imagem-com-filtro-min
SmartProcess

Automação de Processos: Entenda o que é e como começar na sua empresa

Sua empresa está perdendo muito tempo e dinheiro com atividades manuais e repetitivas? Veja como a automatização de processos pode ser a solução que você precisa para alavancar o crescimento do seu negócio!

Você já parou para fazer as contas do tempo gasto na sua empresa com atividades puramente repetitivas e burocráticas? Hoje, cada minuto que um de seus colaboradores gasta fazendo manualmente tarefas que um software poderia fazer, é um minuto de dinheiro desperdiçado para a sua empresa.

No fim do mês, qual será o tamanho do prejuízo?

Em um país com uma economia tão incerta quanto o Brasil, com crises frequentes, sua empresa pode ser dar ao luxo de perder dinheiro?

Se a resposta for negativa, a solução pode ser automatizar os seus processos internos.

 O QUE É AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS

Automação de processos consiste na utilização de ferramentas tecnológicas como máquinas e softwares para substituição de trabalhos manuais, aumentando o ganho em tempo, eficiência, qualidade e confiabilidade e reduzindo custos com atividades operacionais.

Com processos automatizados, seus colaboradores passam a gastar menos tempo com burocracias, dedicando mais tempo às atividades mais estratégicas para a empresa.

Hoje, o mercado oferece soluções para a automação das mais diversas atividades, voltadas aos mais diversos tipos de negócios. Por isso, para garantir todos os benefícios que a automação pode trazer, é necessário ter estratégia para realizar a mudança.

O PASSO A PASSO DA AUTOMAÇÃO

 A primeira coisa que você deve fazer é mapear todos os processos realizados na sua empresa, da forma como são hoje. Comece pelos mais repetitivos.

Em seguida, pense sobre quais processos seriam mais impactados pela automação, em quais setores os benefícios seriam maiores e trarão os maiores ganhos para a sua empresa.

O próximo passo é mostrar para a sua equipe de colaboradores os benefícios da mudança. Lembre-se de que, para que qualquer transformação seja efetiva, ela deve começar pelas pessoas.

Feito isso, chega a hora de escolher dentre as melhores opções disponíveis no mercado, aquelas que irão efetivamente te ajudar a alcançar os resultados desejados.

Por fim, após escolhidas e implementadas as ferramentas, é essencial investir no treinamento de todos os impactados pela mudança. Depois é só acompanhar as métricas e aproveitar os benefícios.  

Sabemos que a passagem da etapa de convencimento para a etapa de implementação não é tão fácil, mas os benefícios compensam. 

PORQUE AUTOMATIZAR

Dentre os principais benefícios, está a diminuição de custos por processo, uma vez que, com a automação, mais tarefas são realizadas em menos tempo, com menos exigência de recursos humanos.

Com processos automatizados, sobra mais tempo para seus colaboradores atuarem em atividades mais estratégicas, agregando mais valor aos negócios. 

Além disso, a automação traz menos chances de erros nos processos, em especial naqueles com grandes detalhamentos e repetições, aumentando a qualidade do produto final. 

Diversas soluções de automação fornecem relatórios de desempenho, que permitem uma melhor visão do todo e podem servir como base para análises de resultados gerais da empresa. 

Estes são apenas alguns dos benefícios que a automação de seus processos manuais pode trazer para a sua empresa, que podem ser ainda maiores, com boas ferramentas e boa adesão de seus colaboradores. 

FERRAMENTAS DE AUTOMAÇÃO

As opções de ferramentas para fazer a automação são diversas. 

Como vimos, automação de processos consiste na substituição do trabalho manual pelo uso de tecnologia na realização de um processo. 

Dessa forma, até mesmo uma planilha de Excel pode ser considerada uma forma de automatizar trabalho, se antes a sua empresa fazia cálculos e registros à mão. 

Das mais básicas às mais tecnológicas, como as soluções com uso de tecnologias de inteligência artificial e machine learning, o importante é escolher as que entreguem melhores resultados, sejam seguras e sustentáveis para o seu modelo de negócios e para a sua empresa em especial. 

Por isso é que uma análise cuidadosa sobre o momento atual dos seus negócios e processos é tão importante. O ideal é olhar para o grau de maturidade tecnológica da sua empresa e estabelecer uma meta para, só então, buscar as soluções que te ajudem a chegar lá. 

AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

A automação de processos pode trazer ainda mais benefícios se fizer parte de uma estratégia bem definida de Transformação Digital na sua empresa. 

Automatizar processos é um grande começo para a Transformação Digital da sua empresa, mas é importante não parar por aí.  

Para colher os melhores frutos, é essencial que, além de automatizar processos, haja também outras mudanças, que devem envolver a cultura da empresa, suas lideranças e colaboradores, os métodos de trabalho e a visão dos negócios. 

Com novas empresas 100% digitais surgindo todos os dias, lançando modelos de negócios disruptivos, apoiar sua estratégia de negócios em processos manuais é a receita certa para o fracasso da sua empresa. 

As empresas analógicas precisam adaptar seus modelos de negócios ao padrão digital para manterem-se competitivas no presente e no futuro e a automação de processos pode ser o primeiro passo para iniciar essa mudança. 

Para saber mais sobre como automatizar a sua empresa, acompanhe a RedFox em nossas redes sociais e não perca as novidades. 

Linkedin  Instagram 

post com filtro-2
Outros

Saúde e liderança feminina: veja o que essas gestoras estão fazendo para superar os desafios na pandemia

Mulheres, visionárias, mães, líderes. Descubra o que têm feito essas gestoras de saúde para superar os desafios impostos pela crise do novo coronavírus e trazer resultados para o seu negócio e para a saúde do país.

A pandemia do COVID19 forçou grandes mudanças nas rotinas de empresas, escolas e da população como um todo.

Nesse cenário de incertezas, os negócios na área da saúde foram duramente impactados.

De um lado, há aqueles que tiveram um grande crescimento de demanda, como hospitais e alguns laboratórios. De outro, clínicas e consultórios de atendimento eletivo, viram sua receita cair em mais de 60% após o início da pandemia.

No entanto, o aumento de custo operacional com EPIs, o medo de infecção e a instabilidade das equipes tem sido uma realidade para todos.

Neste contexto, têm se destacado estabelecimentos de saúde liderados por mulheres incríveis, que, com planejamento e ação, tornaram-se exemplos de protagonismo e superação e tornaram seus negócios grandes agentes de promoção de saúde.

Conheça suas histórias e inspire-se para ser também, protagonista da mudança que você quer ver no seu estabelecimento de saúde e na saúde do país!

REDFOX – DIGITAL SOLUTIONS

 Logo no início da pandemia, Isabela Abreu, nossa CEO e fundadora, agiu rapidamente para planejar as melhores ações para contribuir com as necessidades do mercado de saúde. Deste planejamento, surgiu o movimento, liderado por ela, de criação do grupo #FightCOVID19.

Formado por mais de 300 voluntários, dentre profissionais de saúde e tecnologia, o grupo tem buscado soluções para fornecimento de EPIs e desenvolvimento de outras soluções para atender hospitais, laboratórios e clínicas.

Além disso, também disponibilizou para uso de todos os estabelecimento de saúde que precisassem, a plataforma de gestão de escalas Go Health.

Isabela aposta na cooperação como estratégia de superação.

Menos impactadas, as empresas digitais tem se destacado pela iniciativa de ajudar empresas analógicas a enfrentarem o desafio, seja por criação de conteúdos educativos, ou ações de parceria.

Para o futuro, acredita na criação de novas parcerias e novos modelos de negócios em saúde e entende que não iremos mais voltar aos modelos pré-COVID19. É fundamental, então, a inclusão digital dos médicos, educação, colaboração e o foco no paciente. É o momento de inovar em saúde, para avançar o país.

SORRIDENTS FRANCHISING

 Carla Renata Sarni dirige do grupo Salus, composto pela rede Sorridents e outras 4 empresas da área de saúde e bem estar fundadas por ela. Seu maior desafio durante a crise foi continuar levando saúde para seus pacientes odontológicos em situação de emergência.

A ação que tornou isso possível foi a implementação rápida de um canal de teleodontologia, no qual cirurgiões dentistas conseguem fazer um pré-diagnóstico para definir a urgência do caso e orientar a população. Dentre os mais de 2000 atendimentos realizados ao dia, a maior parte pode esperar, priorizando os casos de real emergência.

Nas empresas que estão fechadas, como o caso das clínicas de estética, a solução foi aproveitar para rever processos e treinar a equipe.

Outra ação importante tem sido a distribuição de cartilhas de higiene pessoal e bucal em comunidades economicamente desfavorecidas.  

A executiva acredita que o momento seja de união, parceria e humildade para desaprender e aprender novas habilidades. As mudanças de hoje, em saúde e tecnologia, vieram para ficar e as empresas precisam se preparar para isso, pensando no bem comum para seus negócios, clientes e para o Brasil.  

GRUPO SABIN  – MEDICINA DIAGNÓSTICA

 Lídia Abdalla é CEO do Grupo Sabin. Especializado em análises clínicas, o grupo tem sido protagonista na coleta e análise dos testes para diagnóstico do COVID-19, atendendo, além de seus clientes habituais, outros 24 hospitais.  

Com visão de negócios, acionou a área de pesquisa e desenvolvimento para, já em janeiro, iniciar os primeiros testes com amostras para validação do teste RT-PCR.

A cultura de inovação da empresa foi crucial na adaptação para o momento de pandemia. Projetos previstos para serem lançados no segundo semestre foram adiantados e postos para funcionar em 10 dias. 

Investiram também em conteúdo digital, home office e treinamento para a classe médica e migração de toda a sua estratégia de marketing para o digital. 

Aumentaram as interações com clientes em suas páginas virtuais, as ferramentas tecnologias e a equipe de atendimento.  

O foco no cuidado com a saúde física e psicológica de colaboradores e clientes e a comunicação intensa foram também fatores essenciais.

Para o futuro, defende como fundamental uma maior integração entre saúde pública e suplementar e mais investimentos em educação, saúde e indústria, para que o país deixe de depender da importação de equipamentos e reagentes estrangeiros e possa alcançar a auto suficiência.

INTERNE SOLUÇÕES EM SAÚDE.

Fundadora e diretora executiva da Interne, Paula Meira enfrenta o desafio de liderar uma empresa que atua há 23 anos na frente de um grande negócio voltado ao home care em Pernambuco, região que, até o momento, tem mais de 15 mil casos confirmados de coronavírus.

Se, por um lado, a demanda pelos serviços prestados pela Interne não para de crescer, a preocupação com a segurança de seus clientes e de sua equipe de médicos, enfermeiros e profissionais da área administrativa, cresce no mesmo ritmo.

Atendendo também a casos de remoções de casos de COVID-19, seus colaboradores e ela mesma tem enfrentado longas horas e grande volume de trabalho, com esforços imensos para administrar os afastamentos de mais de 600 funcionários, trocas de equipes e integração de novos médicos.

Hábitos precisaram ser revistos e as escalas das equipes precisaram ser remanejadas com muito cuidado e eficiência para garantir o atendimento contínuo. 

Daqui para frente, Paula acredita que, além do avanço tecnológico, como telemedicina e IoT, a grande mudança precisa acontecer nas pessoas. Os profissionais e órgãos reguladores precisam se capacitar e se adaptar aos novos modelos de negócios.

VIDIA

Médica de formação e com uma sólida trajetória em gestão de saúde pública, Paula Mateus foi a responsável pela idealização e execução do programa Corujão da Saúde, uma parceria entre setor público e privado de saúde em São Paulo.

Agora na área privada, é co-fundadora da Vidia, startup que viabiliza cirurgias e amplia o acesso à saúde através de um marketplace que conecta pacientes, provedores e instituições financeiras.

Após receber captação de fundos para começar o negócio, Paula teve o desafio de fazer as primeiras contratações, onboardings e gestão da equipe de forma completamente digital.

Entende que a Vidia já estava no caminho certo desde o início: sua experiência na saúde pública a ajudou a conhecer os problemas da saúde antes da pandemia chegar.

Paula sempre acreditou que somente o achatamento de curvas de contaminação, premissa do SUS desde muito antes do coronavírus, não é o suficiente.

É necessária também a ampliação da oferta de saúde, que almeja possibilitar por meio da criação do sistema da Vidia.  

Ela adianta: não vê a Vidia como unicórnio, mas sim como zebra.

Empresas unicórnio apresentam soluções escaláveis e rápidas. Na área da saúde, é preciso escalar com muita qualidade. Por isso, a zebra parece um modelo mais adequado: tem a premissa de growth alto, oferecem soluções de alto valor agregado, mas são mais sustentáveis.  

No futuro, espera que o sistema de saúde e que a categoria médica como um todo seja menos engessada, gaste menos tempo com teorias e realmente aprenda pela prática. É a expectativa por uma saúde de qualidade, mas ágil.

 CONCLUSÃO

 O cenário de pandemia forçou todas as empresas a pensarem fora da caixa e fazerem mudanças para enfrentar os desafios.

Ao ousar fazer diferente, essas mulheres têm causado impacto não só em seus negócios e pacientes, mas no sistema de saúde como um todo.

Todas elas defendem um ponto em comum: o momento agora é de muita cooperação, aprendizado e inovação. Juntos, temos o potencial de agir para transformar significativamente a saúde hoje, para termos a saúde que queremos no futuro: digital, acessível e de qualidade.

E então, vamos juntos?

Quais são os seus exemplos de liderança feminina? Conte pra nós nas nossas redes sociais! 

 Linkedin e Instagram

da adversidade a oportunidade
Outros

Como enfrentar e superar os desafios das clínicas e consultórios em meio a pandemia

Descubra as 5 práticas que renomados profissionais da saúde estão utilizando para reinventarem seus negócios durante a crise do novo coronavírus

A crise causada pela pandemia do novo coronavírus afetou drasticamente empresas dos mais variados setores, inclusive empresas da área da saúde.

De uma hora para outra, clínicas e consultórios médicos tiveram que lidar com quedas de mais de 60% nos atendimentos eletivos e, consequentemente, de receita.

Numa crise que já dura mais dois meses, e sem previsão de terminar, os profissionais da saúde tiveram que se adaptar rapidamente, para garantirem a continuidade de seus negócios.

Como estratégia de enfrentamento, selecionamos para você 5 práticas que grandes profissionais da saúde estão usando hoje em suas clínicas e consultórios!

1. Reflita  sobre o estado atual do seu negócio e onde você quer estar no futuro

Para o otorrinolaringologista Bruno Rossini, fundador da clínica Otovita e a dentista e consultora em gestão de saúde Cristina Goellner, o cenário trazido pelo avanço da Covid 19 e a consequente queda no número de atendimentos oferece o momento ideal para uma atividade de introspecção.

É hora de olhar para a sua clínica ou consultório como um negócio e avaliar a forma como são realizados os processos, quais são os seus custos fixos e qual o impacto deles na sua receita, quais despesas podem ser cortadas ou diminuídas, quais são essenciais, quais precisarão ser renegociadas.

Acima de tudo, é preciso pensar no que pode ser feito de novo e diferente. É neste momento, inclusive, que novas oportunidades de negócios podem surgir.

Aproveite também para fazer uma avaliação sobre como a sua equipe está reagindo. Para superar essa fase difícil, a comunicação, a união e o engajamento de todos é essencial.

A mudança abrupta de cenário exige também uma mudança de mindset e o desenvolvimento de habilidades que ajudem seus colaboradores e o seu negócio a chegar ao final da crise melhores do que começaram, por isso, invista também na capacitação da sua equipe.

2. Procure por soluções práticas e criativas

Durante a pandemia, os problemas enfrentados por gestores e médicos em suas clínicas, consultórios e laboratórios não param de crescer: quedas brutais de faturamento, atendimentos caindo de 60 à 90%, aumento de custos de EPIs entre 400 à 1000% e falta de espaço adequado para médicos e pacientes realizarem as teleconsultas.

Tudo isso, somado ao contexto de incerteza e fragilidade do momento, pode causar certo pânico. Mas não precisa ser assim.

A saída é  buscar por soluções ágeis, eficientes e criativas.

Tenha em mente que todos estão passando por dificuldades, por isso, não tenha medo de renegociar dívidas, fazer os cortes necessários e buscar por novas estratégias.

Diversos profissionais, como Bruno Rossini, o hemodinamicista Carlos Eduardo Bernini e o gastroenterologista Eduardo Usuy, têm adotado a telemedicina como uma forma de atender seus pacientes e gerar receita.

Diante deste cenário de crise, a telemedicina despontou como uma precursora e aceleradora na Transformação Digital na Saúde. Porém, para garantir a melhor experiência para médicos e pacientes, ainda há desafios, como encontrar ferramentas que garantam melhor usabilidade e segurança para os seus usuários. Saiba mais sobre os desafios da telemedicina e da saúde digital no mercado brasileiro.

Em situações de emergência, podemos acabar implementando ferramentas sem uma avaliação cuidadosa sobre o sentido e o valor da ferramenta para o consumidor final.

Estar aberto à inovação significa, também, aprender a errar e a reparar o erro rapidamente.

O importante é, após a crise, refletir sobre quais medidas farão sentido para o seu negócio a longo prazo, pensando no valor que você quer entregar aos seus pacientes.

3. Mantenha um relacionamento próximo com seus clientes

Enxergar a clínica, o consultório ou o laboratório como negócio implica também em olhar o paciente como cliente.

Os médicos Bruno Rossini e Carlos Eduardo Bernini já perceberam isso e estão buscando estratégias para tornar a relação com seus pacientes mais próxima.

Uma simples troca de mensagens, perguntando sobre a evolução do paciente dois dias e uma semana depois do atendimento, por exemplo, pode ser o diferencial na fidelização do cliente, em oposição a um médico que considera a jornada do paciente encerrada assim que este deixa o consultório.

Além disso, ao testar novas ferramentas, como plataformas de telemedicina, é importante consultar o paciente sobre o como foi a experiência de uso.

Lembre-se de que a plataforma é o meio que possibilita a comunicação entre vocês e uma solução confusa, que exige muitos cliques, com uma usabilidade ruim, pode causar a perda desse cliente.

A tecnologia já mudou os padrões de consumo por todo o mundo. Na área da saúde, as exigências dos novos consumidores são muito diferentes do que o modelo médico tradicional pode oferecer. Portanto, cabe aos profissionais da saúde se adequarem a esse novo perfil.

Não há uma receita exata de como encantar todos os tipos de pacientes.

Os consumidores procuram, cada vez mais, por atendimento customizado às suas demandas. Por isso, é importante definir o perfil ideal de seus pacientes atuais e daqueles que você quer alcançar, e direcionar as suas estratégias a eles.

4. Crie laços que fortalecem

Se algo ficou muito claro nos últimos meses, é que este não é um momento de competição e rivalidade e exemplos de união e parceria tem surgido por todos os lados.

Na RedFox, criamos o #FightCOVID19 e conseguimos atrair mais de 300 voluntários, entre médicos, desenvolvedores, enfermeiros e outros profissionais, unidos com a missão de oferecer soluções eficazes no combate ao coronavírus, como busca de fornecimento de EPIs e a abertura da nossa solução em escalas médicas Go Health para todos os estabelecimentos de saúde que precisarem.

Já clínicas e consultórios, como a clínica do gastrologista Eduardo Usuy, têm se beneficiado de associações de médicos para compras conjuntos de materiais e EPIs, por exemplo.

Num momento tão incerto, é importante buscar parcerias e união com empresas e profissionais que estejam enfrentando os mesmos problemas e que estejam dispostos a passar por eles juntos, para que todos saiam fortalecidos.

5. Empodere-se com a tecnologia

A pandemia também veio para mostrar que não dá mais para adiar a Transformação Digital nas empresas.

Muitos profissionais estão começando a utilizar ferramentas tecnológicas, como plataformas de telemedicina, como estratégia de sobrevivência. Mas não é só isso.

As empresas analógicas, ou pouco digitalizadas, foram as que mais sofreram na transição para o regime de quarentena, enquanto empresas digitais tiveram pouca dificuldade em estabelecer, por exemplo, regime de home office para 100% dos colaboradores.

Mesmo com toda a dificuldade, o solo é fértil para a aceleração da Transformação Digital na saúde

Se a aplicação de formas de trabalho remoto na área da saúde parecia impossível antes da pandemia, hoje clínicas e hospitais que impuseram o regime de home office para as suas equipes administrativas têm tido bons resultados, chegando a questionar a necessidade de retomar o trabalho presencial destes profissionais após a pandemia.

Ainda não sabemos ao certo quais serão os verdadeiros impactos da aceleração digital na saúde pós-pandemia, mas temos certeza de que a Transformação Digital da Saúde é uma mudança necessária e sem volta.

Estar preparado para ela é primordial. E você, está preparado para levar sua empresa para o futuro?  

Agora que você já sabe o que outros profissionais da saúde têm feito para enfrentar a crise da melhor forma possível, é hora de parar e refletir sobre quais dessas estratégias fazem sentido por em prática no seu negócio e começar a agir. 

Queremos saber também o que você tem feito para manter o seu estabelecimento de saúde durante a pandemia. Conta pra gente no nosso Linkedin e Instagram.

Se você gostou do conteúdo, cadastre seu e-mail abaixo para receber nossos novos conteúdos e não perca mais nada!

da adversidade a oportunidade
Transformação Digital na Saúde

Da adversidade à oportunidade: Os entraves para a transformação digital na saúde

Imaturidade de processos ainda muito analógicos e falta de profissionais digitalmente capacitados para liderarem a mudança ainda são grandes obstáculos para a Transformação Digital na Saúde. Saiba o que podemos fazer diante deste cenário para tornar a transformação possível.

Na live que aconteceu no dia 29/04,  no canal da Health Innova Hub com Fernando Cembranelli, CEO da Health Innova Hub, nossa CEO, Isabela Abreu, conversou sobre como a crise causada pela pandemia do coronavírus no Brasil pode ser uma oportunidade para acelerar a Transformação Digital na Saúde.

Com base nos temas discutidos, criamos uma série de artigos para te deixar atualizado sobre os principais assuntos relacionados à saúde digital, durante este momento de crise.

No primeiro deles, falamos sobre como a crescente transformação digital está sendo responsável por uma nova revolução industrial, trazendo novos modelos de negócios e novos perfis de consumidores, com novas exigências. Descubra agora quem é o novo consumidor de saúde e como se preparar para atendê-lo.

No segundo, apresentamos como a telemedicina tem sido utilizada como uma forma de propiciar a aproximação entre médicos e pacientes no contexto de isolamento social e quais os desafios para o futuro da telemedicina e saúde digital no Brasil. Você pode conferir o conteúdo clicando aqui .

Com a pandemia do coronavírus forçando o isolamento social, as empresas se viram obrigadas a recorrer ao uso de tecnologias digitais para darem continuidade ao seus trabalhos, agora à distância. No contexto da saúde, uma alternativa muito utilizada tem sido a telemedicina.

Essa digitalização forçada está sendo, sem dúvidas, um primeiro passo rumo à Transformação Digital de empresas que ainda estavam resistindo às mudanças.

Se, por um lado, o contexto de adversidade pode ser uma oportunidade para a aceleração da Transformação Digital na saúde, ainda há muitos obstáculos a serem enfrentados para tornar essa mudança uma realidade em todo o país.

Descubra quais são alguns dos principais entraves na Transformação Digital na saúde hoje, em nosso último texto da série.

Os entraves na Transformação Digital na saúde

Uma dificuldade que muitas organizações de saúde estão enfrentando no processo de Transformação Digital, que ficou bastante evidente neste período de quarentena, é a imaturidade de seus processos.

Apesar de parecer um mercado já bastante tecnológico, a realidade mostra que não é bem assim, pois muitos processos básicos são feitos de forma ainda analógica.

Um exemplo são as instituições que ainda fazem escalas médicas em planilhas de Excel. Se antes da pandemia este já não se mostrava um método de organização eficaz, agora, em um cenário de sobrecarga extrema, com médicos trabalhando por 18 horas diárias ou mais, o modelo se tornou insustentável.

Quando médicos na linha de frente precisam ser subitamente afastados por grau de estresse elevado, ou por contaminação pelo COVID-19, o controle das escalas médicas e de ajustes na escala precisa ser feito de maneira rápida, integrada, prática e eficiente, para evitar erros e gaps nos plantões.

Fazer isso sem tecnologia é inviável. É necessário buscar por soluções digitais, em vez de sobrecarregar ainda mais as equipes com trabalhos manuais e burocráticos que geram muito esforço por parte das instituições e podem não trazer os melhores resultados.

A pauta da Transformação Digital, apesar de em alta neste momento de necessidade, não é uma pauta recente. Empresas analógicas já vêm tentando implementar a Transformação Digital há algum tempo, no entanto, a realidade é que 70% delas falha neste processo. Saiba quais os motivos neste artigo.   

O digital é um caminho sem volta e, para se efetivar como solução verdadeira, precisamos, além de ferramentas digitais que facilitem os processos, de profissionais capacitados para liderar essas mudanças.

Os profissionais de saúde do futuro

 O mercado como um todo tem, cada vez mais, valorizado profissionais com competências e formações múltiplas, com olhar multidisciplinar, e aqueles que se adaptam facilmente a equipes multiprofissionais.

Com o crescimento exponencial e internacionalização das empresas e maior concentração de profissionais de tecnologia no sudeste do país ou no exterior, a tendência de modelos de home office e trabalho com equipes remotas será cada vez maior. As empresas, inclusive as da área da saúde, devem se preparar para este desafio.

Para que isso se torne viável, será preciso amadurecer a gestão das organizações, criar políticas sólidas de home office e, até mesmo, mudar o mindset de gestores e líderes.

Mais uma vez, a quarentena possibilitou que muitas empresas vivenciassem isso pela primeira vez. Enquanto empresas digitalmente mais maduras tiveram menos adaptações a fazer, por já terem políticas de home office, por exemplo, empresas analógicas se viram na necessidade de reestruturar todo o seu modelo de negócios da noite para o dia, para possibilitar que seus colaboradores pudessem trabalhar à distância.

Na área da saúde, é preciso avaliar quais atividades são passíveis de serem realizadas à distância. Para os médicos, por exemplo, pré-consultas e consultas de rotina podem ser realizadas com ferramentas de telemedicina, não de forma substitutiva, mas complementar.

Já para profissionais da equipe administrativa, o modelo de equipes remotas é um caminho sem volta. Em alguns hospitais, a tendência tem sido considerar o modelo de equipe administrativa remota como regra. Ou seja, ter 100% da equipe, principalmente a de setores como o setor financeiro, de faturamento e comercial, trabalhando remotamente para o hospital.

O modelo de equipes remotas pode gerar até mesmo redução de custos para a empresa, que passa a ter menos preocupação com estrutura física para receber os colaboradores.

Assim, a estrutura de mesas fixas para cada colaborador da empresa, com a necessidade de ampliação do espaço físico conforme o crescimento da equipe, tenderá a deixar de existir. Com a equipe revezando os dias no escritório, é possível fazer um melhor uso do espaço.

No entanto, este novo modelo traz também preocupações sobre como fazer a gestão destes colaboradores.

Com os colaboradores fora do escritório ou do hospital, as métricas de produtividade baseadas em cumprimento da folha de ponto parecem sem sentido. Pode ser mais eficiente olhar para a entrega e para os resultados alcançados por aquele profissional, por exemplo.

O profissional do futuro necessita de maior flexibilidade, seja em relação aos horários de trabalho, ou ao trabalho remoto. Por isso, os gestores precisam começar a reinventar seus modelos de gestão para atender às demandas desta nova geração de profissionais.

Inclusão digital na saúde

Além de novos modelos de gestão, a inserção da tecnologia na saúde pede também uma certa adaptação dos profissionais, acostumados com o modelo analógico, para o modelo digital.

Isso implica na necessidade de um olhar mais aberto para a tecnologia, o que não significa dominar todas as linguagens de programação, mas ter uma noção e saber liderar times da área.

Para os médicos, a Transformação Digital na Saúde traz a necessidade de investimento em capacitação profissional para o uso das novas tecnologias, tanto para estudantes e jovens profissionais, quanto para profissionais já há mais tempo no mercado.

Para os gestores de saúde, além de capacitação para o uso, é necessário uma capacitação para que sejam capazes de atuar ativamente na construção e aplicação dessas novas tecnologias. É preciso saber falar a língua da saúde digital.

A união entre gestores, médicos e profissionais de tecnologia é fundamental para todo o setor de HealthTech, para que possamos criar soluções verdadeiramente sustentáveis e com embasamento técnico, ético e científico.

Por isso, a inclusão digital dos médicos, sejam eles estudantes, residentes, ou profissionais mais experientes é essencial. O investimento em capacitação profissional e atualização dos currículos universitários deve ser pauta prioritária para os profissionais da categoria.   

Os gestores de saúde e médicos do futuro devem ter este perfil mais híbrido e aberto para experimentar, debater e participar ativamente da criação de novas ferramentas tecnológicas, rumo à Transformação Digital da área da saúde como um todo.

O cenário causado pelo coronavírus trouxe a oportunidade de aquecer a discussão sobre a necessidade da Transformação Digital nas empresas de todos os setores, inclusive na área da saúde. Mesmo na adversidade, temos a chance de colher também bons frutos e nos prepararmos para os desafios do futuro.

Você pode conferir, na íntegra, o bate-papo que gerou essa série de artigos, no YouTube do nosso parceiro Health Innova Hub!

Não deixe também de acompanhar nossas redes sociais, para saber quando novos conteúdos serão publicados. Vem com a gente no Linkedin e no Instagram!

da adversidade a oportunidade
Transformação Digital na Saúde

Da adversidade à oportunidade: A telemedicina e a saúde digital

Como a telemedicina pode ser explorada para diversificar o modelo de negócios para as organizações de saúde e quais os próximos passos rumo à Transformação Digital na área da saúde.

Na live que aconteceu no dia 29/04, no canal da Health Innova Hub com Fernando Cembranelli, CEO da Health Innova Hub, nossa CEO, Isabela Abreu, conversou sobre como a crise causada pela pandemia do coronavírus no Brasil pode ser uma oportunidade para acelerar a Transformação Digital na Saúde.

Com base nos temas discutidos, criamos uma série de artigos para te deixar atualizado sobre os principais assuntos relacionados à saúde digital, durante este momento de crise. 

No primeiro deles, falamos sobre como a crescente transformação digital está sendo responsável por uma nova revolução industrial, trazendo novos modelos de negócios e novos perfis de consumidores, com novas exigências. Descubra agora quem é o novo consumidor de saúde e como se preparar para atendê-lo.

Sabemos que o isolamento social causou grandes mudanças em nossas formas de nos comunicarmos, estudarmos, consumirmos e trabalharmos.

O presencial e o analógico deram lugar ao uso da tecnologia para a realização das atividades diárias à distância. Nunca antes as ferramentas tecnológicas tiveram uma oportunidade tão grande de mostrar o seu potencial e valor.

Só saberemos ao certo todos os impactos disso daqui há algum tempo, mas sabemos que não seremos mais os mesmos. Consumidores e empresas sairão transformados deste período, inclusive empresas da área da saúde.

Por isso, é essencial estarmos cientes dos possíveis cenários, para que sejamos protagonistas na transformação que está por vir.

Telemedicina: um primeiro passo para a Transformação Digital na saúde

A telemedicina é uma nova modalidade de prática médica, que possibilita que consultas, que antes eram feitas exclusivamente de forma presencial, sejam feitas à distância. 

Durante a quarentena causada pelo coronavírus, a telemedicina se provou a melhor alternativa para garantir a continuidade do cuidado médico para muitos pacientes, gerar receita, manter a produtividade, diminuir gargalos e desafogar as filas de espera nos hospitais.

Algumas ferramentas de telemedicina chegaram a registrar mais de 5000 atendimentos realizados na plataforma em um único dia, um número inimaginável para a realidade da maior parte das clínicas do país. 

Após ter sido regulamentada, muitas empresas surgiram oferecendo ferramentas de telemedicina rápidas e aparentemente eficientes. No entanto, são poucas as que possuem requisitos mínimos de segurança de dados, deixando médicos e pacientes em situação vulnerável.

Um exemplo de ferramenta inadequada para a prática da telemedicina é o Whatsapp. Além de problemas como falta de limites de horários para os questionamentos dos pacientes, o aplicativo não garante a segurança das informações transmitidas por ele e não cumpre os requisitos éticos e, futuramente, legais para a prática da telemedicina.

O Whatsapp não garante sigilo, por ser vulnerável à ataques de clonagem como SIM swap e de extração de backups, implicando em duas formas de acesso às mensagens trocadas entre médicos e pacientes. Há também coleta de dados de seus usuários pela própria empresa responsável pelo aplicativo.

Outra dificuldade é a falta de ferramentas de verificação de certificados de atributo, que impede que pacientes e médicos tenham a segurança de saber que a pessoa do outro lado é realmente quem ela diz ser. 

Uma dúvida frequente tem sido sobre qual ferramenta de telemedicina utilizar, dentre tantas opções disponíveis no mercado. Neste momento de urgência, a recomendação é escolher a que melhor atenda às necessidades dos médicos e de seus pacientes: que possuam uma boa usabilidade e que ofereçam segurança para todas as partes.

No entanto, passada a pandemia, é importante a continuidade das discussões sobre telemedicina, para que sejam feitas as regulamentações necessárias e definidas quais as melhores práticas no exercício profissional e para que possamos entender o objetivo do uso da telemedicina pelas instituições e, a partir disso, avaliar se as ferramentas em uso atendem às suas necessidades.

Assim, a escolha das plataformas poderá ser feita com base em critérios como qual agrega maior valor ao negócio, qual oferece a experiência que você quer dar aos seus pacientes, qual tem os melhores diferenciais. 

Muitas organizações, principalmente grandes empresas, já têm percebido que as plataformas de prateleira atuais são pouco customizáveis e não atendem completamente às suas demandas, sendo necessário buscar por soluções que ofereçam maior customização e adequação à realidade de sua organização.

É importante que as empresas comecem a olhar para a telemedicina como um novo modelo de negócios, que tem ainda um grande potencial a ser explorado.

As pessoas migraram para o digital buscando serviços que ofereçam comodidade e que possuam alto valor agregado. O novo consumidor quer ter experiências incríveis. Mas como oferecer comodidade e experiências incríveis na área da saúde?

No primeiro momento, soluções como as ferramentas de telemedicina e aplicativos de agendamento já resolvem algumas dores dos pacientes de forma eficaz. Mas não podemos parar por aí. Devemos buscar novas formas de reinventar o mercado da saúde, para atender às demandas dos novos consumidores, cada vez mais exigentes.

Neste sentido, a tecnologia se mostra, cada vez mais, como a mais importante aliada rumo ao futuro. A saúde do futuro é a saúde digital.

Se você quer saber mais sobre telemedicina e saúde digital, confira  os principais tópicos abordados no HealthTech Business: from the present to the future, um evento especial de aquecimento para o Global Summit Telemedicine & Digital Health, do qual também participamos.

O futuro da saúde digital

Se os estabelecimentos e profissionais de saúde querem estar prontos para atender às demandas dos novos pacientes, a saída é a Transformação Digital.

Se no passado ser digital era apenas ter um site, hoje não é mais assim. As empresas precisam ser digitais como um todo. A Transformação Digital é um meio de trazer tecnologia para as organizações, de forma estratégica e alinhada às necessidades do negócio, à cultura organizacional e às pessoas.

Para fazer Transformação Digital, é preciso olhar para o que você faz hoje, para as suas dores, perceber as tendências e criar uma forma completamente diferente e inovadora de fazer isso, com o uso da tecnologia.

Para a saúde, fazer Transformação Digital é pensar em como reinventar os seus modelos de negócios, de forma a estarem preparadas para os desafios do futuro, como pandemias de novos vírus e consumidores cada vez mais exigentes.

Assim como a indústria como um todo foi modificada pelos avanços tecnológicos, a saúde também será. Pensando na evolução da tecnologia em saúde ao longo do tempo, a HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society, Inc.), referência global em saúde digital, propôs o seguinte modelo:

Pensar em como os pacientes consomem saúde é fundamental para criar novos modelos de negócios, como exames digitais mais práticos e intuitivos do que os que já são feitos hoje, estruturas de armazenamento e processamento de dados que possibilitem um analytics completo dos pacientes que fazem todos os seus exames no mesmo laboratório, telemetria e telemonitoramento de pacientes crônicos, de pacientes recém-operados, gestantes ou diabéticos.

É importante também que os gestores de saúde comecem a olhar para os dados que possuem de seus pacientes com mais atenção, para transformá-los em informações relevantes, que possibilitem a tomada de decisões de negócios.

A grande promessa da saúde digital, de acordo com a HIMSS, é a alavancagem de tecnologias digitais para transformar a prestação de cuidados em saúde do modelo atual para um futuro no qual os sistemas de saúde buscam conectarem-se significativamente com as pessoas, para oferecer-lhes não mais o tratamento de doenças, mas saúde e qualidade de vida.

As tecnologias necessárias para a mudança já estão por aí. No entanto, ainda há desafios a serem superados para a Transformação Digital na Saúde brasileira acontecer, como imaturidade nos processos das empresas e falta de profissionais capacitados para liderar o caminho.Para saber como lidar com estes obstáculos, continue nos acompanhando pelo Linkedin Instagram. E acompanhe a publicação dos novos conteúdos!

da adversidade a oportunidade -2
Outros

Da adversidade à oportunidade: O que buscam os novos consumidores de saúde?

A nova revolução digital tem alterado cada vez mais a forma como as pessoas consomem. O que podemos esperar dos novos consumidores de saúde e como podemos nos preparar para atendê-los?

Na live que aconteceu na semana passada no canal da Health Innova Hub com Fernando Cembranelli, CEO da Health Innova Hub, nossa CEO, Isabela Abreu, conversou sobre como a crise causada pela pandemia do coronavírus no Brasil pode ser uma oportunidade para acelerar a Transformação Digital na Saúde.

Com base nos temas discutidos, criamos uma série de artigos para te deixar atualizado sobre os principais assuntos relacionados à saúde digital, durante este momento de crise. Você está lendo agora o primeiro deles!  

O cenário no Brasil hoje, com a pandemia do coronavírus, tem causado grande impacto em nossos padrões de consumo.

O isolamento social mudou a forma como trabalhamos, consumimos os shows dos nossos artistas favoritos, fazemos mercado, nos comunicamos com nossos familiares e amigos e, até mesmo, como consumimos saúde.

É a primeira vez que vemos a tecnologia ser amplamente utilizada como primeira opção para questões que sempre foram resolvidas de forma majoritariamente analógica.

Esse fato inédito terá grande impacto, tanto para os consumidores, quanto para as grandes empresas, inclusive para as empresas da área da saúde. Assim, conversar sobre o tema e entender quais serão os impactos é fundamental para que sejamos protagonistas na transformação que está por vir.

A nova revolução digital

A revolução digital pela qual o mundo hoje está passando vem pra definir um novo modelo de gestão de negócios, sejam eles do setor industrial, de varejo, ou de serviços, como a saúde.

Ela é marcada pela transformação radical da sociedade, graças à evolução das tecnologias de informação, automação, inteligência artificial e big data e promete mudar completamente a forma como nos comportamos, consumimos e produzimos hoje, em escala, alcance e complexidade. 

A revolução digital é marcada por:

  • interoperabilidade: capacidade de comunicação transparente entre diferentes sistemas de informações;
  • virtualização: serviços e ferramentas passam a ser oferecidos de forma virtual, facilitando o acesso por multidispositivos, à qualquer hora e local. É o princípio da realidade aumentada e realidade virtual;
  • descentralização dos processos decisórios: os sistemas digitais tem autonomia para tomar decisões baseadas em análise de dados;
  • tempo real: necessidade de captura, análise e transformação de dados em tempo real, permitindo maior agilidade e awereness na tomada de decisões;
  • orientação a serviços: estilo de arquitetura de software que tem como princípio que as funcionalidades das aplicações devem ser disponibilizadas na forma de serviços;
  • modularidade: produção por demanda e customização de produtos e serviços.

O que muitas organizações parecem ter dificuldade para perceber é que a revolução digital já começou. Grandes empresas hoje já fazem parte dela, como a Netflix, Uber, Ifood, dentre outras que, com suas propostas disruptivas, mudaram para sempre os seus mercados.

Conforme negócios disruptivos são criados, mudando para sempre antigas estruturas de negócios já bem delimitadas e consolidadas, nasce também, uma nova classe de consumidores: o consumidor 4.0.

Um novo consumidor: o consumidor empoderado

Quem hoje se imagina ligando para a central de táxis para solicitar um carro? Ou indo até uma videolocadora escolher um filme para assistir? Ou ainda, colecionando ímãs e folders de restaurantes para pedir o jantar?

Aplicativos de compras, transporte e delivery, bancos digitais e serviços de streaming mudaram, para sempre, antigos hábitos de consumo. Os consumidores de hoje já resolvem a maioria de suas dores de forma digital.

São também consumidores que sabem o que querem e que buscam por conta própria quais as melhores alternativas para resolver seus problemas, mesmo se tiverem que pagar mais caro por elas.

O consumidor 4.0 valoriza o acesso à informação, a comunicação, o atendimento ágil e impecável e a experiência com o produto ou serviço. 

O mercado da saúde também tem, aos poucos, se inserido nesta nova era e precisa evoluir ainda mais para responder às expectativas e necessidades dos novos consumidores.

Referência na área da saúde, a HIMSS fala sobre o consumidor empoderado, como sendo aquele que procura, por conta própria, informações relevantes sobre sua saúde. São pacientes que querem entender todas as suas possibilidades de tratamento, seus riscos e benefícios, para tomar melhores decisões sobre sua saúde.

Pacientes como estes têm maiores chances de reconhecer riscos e erros, e desafiam a hegemonia do modelo tradicional de saúde, no qual o médico é quem toma, sozinho, as decisões sobre os cuidados do paciente. O paciente 4.0 quer participar das decisões sobre seus cuidados, quer ter acesso à todas as informações sobre seu tratamento.

O modelo tradicional de saúde para curar doenças também não interessa mais aos pacientes do futuro, que tendem a buscar por modelos centrados no consumidor, nos quais são utilizados recursos digitais, ferramentas e dispositivos que permitam a criação de estratégias personalizadas de manutenção de saúde e bem-estar, garantindo a atenção às suas necessidades, valores e objetivos pessoais.

Empresas de todos os setores hoje estão buscando por melhores estratégias para garantir a melhor experiência para seus consumidores, e na área da saúde não é diferente.

A jornada do paciente deve ser uma preocupação para todos os gestores de saúde. Com boas experiências, é possível manter o paciente engajado e disposto a continuar utilizando os seus serviços.

Para garantir este engajamento, é necessário oferecer um serviço centrado no paciente, o que inclui acesso às suas informações médicas, autonomia e uso de tecnologia para tomadas de decisões pautadas em dados e conexão digital, para oferecer suporte e informações de acordo com as demandas dos pacientes.

Não há como continuar ofertando serviços analógicos para estes consumidores digitais. Para manter a qualidade do atendimento e satisfação dos usuários, a saúde precisa também ser digital.

Com a crise do novo coronavírus, muitos estabelecimentos de saúde perceberam tal necessidade, havendo poucas alternativas que não fossem as soluções digitais, seja para continuarem gerando receitas, para proteger seus médicos com EPI’s, ou para diminuir gargalos. Uma delas, amplamente adotada, foi a telemedicina.

No próximo artigo, vamos conversar sobre como a telemedicina tem sido usada durante este período de quarentena e quais as perspectivas para o futuro da saúde digital no país. Você não pode perder!

Acompanhe as nossas redes sociais para ter acesso às novidades em primeira mão: Linkedin Instagram

post com filtro
Transformação Digital

Os desafios da Telemedicina e Saúde Digital no mercado brasileiro

Os destaques do painel “HealthTech Business: from the present to the future”, o evento especial de aquecimento para o Global Summit Telemedicine & Digital Health

Sua organização de saúde está preparada para enfrentar os desafios que o mundo contemporâneo impõe sobre a área da saúde? Qual o impacto que a pandemia do COVID-19 está causando no seu negócio hoje e no futuro?

Foram questionamentos como estes que mobilizaram, no último 23 de abril, oito renomados profissionais da área da saúde e tecnologia a dialogarem sobre o mercado de HealthTech no Brasil hoje e quais as perspectivas para o futuro. Em um cenário crítico, que forçou desde grandes organizações de saúde até médicos autônomos a se utilizarem das tecnologias disponíveis para manter o atendimento e acompanhamento de seus pacientes, há diversas possibilidades de reconhecimento e desenvolvimento da potencialidade da Transformação Digital na Saúde.

O painel HealthTech Business: from the present to the future, organizado como um aquecimento para o Global Summit Telemedicine & Digital Health, que acontecerá entre os dias 13 e 15 de outubro deste ano, contou com a presença de nossa CEO, Isabela Abreu, como uma das palestrantes. No painel, os palestrantes se propuseram a demonstrar como as tecnologias exponenciais estão transformando a área da saúde, compartilhando os desafios da Telemedicina e Saúde Digital no mercado brasileiro. Confira os principais assuntos debatidos:

Aceleração na saúde digital durante a pandemia do COVID-19

 Não há dúvidas de que a situação de quarentena imposta a todo o país, forçou empresas e médicos autônomos a buscarem soluções tecnológicas para viabilizar a continuidade de seus serviços. Neste sentido, a crise mostrou-se como uma oportunidade para acelerar a Transformação Digital nas empresas, ou pelo menos, provou a necessidade de a Transformação Digital acontecer o quanto antes.

Em um cenário no qual o isolamento social mostrou-se como a melhor opção, a tecnologia trouxe o seu potencial de aproximar médicos e pacientes. O número de pessoas recorrendo à telemedicina aumentou muito desde o início da pandemia, levando aos pacientes o acesso a médicos e informações de qualidade, para tirar suas dúvidas, muitas vezes simples. Essa iniciativa diminui os riscos de exposição do paciente, que, em muitos casos, acaba não precisando ir pessoalmente aos hospitais e pronto socorros, graças ao poder da tecnologia.

No entanto, é preciso um olhar crítico dos gestores de saúde para entender se o que está sendo feito em sua organização é Transformação Digital, ou seja, um processo estruturado e estratégico de mudança total de mindset de todos os líderes e colaboradores e de cultura organizacional, rumo a um modelo de gestão ágil e digital, ou se apenas estão sendo adotadas tecnologias que atendem paliativamente às dores do momento.

Na pressa para viabilizar a continuidade dos serviços, muitos gestores têm adotado soluções sem analisar com cuidado quais oferecem, de fato, os melhores custo benefício. No contexto atual, diversas ferramentas foram criadas e têm sido ofertadas para a área da saúde, sem que tenham os mesmos cuidados,  éticos, técnicos e de segurança de dados, que ferramentas mais maduras já possuem.

Tornando-se digital e escolhendo as melhores opções para o seu negócio

 Com tantas opções de plataformas de telemedicina diferentes, pode ser difícil tanto para os médicos, quanto para os gestores de estabelecimentos de saúde escolherem quais utilizarem.

Dentre os critérios essenciais para a escolha da melhor plataforma para o seu negócio, se encontram a criação de parcerias com empresas que buscam validar suas ferramentas, tanto tecnicamente quanto eticamente, levando em conta critérios e protocolos básicos de segurança de dados e LGPD

Também é preciso avaliar a possibilidade de customização da plataforma, de forma a garantir o atendimento das necessidades particulares de seu estabelecimento de saúde.

A telemedicina, assim como a plataforma que é utilizada para realizá-la, deve ser um facilitador, uma ferramenta para garantir a melhor experiência, tanto para os médicos, quanto para os pacientes.

Antes de escolher qual a melhor ferramenta para o seu negócio, portanto, você deve se perguntar qual o seu objetivo em adotá-la, qual o valor que você quer entregar e que experiência você quer oferecer para os seus clientes, tanto internos quanto externos.  

Lembre-se: você não precisa se limitar a uma ferramenta! Experimente algumas e avalie qual é a melhor para o seu modelo de negócio.

Telemedicina e jornada do paciente

Entendemos a telemedicina como um facilitador da relação entre operadoras de saúde, médicos e pacientes.

Para a nossa CEO, Isabela Abreu, a telemedicina é fundamental nesse cenário de COVID-19, como uma forma de reduzir gargalos nos Pronto Socorros, gerar novas receitas para estabelecimentos que estão ociosos e levar o atendimento para quem está isolado em quarentena.

O contexto atual foi favorável para que médicos e pacientes vencessem alguns preconceitos em relação à telemedicina. 

Se antes a discussão sobre a telemedicina estava restrita apenas à profissionais da área da saúde e de tecnologia, tivemos uma ampliação do diálogo sobre o tema para pacientes e público geral. A experiência será muito útil para fomentar os necessários debates e regulamentações para tornar ainda melhor a experiência para todas as partes envolvidas.

Um fator a ser observado, por exemplo, é o quanto de integralidade da jornada do paciente as plataformas de telemedicina abarcam. Mais do que softwares de vídeo chamadas, ou ferramentas que contemplem apenas etapas isoladas da jornada, estas plataformas devem oferecer prontuários personalizáveis, encaminhamentos, prescrições eletrônicas com assinatura digital, solicitações de exames, integração de pagamento com a fonte pagadora, e integração com laboratórios.

Além de médicos autônomos e clínicas, as operadoras de saúde já têm aderido à telemedicina, como uma forma de se aproximar de seus clientes finais, evitar viagens desnecessárias aos hospitais e pronto socorros e viabilizar o acesso à saúde neste momento de pandemia.

Melhores práticas em telemedicina e inclusão digital

 Como já foi dito, pensar em melhores práticas envolve avaliar e escolher as melhores opções de plataforma para o seu negócio. Mas não é só isso!

Outras práticas importantes incluem aproveitar o momento para reinventar o seu modelo de negócios, estar atento às novas possibilidade e buscar parcerias com instituições sérias de HealthTech, instituições de ensino, e instituições da área da saúde de forma geral.

É só por meio do diálogo e construção coletiva que será possível encontrar as melhores formas de aproveitar a tecnologia exponencial e levar a inclusão digital para os professores e estudantes de medicina, novos médicos e profissionais da saúde já mais maduros. 

Para que todos possam ser incluídos nas práticas de telemedicina e na transformação digital como um todo, é necessário uma reestruturação na formação de novos médicos, se não nos currículos das universidades, pelo menos nas residências médicas.

É sempre importante lembrar que a verdadeira transformação se faz por meio das pessoas. Assim, a inclusão se faz necessária não só para os gestores do futuro, que estão saindo das universidades, como para os gestores de hoje que já são grandes prescritores e para médicos  mais experientes que não podem ser excluídos desta pauta. Precisamos de pessoas capacitadas, para que elas sejam as precursoras das grandes mudanças, como a Transformação Digital na saúde.

Privacidade e sigilo: como garantir a segurança da informação

Uma discussão fundamental hoje é sobre como garantir a segurança de informações sensíveis, como as informações médicas, para profissionais da saúde e seus pacientes.

Como garantir que a pessoa que está utilizando a plataforma é, de fato, o médico ou o paciente que se cadastrou nela? Como ter certeza de que o médico está realmente apto à exercer a profissão?  Quais os certificados de atributo utilizados pela plataforma?  Os dados são criptografados? As receitas médicas possuem assinatura digital?

Estes são alguns dos pontos de atenção na construção de plataformas eficientes de telemedicina. O cuidado com a qualidade do atendimento prestado, com o sigilo e a segurança das informações coletadas sobre os pacientes deve ser primordial em qualquer ferramenta tecnológica.

Além disso, dentre as melhores práticas de segurança de dados na saúde, está a adoção do padrão internacional do HL7 ®, que permite que as aplicações médicas troquem informações sensíveis de forma segura, garantindo o processamento, a comunicação e a integração dos dados.

Outro fator a ser considerado é a atenção à LGPD. Apesar de só entrar em vigor à partir de maio de 2021, é essencial que as empresas já comecem a se adaptar à nova legislação, de forma a garantir a segurança das informações coletadas sobre seus médicos e pacientes.

Conclusão

É fato que são nos momentos de maiores adversidades que surgem oportunidades com grande potencial de mudanças. Temos em nossas mãos todo o aparato necessário para revolucionarmos para sempre o setor de saúde brasileiro.

Estamos vivendo um momento de diálogo e atenção, mas também de inovação, reinvenção e desenvolvimento. Muitas startups estão nascendo, e as empresas mais tradicionais devem estar preparadas para arriscar e reinventar os seus processos.  

Para isso, precisamos garantir que os avanços que tivemos nessas últimas semanas não sejam perdidos nos próximos meses. Façamos deles uma semente rumo à transformação digital na área da saúde, em todos os seus setores.

Na RedFox, estamos sempre atentos ao que há de mais atual em saúde e transformação digital e você pode acompanhar todas essas novidades no nosso Linkedin e Instagram. Vem com a gente! 


5 dicas para melhor controle de contabilidade hospitalar-min (1)
Transformação Digital

Saiba porque 70% das empresas falham na hora de implementar a Transformação Digital

Grande parte das empresas falha na hora de implementar a TD, entenda o que fazer para maximizar suas chances de sucesso.

No atual momento em que vivemos,  a crise do COVID19 veio reforçar a necessidade das empresas serem ágeis e flexíveis e capazes de suportar tempos de incerteza, marcados pela redução da capacidade de geração de receita e queda na produtividade. Um dos grandes diferenciais que fazem com que algumas empresas se saiam bem neste momento é a tecnologia e a capacidade de transformar digitalmente parte do negócio e das operações, sendo muitas vezes decisivos e críticos para a sobrevivência das empresas.

A pauta da Transformação Digital nas agendas das empresas não é algo novo ou recente, muito pelo contrário, já consta na agenda de muitos CEOs há algum tempo, porém poucos líderes de fato tem colocado isso em prática e uma quantidade ainda menor realmente obteve resultados concretos. E por que será?

Vivemos cada dia mais em um mundo de incertezas e volatilidade. Nos anos 80, com o aumento do uso de computadores pessoais, as organizações começaram suas jornadas digitais através da digitalização de processos, produtos e serviços com o objetivo de reduzir custos e aumentar a eficiência. Este cenário deu início ao processo de Transformação Digital que seguiu ao longo dos anos 90 e 2000. Muitas organizações já digitalizam seus processos há mais de 30 anos e atualmente possuem canais digitais de interação com seus consumidores, mas será que isso já é suficiente? Será que isso é ser digital?

Com o consumidor cada vez mais digital, as empresas se viram com a necessidade de ter equipes digitais dedicadas para atendê-lo, dando início a  uma nova era e a um novo formato de fazer negócios.

Além do consumidor que se tornou digital,  surgiram novas empresas que já nasceram digitais e que conseguem comunicar e atender este cliente com maior agilidade e flexibilidade do que as empresas ainda analógicas.

Levar uma empresa analógica para o digital é uma tarefa árdua e muitas vezes é um percurso longo. Em uma pesquisa de 2019, da Harvard Business Review feita com os principais CEOs globais, indica que apenas 30% das empresas analógicas conseguiram de fato implementar com sucesso a transformação digital e colocar a empresa em outro patamar. O que faz com que 70% das empresas falhem neste processo de inovação? Isto representa mais de $900 bilhões de dólares jogados no lixo.

Um dos principais motivos desse insucesso deve-se à falta de um mindset para a mudança dentro das organizações. Isto, somado a uma cultura organizacional baseada no medo de errar e com pouco incentivo à inovação, levam estas empresas à fracassarem. 

Além disso, criar uma área de inovação apartada de todo o negócio da empresa é um dos erros clássicos das empresas que falharam neste processo. A inovação precisa estar DENTRO do negócio, entendendo a dor do cliente no dia a dia e repensando em novas formas de fazer a mesma coisa, agora com tecnologia. Não basta apenas aplicar tecnologia a um processo furado, você estará apenas espalhando o que está errado.

Um outro ponto de falha é o não envolvimento dos clientes internos no desenvolvimento de novas soluções e processos. Com o time de inovação normalmente apartado do dia a dia das áreas de negócios e operações, as soluções, muitas vezes inovadoras, não se encaixam no dia a dia da área de negócios. É comum também que os clientes internos não estejam dispostos a mudar a forma como fazem os processos atuais.

A transformação digital agora mais do que nunca é a chave da sobrevivência de muitas empresas, mas  só é possível se toda a empresa – desde o CEO até o estagiário – entenderem que é preciso se transformar incorporando novas metodologias, tecnologias e principalmente mindset. O RH tem um papel super importante neste processo.

Por onde começo? Como faço? Ou Onde errei e como posso acertar? 

Se você, gestor do futuro, tem essas dúvidas, nós podemos te ajudar a levar a sua empresa para o futuro. Clique aqui e saiba mais.

20200417-min
Transformação Digital

Oportunidades na crise: como a situação de pandemia pode acelerar a Transformação Digital nas empresas

Já é esperado que a pandemia do COVID19 tenha um impacto avassalador na economia global e alguns especialistas apontam que seus efeitos serão ainda mais severos do que os da crise financeira de 2008-09, mas como toda crise surgem oportunidades em várias áreas.

Com tudo que vem acontecendo, a sociedade já está se organizando de maneira completamente diferente do que estávamos habituados, mantendo distanciamento social e evitando contato próximo. Este novo comportamento tem repercussões diretas na economia, no mercado de trabalho e no relacionamento interpessoal. Ainda que distantes, as ferramentas tecnológicas têm permitido que nos mantenhamos conectados e comunicativos.

Como consequência da crise do COVID19, vamos assistir à aceleração da transformação digital em todo o mundo e não diferente no Brasil. É muito evidente a necessidade das empresas de estarem preparadas para produzir e comercializar bens e serviços, interagir com clientes e fornecedores e desenvolver atividades laborais remotamente. Para isso, há a necessidade urgente de incorporar tecnologias digitais em toda a cadeia de valor das empresas, o que, na maioria das vezes, implica em mudanças nos modelos de negócios e nos processos internos.

Estamos comprovando diariamente que o teletrabalho ou home office antes apenas falado e pouco praticado de fato, é perfeitamente viável com as tecnologias digitais disponíveis hoje, ainda mais que grande parte dos trabalhos já envolvia direta ou indiretamente o uso de tecnologia no dia-a-dia. Estamos vivenciando uma nova organização da sociedade, mesmo que forçadamente. A partir de agora, mesmo após o fim da quarentena, há de se questionar se há ainda a necessidade de boa parte das empresas terem grandes escritórios, em locais centrais, com o metro quadrado extremamente caro.

Ao mesmo tempo em que esta nova modalidade reduz custos operacionais para as empresas, se bem gerenciada, possibilita uma melhor gestão do tempo, reforça a autonomia individual, a organização, além de promover o bem-estar dos colaboradores ao evitar muito tempo gasto com deslocamentos.

O COVID-19 trouxe mais do que uma nova organização da sociedade, mas uma necessidade latente das empresas de incorporarem tecnologia nos seus produtos e serviços, além de fortalecer negócios que antes já eram digitais, como o caso dos e-commerces, que cresceram significativamente durante este período de crise.

Novos negócios surgiram ou foram remodelados da noite pro dia, exigindo inovação e tecnologia. Com isso, surgiu também uma nova demanda por profissionais capacitados e gestores com conhecimento de como fazer esta mudança de maneira rápida, seja para aproveitar as oportunidades do momento, ou para garantir a sobrevivência das organizações.

Em suma, a aceleração da Transformação Digital pode ser uma das poucas boas notícias deste momento que estamos vivendo. Muitas empresas sairão enfraquecidas desta crise pandêmica, mas a recuperação da economia e destas empresas não terá outro caminho se não pela digitalização e pela transformação digital dos modelos de negócios.

Para as empresas brasileiras, a transformação digital é uma oportunidade para melhorar a eficiência operacional, aumentar o diferencial competitivo e estreitar relacionamentos com os clientes. É um caminho sem volta. A transformação digital já chegou e é inevitável para o futuro.

Quer saber como você pode transformar a sua empresa, gerando maior eficiência nos processos internos? Nós podemos te ajudar.

covidpost-min
Transformação Digital na Saúde

#FightCovid19 – Todos unidos nessa luta!

É hora de unir esforços por uma causa maior: o combate à Covid-19!

Todos nós temos acompanhado o avanço exponencial do coronavírus pelo mundo, já declarado uma pandemia. A maioria dos países enfrenta sérios problemas para adequar seus sistemas de saúde contra os efeitos da Covid-19.

Não só a quantidade de leitos se torna insuficiente diante de tantos casos, mas os hospitais têm dificuldades para gerenciar as escalas de profissionais. No contexto geral, faltam médicos suficientes para suprir as altas demandas de atendimento em vários países, como a Itália.

Se não bastasse isso, as equipes já começaram a sofrer baixas consideráveis devido aos profissionais contaminados por Covid-19. E isso gera ainda mais lacunas nos corredores dos hospitais e UTIs. No Brasil mesmo, um dos casos mais graves é justamente de um médico de 65 anos.

É preciso, então, garantir que profissionais e instituições estejam unidos para correr contra o tempo e salvar as vidas que dependem desse cuidado. Mas como organizar as agendas e otimizá-las de forma a preenchê-las adequadamente?

Como a RedFox soma forças para combater a Covid-19

Como uma empresa focada em soluções para resolver problemas na área médica, nós da RedFox enxergamos a ameaça da Covid-19 como um importante momento para fazer a diferença na sociedade. Afinal, impactar pessoas e negócios é a nossa missão!

Pensando na relação entre pacientes contaminados e médicos disponíveis, resolvemos agir junto com o GoHealth para equilibrar essa conta. Para unir nossos esforços com médicos e instituições da saúde, estamos criando a iniciativa #FIGHTCOVID19.

Nossa campanha consiste na liberação gratuita da plataforma de gestão de escalas médicas GoHealth para as instituições de saúde que precisam de ajuda para dinamizar seu corpo médico durante o período da crise do coronavírus.

Entendemos que é hora de pensar no coletivo e, por isso, estamos dispostos a abrir mão da receita que a solução proporciona, simplesmente para fazer a diferença e contribuir positivamente na luta contra o coronavírus.

Força tarefa imbatível para combater o coronavírus

Queremos você médico e você gestor de saúde conosco nessa jornada! A ideia é proporcionar mais agilidade às escalas e plantões, além de facilitar o contato entre profissionais e instituições.

Precisamos de todos nessa incrível força tarefa para organizar as agendas das instituições e permitir que mais pessoas tenham acesso ao cuidado neste momento tão crítico.

Com a plataforma de gestão de escalas, as instituições conseguem ter mais flexibilidade e apoio para receber os pacientes. Assim, a população pode contar com uma equipe mais completa para proporcionar o cuidado que tanto precisa.

Os médicos também podem fazer a sua parte. Liberamos um banco de dados para cadastro dos profissionais que desejam assumir a linha de frente dessa luta. Você que deseja se disponibilizar para cobrir as vagas liberadas nos hospitais e UTIs, basta fazer o seu cadastro.

Acesse já a página da iniciativa contra a Covid-19 e participe. Essa luta, a gente ganha unindo forças!