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Transformação Digital

Os desafios da Telemedicina e Saúde Digital no mercado brasileiro

Os destaques do painel “HealthTech Business: from the present to the future”, o evento especial de aquecimento para o Global Summit Telemedicine & Digital Health

Sua organização de saúde está preparada para enfrentar os desafios que o mundo contemporâneo impõe sobre a área da saúde? Qual o impacto que a pandemia do COVID-19 está causando no seu negócio hoje e no futuro?

Foram questionamentos como estes que mobilizaram, no último 23 de abril, oito renomados profissionais da área da saúde e tecnologia a dialogarem sobre o mercado de HealthTech no Brasil hoje e quais as perspectivas para o futuro. Em um cenário crítico, que forçou desde grandes organizações de saúde até médicos autônomos a se utilizarem das tecnologias disponíveis para manter o atendimento e acompanhamento de seus pacientes, há diversas possibilidades de reconhecimento e desenvolvimento da potencialidade da Transformação Digital na Saúde.

O painel HealthTech Business: from the present to the future, organizado como um aquecimento para o Global Summit Telemedicine & Digital Health, que acontecerá entre os dias 13 e 15 de outubro deste ano, contou com a presença de nossa CEO, Isabela Abreu, como uma das palestrantes. No painel, os palestrantes se propuseram a demonstrar como as tecnologias exponenciais estão transformando a área da saúde, compartilhando os desafios da Telemedicina e Saúde Digital no mercado brasileiro. Confira os principais assuntos debatidos:

Aceleração na saúde digital durante a pandemia do COVID-19

 Não há dúvidas de que a situação de quarentena imposta a todo o país, forçou empresas e médicos autônomos a buscarem soluções tecnológicas para viabilizar a continuidade de seus serviços. Neste sentido, a crise mostrou-se como uma oportunidade para acelerar a Transformação Digital nas empresas, ou pelo menos, provou a necessidade de a Transformação Digital acontecer o quanto antes.

Em um cenário no qual o isolamento social mostrou-se como a melhor opção, a tecnologia trouxe o seu potencial de aproximar médicos e pacientes. O número de pessoas recorrendo à telemedicina aumentou muito desde o início da pandemia, levando aos pacientes o acesso a médicos e informações de qualidade, para tirar suas dúvidas, muitas vezes simples. Essa iniciativa diminui os riscos de exposição do paciente, que, em muitos casos, acaba não precisando ir pessoalmente aos hospitais e pronto socorros, graças ao poder da tecnologia.

No entanto, é preciso um olhar crítico dos gestores de saúde para entender se o que está sendo feito em sua organização é Transformação Digital, ou seja, um processo estruturado e estratégico de mudança total de mindset de todos os líderes e colaboradores e de cultura organizacional, rumo a um modelo de gestão ágil e digital, ou se apenas estão sendo adotadas tecnologias que atendem paliativamente às dores do momento.

Na pressa para viabilizar a continuidade dos serviços, muitos gestores têm adotado soluções sem analisar com cuidado quais oferecem, de fato, os melhores custo benefício. No contexto atual, diversas ferramentas foram criadas e têm sido ofertadas para a área da saúde, sem que tenham os mesmos cuidados,  éticos, técnicos e de segurança de dados, que ferramentas mais maduras já possuem.

Tornando-se digital e escolhendo as melhores opções para o seu negócio

 Com tantas opções de plataformas de telemedicina diferentes, pode ser difícil tanto para os médicos, quanto para os gestores de estabelecimentos de saúde escolherem quais utilizarem.

Dentre os critérios essenciais para a escolha da melhor plataforma para o seu negócio, se encontram a criação de parcerias com empresas que buscam validar suas ferramentas, tanto tecnicamente quanto eticamente, levando em conta critérios e protocolos básicos de segurança de dados e LGPD

Também é preciso avaliar a possibilidade de customização da plataforma, de forma a garantir o atendimento das necessidades particulares de seu estabelecimento de saúde.

A telemedicina, assim como a plataforma que é utilizada para realizá-la, deve ser um facilitador, uma ferramenta para garantir a melhor experiência, tanto para os médicos, quanto para os pacientes.

Antes de escolher qual a melhor ferramenta para o seu negócio, portanto, você deve se perguntar qual o seu objetivo em adotá-la, qual o valor que você quer entregar e que experiência você quer oferecer para os seus clientes, tanto internos quanto externos.  

Lembre-se: você não precisa se limitar a uma ferramenta! Experimente algumas e avalie qual é a melhor para o seu modelo de negócio.

Telemedicina e jornada do paciente

Entendemos a telemedicina como um facilitador da relação entre operadoras de saúde, médicos e pacientes.

Para a nossa CEO, Isabela Abreu, a telemedicina é fundamental nesse cenário de COVID-19, como uma forma de reduzir gargalos nos Pronto Socorros, gerar novas receitas para estabelecimentos que estão ociosos e levar o atendimento para quem está isolado em quarentena.

O contexto atual foi favorável para que médicos e pacientes vencessem alguns preconceitos em relação à telemedicina. 

Se antes a discussão sobre a telemedicina estava restrita apenas à profissionais da área da saúde e de tecnologia, tivemos uma ampliação do diálogo sobre o tema para pacientes e público geral. A experiência será muito útil para fomentar os necessários debates e regulamentações para tornar ainda melhor a experiência para todas as partes envolvidas.

Um fator a ser observado, por exemplo, é o quanto de integralidade da jornada do paciente as plataformas de telemedicina abarcam. Mais do que softwares de vídeo chamadas, ou ferramentas que contemplem apenas etapas isoladas da jornada, estas plataformas devem oferecer prontuários personalizáveis, encaminhamentos, prescrições eletrônicas com assinatura digital, solicitações de exames, integração de pagamento com a fonte pagadora, e integração com laboratórios.

Além de médicos autônomos e clínicas, as operadoras de saúde já têm aderido à telemedicina, como uma forma de se aproximar de seus clientes finais, evitar viagens desnecessárias aos hospitais e pronto socorros e viabilizar o acesso à saúde neste momento de pandemia.

Melhores práticas em telemedicina e inclusão digital

 Como já foi dito, pensar em melhores práticas envolve avaliar e escolher as melhores opções de plataforma para o seu negócio. Mas não é só isso!

Outras práticas importantes incluem aproveitar o momento para reinventar o seu modelo de negócios, estar atento às novas possibilidade e buscar parcerias com instituições sérias de HealthTech, instituições de ensino, e instituições da área da saúde de forma geral.

É só por meio do diálogo e construção coletiva que será possível encontrar as melhores formas de aproveitar a tecnologia exponencial e levar a inclusão digital para os professores e estudantes de medicina, novos médicos e profissionais da saúde já mais maduros. 

Para que todos possam ser incluídos nas práticas de telemedicina e na transformação digital como um todo, é necessário uma reestruturação na formação de novos médicos, se não nos currículos das universidades, pelo menos nas residências médicas.

É sempre importante lembrar que a verdadeira transformação se faz por meio das pessoas. Assim, a inclusão se faz necessária não só para os gestores do futuro, que estão saindo das universidades, como para os gestores de hoje que já são grandes prescritores e para médicos  mais experientes que não podem ser excluídos desta pauta. Precisamos de pessoas capacitadas, para que elas sejam as precursoras das grandes mudanças, como a Transformação Digital na saúde.

Privacidade e sigilo: como garantir a segurança da informação

Uma discussão fundamental hoje é sobre como garantir a segurança de informações sensíveis, como as informações médicas, para profissionais da saúde e seus pacientes.

Como garantir que a pessoa que está utilizando a plataforma é, de fato, o médico ou o paciente que se cadastrou nela? Como ter certeza de que o médico está realmente apto à exercer a profissão?  Quais os certificados de atributo utilizados pela plataforma?  Os dados são criptografados? As receitas médicas possuem assinatura digital?

Estes são alguns dos pontos de atenção na construção de plataformas eficientes de telemedicina. O cuidado com a qualidade do atendimento prestado, com o sigilo e a segurança das informações coletadas sobre os pacientes deve ser primordial em qualquer ferramenta tecnológica.

Além disso, dentre as melhores práticas de segurança de dados na saúde, está a adoção do padrão internacional do HL7 ®, que permite que as aplicações médicas troquem informações sensíveis de forma segura, garantindo o processamento, a comunicação e a integração dos dados.

Outro fator a ser considerado é a atenção à LGPD. Apesar de só entrar em vigor à partir de maio de 2021, é essencial que as empresas já comecem a se adaptar à nova legislação, de forma a garantir a segurança das informações coletadas sobre seus médicos e pacientes.

Conclusão

É fato que são nos momentos de maiores adversidades que surgem oportunidades com grande potencial de mudanças. Temos em nossas mãos todo o aparato necessário para revolucionarmos para sempre o setor de saúde brasileiro.

Estamos vivendo um momento de diálogo e atenção, mas também de inovação, reinvenção e desenvolvimento. Muitas startups estão nascendo, e as empresas mais tradicionais devem estar preparadas para arriscar e reinventar os seus processos.  

Para isso, precisamos garantir que os avanços que tivemos nessas últimas semanas não sejam perdidos nos próximos meses. Façamos deles uma semente rumo à transformação digital na área da saúde, em todos os seus setores.

Na RedFox, estamos sempre atentos ao que há de mais atual em saúde e transformação digital e você pode acompanhar todas essas novidades no nosso Linkedin e Instagram. Vem com a gente! 


5 dicas para melhor controle de contabilidade hospitalar-min (1)
Transformação Digital

Saiba porque 70% das empresas falham na hora de implementar a Transformação Digital

Grande parte das empresas falha na hora de implementar a TD, entenda o que fazer para maximizar suas chances de sucesso.

No atual momento em que vivemos,  a crise do COVID19 veio reforçar a necessidade das empresas serem ágeis e flexíveis e capazes de suportar tempos de incerteza, marcados pela redução da capacidade de geração de receita e queda na produtividade. Um dos grandes diferenciais que fazem com que algumas empresas se saiam bem neste momento é a tecnologia e a capacidade de transformar digitalmente parte do negócio e das operações, sendo muitas vezes decisivos e críticos para a sobrevivência das empresas.

A pauta da Transformação Digital nas agendas das empresas não é algo novo ou recente, muito pelo contrário, já consta na agenda de muitos CEOs há algum tempo, porém poucos líderes de fato tem colocado isso em prática e uma quantidade ainda menor realmente obteve resultados concretos. E por que será?

Vivemos cada dia mais em um mundo de incertezas e volatilidade. Nos anos 80, com o aumento do uso de computadores pessoais, as organizações começaram suas jornadas digitais através da digitalização de processos, produtos e serviços com o objetivo de reduzir custos e aumentar a eficiência. Este cenário deu início ao processo de Transformação Digital que seguiu ao longo dos anos 90 e 2000. Muitas organizações já digitalizam seus processos há mais de 30 anos e atualmente possuem canais digitais de interação com seus consumidores, mas será que isso já é suficiente? Será que isso é ser digital?

Com o consumidor cada vez mais digital, as empresas se viram com a necessidade de ter equipes digitais dedicadas para atendê-lo, dando início a  uma nova era e a um novo formato de fazer negócios.

Além do consumidor que se tornou digital,  surgiram novas empresas que já nasceram digitais e que conseguem comunicar e atender este cliente com maior agilidade e flexibilidade do que as empresas ainda analógicas.

Levar uma empresa analógica para o digital é uma tarefa árdua e muitas vezes é um percurso longo. Em uma pesquisa de 2019, da Harvard Business Review feita com os principais CEOs globais, indica que apenas 30% das empresas analógicas conseguiram de fato implementar com sucesso a transformação digital e colocar a empresa em outro patamar. O que faz com que 70% das empresas falhem neste processo de inovação? Isto representa mais de $900 bilhões de dólares jogados no lixo.

Um dos principais motivos desse insucesso deve-se à falta de um mindset para a mudança dentro das organizações. Isto, somado a uma cultura organizacional baseada no medo de errar e com pouco incentivo à inovação, levam estas empresas à fracassarem. 

Além disso, criar uma área de inovação apartada de todo o negócio da empresa é um dos erros clássicos das empresas que falharam neste processo. A inovação precisa estar DENTRO do negócio, entendendo a dor do cliente no dia a dia e repensando em novas formas de fazer a mesma coisa, agora com tecnologia. Não basta apenas aplicar tecnologia a um processo furado, você estará apenas espalhando o que está errado.

Um outro ponto de falha é o não envolvimento dos clientes internos no desenvolvimento de novas soluções e processos. Com o time de inovação normalmente apartado do dia a dia das áreas de negócios e operações, as soluções, muitas vezes inovadoras, não se encaixam no dia a dia da área de negócios. É comum também que os clientes internos não estejam dispostos a mudar a forma como fazem os processos atuais.

A transformação digital agora mais do que nunca é a chave da sobrevivência de muitas empresas, mas  só é possível se toda a empresa – desde o CEO até o estagiário – entenderem que é preciso se transformar incorporando novas metodologias, tecnologias e principalmente mindset. O RH tem um papel super importante neste processo.

Por onde começo? Como faço? Ou Onde errei e como posso acertar? 

Se você, gestor do futuro, tem essas dúvidas, nós podemos te ajudar a levar a sua empresa para o futuro. Clique aqui e saiba mais.

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Transformação Digital

Oportunidades na crise: como a situação de pandemia pode acelerar a Transformação Digital nas empresas

Já é esperado que a pandemia do COVID19 tenha um impacto avassalador na economia global e alguns especialistas apontam que seus efeitos serão ainda mais severos do que os da crise financeira de 2008-09, mas como toda crise surgem oportunidades em várias áreas.

Com tudo que vem acontecendo, a sociedade já está se organizando de maneira completamente diferente do que estávamos habituados, mantendo distanciamento social e evitando contato próximo. Este novo comportamento tem repercussões diretas na economia, no mercado de trabalho e no relacionamento interpessoal. Ainda que distantes, as ferramentas tecnológicas têm permitido que nos mantenhamos conectados e comunicativos.

Como consequência da crise do COVID19, vamos assistir à aceleração da transformação digital em todo o mundo e não diferente no Brasil. É muito evidente a necessidade das empresas de estarem preparadas para produzir e comercializar bens e serviços, interagir com clientes e fornecedores e desenvolver atividades laborais remotamente. Para isso, há a necessidade urgente de incorporar tecnologias digitais em toda a cadeia de valor das empresas, o que, na maioria das vezes, implica em mudanças nos modelos de negócios e nos processos internos.

Estamos comprovando diariamente que o teletrabalho ou home office antes apenas falado e pouco praticado de fato, é perfeitamente viável com as tecnologias digitais disponíveis hoje, ainda mais que grande parte dos trabalhos já envolvia direta ou indiretamente o uso de tecnologia no dia-a-dia. Estamos vivenciando uma nova organização da sociedade, mesmo que forçadamente. A partir de agora, mesmo após o fim da quarentena, há de se questionar se há ainda a necessidade de boa parte das empresas terem grandes escritórios, em locais centrais, com o metro quadrado extremamente caro.

Ao mesmo tempo em que esta nova modalidade reduz custos operacionais para as empresas, se bem gerenciada, possibilita uma melhor gestão do tempo, reforça a autonomia individual, a organização, além de promover o bem-estar dos colaboradores ao evitar muito tempo gasto com deslocamentos.

O COVID-19 trouxe mais do que uma nova organização da sociedade, mas uma necessidade latente das empresas de incorporarem tecnologia nos seus produtos e serviços, além de fortalecer negócios que antes já eram digitais, como o caso dos e-commerces, que cresceram significativamente durante este período de crise.

Novos negócios surgiram ou foram remodelados da noite pro dia, exigindo inovação e tecnologia. Com isso, surgiu também uma nova demanda por profissionais capacitados e gestores com conhecimento de como fazer esta mudança de maneira rápida, seja para aproveitar as oportunidades do momento, ou para garantir a sobrevivência das organizações.

Em suma, a aceleração da Transformação Digital pode ser uma das poucas boas notícias deste momento que estamos vivendo. Muitas empresas sairão enfraquecidas desta crise pandêmica, mas a recuperação da economia e destas empresas não terá outro caminho se não pela digitalização e pela transformação digital dos modelos de negócios.

Para as empresas brasileiras, a transformação digital é uma oportunidade para melhorar a eficiência operacional, aumentar o diferencial competitivo e estreitar relacionamentos com os clientes. É um caminho sem volta. A transformação digital já chegou e é inevitável para o futuro.

Quer saber como você pode transformar a sua empresa, gerando maior eficiência nos processos internos? Nós podemos te ajudar.

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Transformação Digital na Saúde

#FightCovid19 – Todos unidos nessa luta!

É hora de unir esforços por uma causa maior: o combate à Covid-19!

Todos nós temos acompanhado o avanço exponencial do coronavírus pelo mundo, já declarado uma pandemia. A maioria dos países enfrenta sérios problemas para adequar seus sistemas de saúde contra os efeitos da Covid-19.

Não só a quantidade de leitos se torna insuficiente diante de tantos casos, mas os hospitais têm dificuldades para gerenciar as escalas de profissionais. No contexto geral, faltam médicos suficientes para suprir as altas demandas de atendimento em vários países, como a Itália.

Se não bastasse isso, as equipes já começaram a sofrer baixas consideráveis devido aos profissionais contaminados por Covid-19. E isso gera ainda mais lacunas nos corredores dos hospitais e UTIs. No Brasil mesmo, um dos casos mais graves é justamente de um médico de 65 anos.

É preciso, então, garantir que profissionais e instituições estejam unidos para correr contra o tempo e salvar as vidas que dependem desse cuidado. Mas como organizar as agendas e otimizá-las de forma a preenchê-las adequadamente?

Como a RedFox soma forças para combater a Covid-19

Como uma empresa focada em soluções para resolver problemas na área médica, nós da RedFox enxergamos a ameaça da Covid-19 como um importante momento para fazer a diferença na sociedade. Afinal, impactar pessoas e negócios é a nossa missão!

Pensando na relação entre pacientes contaminados e médicos disponíveis, resolvemos agir junto com o GoHealth para equilibrar essa conta. Para unir nossos esforços com médicos e instituições da saúde, estamos criando a iniciativa #FIGHTCOVID19.

Nossa campanha consiste na liberação gratuita da plataforma de gestão de escalas médicas GoHealth para as instituições de saúde que precisam de ajuda para dinamizar seu corpo médico durante o período da crise do coronavírus.

Entendemos que é hora de pensar no coletivo e, por isso, estamos dispostos a abrir mão da receita que a solução proporciona, simplesmente para fazer a diferença e contribuir positivamente na luta contra o coronavírus.

Força tarefa imbatível para combater o coronavírus

Queremos você médico e você gestor de saúde conosco nessa jornada! A ideia é proporcionar mais agilidade às escalas e plantões, além de facilitar o contato entre profissionais e instituições.

Precisamos de todos nessa incrível força tarefa para organizar as agendas das instituições e permitir que mais pessoas tenham acesso ao cuidado neste momento tão crítico.

Com a plataforma de gestão de escalas, as instituições conseguem ter mais flexibilidade e apoio para receber os pacientes. Assim, a população pode contar com uma equipe mais completa para proporcionar o cuidado que tanto precisa.

Os médicos também podem fazer a sua parte. Liberamos um banco de dados para cadastro dos profissionais que desejam assumir a linha de frente dessa luta. Você que deseja se disponibilizar para cobrir as vagas liberadas nos hospitais e UTIs, basta fazer o seu cadastro.

Acesse já a página da iniciativa contra a Covid-19 e participe. Essa luta, a gente ganha unindo forças!

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Outros Transformação Digital na Saúde

Como a inteligência artificial ajuda a combater o coronavírus?

Vamos aos fatos: o setor de tecnologia pode até ter sido fortemente afetado pela onda do coronavírus que assolou o mundo — diversos eventos foram cancelados, como o HIMSS 2020, que ganhou uma edição virtual — mas também é um importante aliado ao combate e contenção da pandemia.

Essa crise internacional é uma oportunidade de ressaltar o valor da inteligência artificial, que tem um vasto potencial para a área da saúde. A IA vem sendo usada como forma de ajudar a rastrear, diagnosticar e enfrentar a nova doença.

Vamos ver como isso tem sido feito?

Rastreando a expansão do coronavírus

Logo que os primeiros casos surgiram, algumas empresas começaram a se mover para rastrear a contaminação do coronavírus entre as pessoas. Soluções com foco em IA foram desenvolvidas e até adaptadas no objetivo dessa missão.

É o que fez a empresa americana Metabiota, por exemplo. A companhia usou uma de suas soluções, o Epidemic Tracker, para rastrear e monitorar o surto inicial do coronavírus, acompanhando o avanço entre os países. A plataforma apresenta estatísticas sobre mais de 120 doenças.

Tela do Epidemic Tracker mostra os países com casos confirmados de coronavírus

Já a BlueDot conseguiu prever os riscos de surto a partir da inteligência artificial dias antes do anúncio oficial, notificando seus clientes sobre a ameaça antes do pronunciamento do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Tecnologias similares agora são utilizadas para monitorar conteúdos públicos e de redes sociais para acompanhar sinais do espalhamento do vírus.

Aplicações de IA para diagnóstico

No que diz respeito aos diagnósticos, muitos hospitais na China já utilizam inteligência artificial para identificar pacientes contaminados no intuito de contar o coronavírus. O que mais surpreende é a velocidade com que os algoritmos foram treinados.

A gigante de tecnologia Alibaba aceitou esse desafio e criou um algoritmo treinado em apenas duas semanas. Foram usados dados de 5 mil casos confirmados. A solução surpreende com 96% de assertividade, sendo capaz de distinguir outras doenças respiratórias.

O legal é que o processo leva apenas cerca de 20 segundos analisar as imagens de tomografia. Já os médicos precisam de aproximadamente 20 minutos para a tarefa, sendo que eles ainda têm menor assertividade.

Imagens analisadas pelo algoritmo do Alibaba *Fonte: The Next Web

Cada vez, o mercado chinês de tecnologia desenvolve sistemas com IA para processar imagens de TC na identificação do Covid-19. Outras empresas que têm soluções com essa capacidade são a Ping An Insurance Group, que consegue taxas de 90% de assertividade, e a Infervision, com uma aplicação de IA que ajuda a medir os volumes, formas e densidades dos pulmões analisados.

Um caminho para o tratamento adequado

No tratamento, a tecnologia de IA tem ajudado a descobrir medicamentos capazes de auxiliar nos esforços de cura. O processo envolve encontrar moléculas novas que possam tratar doenças relacionadas à pneumonia ou buscar medicamentos já aprovados que funcionem contra o vírus.

À parte das pesquisas, a inteligência artificial também é aplicada nos esforços contra o coronavírus por meio de robôs inteligentes. Na China, eles já são usados de duas formas. Enquanto pods desinfetam quartos com luzes ultravioletas que matam vírus e bactérias, drones são usados em zonas de risco para monitorar se as pessoas violam regras de quarentena.

E outras soluções tecnológicas também se destacam na luta contra o coronavírus. No Brasil, o SUS lançou o aplicativo “Coronavírus — SUS” (disponível na Google Play e na Apple Store), que traz informações verídicas e em tempo real sobre a doença, bem como sintomas, prevenção e unidades mais próximas da rede.  O app ainda traz um formulário para avaliar os riscos de infecção.O setor de tecnologia tem, assim, um vasto potencial para ajudar a tornar o mundo mais saudável. É essa capacidade da tecnologia que move a nossa paixão aqui na RedFox por transformação digital, levando nosso time a desenvolver soluções e algoritmos inteligentes também capazes de detectar e rastrear doenças!

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HIMSS 2020: o maior evento de health tech do mundo [CANCELADO]

[vc_row][vc_column][vc_column_text]CANCELADO!

Infelizmente, essa é a notícia do momento. A HIMSS Global Conference & Exhibition 2020, maior evento de health tech do mundo, não vai mais acontecer. A decisão foi tomada na quinta-feira (05 de março), por conta do aumento significativo do potencial de contaminação do coronavírus.

Estava tudo pronto para que o encontro fosse realizado em Orlando, na Flórida/EUA, entre os dias 9 e 13 de março. Inclusive, nós da RedFox estávamos preparados para acompanhar esse evento que tinha tudo para ser incrível. É a primeira vez que a organização precisa cancelar uma edição do HIMSS em 58 anos.

Muitos eventos vêm interrompendo suas realizações pelo mesmo motivo. Para o HIMSS, seria imprudente reunir tantas pessoas sem a capacidade de administrar os riscos devidamente. A situação era ainda pior por se tratar de profissionais da saúde, que seriam deslocados de seus postos e deixariam a demanda por cuidados em defasagem.

Entenda a importância do HIMSS para o setor

A proposta do HIMSS é gerar momentos de educação, inovação e colaboração entre os participantes, com foco em promover transformação e disrupção na área da saúde. Só em 2019, o encontro recebeu um público de mais de 45 mil profissionais de tecnologia e saúde, incluindo médicos, executivos, CEOs, CTOs e fornecedores de todo o mundo.

Mais de 90 países participam anualmente desse importante evento de health tech. Só para entender a dimensão, o HIMSS costuma promover 300+ sessões de educação e atrai 1300+ expositores. Além disso, o público participa de programas especiais e diversas atividades de networking.

Nesse cenário, o cancelamento da edição de 2020 impede a oportunidade de gerar diversos negócios no setor de health tech.

Qual é a empresa por trás do evento?

O nome da conferência não é à toa. HIMSS é, na verdade, uma organização sem fins lucrativos criada em 1961. O objetivo é contribuir com políticas públicas, gerar desenvolvimento profissional e promover eventos sobre inovação na saúde, mostrando como cuidar de pacientes, melhor administrar custos e gerar mais acesso por meio da tecnologia.

A sigla significa Healthcare Information and Management Systems Society e o grupo é formado por líderes e comunidades de diversos locais. São mais de 80 mil membros em todo o mundo, dentre 630 empresas 450+ organizações sem fins lucrativos.

O HIMSS Global Conference & Exhibition 2020 seria só um dos diversos encontros realizados pelo grupo, que já desenvolveu eventos até no Brasil. A última edição do HIMSS Brasil foi em 2016, tendo como palco o Hospital Sírio Libanês em São Paulo.

Já a partir de 2017, a organização participa do evento Hospitalar com o fórum [email protected], promovendo informações e novidades sobre tecnologia e inovação digital para a saúde. A RedFox, inclusive, também esteve presente na edição 2019 da Hospitalar, que é o maior evento de health tech e healthcare do país!

Aqui, temos outra incerteza para o setor, pois a Hospitalar é fortemente influenciada pelas novidades apresentadas no HIMSS. Sobre o cancelamento do evento, segue a declaração de Hal Wolf, presidente e CEO do HIMSS sobre a situação:

“Nós reconhecemos todo o trabalho que muitas empresas têm na preparação de suas apresentações e painéis que acompanham cada edição do HIMSS. Com base na avaliação da evolução da situação e na coordenação de um painel consultivo externo de profissionais médicos para apoiar a tomada de decisões com base em evidências, seria um risco inaceitável reunir milhares de pessoas em Orlando na próxima semana”.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Digital Transformação Digital na Saúde

Confira as 5 principais tendências de tecnologia para saúde em 2020

Com a chegada de mais um ano, é sempre tempo de conferir as previsões do mercado para os próximos meses. Nós da RedFox estamos de olho nas tendências de tecnologia para saúde e trazemos neste artigo as principais convergências do setor em 2020.

Listas como a da Forbes indicam como foco a prevenção de doenças e a reestruturação de regulamentações. Esse é um contexto que realmente deve acompanhar o cuidado nos próximos anos, tornando-o mais acessível e estratégico.

De acordo com as últimas movimentações e novidades apresentadas no setor, criamos a nossa própria lista com 5 tendências de tecnologia para saúde em 2020. Confira a nossa seleção a seguir!

1. Pacientes como proprietário das informações de saúde e centralização de dados

As relações das instituições com os dados dos pacientes irão mudar de vez nos próximos meses. Muitos players já procuram adaptar suas estruturas para lidar com as mudanças de novas regulamentações, mas é a implementação dessas leis que deve alterar de vez o uso das informações.

No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) finalmente vai entrar em vigor —a previsão é para agosto de 2020. As novas regras abrem portas para que as informações na saúde sejam levadas mais a sério e o compartilhamento seja feito apenas com permissão prévia do paciente.

Isso porque, no novo cenário, ele será o detentor da posse dos dados. Assim, poderá determinar quais instituições terão acesso às suas informações pessoais de saúde, escolhendo quando e para que seus dados serão usados.

Essa nova relação será promovida por tecnologias centralizadoras, como os prontuários eletrônicos (PEP). Eles já são usados em várias instituições, mas terão um papel cada vez mais importante na saúde. Além de servir como repositórios de dados, o PEP deve também facilitar a atualização de cadastros nas consultas, por exemplo, acelerando o pré-atendimento.

2. Aprimoramento da inteligência artificial

A inteligência artificial (IA) tem sido uma tecnologia em destaque nos últimos anos. Essa tecnologia ajuda o setor da saúde tanto no diagnóstico de doenças como no desenvolvimento de novos medicamentos, entre outras aplicações.

Em 2020, haverá uma forte tendência para melhorar as práticas de validação, treinamento e implementação de IA, expandindo as aplicações entre casos clínicos e não clínicos.

Clinicamente, ainda há uma série de barreiras para que médicos e pacientes possam se beneficiar dessa tecnologia — acuracidade dos algoritmos, segurança da informação do paciente, entre outras. Porém, um maior entendimento das informações facilitará o uso da IA na saúde.

Além disso, a aplicação da IA no cuidado primário ao paciente — uso de chatbots e outras tecnologias — poderá auxiliar na redução de custos no setor, uma vez que diminui a visita do paciente a hospitais e passa a atuar em fatores como prevenção a doenças.

Essas ferramentas são capazes de responder a dúvidas simples, instruindo os usuários na alimentação e em hábitos saudáveis. Além disso, os smart devices gravam dados da saúde pessoal que são úteis nessa interação.

Já nos casos não clínicos, a tendência é que as instituições usem a IA para redução de fraudes, melhoria da auditoria médica, aumento de produtividade, entre outros.

3. Realidade virtual em aplicações variadas

A realidade virtual será cada vez mais usada na saúde, seja para auxiliar no tratamento de pacientes, na educação e até na preparação de profissionais para cirurgias. Essa tecnologia permite imergir em simulações de experiências a partir de óculos especiais, tendo grande potencial de aplicação.

Vamos falar sobre o caso de pacientes com Alzheimer como exemplo. É possível simular experiências que eles já viveram anteriormente para resgatar lembranças e exercitar a memória. Além disso, as sensações provocadas pelas simulações podem ajudar a amenizar sintomas, funcionando até melhor que remédios em alguns casos.

No campo cirúrgico, o uso da tecnologia deverá auxiliar médicos a avaliarem a eficácia dos procedimentos antes de suas realizações. Os profissionais podem identificar potenciais obstáculos na cirurgia ou os melhores caminhos para que ela seja menos invasiva, por exemplo.

A mesma experiência passará a ser aplicada em cursos e treinamentos, assim como imersões para analisar comportamentos de órgãos, bactérias e outros itens. Dessa forma, o sistema de ensino nos cursos de saúde serão aprimorados.

4. Aumento do uso de wearables

Com o foco da saúde em prevenção e acompanhamento das rotinas do paciente, a inclusão dos wearables no cuidado deve crescer consideravelmente a partir deste ano.

Esses dispositivos são muito úteis para monitorar e gravar as informações dos usuários. Eles geram dados sobre as rotinas e o comportamento dos pacientes, proporcionando insights que ajudam nas tomadas de decisões sobre tratamentos e diagnósticos.

O mercado começa a apresentar produtos com novos features, como relógios que medem níveis de pressão e de glicose. A maior variedade de indicadores impulsionará a valorização dos wearables, fazendo com que o mercado veja uma busca amplificada por esses produtos.

5. Expansão da telemedicina

A telemedicina é um segmento que desperta diversas polêmicas na saúde. Por isso, tanto no Brasil como em outros países, há dificuldades para se chegar a uma regulamentação. Porém, várias nações devem definir suas leis para essa tecnologia em até 3 anos.

A tendência é que a telemedicina se torne cada vez mais aceita, abrindo espaço até para a criação de seguros específicos para essa modalidade. São várias vantagens que melhoram a popularização do atendimento à distância.

A telemedicina permitirá baratear os custos do cuidado, atender a pacientes com mobilidade reduzida e ainda expandir o acesso para regiões com baixa cobertura de saúde.

Essas são só algumas tendências de tecnologia para saúde em 2020. Muitas delas se encaminham para melhorar a experiência dos pacientes e esse é um ponto que interessa muito às instituições do setor. Muitas já investem fortemente na transformação digital, buscando o apoio de startups e empresas de inovação, como a RedFox. Que tal entender mais sobre essas estratégias do mercado?

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Digital Estratégias de Negócios

Inteligência Artificial no CES 2020: quais são as novidades?

Aqui na RedFox, estamos sempre de olho nas tendências de tecnologia e nos melhores insights sobre inovação. E o ano começou com um dos maiores encontros do setor a nível global: o Consumer Eletronics Show.

Sendo um tema muito relevante para as nossas atividades, a inteligência artificial tem grande destaque entre as tecnologias apresentadas. São vários produtos com funções e características inovadoras que surpreendem o público.

Vamos conferir os principais destaques em inteligência artificial no CES 2020?

Samsung traz assistentes inteligentes e companhias virtuais

Entre as inovações de inteligência artificial no CES 2020, temos várias tecnologias voltadas para casas inteligentes. De assistentes pessoais a até humanos artificiais, elas executam tarefas e ainda servem como companhias. Destacamos três produtos da Samsung.

O Ballie é um robô em formato de esfera que ajuda a ativar eletrônicos e auxilia na segurança da casa ou escritório. Se você é fã de Star Wars, deve ver semelhança com o BB8, tanto pelo formato como pelas características. Com câmeras e sensores inteligentes, o Ballie segue o usuário pelo ambiente como um verdadeiro acompanhante, realizando tarefas como captar fotos e vídeos, ligar e desligar luzes e eletrodoméstico e outras.

Para quem tem dificuldades na cozinha, a Samsung também apresentou o Bot Chef. É mais uma tecnologia de inteligência artificial, trazendo dois braços mecânicos para realizar tarefas no preparo das refeições. O Bot Chef calcula a quantidade dos ingredientes, sugere receitas e pode até manipular aparelhos como máquina de café ou batedeira.

E para quem só precisa de uma companhia para combater a solidão ou até a depressão, a novidade  é o Neon. Trata-se de um chatbot em vídeo, na forma de uma pessoa real, que pode responder a perguntas e interagir com expressões faciais. Não se trata de um assistente virtual, mas de um humano artificial que se torna um amigo a partir da tecnologia R3 (realidade, realtime e responsivo).

Setor automobilístico apresenta propostas futuristas

O CES 2020 também tem muitas novidades para quem é fã de automóveis. Você já imaginou ter um carro inspirado em um dos maiores sucessos dos cinemas? A Mercedes-Benz pensou por você, criando um modelo totalmente inovador.

A empresa criou o Vision AVTR, um carro-conceito autônomo inspirado no filme Avatar, com várias implementações tecnológicas — ele pode até identificar a presença de uma família, adaptando-se às necessidades dos passageiros. Infelizmente, não há planos para levá-lo ao mercado, mas o modelo se destaca pelo visual futurista e diferenciado. O próprio James Cameron esteve presente na divulgação, apresentando também cenas inéditas de “Avatar 2”.

Uma novidade que estará ao alcance dos usuários é o Virtual Visor, da Bosch. Essa tecnologia é uma tela LCD inteligente que bloqueia a incidência de raios solares na direção, facilitando a visibilidade no trânsito e nas estradas. O painel é transparente e tem uma câmera de inteligência artificial que posiciona uma sombra nos olhos do motorista de acordo com a posição do sol.

No mesmo segmento, a empresa também lançou o SmartGlasses Light Drive, que pode ser instalado em qualquer óculos para projetar realidade aumentada. O usuário pode acessar mensagens, conferir a previsão do tempo e até acessar rotas de trânsito, entre outras funções.

TVs inteligentes inovam com funções exclusivas

O poder da inteligência artificial já chega até aos televisores. The Sero é um modelo diferenciado que a Samsung desenvolveu especialmente para os usuários de redes sociais. Essa TV tem tecnologia para mudar sua orientação de acordo com a imagem, adaptando-se aos vídeos verticais típicos de plataformas como TikTok e Instagram.

Já a LG finalmente lança a Signature OLED TV, que já havia sido apresentada em 2019. Porém, o modelo foi aprimorado com a nova característica rolável, trazendo telas de 65 polegadas que se escondem no interior da base. Além disso, o televisor é capaz de projetar até três formatos de visualização. 

E um bônus para os amantes de tecnologia: a Lenovo divulgou o ThinkPad X1 Fold, o primeiro notebook com tela dobrável. A metade inferior do notebook pode ser usada como teclado e a angulação é ajustável, mas também aceita teclado BlueTooth. O modelo se assemelha a um tablet e chega ainda este ano nos Estados Unidos.

A inteligência artificial no CES 2020 mostra que essa tendência veio para ficar e cada vez mais estará inserida no nosso cotidiano. Com tantas inovações utilizando essa tecnologia, a sua empresa também precisa contar com soluções inteligentes. Que tal entrar em contato com a nossa equipe e ver como podemos ajudá-lo a expandir a sua transformação digital?

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Estratégias de Negócios Transformação Digital

Especial: Confira a retrospectiva 2019 na RedFox

Mais um ano chega ao fim e, aqui na RedFox, só temos a comemorar! Foram doze meses de muitas realizações e conquistas, refletidos em conteúdos sobre as nossas atividades, eventos de inovação e saúde, mercado e muito mais. Para relembrar tantas publicações, é hora de fazer a nossa retrospectiva 2019!

As nossas atividades se pautaram principalmente em transformação digital, novas tecnologias e tendências no setor de saúde. Temas como esses nos inspiram a explorar cada vez mais o nosso potencial para desenvolver soluções digitais. Por isso, é claro que seriam o foco das nossas pautas neste ano!

Vídeo institucional produzido em 2019

Confira a seguir a retrospectiva 2019 da RedFox, com os principais destaques do blog e das redes sociais, bem como algumas das nossas movimentações no mercado!

Transformação digital

O lema da RedFox é “inovação, transformação e agilidade”. Com isso, procuramos sempre trazer conceitos e dicas sobre elementos da transformação digital para a disrupção tecnológica das empresas.

Em meio a várias parcerias de negócio, soluções e pessoas impactadas, usamos a metodologia ágil como método de trabalho. Tanto no blog como nas nossas redes sociais, foram vários conteúdos que abordaram o tema, muitos deles com a participação dos nossos colaboradores.

Mas a transformação digital vai muito além dessas ferramentas. Uma das nossas missões é ajudar a entender o impacto desse processo nos negócios. Dessa forma, também desenvolvemos conteúdos para ajudar gestores a melhorarem os resultados das empresas.

No LinkedIn, nossa CEO, Isabela Abreu, publicou o artigo “O que é transformação digital e qual o impacto no seu negócio?”, replicado aqui no blog. O texto explica o conceito e as vantagens da mudança nas empresas e ainda traz dicas de como aplicar a TD da melhor forma nesses ambientes.

Você também pode ver outras dicas no texto “Transformação digital nas empresas: por onde começar?”. Destacamos os principais pontos que devem ser avaliados para planejar a mudança nos seus processos.

Tecnologia e inovação

No mercado, um dos pontos focais para o desenvolvimento de soluções digitais em 2019 foi a inteligência artificial. Essa tecnologia já se destaca como tendência há algum tempo, mas ganhou ainda mais impulso neste ano.

Por isso, o tema também foi muito explorado nas nossas plataformas de conteúdo. Aqui no blog, publicamos o artigo “Qual é a diferença entre inteligência artificial e machine learning?”, que desmistifica as confusões sobre ambos os conceitos. Se você tem dúvidas sobre eles, essa é a hora de entendê-los de uma vez por todas!

Ainda nesse contexto, um dos quadros que preparamos para as nossas redes sociais em 2019 foi o “RedFox Responde”, no qual solucionamos as perguntas enviadas pela nossa audiência. Entre elas, explicamos não só o conceito de machine learning, mas também o que é Data Science.

RedFox Responde: O que é data science e machine learning?

E para mostrar que essa tendência veio para ficar, aqui na RedFox, aplicamos o conceito em várias das nossas soluções. Enxergamos o valor agregado dessas tecnologias no desenvolvimento dos nossos produtos e acreditamos que a inteligência artificial e o machine learning continuarão sendo destaques nas tendências de 2020.

Inovação na saúde

A área da saúde é um dos nossos principais nichos de mercado. Motivo esse pelo qual, estamos sempre de olho nas novidades do setor e em como podemos impactá-lo positivamente.

Em “A transformação digital da Saúde no Brasil”, falamos sobre os desafios que as instituições enfrentam para aplicar novas tecnologias nos processos. Um dos destaques é a questão regulatória no Brasil, já que a medicina lida com um assunto muito delicado: vidas.

E esse ponto é importante para entendermos o contexto da telemedicina por aqui. Essa tecnologia é uma tendência forte no setor e sua regulamentação levantou polêmicas no país. Em um dos nossos artigos, explicamos o conceito e suas vantagens para o trabalho dos médicos.

Da mesma forma, trouxemos também o impacto do blockchain para a medicina. Trata-se de uma tecnologia que traz mais segurança para a proteção de informações sigilosas, como prontuários eletrônicos, laudos e exames. Com a chegada da Lei Geral de Proteção de Dados, será uma ferramenta muito importante para os processos.

No setor de saúde, a inteligência artificial também traz vários benefícios, levando, por exemplo, à melhor precisão nos diagnósticos. Mesmo assim, ainda há muitas instituições que relutam a adotar ferramentas disruptivas nos seus processos.

Explicamos esse contexto no artigo “Diagnóstico laboratorial e clínico se torna mais preciso com o apoio de inteligência artificial”. O texto aponta as principais vantagens da IA e discorre sobre quais são os desafios que dificultam sua adoção no setor.

Participação em eventos

Não poderíamos terminar a nossa Retrospectiva 2019 sem comentar sobre os eventos em que estivemos presentes. Participamos de várias realizações, seja como expositores, palestrantes ou simplesmente como visitantes.

O grande destaque para nós definitivamente foi o HIS. O Healthcare Innovation Show é o principal evento de tecnologia e inovação para a área da saúde no Brasil. Estivemos presentes com dois estandes e ainda tivemos a oportunidade de alocar nossa equipe para acompanhar inúmeras palestras sobre as tendências de mercado.

Nessa ação, fizemos a cobertura de vários assuntos, como inteligência artificial e big data na saúde, aplicação de Data Analytics e promoção de estilo de vida nas empresas. Ao mesmo tempo, aproveitamos a realização para divulgar nossas soluções para o setor e iniciar vários relacionamentos com potencial de gerar negócios importantes.

Também precisamos destacar a nossa parceria com o Health Innova Hub, espaço de incentivo à inovação para saúde criado pelo empreendedor Fernando Cembranelli. O relacionamento foi estreitado ainda em abril, quando o hub nomeou a RedFox para o prêmio Clínica do Amanhã por conta de uma das nossas soluções para gestão de escalas.

Desde então, foram vários eventos em que a RedFox participou como parceira e incentivadora. Recentemente, acompanhamos o Health Innova Invest Summit, que debateu a questão dos investimentos para startups e projetos em saúde.

Além disso, chegamos também a produzir um webinar sobre inteligência artificial na saúde, com a participação de Cembranelli, fortificando essa parceria de sucesso.

Webinar da RedFox + Health Innova Hub discutiu Inteligência Artificial na saúde

Esses foram alguns dos principais temas que renderam conteúdos e insights interessantes nos últimos meses. Com esta Retrospectiva 2019, destacamos um pouco da nossa trajetória para nos tornarmos referência em transformação digital e algumas direções que trilhamos nessa caminhada. Que venha 2020 com muito mais projetos e inovações!

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Transformação Digital na Saúde

Qual é a diferença entre inteligência artificial e machine learning?

A inteligência artificial e o machine learning são tecnologias que ganham cada vez mais espaço no mercado. E com razão: segundo o Gartner, a adoção de IA levou a um crescimento de 4 a 14% nas empresas entre 2018 e 2019.

Dados como esse mostram que nós, da RedFox, estamos no caminho certo quando aplicamos essas ferramentas em nossas soluções e incentivamos o uso delas por nossos clientes. 

Porém, entendemos que é importante deixar os conceitos bem claros para que seus valores sejam igualmente ser compreendidos. Afinal, a diferença entre inteligência artificial e machine learning pode gerar dúvidas e nem todo mundo tem visibilidade ampla de como essas tecnologias podem ajudar seus negócios.

Esse é um cenário natural no mercado, já que os dois termos costumam ser aplicados em contextos similares. Mas chegou a hora de entendê-los de uma vez por todas! 

Neste artigo, vamos explicar a diferença entre inteligência artificial e machine learning e mostrar como você pode beneficiar sua empresa com a adoção de soluções inteligentes. Entenda a seguir!

Inteligência artificial e a realização de tarefas humanas

É bem possível que quem já viu filmes como Inteligência Artificial (2001), O Exterminador do Futuro (1984) e a saga Star Wars (1977) já tenha uma noção sobre o termo “inteligência artificial”. Porém, o conceito vai além da ideia de robôs que falam e interagem com humanos, mesmo porque ainda estamos longe desses modelos.

Na verdade, a IA se refere à capacidade que máquinas e dispositivos têm de raciocinar e realizar tarefas humanas. Muitas vezes, elas são executadas melhor do que se feitas por nós mesmos.

Há vários equipamentos e soluções digitais que podem nos substituir em atividades repetitivas e manuais. Basta programá-los para executar as ações específicas. Esse é o caso de sistemas financeiros que conseguem calcular dados e realizar relatórios de forma automática, por exemplo.

As vantagens são várias. O tempo da equipe é aproveitado de forma melhor, direcionando os colaboradores para tarefas mais estratégicas. Além disso, os resultados se tornam mais precisos, já que os riscos de erro de cálculo são muito menores.

Machine learning e o poder de aprendizado

Machine learning é uma ramificação da IA que permite à máquina aprender com grande volume de dados para gerar valores e predições, tendo interferência de humanos apenas na elaboração e manutenção do algoritmo.

Para isso, ela aplica algoritmos que utilizam cálculos matemáticos e probabilísticos. Esses algoritmos identificam padrões a partir de uma grande quantidade de dados previamente inserida para treinamento, compreendendo o que é certo ou errado.

É o mesmo processo de uma criança começando a aprender. Ela só passa a entender as informações conforme o contato com o ambiente. Somente após sentir o sabor de uma fruta ou o cheiro de uma flor, comparando com outras experiências, ela saberá associar um elemento ao outro.

Diferença entre inteligência artificial e machine learning na prática

Agora que já explicamos os conceitos, que tal entendê-los melhor com um exemplo prático? Na área de saúde, inteligência artificial e machine learning têm várias aplicações, mas é nas análises de imagens de médicas que encontram grande potencial.

Essas ferramentas são importantes para realizar diagnósticos precisos e rápidos, podendo identificar anomalias até em casos que os médicos encontram dificuldade. É errado dizer, entretanto, que a máquina irá substituir o trabalho desses profissionais — eles sempre terão papel fundamental na conclusão do diagnóstico.

Na verdade, a tecnologia funciona como um auxílio nesse processo. A partir de algoritmos inteligentes, a máquina aprende a reconhecer padrões nas imagens, identificando aquelas que apresentam inconsistências.

Nesse contexto, o algoritmo machine learning é responsável pelo processo de aprendizado, ou seja, quando os algoritmos são treinados para serem capazes de realizar as tarefas de triagem. Para isso, eles utilizam uma série de dados que são previamente alimentados no sistema.

Já o conceito de inteligência artificial é um campo que abrange algoritmos capazes de aprender com dados e até mesmo simular o cérebro humano para realizar essa tarefa de triagem.

Aqui na RedFox, temos uma vertical que desenvolve esse tipo de tecnologia. A NeuronFoxes apresenta algoritmos capazes de fazer triagem de exames, redução de sinistros, auditorias, análises preditivas e muito mais.

Agora que você já sabe a diferença entre inteligência artificial e machine learning, está na hora de entender como as nossas soluções podem ajudar o seu negócio. Entre em contato com a nossa equipe e saiba mais sobre a NeuronFoxes!