas se torna uma missão ainda mais desafiadora.

Por isso, as instituições médicas precisam se organizar para ter um sistema de gestão eficiente. Diante do evidente processo de transformação digital na saúde, é preciso recorrer a ferramentas adequadas de gestão.

Como realizar o controle de escalas

Um sistema muito comum para realizar a gestão de escalas é o controle de ponto eletrônico, no qual os funcionários registram a biometria. Esse modelo funciona, mas deve-se levar em conta que o avanço da tecnologia vem trazendo opções cada vez mais atualizadas.

Muitas instituições passaram a adotar sistemas digitais para determinar as escalas de horários, que ajudam a controlar quem realizará determinado turno. Caso um funcionário não possa cumprir o plantão, ele pode avisar pela própria plataforma e enviar notificações ao líder, que consegue reorganizar a escala com mais rapidez. Dessa forma, evita-se buracos nas agendas.

Já o funcionário tem a liberdade de registrar o ponto por meio de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, facilitando o processo. Cabe aos gestores encontrarem a melhor solução para organizar e controlar o fluxo das escalas 12×36.

Na RedFox Soluções Digitais, a solução indicada para a gestão de escalas é o GoShift, que traz uma variedade de funcionalidades para melhorar os resultados de faturamento nas instituições médicas, aumentar a quantidade de atendimentos e garantir um serviço de qualidade aos pacientes.

Saiba mais sobre o GoShift e veja por que ele é a solução ideal para o controle de escalas médicas!

Saiba como o mau gerenciamento de escalas médicas pode afetar o faturamento hospitalar

faturamento hospitalar

O faturamento hospitalar depende de vários fatores, sendo o preenchimento adequado das vagas de consultas muito importante para gerar receitas.

A falta de controle nas agendas médicas pode causar uma série de problemas dentro do funcionamento padrão da instituição hospitalar, desde problemas na qualidade do serviço a buracos nos horários.

Confira a seguir por que você deve ficar atento contra o mau gerenciamento das escalas médicas para o faturamento hospitalar!

Cancelamentos de consultas

Se um médico não pode cumprir o atendimento de uma consulta agendada, seja por problemas pessoais ou qualquer outro imprevisto, o paciente precisa remarcar a consulta e o horário fica vago.

O pior é quando o paciente não é avisado e descobre a impossibilidade de ser atendido já no hospital, o que pode deixá-lo irritado o suficiente para procurar outra instituição de saúde. Nesses casos, busca-se uma solução para remediar o problema, como encaixe na agenda de outro médico, diminuindo a qualidade do atendimento pela correria.

O correto remanejamento a fim de evitar buracos na agenda precisa ser feito com o devido cuidado, evitando atrasos e cancelamentos de consultas. Dessa maneira, os riscos de perder receita pelos buracos nas agendas se tornam menores e é possível encontrar um médico substituto para o atendimento com mais facilidade.

Atendimento desqualificado

Não é só uma agenda apertada que pode diminuir a qualidade de uma consulta e impactar o faturamento hospitalar. Um grave erro na gestão hospitalar é o agendamento de consultas com médicos de pouco conhecimento sobre determinado sintoma ou doença.

A desqualificação no atendimento médico tende a frustar o paciente, que acaba por buscar outros centros clínicos para tratar o problema. A falta de fidelização dos clientes devido ao mau gerenciamento de escalas médicas, então, torna-se um dos problemas para aumentar o faturamento das receitas do hospital.

Indisponibilidade de exames

Outro problema para o quadro financeiro das instituições médicas é a indisponibilidade de profissionais para realizar exames. Quando um médico encaminha o paciente para os setores de exames, o correto é ter pessoal preparado para executar a tarefa. Mas nem sempre isso acontece.

Muitas vezes, o paciente precisa marcar um agendamento demorado, esperando até semanas para conseguir ser atendido. Com uma gestão de escalas eficiente, o hospital se assegura que conta com a quantidade adequada de profissionais, acelerando o processo com maior quantidade de agendas. Com isso, as finanças ganham um impulso e o fluxo de entrada de caixa da empresa sobe.

Falta de equipamentos disponíveis

Da mesma forma que o gerenciamento da quantidade de profissionais é importante, a disponibilidade de equipamentos também deve ser verificada. De nada adianta ter uma equipe preparada para realizar exames e consultas se o hospital não tiver equipamentos adequados para o atendimento.

Nesse caso, os custos do hospital são ainda maiores, porque não só provocam buracos nas agendas como também gera despesas adicionais com a equipe, que eventualmente fica ociosa. Ter um controle dos equipamentos, então, é outro fator de influência na gestão de escalas para um bom faturamento hospitalar.

O mau gerenciamento da gestão de escalas pode ocorrer por diversos fatores, mas pode ser evitado pelo uso de sistemas adequados de controle das equipes. O GoShift é uma solução digital específica para solucionar os problemas de agendas, identificando os gargalos para readequar horários.

Entre em contato com a RedFox e saiba mais sobre essa e outras soluções para a transformação digital da sua instituição de saúde!

Entenda como a transformação digital revoluciona a administração hospitalar

A transformação digital se tornou a base para os processos de qualquer empresa e a administração hospitalar também tem muito a ganhar com as aplicação de tecnologias.

Desde o aumento de qualidade no atendimento até o melhor aproveitamento de recursos e pessoal, as soluções digitais são ferramentas estratégicas para evoluir a gestão das instituições de saúde.

No Brasil, muitos pacientes sofrem com atendimentos precários e a falta de planejamento de hospitais, bem como carência de medicamentos e aparelhos. Esse problema estrutural faz parte dos desafios que os setores administrativos tanto lutam para corrigir.

O papel da transformação digital nesse cenário é trazer as ferramentas necessárias para evoluir a qualidade dos serviços, influenciando em todos os setores hospitalares. A revolução dos processos de gestão tem impacto direto na instituição como unidade, pois é o setor administrativo que cuida dos demais processos.

Entenda a seguir alguns desafios da administração hospitalar que a evolução tecnológica ajuda a superar!

Redução de custos

O setor administrativo deve trabalhar em conjunto com as demais áreas para melhorar as necessidades e garantir o melhor aproveitamento dos recursos do hospital. Trabalhar com planilhas e sistemas ultrapassados coloca empecilhos para acompanhar as informações devidamente, o que justifica uma evolução do processo de transformação digital.

Alguns problemas que sistemas e softwares podem resolver são a má administração dos medicamentos e a falta de controle dos equipamentos. Enquanto muitos remédios são desperdiçados nas instituições hospitalares, equipamentos antigos e com problemas geram altos custos de manutenção. Uma melhor administração de informações como essas pode ajudar a reduzir os custos internos.

Evolução da qualidade de serviço

O atendimento em um hospital é a atividade central da instituição, já que é o médico que precisa tratar o paciente. Só que, para que ele consiga realizar um trabalho de qualidade, precisa de uma série de ferramentas de apoio.

Acompanhar o fornecimento de equipamentos e tecnologias é responsabilidade da equipe administrativa. A gestão de escalas também se encaixa no desafio de melhorar a qualidade de atendimento, já que é fundamental garantir a presença dos profissionais nas consultas e exames.

Graças à transformação digital, hoje é possível encontrar soluções preparadas para ajudar no acompanhamento e controle das informações que elevam a qualidade dos atendimentos.

Integração de setores

Cada setor tem impacto em outras áreas da instituição e, assim como empresas podem se unir em projetos para o mercado, os setores internos também precisam trabalhar em conjunto. A integração das informações ajuda a acelerar o atendimento, desde a recepção até a realização de exames, e a transformação digital traz as soluções que alimentam os dados em um sistema integrado.

Existem plataformas próprias para criar um modelo de administração hospitalar bem alinhado, acompanhando os dados de entrada e saída de materiais, prontuários eletrônicos, exames e muito mais. Algumas tarefas, no entanto, são mais bem acompanhadas por um sistema específico, como a gestão de escalas.

Gestão de escalas

A gestão de escalas é um grande desafio nos hospitais e demais instituições de saúde.  Cada profissional tem a sua importância dentro das escalas de horários e preencher os plantões não é uma tarefa fácil.

Trabalhar com pessoas é um grande desafio, porque sempre podem ocorrer imprevistos. Os sistemas de gestão de escalas são uma das revoluções que a transformação digital trouxe para a administração hospitalar.

Além de facilitar a tarefa de remanejamento dos horários, eles permitem que os próprios profissionais tenham melhor controle das escalas pessoais. Assim, a administração hospitalar preenche os buracos tão comuns nos atendimentos e pode deslocar parte dos esforços para outras atividades.

Na RedFox, um exemplo sólido desse tipo de plataforma é o GoShift. O software traz várias funcionalidades para a gestão de escala, como alertas de oportunidades, sincronia entre calendários pessoais e profissionais dos médicos, panorama completo das escalas etc.

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Você sabe o que é Design UX?

O que é Design UX

O que é Design UX? Para definir o termo, também conhecido como User Experience Design, temos que entender como o conceito se relaciona à transformação digital.

Com tantas inovações e mudanças no mundo dos negócios que a Era Digital trouxe ao empreendedorismo, surgiu a necessidade de dar mais atenção à satisfação do cliente.

Saber escutar o que ele espera e projetar as informações no negócio passou a ser fundamental para alcançar esse sucesso. Então, a interação entre o usuário e os negócios da marca evoluiu de uma simples opção para uma necessidade.

É nesse contexto que se aplica o UX Design. É um meio de estabelecer essa conexão, seja por uma comunicação online ou offline. Na verdade, o conceito vai além do mundo dos negócios e pode ser aplicado até mesmo no nosso cotidiano, já que interagimos com o ambiente desde o momento em que acordamos.

UX e o poder do consumidor

Em um contexto em que as mídias sociais abrem um amplo espaço para a liberdade de expressão, o consumidor passou a expor mais a opinião sobre as experiências com produtos, serviços, marcas e, no geral, tudo. O poder de escolha também se expandiu, porque o acesso às informações também cresceu.

É praticamente uma reação em cadeia. A internet gera informação, que gera conhecimento, que gera opinião, que gera expressão, que gera influência nas escolhas. As mídias são mais do que uma ferramenta de ideias, elas permitem compartilhar experiências.

Se um cliente tem problemas com o atendimento, o mesmo tende a desabafar nas redes sociais e buscar os próprios direitos. Tão logo, muitas pessoas se tornam cientes do acontecimento e a imagem da marca é danificada.

Esse contexto abre mais espaço para definir o que é UX Design.  O conceito é uma forma de evitar problemas com o consumidor a partir da interação, ajudando a fidelizar e conquistar os clientes em uma gestão eficiente de comunicação. Dessa forma, visa-se alcançar um bom posicionamento de marca no mercado ao mesmo tempo em que se proporciona conforto ao público.

Como aplicar o UX Design no negócio

Existem algumas características fundamentais para quem deseja aplicar o UX Design no negócio. Ao contratar um UX designer, você precisa identificar certas habilidades no profissional, como:

  • Curiosidade e empatia às necessidades e desejos das pessoas;
  • Busca de aprendizado constante;
  • Senso de urgência em inovação;
  • Raciocínio para análise de dados e informações.

O estilo de trabalho de um UX designer é muito importante para estabelecer as estratégias de aplicação da interação com o público. Para proporcionar uma boa experiência, a empresa deve estar apta a:

  • Desenvolver uma comunicação com o público da melhor forma possível;
  • Identificar o perfil do consumidor a partir de conversas e perguntas pertinentes, bem como as tendências de mercado;
  • Mapear a jornada de compra do consumidor;
  • Atentar-se para as atividades da concorrência;
  • Readequar produtos e serviços de acordo com a demanda;
  • Gerar conteúdos informativos e educativos;
  • Dar atenção ao pré e pós-venda;
  • Aplicar os valores da marca sem se esquecer de projetá-los de acordo com as visões do público.

Estar sempre em sintonia com atuais e potenciais clientes é o grande objetivo do UX Design. Se você incluir a lista de atividades acima no seu planejamento, poderá gerar boas experiências e deixar a sua marca sempre alinhada às demandas do mercado.

Quer mais conteúdo sobre o que é UX Designer? Confira o vídeo que a nossa UX Designer Carolina Sales gravou para o canal da RedFox no Youtube!