Saiba como o mal gerenciamento de escalas médicas pode afetar o faturamento hospitalar

O faturamento hospitalar depende de vários fatores, sendo o preenchimento adequado das vagas de consultas muito importante para gerar receitas.

A falta de controle nas agendas médicas pode causar uma série de problemas dentro do funcionamento padrão da instituição hospitalar, desde problemas na qualidade do serviço a buracos nos horários.

Confira a seguir por que você deve ficar atento contra o mau gerenciamento das escalas médicas para o faturamento hospitalar!

Cancelamentos de consultas

Se um médico não pode cumprir o atendimento de uma consulta agendada, seja por problemas pessoais ou qualquer outro imprevisto, o paciente precisa remarcar a consulta e o horário fica vago.

O pior é quando o paciente não é avisado e descobre a impossibilidade de ser atendido já no hospital, o que pode deixá-lo irritado o suficiente para procurar outra instituição de saúde. Nesses casos, busca-se uma solução para remediar o problema, como encaixe na agenda de outro médico, diminuindo a qualidade do atendimento pela correria.

O correto remanejamento a fim de evitar buracos na agenda precisa ser feito com o devido cuidado, evitando atrasos e cancelamentos de consultas. Dessa maneira, os riscos de perder receita pelos buracos nas agendas se tornam menores e é possível encontrar um médico substituto para o atendimento com mais facilidade.

Atendimento desqualificado

Não é só uma agenda apertada que pode diminuir a qualidade de uma consulta e impactar o faturamento hospitalar. Um grave erro na gestão hospitalar é o agendamento de consultas com médicos de pouco conhecimento sobre determinado sintoma ou doença.

A desqualificação no atendimento médico tende a frustar o paciente, que acaba por buscar outros centros clínicos para tratar o problema. A falta de fidelização dos clientes devido ao mau gerenciamento de escalas médicas, então, torna-se um dos problemas para aumentar o faturamento das receitas do hospital.

Indisponibilidade de exames

Outro problema para o quadro financeiro das instituições médicas é a indisponibilidade de profissionais para realizar exames. Quando um médico encaminha o paciente para os setores de exames, o correto é ter pessoal preparado para executar a tarefa. Mas nem sempre isso acontece.

Muitas vezes, o paciente precisa marcar um agendamento demorado, esperando até semanas para conseguir ser atendido. Com uma gestão de escalas eficiente, o hospital se assegura que conta com a quantidade adequada de profissionais, acelerando o processo com maior quantidade de agendas. Com isso, as finanças ganham um impulso e o fluxo de entrada de caixa da empresa sobe.

Falta de equipamentos disponíveis

Da mesma forma que o gerenciamento da quantidade de profissionais é importante, a disponibilidade de equipamentos também deve ser verificada. De nada adianta ter uma equipe preparada para realizar exames e consultas se o hospital não tiver equipamentos adequados para o atendimento.

Nesse caso, os custos do hospital são ainda maiores, porque não só provocam buracos nas agendas como também gera despesas adicionais com a equipe, que eventualmente fica ociosa. Ter um controle dos equipamentos, então, é outro fator de influência na gestão de escalas para um bom faturamento hospitalar.

O mau gerenciamento da gestão de escalas pode ocorrer por diversos fatores, mas pode ser evitado pelo uso de sistemas adequados de controle das equipes. O GoShift é uma solução digital específica para solucionar os problemas de agendas, identificando os gargalos para readequar horários.

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