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Outros Transformação Digital

5 cases de empresas que passaram pela transformação digital

Empresas que passaram pela transformação digital não só se consolidaram no mercado como se tornaram protagonistas em seus nichos . Segundo dados divulgados pela consultoria McKinsey, a expectativa de vida de uma empresa é de 15 anos. Além de fatores como má gestão, pode-se assegurar que, atualmente, insistir em processos analógicos é um caminho sem volta.

Mapeamos, neste artigo, alguns cases muito próximos do nosso dia a dia, de empresas que passaram pela transformação digital e você nem notou. Enquanto consumidores, estamos cada vez mais exigentes e focados em buscar produtos ou serviços focados na nossa experiência enquanto usuário.

Todavia, será que enquanto gestores nos preocupamos o suficiente em entender e entregar o que nosso consumidor espera? Liderar um processo de transformação digital requer uma visão plurilateral de todas as etapas que envolvem sua empresa. Desde a concepção de um projeto ao entendimento das dores que você pretende resolver, passando pela elaboração de soluções e pelas metodologias aplicadas para entrega, chegando à melhoria contínua de projetos.

Transformar digitalmente requer uma mudança significativa em toda a cultura da empresa para que os processos se tornem mais ágeis e transparentes. Entender a necessidade do usuário e as tendências de mercado antes delas se solidificarem são ações necessárias para que seu negócio seja, antes de mais nada, uma empresa do futuro.

Empresas que passaram pela transformação digital – cases

Mais do que discorrer, muitas vezes precisamos de exemplificações sólidas para entender melhor do universo com o qual estamos lidando. Neste caso de empresas que passaram pela transformação digital, neste artigo serão detalhados cinco cases muito próximos de todos nós para melhor entendimento sobre como essa mudança impacta diretamente todo um mercado.

Case 01 – Uber

Se imaginar telefonando para uma frota de táxis para solicitar um carro e ainda pagar uma fortuna em uma simples corrida, muitas vezes mais cara que viagens intermunicipais, parece hoje impensável, certo?

A Uber surgiu de maneira revolucionária justamente com a percepção de uma necessidade coletiva de um transporte individual rápido, digitalizado e economicamente viável para os usuários.

Dentre as empresas que passaram pela transformação digital, a Uber se destaca. Nascida em 2009, a startup permitia, inicialmente, que apenas usuários de San Francisco se conectassem com motoristas particulares de veículos de luxo.

Em pouco tempo, a expansão aconteceu para outras cidades dos Estados Unidos, bem como para outros países. Em 2012, nasceu o UberX, serviço que permitiu que qualquer proprietário de um veículo se tornasse motorista, garantindo também preços mais acessíveis para os consumidores.

Desde então, o número de usuários do app cresceu consideravelmente, diminuindo o consumo do transporte público. Hoje, a Uber está presente em todo o Brasil, chegando a ser disponibilizada até mesmo em cidades de pequeno e médio porte.

Case 02 – Netflix

Se alguém falar para as crianças e adolescentes de hoje sobre uma videolocadora, eles certamente não farão ideia do que se trata. É completamente irreal se imaginar indo até um espaço físico optar por um ou dois filmes para se alugar por um final de semana, ou esperar a boa vontade das emissoras de TV para acompanhar séries.

Empresas que passaram pela transformação digital entenderam que o consumidor não admite mais ser refém de escolhas de terceiros: quer ser independente e tomar suas próprias decisões. Em 2011, a Blockbuster, principal líder no mercado de locação de vídeos, decretou falência.

Inicialmente, a Netflix enviava DVDs por correio para a casa de seus clientes. Todavia, a empresa logo percebeu que seus usuários tinham outras necessidades, dando início à disruptura do mercado com o streaming de vídeos.

A agilidade e a mudança de mindset da Netflix levaram a empresa a a bater a marca de 137 milhões de assinantes em 2018. Atualmente, além de ofertar o serviço de streaming (que está cada vez mais competitivo), a Netflix se tornou uma das maiores produtoras audiovisuais do mundo, produzindo premiados filmes e seriados.

Case 03 – Magazine Luiza

Um dos casos mais impactantes de empresas que passaram pela transformação digital está no Brasil: é a varejista Magazine Luiza. Em 2019, o lucro da rede de lojas chegou a quase R$ 1 bilhão. E esse lucro, sem dúvidas, se deve ao processo de transformação digital que a empresa atravessou.

Em primeiro lugar, a estratégia adotada pela Magazine Luiza para se tornar referência no e-commerce teve início no reforço da equipe comercial, na mudança dos processos de venda e no investimento em marketing digital com foco em promoções.

De tal forma, a companhia passou a visar os consumidores que aderiram ao comércio eletrônico, sem deixar de oferecer melhor experiência nas lojas físicas com a ajuda da tecnologia. De tal forma, todos os pontos de contato dentro da loja foram conectados pela Magalu.

Depois de adotar uma cultura digital, a varejista também implementou uma plataforma de dados. O objetivo é definir os clientes com maior potencial de compra, de rentabilidade e de relevância. De posse de tais informações, é feita uma comunicação com os consumidores através de uma mídia programática, canais de vendas e listagem.

Case 04 – Spotify

A adoção de metodologias ágeis é essencial para implementar um processo de transformação digital. Se aliada ao uso de machine learning, podemos ver um exemplo como a Spotify, que se tornou a maior referência no mercado musical na atualidade.

Lançada em 2008, a companhia tinha foco em scrum, com uma abordagem de desenvolvimento ágil e madura. Mais tarde, foi esquematizada uma cultura baseada em times. Conforme a Spotify foi crescendo, o modelo de scrum passou por adaptações, aumentando também o número de gestores de processos na empresa.

Com o uso de metodologias ágeis e suas adaptações, a empresa desenvolveu um modelo de machine learning em que o aplicativo consegue aprender quais músicas seus usuários mais gostam de consumir. Assim sendo, o app consegue fazer indicações de acordo com os perfis.

A Spotify pode ser identificada também como exemplo de MVP – produto minimamente viável. O app foi lançado com recursos básicos, que atendessem determinadas necessidades iniciais de usuários. Posteriormente, a empresa aperfeiçoou o modelo e apresenta processos de melhoria contínua, nos quais são adicionadas novas funcionalidades.

Case 05 – Nubank

O mercado financeiro foi um dos mais impactados pela transformação digital. Mesmo que os bancos continuem mantendo altos índices de lucratividade, tais instituições precisaram lidar com o surgimento de bancos digitais.

Considerada uma das fintechs mais inovadoras do mundo pela Fast Company, a Nubank, outra companhia brasileira, não foi uma das empresas que passaram pela transformação digital. No entanto, o banco digital utilizou a digitalização como um ativo desde sua aparição no mercado.

A startup nasceu em 2013, trabalhando como uma operadora de cartão de crédito e oferecendo um serviço digital e sem anuidades. Assim sendo, a Nubank se posicionou com um grande diferencial no mercado, em que a cobrança de taxas é uma dor cara aos consumidores.

Em 2017, a empresa criou a NuConta, incluindo ali conta digital, gerida pelo próprio aplicativo, realizando serviços convencionais de bancos. Aqui, pode-se notar outro exemplo prático de MVP. Outro diferencial da Nubank foi seu serviço de atendimento diferenciado em um mercado em que há pouca aproximação com os clientes.

Os atendentes da startup são estimulados a sair dos roteiros tradicionais de comunicação, indo além de suas solicitações. A comunicação se destaca por ser pessoal e humanizada. O Nubank rompeu com a burocracia, excesso de taxas e falta de transparência desde a sua fundação, utilizando a tecnologia como aliada. O olhar foi ao encontro das dores recorrentes de usuários de outras instituições financeiras.

Os consumidores da Nubank também puderam se sentir autônomos e empoderados com o uso de diversas ações no app, como o bloqueio de cartão, solicitação de um novo e alteração de limite, sem ter de passar pela central de atendimento.

Conclusão sobre empresas que passaram pela transformação digital

Em síntese, empresas que passaram pela transformação digital estão presentes para mostrar que o futuro já chegou no mercado. E está sendo avassalador para quem insiste em se manter no mercado analógico.

A RedFox propõe soluções digitais que impactam diretamente o seu negócio. Através desses cases inspiradores, você pode pensar no que deseja para o seu negócio: se manter em um mercado naufragado onde poderá ser engolido pela concorrência ou estar um passo à frente dela.

Selecionamos um material gratuito para que você tenha os insights necessários para dar o primeiro passo na sua jornada de transformação digital. Baixe agora mesmo!

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Transformação Digital na Saúde

Como funciona a transformação digital na saúde?

Promover a transformação digital na saúde é uma urgência para os tempos modernos. Diante de um cenário de muitas incertezas e transformações quase instantâneas, encurtar caminhos, simplificar processos e humanizar relações tornou-se questão de sobrevivência. E na área médica, por exemplo, a transformação digital avança ferozmente.

Em primeiro lugar, é preciso entender que a transformação digital na saúde foi acelerada depois que a área passou por um verdadeiro furacão no último ano. De repente, o mercado de hospitais, clínicas e consultórios se viu obrigado a adotar, em pouquíssimo tempo, práticas que eram até então somente tendências para o futuro.

Se por um lado o revés obrigou, por questões emergenciais, a adoção de conceitos como a telemedicina, por outro os olhos de muitos gestores de saúde foram abertos. A transformação digital parou de ser opção e se tornou questão de sobrevivência, e isso tem levado muitas empresas do segmento de saúde a buscarem preparação para estarem um passo à frente no mercado.

Afinal, o que é a transformação digital na saúde?

Antes de mais nada, é necessário compreender que os consumidores vêm mudando, rápida e drasticamente, seus hábitos. Em outras palavras, transformação digital significa fazer uma conexão entre o que já existe e entre a nova realidade, sempre de olho no amanhã.

Se antecipar para o que o mercado venha a demandar antes mesmo das demandas surgirem é um conceito hábil de transformação digital. No entanto, este olhar analítico por parte dos gestores só surge depois de conquistar uma maturidade digital.

A transformação digital em saúde, embora muitos associem à mera digitalização de processos, vai além. Consiste, sobretudo, em uma mudança estratégica na estrutura de negócio, utilizando a tecnologia a favor da experiência e das necessidades do público, entregando resultados mais ágeis e humanizados.

Na indústria médica, transformar digitalmente requer:

  • Atendimento médico com base em dados;
  • Digitalização de processos de trabalho;
  • Foco na experiência do paciente;
  • Maior rapidez nos processos, reduzindo a burocracia;
  • Ênfase em melhoria e novas tendências.

Um bom primeiro passo para adentrar na transformação digital é compreendê-la minuciosamente. De olho nisso, selecionamos aqui um e-book para que você analise e identifique o passo a passo de como ingressar nesse modelo de negócios tão necessário para a atualidade.

Transformação digital na prática

Em primeiro lugar, deve-se pensar em transformação digital na saúde tal como ela funciona em outros exemplos que temos acesso como consumidores. Por exemplo, a Netflix e a Uber revolucionaram os mercados em que estão inseridas. No entanto, o foco das funções oferecidas pelos dois apps não é a tecnologia: esta é mero instrumento para garantir conforto e experiência do cliente.

No mercado da saúde, a maturidade digital ainda caminha a passos lentos. Até 2019, mesmo as grandes instituições do Brasil possuíam um nível de maturidade abaixo do ideal. Dentre os múltiplos benefícios que a transformação digital na saúde podem trazer, pode-se destacar a melhoria no atendimento.

Se o paciente é o protagonista do mercado, ouvi-lo é o primeiro passo. E a principal queixa de pacientes é, sem dúvidas, quanto ao atendimento. O papel da transformação digital, neste sentido, é utilizar de ferramentas e metodologias para resolver tais deficiências.

Com uma jornada mais sólida para os pacientes, digitalizando prontuários e histórico médico, ganham também os hospitais, clínicas e consultórios. Dentre os benefícios a serem obtidos, destacam-se a redução de custos, a maior transparência de processos e a melhoria no compilance.

Benefícios para a empresa

Transferir para os recursos tecnológicos a automação de processos manuais e burocráticos é uma das etapas fundamentais da transformação digital na saúde. Além da maior facilidade na visualização e transparência destes processos, estão a diminuição na chance de erros, favorecendo o compilance.

Como benefícios a serem destacados com os processos automatizados, pode-se citar a melhor facilidade para sua visualização. Isso, ademais, traz uma maior transparência para a gestão, diminuindo as chances de erros e favorecendo o compliance.

A redução em custos operacionais é outra vertente a ser explorada pela transformação digital na saúde. Glosas médicas são erros comumente evitados por esse processo. Para dar um início seguro, a dica é mapear todos os processos da empresa, identificando ali as maiores dificuldades.

O engajamento de pacientes também age para reduzir dores e pontos de desperdício na jornada do mesmo. O uso de wearable devices ou da telemedicina são acessos facilitadores para esta trajetória.

Resistência às mudanças

Um dos grandes impedimentos para o avanço da transformação digital na saúde é a resistência a mudanças. Universidades de medicina de todo o país, bem como instituições de saúde, se mostram muito resistentes às mudanças da tecnologia.

Superar os processos analógicos requer uma mudança na cultura organizacional da empresa, o que também faz parte do processo de transformação digital. A cultura de inovação, da tentativa e erro (sem medo de errar), é um dos principais caminhos para buscar soluções ágeis.

De modo a superar este entrave, pode-se buscar apoio de gestores de diversas áreas, como a de negócios, o RH, o Ti e a Comunicação. Com as forças unidas e com um direcionamento específico, é possível fazer as mudanças necessárias em todos os setores.

Com os setores unidos em um mesmo objetivo, o primeiro passo para fazer a transformação digital na saúde é promover uma revisão criteriosa dos processos, identificando os pontos de dores. Saber onde estão os problemas e saber selecionar as urgências é fundamental. Um erro frequente é tentar corrigir, de uma vez só, todas as questões complexas.

O mapeamento e a reestruturação das jornadas pode se dar através da metodologia do design thinking. Aplicado na saúde, o método cria soluções com inovação, agilidade e eficiência.

Em síntese, o impacto de uma adoção de transformação digital na saúde pode ser sentido em muitos espaços, por pacientes e por profissionais. Embarcar nesta caminhada futurista é uma necessidade do agora. Os desafios são muitos, mas acredite: depois da tomada de decisão, basta uma gestão qualificada e obstinada rumo a esse objetivo. Os resultados logo poderão ser sentidos. Se você deseja aplicar tal mudança na sua rotina, mas não sabe como começar, selecionamos abaixo um material exclusivo com ênfase em saúde.

Transformação digital na prática

Em primeiro lugar, deve-se pensar em transformação digital na saúde tal como ela funciona em outros exemplos que temos acesso como consumidores. Por exemplo, a Netflix e a Uber revolucionaram os mercados em que estão inseridas. No entanto, o foco das funções oferecidas pelos dois apps não é a tecnologia: esta é mero instrumento para garantir conforto e experiência do cliente.

No mercado da saúde, a maturidade digital ainda caminha a passos lentos. Até 2019, mesmo as grandes instituições do Brasil possuíam um nível de maturidade abaixo do ideal. Dentre os múltiplos benefícios que a transformação digital na saúde podem trazer, pode-se destacar a melhoria no atendimento.

Se o paciente é o protagonista do mercado, ouvi-lo é o primeiro passo. E a principal queixa de pacientes é, sem dúvidas, quanto ao atendimento. O papel da transformação digital, neste sentido, é utilizar de ferramentas e metodologias para resolver tais deficiências.

Com uma jornada mais sólida para os pacientes, digitalizando prontuários e histórico médico, ganham também os hospitais, clínicas e consultórios. Dentre os benefícios a serem obtidos, destacam-se a redução de custos, a maior transparência de processos e a melhoria no compilance.

Benefícios para a empresa

Transferir para os recursos tecnológicos a automação de processos manuais e burocráticos é uma das etapas fundamentais da transformação digital na saúde. Além da maior facilidade na visualização e transparência destes processos, estão a diminuição na chance de erros, favorecendo o compilance.

Como benefícios a serem destacados com os processos automatizados, pode-se citar a melhor facilidade para sua visualização. Isso, ademais, traz uma maior transparência para a gestão, diminuindo as chances de erros e favorecendo o compliance.

A redução em custos operacionais é outra vertente a ser explorada pela transformação digital na saúde. Glosas médicas são erros comumente evitados por esse processo. Para dar um início seguro, a dica é mapear todos os processos da empresa, identificando ali as maiores dificuldades.

O engajamento de pacientes também age para reduzir dores e pontos de desperdício na jornada do mesmo. O uso de wearable devices ou da telemedicina são acessos facilitadores para esta trajetória.

Resistência às mudanças

Um dos grandes impedimentos para o avanço da transformação digital na saúde é a resistência a mudanças. Universidades de medicina de todo o país, bem como instituições de saúde, se mostram muito resistentes às mudanças da tecnologia.

Superar os processos analógicos requer uma mudança na cultura organizacional da empresa, o que também faz parte do processo de transformação digital. A cultura de inovação, da tentativa e erro (sem medo de errar), é um dos principais caminhos para buscar soluções ágeis.

De modo a superar este entrave, pode-se buscar apoio de gestores de diversas áreas, como a de negócios, o RH, o Ti e a Comunicação. Com as forças unidas e com um direcionamento específico, é possível fazer as mudanças necessárias em todos os setores.

Com os setores unidos em um mesmo objetivo, o primeiro passo para fazer a transformação digital na saúde é promover uma revisão criteriosa dos processos, identificando os pontos de dores. Saber onde estão os problemas e saber selecionar as urgências é fundamental. Um erro frequente é tentar corrigir, de uma vez só, todas as questões complexas.

O mapeamento e a reestruturação das jornadas pode se dar através da metodologia do design thinking. Aplicado na saúde, o método cria soluções com inovação, agilidade e eficiência.

Em síntese, o impacto de uma adoção de transformação digital na saúde pode ser sentido em muitos espaços, por pacientes e por profissionais. Embarcar nesta caminhada futurista é uma necessidade do agora. Os desafios são muitos, mas acredite: depois da tomada de decisão, basta uma gestão qualificada e obstinada rumo a esse objetivo. Os resultados logo poderão ser sentidos. Se você deseja aplicar tal mudança na sua rotina, mas não sabe como começar, selecionamos abaixo um material exclusivo com ênfase em saúde.

Discussing website project
Estratégias de Negócios Produtos

MVP: metodologia ágil para lançamento de produtos

Levar um novo produto ou serviço ao mercado é sempre um empreendimento de risco para qualquer empresa, ainda que ela já não esteja mais dentro do conceito de startup. No entanto, existem técnicas e práticas para reduzir os riscos de falha em um lançamento. O MVP – Produto Mínimo Viável – é uma dessas ações.

O MVP se desdobra em três funcionalidades, que serão detalhadas neste artigo. Em primeiro lugar, é preciso entender que é preciso fazer existir um produto que resolva uma dor e que ele tenha um básico de funcionalidades. Estas, evidentemente, podem ser aprimoradas com o tempo.

Entendendo a necessidade do MVP: por que os produtos falham?

Os motivos que levam produtos a falharem são diversos, em muitas áreas. Segundo divulgado pela Oxford College of Marketing, existem cinco erros cruciais, frequentemente cometidos, para explicar as falhas. São eles:

  • Ausência de pesquisas independentes a respeito do mercado e do público-alvo a ser atingido;
  • O produto não atinge as expectativas prometidas e sofre críticas e má avaliação;
  • Uma campanha de lançamento fraca e problemática;
  • Regras de margem simples acabam trazendo prejuízos à política de preços;
  • O produto requer educação primária do consumidor, inaugurando uma nova categoria.

Uma vez que sejam identificados e compreendidos os problemas de um produto, buscar evitá-los já é um primeiro passo fundamental. Ao passo que foram criadas diversos sistemas de gestão e métodos para combater esses eventuais problemas.

O produto mínimo viável (MVP) não foi criado para contemplar apenas startups. Como já mencionado, estes fracassos não são incomuns em empresas já fortificadas e estabelecidas.

Para entender melhor sobre problemas internos em startups, selecionamos um material completo para você. Nele, confira casos de startups lançadas internamente que deram errado, de modo a compreender onde estavam os erros e como evitá-los.

Entendendo melhor o produto mínimo viável

Em síntese, o MVP é uma metodologia ágil, que visa gerenciar um produto, com o objetivo de finalizá-lo no menor período de tempo possível. Ao passo que se consegue acesso ao aprendizado de mercado já de início, o aprendizado também é validado no estágio inicial.

Como se sabe, o produto mínimo viável pode ser destrinchado em etapas. Para compreender seus processos, pode-se definir:

PRODUTO: O produto não é, necessariamente, um produto. Também pode ser um vídeo, um aplicativo ou uma hipótese de mercado. Em todo caso, ele é primordialmente uma ideia ao mercado, que precisará devolver as respostas sobre sua viabilidade ao empreendedor.

Ademais, é possível também fazer um MVP digital. Este pode ser um app desenvolvido com o menor número de recursos, de modo a ofertar os serviços e a experiência necessários em um dispositivo móvel. São os diversos tipos de inovação, como este, que permitem que as empresas se mantenham relevantes no mercado.

MÍNIMO: Quando se fala na capacidade mínima do produto a ser lançado, é preciso levar em conta que seja exercido um esforço mínimo para sua criação. Com o fim de focar e entregar resultados primordialmente básicos, o MVP necessita resolver um problema específico do usuário.

Sua funcionalidade se difere daqueles produtos finais desenvolvidos de maneira extensa e analítica, que demandam maior tempo e recursos. Assim sendo, é possível realizar melhorias contínuas e aprimoramentos no produto depois de seu lançamento, reduzindo custos e tempo. Caso haja a aceitação da audiência, novas ideias podem ser adicionadas ao catálogo de funcionalidades do produto.

VIÁVEL: Embora desenvolvido com um número limitado de recursos, o produto precisa ser, acima de tudo, viável. Em outras palavras, seu lançamento precisa, obrigatoriamente, ser útil e resolver uma dor do consumidor.

Além do mais, ele precisa ser atrativo o suficiente para engajar usuários. Um ponto a ser ressaltado é que a empresa não deve, jamais, prometer soluções que não se encaixem dentro do produto. Isso garante uma melhor reputação no mercado e o isenta de críticas negativas.

Como o MVP reduz as chances de falha no produto?

Em primeiro lugar, o MVP possibilita o início do aprendizado sobre o mercado o mais rápido possível, gastando menos tempo no desenvolvimento. A gestão de projetos convencional costuma focar seus esforços no lançamento de um produto perfeito em um primeiro momento. Isso torna a gestão ágil um excelente caminho a ser adotado.

Promover um lançamento rápido e antecipado garante que você receba uma validação de mercado impactante, bem como um feedback precoce. Tudo isso torna o projeto mais viável economicamente. Como a empresa não precisa empenhar todos seus investimentos no MVP, não existe o risco de ficar sem capital depois que descobrir que os consumidores não desejam seu lançamento.

Outra boa ideia é a construção de um protótipo que passe por testes de usuário para a compreensão do mercado pré-lançamento. Segmentar e acompanhar potenciais consumidores do seu produto, mensurando seus hábitos em redes sociais, é outra maneira de se esquematizar as pesquisas.

Cases de sucesso

Uma boa exemplificação de MVPs bem-sucedidos e famosos é através das redes sociais. O Instagram, por exemplo, foi criado com um recurso de compartilhamento simples de fotos, com número limitado de filtros. O mercado de aplicativo de imagens já estava saturado na época de seu lançamento. A proposta inicial era somar compartilhamento e edição de imagens em um só app.

Outro exemplo básico é o Spotify, que foi lançado inicialmente com uma única função: streaming de música. Hoje, o app apresenta diversos outros recursos adicionais para seus usuários premium.

Em síntese, um MVP diminui a chance de um lançamento de produto dar errado, mas não está imune a falhas. Sua principal função é reduzir os danos, custos e tempo que eventualmente possam ser perdidos.

Para além do citado, é preciso que você faça uma campanha de lançamento bem organizada, sabendo o real valor do seu produto: a precificação correta é tão necessária quanto conhecer a dor do público-alvo e garantir que ele compreenda as funcionalidades do projeto. Usuários confusos não convertem e a geração de críticas negativas pode acabar atrapalhando algo com bom potencial de mercado.

Tente buscar sempre o princípio da familiaridade: abuse dos aspectos do design digital que já sejam rotineiros e intuitivos. De tal forma, o tempo até que o produto se torne verdadeiramente familiar ao usuário será menor.

As metodologias ágeis fazem parte de uma estrutura de ideias delimitadas para garantir a melhor performance e agilidade do seu negócio. Aprenda mais sobre outras metodologias existentes para acelerarem sua empresa e a elevarem a um novo patamar em pouquíssimo tempo através do nosso e-book.

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Transformação Digital

Digitalização x Transformação Digital: você sabe a diferença?

Quando falamos no conceito de transformação digital, é comum que pessoas associem a expressão puramente a influências que a tecnologia vem exercendo em tudo ao nosso redor. Embora o pensamento não esteja totalmente equivocado, já que a digitalização faz parte deste processo, existem diferenças pontuais a serem esclarecidas.

A transformação digital é, antes de mais nada, um processo humano: ela é feita por pessoas e para pessoas. Seu principal objetivo é modificar as metodologias mais tradicionais de modo a tornar processos mais dinâmicos, ágeis, eficientes e humanizados. Tal transformação é promovida por pessoas e conduzida a partir de criatividade e de inovação.

Os transformadores digitais buscam afrontar as estruturas que já estão consolidadas e estar sempre um frente à passo dos demais. Em outras palavras, eles oferecem soluções pouco usuais para os novos consumidores do mercado.

É cada vez mais perceptível que a geração Z, dos nascidos entre 1994 e 1999, se consolida como a principal população economicamente ativa do país. Muitos deles já estão, inclusive, solidificados no mercado de trabalho e fazendo parte da transformação digital. Pensar em pessoas que cresceram com uma mentalidade bem diferente da de gerações anteriores, em meio às mudanças tecnológicas e sociais, é muito importante.

Transformação digital x digitalização: no que se diferem?

Em primeiro lugar, é importante salientar que a tecnologia favorece muito a transformação digital. Isso se dá, principalmente, porque a digitalização encurta caminhos e garante maior autonomia para o consumidor. Este, por sua vez, deseja ser cada vez mais independente em suas escolhas.

A gestão mais conservadora de oferta de serviços costuma impor a seu público restrições pelas quais os novos consumidores já não estão dispostos a enfrentar. Por exemplo, é através da digitalização de serviços que surgiram opções como:

  • Avaliação pública e visível da qualidade de empresas em sites de busca e redes sociais;
  • Mínimo contato com outra pessoa para solicitar itens (como o delivery ou o transporte privado);
  • Possibilidade irrestrita de escolhas individuais no próprio tempo e espaço (como plataformas de streaming);
  • Independência em pesquisas de produtos e serviços por preço, qualidade ou localização geográfica convenientes ao consumidor.

Observando bem os itens elencados, embora façam parte de um processo de digitalização, também podem ser encaixados como um olhar da transformação digital.

Isso ocorre porque o foco do desenvolvimento destas opções não foi pensada puramente em continuar oferecendo os mesmos serviços de outrora através do uso da tecnologia. A estratégia para a criação de gigantes como Netflix, Uber e Ifood foi pensada, primordialmente, para trazer maior conforto, rapidez, segurança e personalização aos clientes.

O consumidor atual sente cada vez mais uma necessidade de humanização e pessoalidade no atendimento. De olho nisso, a inteligência artificial acaba sendo uma aliada, bem como outras formas de personalização no atendimento. Como as mudanças são cada vez mais rápidas e os desafios maiores, em questão de segundos pode-se perder um cliente por um erro que antes não era comprometedor.

A pandemia de covid-19 acelerou os processos de transformação digital. Entender sobre como direcionar a gestão da sua empresa a um caminho mais livre de atrasos e mais focado nas mudanças requer um entendimento maior sobre o momento em que vivemos. De olho nisso, sugerimos aqui um material exclusivo para você hackear o novo normal e sair desta crise ainda mais fortalecido

Os pilares para a transformação

O primeiro dos três pilares centrais para a transformação digital é o foco na experiência do cliente. Neste quesito, é imprescindível que as empresas percebam que não é mais possível fazer negócio e ofertar produtos de acordo com o que elas mesmo desejam.

Um olhar desatento às demandas e às mudanças em padrões de consumo pode comprometer toda a estrutura do trabalho. Um case de sucesso neste sentido é a Netflix, que iniciou como uma simples videolocadora virtual e se tornou uma gigante produtora de séries e filmes.

Em segundo lugar, podemos citar os novos modelos de negócios. Um das principais vantagens neste sentido é que as empresas não se lançam no mercado já existente enfrentando as concorrentes já consolidadas. A opção é buscar inovações disruptivas, enxergando novas oportunidades e criando oferta em mercados com baixa concorrência.

E o terceiro pilar é a melhoria contínua nos processos manuais. Neste contexto, a digitalização favorece a transformação digital. É preciso que os processos internos da corporação não sejam prejudiciais à experiência dos clientes, principalmente nos canais de comunicação.

Softwares podem ajudar a padronizar os canais de comunicação (mesmo a interna), para que a própria comunicação da marca seja mais consistente em todas as etapas. Tal ação também impacta em redução de custos, permitindo que os colaboradores tenham mais tempo para se dedicar a outras funções mais estratégicas.

Com este artigo, resumimos a questão que antagoniza transformação digital e digitalização. No entanto, os conceitos podem ser contemplados de maneira muito mais ampla e complexa. Se você deseja se aprofundar melhor nos assuntos, baixe agora mesmo nosso material exclusivo para você e venha fazer parte dessa mudança.

burger
Transformação Digital

Como o MCDonalds tem conduzido a transformação digital

O mercado de fast food tem como um de seus grandes nomes o MCDonalds, empresa criada nos anos 1940 e espalhada por todo o mundo. A rede de hambúrgueres, bem como suas principais concorrentes, tem se espelhado em modelos tradicionais de gestão ao longo das últimas décadas.

No entanto, o MCDonalds chegou à percepção de um estancamento em seu crescimento. Com a finalidade de promover uma mudança de mindset, os executivos da varejista optaram recentemente por embarcarem de cabeça no conceito de transformação digital.

As estratégias de transformação digital ultrapassam os limites de investimento em puro marketing digital ou sistemas de tecnologia da informação. Em outras palavras, guiar essa trajetória é uma necessidade de sobrevivência para todos gestores de empresas que pensem a longo prazo.

A geração Z consiste no público nascido a partir de 1994. Ou seja, são consumidores que cresceram em contato direto com a tecnologia e, portanto, que vão exigir cada vez mais das empresas uma resposta a essa realidade. Boa parte deste público-alvo, nascido entre 1994 e 2002, já faz parte da população economicamente ativa, e contribui para o mercado de transformação digital.

Por serem surpreendentemente aptos para aprendizagens em velocidade rápida e transformações, os millennials se tornaram um dos centrais motivos que levaram empreendedores a buscarem esse novo tipo de gestão. E o MCDonalds vem, desde 2018, implementando mudanças significativas na sua maneira de lidar com o público.

Como o MCDonalds acelerou sua transformação digital

Com o propósito de impactar seus consumidores de maneira mais inteligível e dinâmica, o MCDonalds construiu, há pouco tempo, um escritório no Vale do Silício. A região, considerada polo tecnológico a nível mundial, estruturou inovações que já podem ser observadas por consumidores finais em suas próprias casas.

Todo esse processo adotado pela varejista se torna parte fundamental de um processo de cultura de inovação. Esta dialoga diretamente com um olhar além do que já está pronto ou planejado. É preciso coragem para se propor um autodesafio, principalmente quando se trata de empresas extremamente tradicionais, como é o caso.

Um dos pontos mais importantes a serem salientados neste sentido é a excelente usabilidade do aplicativo MCDonalds. Para se ter uma noção, o app é o terceiro mais baixado na App Store dos Estados Unidos, com mais de 50 mil avaliações positivas, dando uma média de 4,5 estrelas de satisfação.

Estes números são consideravelmente melhores que os do aplicativo do Burger King, principal concorrente do MC no segmento. O BK apresenta uma avaliação de apenas 2,7 estrelas, além de um número inegavelmente inferior de downloads.

Dentre as demais digitalizações de serviço do MCDonalds, pode-se destacar:

  • Balcões de autoatendimento;
  • Mecanismos para tornarem o drive-thru mais ágeis;
  • Cardápios digitais;
  • Parceria com aplicativos de delivery;
  • Excelente gestão do app do restaurante.

Sucesso no processo de transformação digital

Dentre as ações efetivas implementadas pelo MCDonalds depois que a rede de franquias comprou duas startups de tecnologia para promoverem seu processo de transformação digital, algumas merecem ser comentadas.

Com o uso de uma plataforma de aprendizado de máquina para personalização de serviços, a rede varejista consegue modificar o manu do drive-thru de acordo com o dia ou o clima.

Ademais, os postos de autoatendimento que agilizam e garantem maior autonomia ao consumidor já são uma realidade em uma grande totalidade dos restaurantes. Este serviço oferece o cardápio digital para que o cliente se sinta mais livre e independente para fazer suas escolhas.

Existe ainda outra modificação contundente no processo de gestão da gigante de fast food. Se antes era totalmente impensável solicitar uma refeição do MC do conforto do próprio lar, agora com a parceria com o Uber Eats, esta possibilidade já é concreta. O mercado em ascensão da comida por delivery é um dos grandes avanços adotados pela rede de franquias.

A transformação digital como um todo

Em suma, é perceptível que o trabalho de transformação digital é uma demanda que crescerá como foguete com o passar dos anos. Essa técnica não é sobre o futuro, mas sim sobre o agora e sobre como a tecnologia se tornou mais do que primordial e indispensável, mas sim como uma questão de se manter vivo e competitivo no mercado.

De olho nisso, o MCDonalds apresenta-se como um case de sucesso a ser analisado para promover inspirações. Seja qual for a área de atuação, entender a tecnologia como uma ponte para o futuro é imprescindível. Nós podemos te ajudar a trilhar seu caminho rumo ao novo. Baixe agora mesmo nosso e-book gratuitamente sobre o tema e comece a arregaçar as mangas para fazer, você mesmo, seu próprio amanhã.

Female doctor using her digital tablet in the office.
Digital Transformação Digital na Saúde

Top 5 tendências de digital para saúde

O ano de 2020 mostrou como os avanços tecnológicos vieram para ressignificar as relações humanas e profissionais em muitos espaços. As modificações no campo digital para saúde não são exatamente novidade, mas ganharam ainda mais enfoque desde o início da pandemia.

No início do ano, nós criamos um artigo sobre o que estava em alta no mercado digital para saúde. Todavia, é importante salientar que as transformações tecnológicas avançam a cada dia. Os processos disruptivos se reinventam a cada dia. Observando este contexto, selecionamos neste texto cinco novas tendências do momento para você ficar de olho.

1. Inteligência artificial: ajuda digital para saúde

A inteligência artificial vem crescendo significativamente, com projeções de aumento considerável pelos próximos anos. Os sistemas de bots conseguem promover uma filtragem em dados, como os de exames médicos, até 150 vezes mais rápido do que um trabalho manual.

Assim sendo, é evidente que um trabalho de sistema de inteligência traz uma redução de custos considerável. Uma transformação digital para saúde a ser citada, por exemplo, é uma tomografia computadorizada. Realizado geralmente em meia hora, o exame pode ser concluído em poucos minutos se o bot confirmar nas primeiras imagens o problema do paciente.

Além da economia gerada, hospitais e consultórios (tanto do SUS quanto do sistema privado) podem tornar os tratamentos médicos ainda mais ágeis.

2. Telemedicina

Outra tendência digital para saúde continua sendo o conceito de telemedicina. Especialmente essencial durante a pandemia de covid-19, a prática digitalizou o contato entre médicos e pacientes. Tal técnica ajudou, inclusive, na contenção do aumento de casos de coronavírus, uma vez que pacientes podem se contaminar quando se deslocam até instituições de saúde para tratar outros problemas.

Até mesmo pacientes infectados com covid puderam ser examinados através da telemedicina (quando com sintomas leves). O atendimento médico a distância provou ser uma ponte inteligível para o futuro. Não são somente as consultas remotas, mas também os acompanhamentos remotos da evolução de tratamentos que puderam ser orientados com a telemedicina.

Pacientes com câncer também se encaixam no público-alvo desta tendência digital para saúde, que cada vez mais engloba outras áreas de especialidade médica.

O novo normal do mundo, ocasionado pela pandemia, trouxe muitos insighits a serem interpretados. Nós temos um e-book sobre a temática, o qual você pode baixar gratuitamente clicando abaixo.

3. Realidade virtual e realidade aumentada

São os mecanismos de realidade virtual e realidade aumentada que colaboram para que estudantes de medicina aprendam procedimentos mais complexos e até perigosos, como as cirurgias cardiovasculares. Em outras palavras, tal tendência digital para saúde é fundamental para que erros médicos aconteçam cada vez menos.

A realidade virtual, tendência crescente, auxilia não só no âmbito educacional, como também no tratamento de pacientes. Com óculos especiais e um gigantesco potencial de aplicabilidade, as operações podem emergir resultados extraordinários em casos complexos, como o mal de Alzheimer. Através de resgate de lembranças e situações já vividas anteriormente pelos pacientes acometidos pela doença, a realidade virtual consegue exercitar a memória e retardar o avanço do mal.

4. BigData

Prontuários eletrônicos são uma demanda em aumento no campo digital para saúde em diversas regiões. A digitalização de informações precisas, além de abrangente, também instrumenta o acesso a tratamentos se tornarem mais rápidos e inteligíveis.

Na Suécia, país que mais investe nesse tipo de ação, pacientes possuem um número particular de identificação, uma espécie de PIN, que serve de base para a documentação de seu histórico de saúde.

O governo brasileiro criou recentemente, influenciado pela pandemia de covid-19, um registro de recolhimento de dados da doença. Receitas de medicação, bem como despachos, também andam sendo feitos de maneira digital.

Assim sendo, a vigilância de estoque é acompanhada em tempo real pelos profissionais da saúde. Os dados coletados podem:

  • Gerar análises preventivas de doenças;
  • Realizar pontuações de risco;
  • Esquematizar pré-diagnósticos;
  • Compreender probabilidades de surgimento de sintomas.

5. Aplicativos

Quando falamos em tendência digital para saúde, não poderíamos deixar de citar os aplicativos, que cada vez mais facilitam a vida das pessoas em todos os aspectos.

Cada vez mais os serviços que oferecem soluções de fiscalização crescem. Uma boa aplicabilidade de apps pode levar pacientes a fazerem um melhor controle do uso da medicação e da evolução de doenças crônicas, tais como diabetes e hipertensão.

Os wearables, dispositivos vestíveis, também estão em uma constante alta no mercado. Eles monitoram e gravam informações dos pacientes, desde rotinas a comportamentos. São muito úteis para tomadas de decisão em diagnósticos. O mercado também está investindo em relógios capazes de mensurar nível de pressão e de açúcar no sangue.

A transformação digital para saúde já é uma realidade que impacta diariamente as rotinas de hospitais, consultórios e clínicas, projetando um futuro mais inteligível na área médica. Se você quer fazer parte desta trajetória, baixe agora mesmo nosso e-book abaixo e lidere essa transformação disruptiva.

Business team in video conference
Digital Estratégias de Negócios

5 dicas para gestão de equipes remotas

Dentre as principais transformações que impactaram o mundo empresarial neste ano, uma que mais trouxe desafios foi, sem dúvidas, o trabalho a distância. A gestão de equipes remotas é um conceito explorado há algum tempo em companhias de diferentes segmentos. Contudo, a prática se intensificou abertamente em razão da pandemia.

Promover uma gestão de equipes remotas é um desafio para líderes, uma vez que muitos problemas ligados à comunicação e à produtividade entre os colaboradores podem surgir. No entanto, algumas soluções podem ajudar na superação de obstáculos e tornar esta jornada uma experiência transformadora e bem-sucedida.

Em primeiro lugar, é importante frisar que funcionários que tiveram que ressignificar suas rotinas também apresentam suas perspectivas. Ao gestor, cabe interpelar os conflitos de sua equipe para tomar decisões mais assertivas. Dentre os obstáculos que podem surgir, estão:

  • Falta de motivação. A gestão de equipes remotas precisa se atentar a colaboradores que estejam enxergando com baixas perspectivas o trabalho. Isso afeta a produtividade.
  • Direcionamentos pouco claros. Alguns funcionários podem até ser produtivos, mas se não houver clareza na necessidade do que precisa ser entregue por cada um, de nada adiantará.
  • Indiferença. A falta de delimitação do que é casa e do que é trabalho quando se embarca em um projeto remoto pode trazer complicações.
  • Ingerência de funcionários. A falta de uma comunicação mais clara pode levar determinados profissionais a optarem por uma auto-gestão que passe por cima das orientações do líder.

De olho nestas e em outras questões, apontamos aqui neste artigo 5 dicas sobre como melhorar sua gestão de equipes remotas.

1. Organize um cronograma de trabalho

O primeiro passo para se conduzir uma gestão de equipes remotas eficiente é estruturar um organograma de trabalho. Assim, é mais fácil organizar uma linha clara de pensamento entre as expectativas da liderança e a necessidade de cada atividade a ser desenvolvida por cada colaborador específico.

Todavia, apenas a edificação de um mapa de gestão de projetos não é suficiente. Este precisa ser acompanhado no dia a dia. É importante também compreender que fracassos podem acontecer, em maior ou menor escala, durante esta trajetória. E eles são necessários para que a equipe faça novos aprendizados, os quais serão base para o trabalho futuro.

Outro ponto a ser salientado é entender a necessidade de cada colaborador para poder ajudá-lo em sua gestão de tempo.

2. Extraia o seu melhor na comunicação online

É extremamente importante que a gestão de equipes remotas mantenha, ao máximo, o contato próximo entre os colaboradores. Em outras palavras, personalizar uma rotina de videoconferências é essencial para humanizar as relações profissionais, mas deve ser dosada de maneira correta.

Uma videoconferência em que não haja organização para que todos se comuniquem de maneira ordenada pode mais atrapalhar do que ajudar. Também é essencial que todos os presentes se sintam seguros e confortáveis para falarem o que julgarem necessário. Os post-it notes podem ajudar na escala de falas e questionamentos que possam surgir dentre os presentes na reunião.

A resolução de conflitos através do uso de videoconferências é uma das formas de agilizar processos. Se a rapidez em tomadas de decisões impacta diretamente nos seus resultado, baixe gratuitamente nosso ebook sobre metodologias ágeis e aprenda mais sobre o assunto.


3. Exerça o dom da empatia

Liderar é, antes de mais nada, guiar pessoas. E se colocar no lugar de quem você lidera é uma dica valiosa para elucidar conflitos que estejam atrapalhando a produtividade. Funcionários que tiveram que adaptar sua rotina, tornando a própria casa em seu espaço de trabalho, invariavelmente vão apresentar dificuldades de adaptação.

Podem surgir problemas de ordem pessoal, como por exemplo aqueles que precisam lidar com filhos em casa (em razão das aulas também remotas). Sob o mesmo ponto de vista, também podem se sentir emocionalmente prejudicados com a ausência de uma convivência mais próxima com colegas e gestores. Uma dica para essa situação é estar sempre em contato individual com os colaboradores, principalmente depois de reuniões.

Quando perguntado pelo líder se está tudo bem, um colaborador que esteja com alguma dificuldade, a qual não quis exteriorizar aos colegas, muitas vezes, se sentirá à vontade para apresentar seu problema.

4. Gestão de equipes remotas pode precisar de softwares

Se existe alguém a quem devemos agradecer pela possibilidade de enfrentarmos a pandemia sem interrompermos nossos projetos, este alguém é a tecnologia. Como resultado de suas ferramentas e possibilidades é que muitas soluções são fácil e rapidamente encontradas.

Fazer uso de softwares de gestão pode ser uma possibilidade de aprimorar o gerenciamento do time de colaboradores. Através deles, o líder poderá conduzir de maneira mais ágil:

Existem softwares específicos para as múltiplas funções que englobam a gestão de equipes remotas.

5. Mantenha a cultura organizacional ativa

Como dedicamos boa parte do nosso tempo ao trabalho, é comum que a interação com colegas seja parte fundamental dos processos humanos que envolvem as rotinas profissionais. Associar o conforto do próprio lar à rotina laboral, muitas vezes em silêncio, pode comprometer a pró-atividade e a motivação dos profissionais.

Rotinas excessivamente pesadas podem criar ambientes desfavoráveis à produtividade. Em razão disso, é cada vez mais comum que empresas adotem culturas organizacionais flexíveis a momentos de lazer. Com a ausência da possibilidade de um happy hour, propor soluções em que a distância é abreviada pode ser um caminho.

Neste sentido, reunir a equipe em determinados momentos para que todos possam tomar um café ou mesmo uma cerveja e conversar, ainda que por videoconferência, sobre assuntos não relacionados ao trabalho é uma possibilidade. Outras ações que gestões de equipes remotas andam adotando são envios de vales-presentes ou outras formas simbólicas de mostrar ao colaborador que eles continuam sendo importantes e inclusos dentro do quadro da corporação.

Em suma, concluímos que a gestão de equipes remotas é sim um novo desafio no cenário de pandemia e que tende a se expandir para os próximos anos. Por ser um conceito relativamente novo, ideias e possibilidades surgem diariamente.

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